História A Rosa E O Beija Flor - Capítulo 17


Escrita por: ~

Exibições 109
Palavras 1.825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi minhas lindas e lindos Olha quem tá aqui, eeeeee eu! Com a minha linda e maravilhosa cara de pau! Mentira que ela não é linda e muito menos maravilhosa mas enfim.
Eu demorei muito para postar esse capítulo e peço um milhão de desculpas a todos os leitores e leituras que seguem essa FIC.
Como você sabe eu estou trabalhando está sendo meio difícil para mim acabar postando mas mesmo assim eu não vou parar mesmo que demore um pouco para mim postar os capítulos Eu não irei parar de postar.
E muito obrigado a todos vocês pela atenção pelos comentários pelos favoritos e tudo mais eu sou muito grata a todos vocês viu! 😍😍😍😍😍
E sem mais enrolação tenham uma boa leitura meus amores❤💓💙💝💚💜💛💟💞💘

Capítulo 17 - Ciúmes.com


Fanfic / Fanfiction A Rosa E O Beija Flor - Capítulo 17 - Ciúmes.com

Pov King.

Fazia alguns Bons dias (uma semana para ser mais exato) que Ban não falava mais comigo, o que me deixava pensativo sobre o que tinha acontecido aquele dia.

“ você deu para ele” rosnou limpando os únicos pedaços do aparelho que grudada em suas mãos.

“ o que?! Não!” arregalei os olhos assustados encontra o mesmo apertava o meu punho cada vez mais forte.

“ toda informação tem um preço, eu vi o jeito que ele olhava para você!”

“ eu não dei pra ninguém Ban…” parei imediatamente depois de perceber a frase estranha que havia dito. Ban soltou minha mão e se aproximou quase que colando nossos corpos, sua mão direita deslizou para os meus cabelos e os puxou com força para trás enquanto os outros dedos passearam pelo meu pescoço.

“ Então o que é isso?” perguntou tentando demonstrar um tom indiferente na voz, mas a raiva era nitidamente presente, senti um leve desconforto na área, uma pequena dorzinha. “ não pode ser…” pensei arregalando os olhos, não podia ser o quê eu achava que era, ver os dedos fazendo os mesmos movimentos sentindo as marcas na pele. “FALA POR FAVOR QUE É MENTIRA!!!!!!” fiquei ainda mais nervoso vendo que era verdade. Me xinguem mentalmente por ter sido tão burro, e a Francis por ter me marcado.

“ não é o que você tá pensando…” ( mentira que era um pouco sim, só um pouco) Ban se afastou e se sentou no sofá me fitando firmemente.

“ Faça comigo o que fez com ele.” falou sério me fazendo perceber que não era brincadeira.

“Eu na…”

“ Faça comigo o que fez com ele.” repetiu novamente mas de uma forma autoritária, ainda sem cortar o contato visual.

E não estava brincando, era sério, ele queria que eu fizesse. O pior de tudo é que eu não sei do porque ele está tão bravo, Eu salvei, não salvei? Respirei fundo e prossegui, se é isso que ele quer, é isso que terá.

Mesmo com medo e com o corpo trêmulo, subi em seu colo assim como eu fiz com Francis e entrelacei meus braços em volta de seu pescoço dando início ao beijo da mesma forma, automaticamente as mãos do mesmo se amarraram a minha cintura dando mais profundidade ao beijo… eu não queria relembrar daquilo, não queria lembrar de Francis, mas por algum motivo Só de saber que era Ban ali, meu corpo já começaram a criar vida. ( isso não aconteceu quando eu tava com o outro tá eu juro!) O mesmo percebeu algo duro em meio a sua barriga mas por algum motivo manteve-se indiferente.

Quando o ar faltará me separei do platinado que ainda me fitava com raiva em seu olhar ( eu sei que Tô fudido nem precisa falar) infiltrei uma das mãos por baixo da camisa sentindo cada gomo definido de seu corpo, os massagem enquanto descia os chupões pelo pescoço, eu não estava mais raciocinando, meu corpo estava agindo sozinho!

Disse ainda mais a trilha de beijos, sentindo o calor de seu corpo me atingir, agora eu podia sentir sua respiração ofegante, ouvir seus batimentos acelerados, ele estava aproveitando cada toque.

Escorreguei para o meio de suas pernas e beijar cada parte do seu abdômen o fazendo se arrepiar, desci ainda mais chegando cada vez mais perto de seu membro já duro.

Deslizei os dedos pelo volume rígido da calça, sentindo a gravidade do desejo que o mesmo sentia. Finalmente desabotoei a área desci o zíper até o fim puxando junto consigo a Box preta que o cobria, quando o mesmo saltou para fora, o agarrei pela base, eu queria aquilo, queria senti-lo bem fundo em minha garganta, mas com um flash acordei para a realidade e me afastei.

Eu queria mas não podia.” Faça comigo o que você fez com ele” percebi, ele queria saber se fizermos de verdade! E se eu continuasse?! Ele acreditaria que eu havia feito de verdade!

“ chega... acabou aqui…”

“Tsh!”

