História A Rosa da Coroa - Capítulo 27


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Charles Phipps, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Earl Charles Grey, Elizabeth Midford, Finnian "Finny", Personagens Originais, Sebastian Michaelis, Snake, Undertaker
Tags Ciel, Demonios, Lady, Sebastian
Exibições 17
Palavras 800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura

Capítulo 27 - Seguindo ordens


Fanfic / Fanfiction A Rosa da Coroa - Capítulo 27 - Seguindo ordens

​Madame

Rosas sempre eram vistas como delicadas, frequentemente era subestimada pela aparência, uma flor sempre delicada com os espinhos ignorados, no atual momento eu me permiti murchar, como as pétalas de uma flor meu humor caia, meus dias tinham a rotina de ser despertada por aquela voz serena que me passaria os compromissos diários, mas no decorrer de nossa convivência esse ciclo se partiu, a flor que lhe dei anos antes repousava na mesa fria, intocada desde a manhã nevada em que eu a achara.

 No o segundo dia eu esperei o seu retorno junto as palavras de remorso por ter me preocupado e sumido sem rastros.

 No terceiro e quarto dia, eu aguardava pela sua figura sombria esperando junto as sombras o momento ideal para entrar em contato.

No quinto e sexto dia eu vociferava para ele parar com aquela estupida brincadeira.

Com o final da semana eu tentei enfim me conformar com sua partida.

Em meu isolamento silencioso onde somente me pronunciava quando se dirigiam a mim percebi que não fora Ciel quem quebrou as promessas das cartas, mas sim eu mesma, as duas que me enviara permaneciam com a cera intacta, e assim ficariam até que deixasse de sentir aquela ansiedade estranha toda vez que as tocava, antes que eu traísse minhas próprias promessas e deixasse os livros que peguei no recente retorno ao meu castelo Victor adentrou na sala com sua bota ecoando contra o chão da mansão e se fez ouvir sobre os baixos estalares da madeira na lareira.

-  minha senhora, uma nova carta chegou – o nervosismo dominava sua voz.

- Deixe-a com as outras, por favor – pedi ao presumir de quem seria a carta.

- Senhora – ele pronunciou de modo hesitante me fazendo pousar o livro em que buscava maneiras de ajudar a gata – esta tem o destinatário da Inglaterra – Lucy que estava aninhada ao meu lado se empertigou olhando curiosa o envelope que o velho homem estendia ainda mais inquieto – Veja senhora, tem o selo real.

 

​O Conde

Lyanna se mostrava silenciosa nos últimos dias, uma atitude muito suspeita e que dificultava o seu trabalho, uma parte de si estava feliz pela garota não ter vindo e presenciado a falta de indícios que tinha, Alemanha, ela tinha escrito com tanta certeza e de modo tão resumido como se fosse algo simplório de ser revolvido, em sua semana naquele cenário não tão desconhecido tinha chegado a girar pelas cidades mais populares, olhando em todas as franquias de lojas e até nas concorrentes em busca da menor pista para o responsável, lamentava que nem mesmo uma pequena fragrância do perfume percorresse o ar, estava certo de que a pessoa responsável por criar aquele produto engenhoso manteria uns para si.

Embora tudo parecesse confuso e vago, tinha um estabelecimento que chamara sua atenção, não por ter algo a vista ou de fácil percepção mas ao contrário, uma das prateleiras pareceu afastada comparada as outras e a dona do local ficou minimamente nervosa ao ter o nome das industrias Dior pronunciado, mesmo que ela tenha justificado o comportamento ao apresentar uma matéria do jornal em que era retratada com detalhes a tragédia que se abateu nas indústrias e com os jovens irmãos ele não se deixaria convencer facilmente.

Ao percorrerem as escurecidas e silenciosas ruas seus olhos dardejaram pelos cantos mais sombrios e de fraca iluminação, estava estranhamente silenciosa, algo o percorria como para chamar a sua atenção por algo tão obvio facilmente ignorado. Sebastian parecia compartilhar do mesmo sentimento visto que se mantinha a alerta. Algo parecia ter se movido em um dos telhados e o mordomo estreitou os olhos ao local.

- Vá ver o que é – ordenei mesmo com os protestos de Sebastian por se ausentar.

 - Yes, my Lord – respondeu resignado deixando as oposições depois da ordem se mesclando junto as sombras e seus passos mansos cada vez mais longe.

Com esse pequeno contratempo resolvido segui novamente o caminho, passando por outras lojas com cortinas puxadas e as janelas refletindo nada mais que a escuridão que me cercava, foi quando inspirei o ar que um perfume familiar se prendeu em minhas narinas, não era o que precisava para solucionar o caso, mas o um que trouxe a resposta para aquele absoluto silencio.

Mesmo com seus reflexos ágeis percebeu que quem detinha a vantagem no momento era aquela que podia percorrer o ar em questão de instantes, ao ter se esquivado e girado esperando encontrar a culpada atrás de si viu-se rodeado pelo breu embora o perfume se mantivesse presente e mãos delicadas se lançando por atrás de si, foi preciso poucos segundos para se ver pateticamente dominado pela falta de consciência, ainda podendo ouvir aquela voz suave rente a sua orelha.

- Gostaria que não se ressentisse comigo, estou apenas seguindo ordens.



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