História A Revelação do Segredo - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Chara, Error Sans, Frisk, Ink Sans, Personagens Originais, Sans, W. D. Gaster
Tags Dream X Ink, Error X Ink, Novela, Undertale, Universos Alternativos
Visualizações 18
Palavras 2.985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Autora: FINALMENTE A ÚLTIMA PARTE!!! DEMOREI, MAS VEIO!
Editor/L.: Velho, deu trabalho pacas, mas conseguimos!
Autora: Sim, e acho que ficou grande. Mas não tem problema!
Ambos: Aproveitem!

Capítulo 19 - Epílogo: Memórias Do Nosso Tempo De Colégio (PARTE 3)


Fanfic / Fanfiction A Revelação do Segredo - Capítulo 19 - Epílogo: Memórias Do Nosso Tempo De Colégio (PARTE 3)

#&VOLTANDO_DE_ONDE_PAROU&#

-Vamos logo! – exclamou, pegando a minha mão e correndo. – Ou outras pessoas ficarão com os trajes!

Fomos em umas 10 ou 15 lojas diferentes. Nenhuma parecia ser boa, pelo menos para ela. Só na hora do almoço ela me fez entrar em outra loja, e finalmente fiquei aborrecido.

-SÁ! A-AQUELA E-ERA BO-OA! – reclamei, quando ela começou a olhar as araras de novo. Só recebi um olhar irritado em resposta.

-Querem ajuda? – uma funcionária apareceu e Sabrina automaticamente olhou para ela.

-Sim! É que o meu esquecido amigo só começou a procurar roupas para o Festival Estelar hoje! – respondeu, me empurrando e num tom entre desespero e aborrecido.

-Hum... – a funcionária me olhou por uns segundos e depois estralou os dedos. – mais um caso de “Dá tempo!” e depois “TÔ MUITO ATRASADO!!!”?

Sabrina acenou que sim com a cabeça. A funcionária fez sinal para segui-la e eu fui arrastado pela anfíbia de suéter amarelo à minha frente. Chegamos em uma área com roupas de universo e outras coisas. Um pequeno “UAU!” escapou de mim e as duas riram, com Sabrina dizendo “Garotos”. Logo a funcionária parou em frente a várias vestes masculinas e Sabrina me puxou até elas, começando a checar cada uma. Primeiro, o tamanho, depois o estilo, aí o preço, só pegando os muito bem selecionados e jogando para que eu segurasse tudo. O que me pareceu uma tonelada de roupas depois, ela finalmente falou:

-Puxa, aqui tem ótimas escolhas! Onde é o provador?

A funcionária levou nós dois até os provadores. Entrei em um e começou a parte mais chata: Provar tudo.

-Neh, muito... “Vem cá, bonitão”. – comentou Sabrina, quando eu sai com o primeiro conjunto que ela tinha montado. A funcionária concordou e voltei para o provador.

-NEM MORTA EU USARIA ISSO! – exclamou a funcionária, quando saí de novo. Sabrina concordou e me empurrou com outra muda de roupas.

-Velho, isso é muito anos... – começou Sabrina.

-Anos 50, nem meu bisavô usaria isso! – completou a garota ao seu lado. Estava ficando cada vez mais irritado. Algumas provas, comentários, aborrecimentos e tentativas de fuga minhas, elas finalmente suspiraram e olharam com os olhos arregalados para mim.

-Ai. Meu. Deus. – disse a funcionária, cobrindo a boca com as mãos.

-F-ficou... – gaguejou Sabrina, e ela viria com mais um comentário crítico. – FABULOSO!!!

Corei com aqueles olhares. A parte do capuz era felpuda e muito fofa, e tinha vários brilhinhos, que pareciam estrelas, por todo o resto. De repente, Sabrina começou a enxugar algumas lágrimas.

-Owwnnt... meu bebê tá crescendo. – ela sacudiu a cabeça e voltou ao normal. – Vamos levar esta!

Despi aquela roupa, vesti a minha normal e fomos ao caixa, onde Sabrina ameaçou arrancar meu crânio fora quando tentei recusar para que ela não pagasse, e voltamos para a escola. Almocei com Sabrina comentando com o resto da mesa a busca pelas vestes perfeitas, dando algumas caçoadas e brincadeiras. Só fiquei conversando com eles a tarde toda, voltando para nossas Alas e dormi imaginando o Festival.

