História A República - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Beijo, Faculdade, Festa, Fraternidade, Gay, Homossexualidade, Irmãos, Meninas, Meninos, Namoro, Professor, Sexo, Universidade
Exibições 302
Palavras 1.555
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Foi mallll, eu sei, eu sei rs, mas ultimamente tá complicadinho viu. Olha HOJE TEM MÚSICA, e mais um capítulo óbvio, só queria AVISAR que eu já tenho um final pra essa história, mas relaxem que ainda deve faltar uns 15 capítulos para terminar kkkkk.

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Boa Leitura galerinha

Capítulo 25 - Big Bag Wolf


Fanfic / Fanfiction A República - Capítulo 25 - Big Bag Wolf

- Você tem que parar de ser assim
- Há, eu tenho que parar de ser assim? - Thomas encarou o menino. - Toma vergonha nessa cara Ethan.
   Os dois estavam discutindo por causa do programa de televisão. Thomas assistia a um filme repetido enquanto Eth queria assistir desenhos.
- Vamos assistir Bob Esponja Tom. - Ele fez cara de cachorro que caiu da mudança. - Por favorzinho.
   O rapaz o encarou e se rendeu aos seus encantos, passou o controle para o menino e o deixou se divertir enquanto continuava a comer sua pipoca que já estava fria.
- Eu tenho que te amar muito pra deixar você trocar de canal. - Ele pegou mais um punhado de pipoca. - Eu amo esse filme.
- Eu te mostrei esse filme. - Ethan o encarou.
- Então se culpe por me deixar fanático.

   Troye caminhava de um lado para o outro na cozinha, pegando alguns ingredientes para preparar a carne moída, ninguém estava afim de ajudá-lo, afinal era um sábado à noite e nenhum dos meninos, excerto o casal, queria ficar em casa comendo carne moída.
- Thomas cadê o Henry, ele disse que me ajudaria a fazer esse troço. - Ele estapeou a carne que estava na bancada. - Credo isso parece muito um cérebro. Que nojo.
- Eu não faço ideia. - O rapaz disparou, ao fundo, Ethan cantava um solo da música de abertura do desenho. - Ele me disse que iria tomar um banho e que iria para uma boate com uns "amigos" dele. - Ele deu ênfase no amigo.
- O que? Que amigos?
   O ruivo, vestido com uma calça jeans preta cortada nos joelhos e uma blusa em tons de azul, desceu as escadas sorrateiramente e caminhou até ele. Tom permaneceu em silêncio ao perceber que o rapaz iria assustá-lo.
- To aqui macaquinho. - Henry apertou a bunda do menino com as duas mãos. - Já está com saudades?
  "Macaquinho" era o apelido que Henry havia colocado no garoto, já que toda vez que ficava animado ele abraçava seu pescoço e por ser bem menor que o rapaz, acabava por ficar pendurado. Além de que quase toda noite, antes de dormir Henry o carregava nas costas até o quarto do menino.
- Desse jeito você não consegue me distanciar. - Troye sorriu. - Vem cá, pra onde que você vai com esses seus amigos?
- Uma festa, no litoral da cidade.
- Hmm. - Ele fez um barulho com a boca. - Interessante. Aproveita bastante viu. - Ele deu dois tapas no peito do rapaz.
- Você não vai estar lá. - Ele encarou o pequeno.
- Para com isso. - Ele retornou o olhar. - Nós dois sabemos que não é verdadeiro.
   Ele jogou o pano na bancada, tirou o avental que estava usando e deixou a cozinha. O ruivo o observou sumir nas escadas e continuou na cozinha, pegou uma garrafa de água na geladeira e se serviu.
- Ei. - Sua atenção voltou-se para a sala e encontrou o rosto de Ethan apoiado no encosto do sofá. - Você sabe que ele gosta de você, né.
- Eu sei. - Henry apoiou o copo na pia. - Mas é que eu gosto de brincar com ele sabe, o Troye é um garoto legal.
- E vocês nunca se beijaram? - Quem olhasse para Ethan naquele momento teria uma grande vontade de apertar suas bochechas, já que elas estavam começando a ficar vermelhas. - Tipo, nem um selinho?
Eu não tenho vontade.
   Henry guardou a garrafa na geladeira e quando se virou, observou Ethan pulando o sofá e caminhando em sua direção, com pantufas de monstro nos pés, calças de moletom e que ficavam justas em sua bunda e um casaco grande que cobria suas mãos.
- Para de mentir pra si mesmo. - Ele cutucou o peito do rapaz, bem no local onde fica o coração. - Você sabe que quer, só não está aceitando isso.
- Eu não quero Ethan.
- Se não quisesse, você não ficaria o observando e sorrindo feito bobo enquanto ele dorme em seu colo. - Ethan o abraçou sem jeito, sua cabeça batia no peito do rapaz. - E também não o observaria tirar a roupa toda vez que ele entra na piscina. 
- O que? Eu não..
- Eu não disse nada. - Ele se distancio, fazendo-se de sonso. - Só deixando uma observação.