QUEBRA_DE_TEMPO

Acordei às sete da manhã, e Ink já tinha levantado! Bom, ele passou por mim, enrolado na toalha como se fosse uma garota, e tomei banho logo depois. Ele já tinha saído quando voltei, e me vesti com as vestes que comprei ontem. Passei um pouco de perfume e comecei a arrumar outras coisas. Quase me atrasei ao chegar no portal para Outertale, a AU mais bonita e estrelada de todo o Multiverso. Vi monstros, humanos e híbridos entrando lá, e sendo recebidos pela criadora de Outertale: Mimi, eu acho.

-Bem-vindos à Outertale! – anunciou ela quando todos estavam em Stardin (Snowdin/Nevada de Outertale) – Logo se iniciará o Festival Estelar, e peço para que todos estejam na capital, onde o Criador Supremo iniciará o Festival.

Continuei andando. O festival começava dali a duas horas, e não conseguia encontrar Ink.

-Ei, ERROR! – escutei, e vi que era ninguém menos que Sabrina, que estava linda: usava um longo vestido no estilo universo, com alguns bordados em forma de estrelas cadentes, e com várias estrelas prateadas. Horror a acompanhava com vestes parecidas com as minhas, porém com mais prateado e com um chapéu com algumas constelações, cobrindo aquela enorme rachadura no crânio. Um sapo de cara meio rabugenta e um tanto velho estava junto deles, usando também roupas estreladas e no estilo universo.

-Cara, devo admitir: tá incrível essa roupa! – exclamou Horror quando me juntei ao grupo. Sorri e respondi:

-V-você tamb-bém e-e-está in-in-incrí-crível! – me virei para Sabrina. – V-v-você se fan-fant-tasiou de estre-trela? P-porque está-tá linda!

-Ora essa, você também está bonito! – respondeu. Olhou para o sapo com eles. – Ah, e este é meu pai, o sr. Luke Sapien. Papai, este é o ERROR, um amigo da escola.

-M-muito praz-zer s-senhor! – estendi a mão. Ele apertou e respondeu com uma voz de rã-touro:

-Igualmente, ERROR. Onde estão seus pais?

-Papai, não existe nenhum ERROR!Gaster em Errortale. – explicou Sabrina, com um leve tom de censura na voz. – Então quem deve ter vindo foram os criadores do ERROR, que são os “pais” dele.

-Entendi. Mas e seu par? – continuou, voltando seus olhos castanhos, diferentes da filha, em mim. – Deve ser uma garota muito sortuda, eh?

-PAPAI! – guinchou ela. Confesso que ver o Horror tão comportado está me assustando, porém fiquei quieto.

-Mas se Worren conseguiu você, os amigos dele também devem ter conseguido garotas muito bonitas. – se não fosse por um grito em francês, eu teria perguntado quem era Worren.

- ERRUER!

Era Fallacy, minha “versão vampira”, junto com um esqueleto que jurava ser Ink, mas devia ser apenas o tal Encre.

- Bonjour, mon vieil ami! Tu ne m'as plus jamais parlé, que s'est-il passé? – ele me cumprimentou, e estava esplêndido com aquela longa capa azul-noite e com várias estrelas.

-S-será que e-eu nã-ão sei fran-francês? – respondi irritado. Ele riu um pouco.

-Desculpe, mas é força do hábito.

- Bonjour Monsieur, ça doit être Fallacy, je suis Sabrina Sapien, voici mon père, Luke Sapien et mon ami, Worren. – interrompeu Sabrina, e me assustei. Ela realmente sabe falar francês.

-Bonjour, miss. – ele pegou a mão de Sabrina e a beijou, depois sorrindo com as presas douradas à mostra. Horror fechou a cara e o sr. Sapien se assustou com as presas. Ele deu mais uma risadinha.

-Não se preocupem, sou um vampiro, mas não irei machucar ninguém. Este é Encre – continuou, puxando o mesmo para perto de si. Ele corou e ficou igual a um arco-íris quando foi abraçado por Fallacy. -, meu par.

-Bonjour, messieurs! – disse o mesmo. - Pardon, mais je ne connais pas tellement le portugais.

-Ele não sabe falar muito português. – traduziu Fallacy, trazendo Encre para mais perto dele. Quase ri do jeito que ele corou.

-FALLACY! Laisse-moi partir, s'il te plait! – o outro só riu em resposta.

-Nope.

O sr. Sapien parecia irritado com aquilo tudo. Só não sei porquê, mas tenho problemas maiores.

-Encre, você viu seu primo, Ink? – perguntei, e ele só me olhou meio confuso. Fallacy revirou as órbitas e disse:

-Il a demandé si tu as vu ton cousin, Ink.