   Dylan estava aparando a grama da área externa, ao redor da piscina enquanto Ézio estava sentado em uma das cadeiras de sol, lendo um livro. O rapaz estava agoniado com o barulho do aparador, ele apoiou seu copo na mesa ao lado e se levantou, caminhando até a entrada da casa.
- Pra onde você vai? - Dylan franziu as sobrancelhas. - Fica aqui comigo.
- Vou pra sala, o barulho do aparador está me dando agonia.
- Fica aqui comigo, por favor.
- Aí Dylan. - Ele ergueu a mão em negação e deixou o local.

   Ele passou por Henry na cozinha e se sentou junto à Ethan e Thomas, os três ficaram em silêncio assistindo ao programa, Dylan continuou aparando a grama e Henry decidiu subir até o quarto de Troye.
   

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Ele bateu na porta, mas ninguém atendeu, então ele tentou outra vez, mas continuou sem resposta. Henry virou a maçaneta e abriu a porta lentamente, ao colocar a cabeça na brecha da porta um livro voou em sua direção, mas ele desviou.
- Podemos conversar? - Ele continuava do lado de fora do quarto.
- Cai fora Henry. - O som surgia abafado. - Me deixa cara.
- Preciso falar com você.
   Ele entrou no quarto e se deparou com o menino deitado em sua cama com a coberta até a altura do peito, ele caminhou até a cama e se sentou junto ao menino. O quarto estava escuro, a lua iluminava apenas uma parte da cama onde Henry estava e a cômoda ao lado. Troye se sentou, deixando o rosto na área iluminada.
- Eu não quero brinca Henry. - Ele balançou a cabeça em negação. - No inicio era legal e tudo mais, mas como sempre eu envolvi os sentimentos em um lugar que não havia nada. Brincar com você desse jeito, sem poder realmente o seu toque não tá me fazendo bem, então para de chegar desse jeito em mim.
- Espera macaquinho, deixa eu falar.
- Para de me chamar assim. - Ele fechou a cara.
- Eu quero tentar uma coisa. - Ele inclinou o corpo mais para frente. - Fecha os olhos.
- O que você vai fazer?
- Só fecha. - E assim ele fez.
   Henry aproximou o corpo mais uma vez ficando a alguns palmos do menino, seu rosto se aproximava lentamente dos dele até parar a poucos sentimentos de encostar em seus lábios, o ruivo abriu os olhos e encarou o menino que continuava imóvel.
   O corpo de Henry congelou, seu coração acelerou e batia cada vez mais forte dentro de seu peito, ele continuava a observar o garoto e acabou se distanciando seu rosto novamente. - Porque eu não consigo? - Ele pensou em sair dali e o deixá-lo sozinho, mas não podia ele teria que fazer algo.
   Troye abriu os olhos e encarou o rosto pálido de Henry o encarando sem nenhuma reação, ele se entreolhara, até que o menino o empurrou contra a cama e montou sobre seu corpo, seus dedos caminharam por seu abdômen até seu peitoral onde ele segurou a gola de sua blusa e inclinou seu corpo sobre o dele lentamente.
   Os lábios do meninos sarraram sobre os de Henry o deixando nervoso. Troye mordiscou seu lábio inferior e em seguida beijou seu rosto, passeando pelo seu pescoço enquanto levantava a barra da blusa do rapaz. Seus lábios desceram até o abdômen levemente definido, ele beijava cada extensão de sua barriga e voltava novamente para os lábios do rapaz.
   Ele segurou a gola de sua blusa e o trouxe para perto, o deixando sentado, seus braços envolveram seu pescoço, então, ele o beijou. Seus lábios carnudos tinham um gosto bom, parecia que ele havia acabado de comer bala de hortelã, era gelado de início, mas com o tempo Troye os deixou quentes e pedindo por mais.
- Era isso que você queria tentar? - Ele encostou sua cabeça sobre a dele e mordeu o lábio inferior.
   Alguém no primeiro andar gritou pelo ruivo o avisando que sua carona havia chego, ele abriu os olhos e encarou o menino com os cabelo caídos sobre o rosto, em sua mente, era inacreditável o que ele havia acabado de fazer.
- Vai, se não você vai se atrasar. - Troye encostou seu corpo sobre a cabeceira da cama e o fitou ainda parado. - Ei. Vai lá.
- Depois.. - Ele se levantou e deu dois passos para trás. - Depois a gente se fala então, eu - Ele apontou para a porta enquanto se aproximava mais a cada segundo. - Eu tô indo.
- Okay.
   Troye o observou sair e fechar a porta o deixando novamente no escuro. Ele puxou as cobertas até o peito e com um sorriso enorme estampado afundou o rosto entre as pernas.

 

 


Notas Finais


O que acharam do FINALMENTE? Hahaha já estava na hora não é mesmo? Gente gente eu tenho tantos final na minha cabeça que da ate dor no coração de de indie, mas eu n vou dar spoiler né é sacanagem rs' só tenho uma dica de uma música que vai definir o final da história LOVE STORY - TAYLOR SWIFT. Opa falei nada foi só uma dica rs'
Sentem o dedo nesses comentários meus amores, vamos lá rs'


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