-Oui, il m'a amené, mais je pense qu'il doit déjà être allé à la capitale. – respondeu.

-Já deve estar na capital. – traduziu, olhando para mim. Ninguém disse que vida de Google Tradutor era fácil, não.

-B-bem, v-vej-jo voc-cês dep-pois! – falei, me despedindo deles. Andei até a capital, observando alguns monstros, humanos e híbridos com os seus pares. Até que avistei o Geno, que estava parecendo um tomate com o Reaper tão perto dele.

-ERROR! – exclamou aliviado, tentando chegar até mim, porém claramente impedindo pelo de capuz com poucas estrelas brilhando. – Reaper, me solta!

O mesmo apenas revirou as órbitas e puxou Geno, que corou mais ainda. Decidi ignorar aquilo.

-V-vocês virão o I-Ink?

-Veio com ele? – perguntou Reaper, num tom malicioso.

-N-não começa, Death! – disse Geno, se libertando de Reaper e coçando a nuca. – Não vimos ele, só quando entramos, conversando com uma versão francesa dele. Estavam falando francês, mas acho que ele foi para a capital.

-O-obrigado, Geno! – agradeci e comecei a andar.

-De nada, ERROoooor!!! – Geno foi abraçado novamente por um Reaper irritado, que meteu um beijo nele. Continuei meu caminho, quase vomintando com o amor de alguns casais. Faltava meia hora para começar de vez o festival e nem sinal do Ink! Foi neste momento que esbarrei em um anjo.

-ERROR? O que houve contigo? – realmente era um anjo, mais especificamente um Ink anjo. Quase morri com tamanha beleza. O mesmo foi abraçado por mais um anjo, ou melhor: um EU anjo.

-O-oque quer, E-ERROR? – sua voz também trava igual a minha, mas era mais uma gagueira do que bugs.

-Hehe, acho que o Ink comum. – respondeu o anjo com cachecol, que afastou as asas revelando meu par. – Desculpe, mas sem querer o escondi.

-O-obrig-gado. – falei, e fui até Ink. Estava tão bonito com aquele cachecol roxo-universo com linhas douradas e prateadas, mais aquela blusa azul-negro, com alguns detalhes azuis e dourados com algumas estrelas. Ele logo me viu, e sorriu. Novamente estava olhando para um anjo, mas era apenas o jeito de descrever sua beleza.

-Oi ERROR! Você está muito bonito, adorei a roupa. – disse, e corou um pouco. Corei ainda mais ao responder:

-V-você está l-lindo.

Ficou com um arco-íris nas bochechas ósseas. Ficamos meio acanhados, mas logo fomos até a parte principal, onde dava para ver todo o céu. Quando apareceu, entre os milhares de criadores, o Criador Supremo: Toby Fox.

-Howdy! – disse ele, e de repente começou uma musiquinha, “Your Best Friend”, se não me engano. – Eu sou Toby Fox, Toby Fox o criador de Undertale! Fico feliz de ver todos vocês! Eu estou apresentando para vocês mais um Festival Estelar em Outertale, que só ocorre a cada mil anos, ou mais. Bem, acho que é só, então...

-DON´T TOUCH THE CHILD!!! - berrou o criador de Underpants, quando algum ser de Underlust tentou se aproximar demais de uma Chara de outra AU que não sei o nome.

-Então... – continuou ele. – bem, neste mundo, é... – todos os criadores entoaram os temas dos seus mundos, variando de: “É MATAR OU SER MORTO”, “É MATAR OU SER MORRIDO” e “É AMAR OU SER AMADO!” (Autora: É a comic “Is love or be loved” de UnderTAIL… não pesquise isso!!!)

Então, de repente, todo o universo parecia brilhar no céu. O Festival Estelar começara, e logo a música surgiu junto. Ink me puxou até a parte principal, onde vi meus pais/criadores conversando com a mãe/criadora de Ink. Antes que conseguisse impedir, Ink me levou até os três.

-MAMÃE! – exclamou, abraçando a, se não me engano, Comyet. Ela retribuiu enquanto mamãe me apertava.

-ERROR! QUE SAUDADE!!! Cadê o Geno e o Fresh? Estava mortinha de saudades de vocês três, quase morri de ansiedade!

-Wow, calma CQ, assim vai matar o moleque – disse papai, conseguindo me soltar. Ink se soltou do abraço da srta. Comyet e cumprimentou eles.

-Olá, sra. CraynonQueen, olá sr. Loverofpiggies!

-Olá Ink, que bom te ver! – respondeu papai, sorrindo. Mamãe sorriu junto e perguntou:

-Quem é o seu par, Ink?

-Ué, o ERROR não falou nada? – disse Ink, abraçando o meu braço e me fazendo corar. – Eu e o ERROR viemos juntos!

Os três ficaram estáticos. Pensei que estavam pasmos com a notícia, então, ao mesmo tempo, se viraram e vomitaram arco-íris.

-AAAAHH!!! COMYET, NOSSO SEMI-CANNON É REAL! UHUUUUUUUU!!! – berrou mamãe, pulando de alegria, com estrelas nos olhos. Comyet estava berrando e pulando junto, atraindo pelo menos metade das AUs que estavam presentes. Até Toby Fox estava encarando a gente. Corei ainda mais e fiz um sinal para Ink, ele assentiu e saímos da área dos criadores, muito corados.

-M-minha nos-nossa, e-eles são-ão b-bem d-doidos, me d-desc-culpe, I-Ink. – murmurei, ainda corando da situação. Ele riu baixinho.

-Mamãe é bem doidinha também, ela que me criou. – respondeu, olhando para o resto do pessoal. – Não tem problema nenhum, ERROR.

Chegamos na parte onde várias pessoas estavam dançando. Ink ficou com estrelas nos olhos e exclamou:

-Vamos também, ERROR! – fiz que não, mas ele me puxou, fazendo eu corar de novo. – Ora, vai ser divertido, vem!

Quando chegamos perto do meio, tinha começado outra música, mas me enchi de DETERMINAÇÃO. Coloquei a mão na cintura dele, e em resposta ele colocou a dele no meu ombro, e juntamos as outras duas. Começando a bailar, andando em meio à vários dançarinos. Sabrina e Horror dançavam bem próximos, e nem parecia o mesmo Horror que eu conhecia. Ele deu um sorrisinho debochado e olhou malicioso para a gente. Nos viramos e corei, dando um sorriso sem graça e corando. Ink corou junto e riu também.

Continuamos dançando, e logo avistamos Fallacy e Encre. Ambos nos avistaram também e continuamos dançando, mas próximos suficiente para conversar.

-Ink! Aide moi ici!!! – falou Encre, em francês, com Fllacy quase o agarrando. - Je ne sais pas bien danser! Et Fallacy me fait presque l'embrasser!

-Bonne chance! Autour du coin vendre des préservatifs, d'accord? – respondeu Ink, com um sorriso muito filho da mãe.

-INK! VOTRE... – começou, corado, mas parou quando Fallacy o fez olhar para ele com um olhar de desejo. – M-monsier Fallacy?

Revirei as órbitas e conduzi Ink para um pouco longe deles. Só escutamos um “MONSIER FALLACY!” e o barulho de um tapa. Sem dúvida, Fallacy o beijara e Encre tinha acabado de dar um tapa no mesmo. Confirmei minha teoria com Encre passando por nós corado e irritado, seguido por Fallacy, também corado e tentando chamar o outro de volta. A música acabou quando eles sumiram na multidão. Pensei que não iria parar mais. Então fui pegar uma bebida para mim e pro Ink, que tinha ido conversar com alguns amigos. Ao chegar lá, percebi uma Sabrina esquecida ali.

-O-oi, se perd-deu? – perguntei, em tom de brincadeira.

-Não, só resolvi descansar um pouco enquanto o meu pai persegue o Horror. – respondeu, pegando um copo de um suco vermelho. Peguei um para mim também e olhei para ela.

-P-porque cham-mou o Horror de W-Worren naq-quela hora? – falei, bebendo um gole do suco.

-Meu pai não gosta de esqueletos e outros monstros de outras AUs. – respondeu, com um quê de irritação na voz. – E é homofóbico.

Olhei para ela, pasmo. Entre os monstros não existe preconceitos, mas se o sr. Sapien era homofóbico, então praticamente todos do Festival eram merecedores do inferno para ele.

-Eu sei, eu sei. – disse, bebendo um gole de suco. – Não existe preconceitos assim entre monstros, mas o meu pai é... bom, já entendeu, somos praticamente de Zootopia.

-Zootop-pia?

-Um dos maiores centros urbanos da minha AU. – respondeu, pegando alguns tacos. – Bem, te vejo depois, ERROR!

-Tcha-tchau! – terminei de beber meu suco, peguei mais para mim e um copo pro Ink e um saquinho de salgadinhos. Encontrei ele tendo uma conversa animada com um sapo, que me pareceu meio familiar, mas nunca tinha o visto na vida. Também usava roupas estreladas.

-Oi ERROR! Onde esteve? – disse Ink, quando me aproximei. Entreguei o copo dele os salgadinhos. – Oh, obrigada, ERROR! Este é Cristian Sapien, o irmão mais velho da Sabrina!  

-S-sabia que rec-conhecia es-esses o-olhos amar-relos em algum l-lugar! – respondi, enquanto Cristian riu. Depois de conversarmos um pouco com ele, voltamos a passear. Ele se sentou num banquinho de Waterfall/Cachoeira, e me sentei do lado dele. Tudo estava tranquilo, até que as estrelas começaram a piscar de forma fraca; o Festival estava acabando. Me levantei, mas ele me segurou pela mão. Se levantou e olhou para mim, e não entendi nada.

-I-Ink, voc-cê tá b-bem? – ele me interrompeu com um beijo. Antes de eu terminar de crashar, ele disse baixinho:

-Obrigado, Ruru... por tudo. – me soltou e foi embora. Só descrashei quando jogaram água gelada no meu rosto.

-ACORDA PRA CUSPIR, BUGADÃO!!!

-F-FRESH?! – berrei, caindo para trás.

-Yo-lo, broh, senti saudade. – disse o meu irmão mais novo, jogando uma toalha em mim e sorrindo. – Acabei de ver o mano Ink saindo, então vim para cá e te achei. O que rolou?

-N-nada, idio-ota! – respondi, ficando irritado e me secando. Fresh deve ter revirado as órbitas.

-Vamos embora? O Festival já acabou.

-T-tá bom. – respondi. E começamos a voltar para as Ruínas de Outertale, onde ficava o portal. – V-viu a mãe e o p-pai?

-Vi. Mamãe quase me esmagou num abraço, mas já voltei “bendy” boa. – um demônio com a cabeça em formato de meia-lua usando uma capa e uma cartola olhou feio para ele e continuou andando. – E o papai me provocou sobre namoradas. Normal.

Logo chegamos no portal. Fresh se despediu de mim e voltei para casa/escola. Ao finalmente chegar no meu quarto, não encontrei o Ink. Achei estranho, mas tomei meu banho, vesti meu pijama e dormi, porque esta noite tinha sido INKrível.

?????: ESSA PIA-ADA NÃO, MOLEQUE!!!

Me levantei assustado e vi um EU me olhando irritado. Uma menina apareceu, deu tapa na cabeça dele e abriu um portal.

?????/??????: Desculpa, não acontecerá de novo!

Antes que eu falasse algo, eles pularam no portal e sumiram. Voltei a dormir, pensando no que estava acontecendo naquele exato momento.

* MEMÓRIA DO ERROR OFF (FINALMENTE, AUTORA!!!) *

* Narradora ON *

ERROR bateu com um pouco de violência no chão do Anti-Void. Olhou para cima e quis esganar a bruxa e o leão que estavam olhando para ele. Katty quis matar ERROR por voltar no tempo e ver a si mesmo, porém sabia que, às vezes, certas memórias são absurdamente bugadas.

-VALEU FALOU!!! – gritou a garota, desistindo da ideia e teleportando de volta para a sua casa. Deu boa-noite pro “irmão” e subiu, com uma voz falando com ela na cabeça.

-"Deveria ter deixado eu ficar livre, sua idiota!"

-Agora não, Sama, quero ir dormir. – respondeu, finalmente irritada, se deitando na cama e adormecendo.

-"TE ODEIO!"

-Também te amo, Aguada. – resmungou Katty, por fim dormindo. A espírito ao lado da cama entrou em outro mundo, um mundo invertido, apesar de estarem no mesmo quarto. Se deitou na “mesma” cama e dormiu também.


Notas Finais


Eeeeeeeeee... acabou!
Espero que tenham gostado! Agora bora fazer o casamento do Dream e do Ink ;-; Tô com sono, mas ok! * dá joinha *
E não, não sei se Loverofpiggies é homem, mas se for, mil perdões!!!
Créditos:
Ink- Comyet
Dream & Nightmare - Jokublog
Classic Sans ( comentarista )- Toby Fox
Horror Sans- Sour-Apple Studios
ERROR- CraynonQueen & Loverofpiggies
Reaper- Renrik
Fresh- CraynonQueen & Loverofpiggies
Geno - CraynonQueen & Loverofpiggies ( pelo oque eu soube :P )
Fallacy & Encre - Thegreatrouge
E... o resto tô com preguiça de reler, mas os sapos, o leão e a feiticeira são de minha autoria. O espírito com ela? Bem... não é de minha autoria, mas é uma OC da minha AU. Ou pelos menos... parte dela.


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