E assim foi, já se faz uma semana que o mesmo finge que não existo, a prova disso foi quando tive de insistir para vir junto com ele até o asilo ver sua mãe. ( Sim estou com saudades dela) Passei um tempo conversando com a grisalha, realmente uma pessoa maravilhosa e muito gentil mas depois de um tempo tive de sair, Ban queria ficar a sós e eu respeitei isso.

Então estou aqui com a vida, aquela mesma garotinha que me pedira para lhe ensinar a tocar violão das outras vezes que Me dei as caras aqui. A morena é incrível! Sua capacidade é exemplar, quando voltei outras vezes ela já sabia tocar algumas notas, difíceis em minha opinião e agora estou lhe ensinando a desenhar e a mesma já consegue rabiscar uma flor perfeitamente.

-assim? Perguntou ela e vendo o desenho.

-deixa eu ver. Falei me esticando para pegá-lo. - está ótimo é assim mesmo. Elogiei.

-aaaa o meu não tá tão bonito assim. Lamentou uma das crianças que estavam em meio a rodinha.

-mas é claro que esta, e fica ainda melhor se pintar.

-é Sarah toma, eu te empresto aquele rosa que você gosta. Completou esticando um lápis minúsculo até a garota.

- mas tá acabando.

- não tem problema pode pegar. Sorriu, realmente ela é uma garota boa, abaixei a cabeça com pena… não pena não, com aquela sensação de injustiça.

A mãe da pobrezinha tentou abortá-la com apenas 7 meses de gravidez usando um cabide da própria casa, É isso que me deixa com raiva, não tava bom na hora? Não quis fazer? Agora assumi! Assumir a criança! Seja mulher pelo menos uma vez! Mas ainda nem sei se é bom que a garota tenha vivido, olhei para sua cadeira de rodas… o aborto não deu certo, sua mãe morreu meses depois e ela nasceu um dia antes só que com problemas na medula espinhal, O que é impede de andar, O maravilhoso é que mesmo assim a garota esbanja amor e afeição, por isso o nome de vida.

Depois de um tempo Ban saiu da sala e Cia encaminho a saída, me levantei E peguei as coisas ao mesmo tempo que me despedir de todos.

-Vocês voltaram né moço? Perguntou quase Deixando as lágrimas escaparem, aquela cena era de cortar o coração até imagino o tanto de gente que faz o mesmo que eu, faz eles se apegarem e não voltam mais.

- não importa o que aconteça, eu vou voltar. Disse conseguindo arrancar um sorriso dela, não aguentei a baixei a altura de sua cadeira e abracei fortemente. Quando vi que Ban não estava mais lá me separei e sai.

Curry para alcançá-lo na rua, ele tinha as pernas maiores que as minhas. ( responde aí quem é que não tem?) E ficava difícil acompanhá-lo.

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Fiquei correndo a “ caminhada” toda, ele não me esperava apenas continuavam andando, quando finalmente Chegamos eu já estava todo suado, meu objetivo era ir direto ao banho mas o platinado chegou lá mais rápido, então sem nada para fazer acabei folheando os desenhos que ganhei, foi aí quando tive uma inspiração.

Subir direto ao segundo andar aonde estavam minhas tintas e telas brancas, adentrei o quarto e automaticamente liguei o rádio na 104.3 FM para qualquer música que tocasse, posicionei as latas dos lugares certos, limpei os pincéis e panos e quando tudo estava pronto... Fechei os olhos em silêncio, as batidas da música começou a se mesclar ambiente…

“EU NÃO POSSO TER VOCÊ! NÃO DEIXAREI UMA COISA DESSAS ESTRAGAR MINHA VIDA!!!!”

Escutei os berros e imediatamente abrir os olhos dando em seguida o primeiro ataque em azul, eu estava pronto para enfrentar a guerra.

“ você está grávida de cinco meses agora…”

“ não pode ser… COMO ISSO FOI ACONTECER?!!!!”

As vozes vinham com você estivessem ali presentes naquele cômodo.

“VOCÊ NÃO É MINHA FILHA E NUNCA SERÁ!!!!”

“NÃO PERMITIREI QUE ESTRAGUE MINHA VIDA!”

A cada palavra eu senti a morte mais perto, mas como também a cada segundo sentia a vida lutar por seu espaço.

“ não tem problema pode pegar… você vai voltar moço?”

Parei os movimentos, cansado meus joelhos se dobraram diante o quadro, adoro te levar para mim inocente como toda criança, tomei cuidado com a coloração do Sol para que não estragasse a beleza de sua pele negra, Rua visão de suas curtas trancinhas.

Deixei o suor escorrer pelo rosto até pegar, desliguei o rádio e posicionei o mesmo ao meu quarto para que não ficasse no cheiro de tinta ali. (Eeeeee uma boa ideia viu, aí você tira dali e enfia no seu quarto para ficar o cheiro lá né! Boa ideia vai dormir como? Mas é uma anta mesmo!)

Coloque tudo em seu devido lugar e quando saí do quarto de Ban o mesmo subia as escadas só de toalha amarrada na cintura, enquanto as gotas escorriam pelo seu peito definido.

Virei o rosto tentando não olhar para aquilo. ( tá difícil viu) Eu sabia que aquilo era para provocar, de alguma forma ele sabia o efeito que tinha sobre mim e usava isso com gosto, Principalmente agora que o mesmo parecia mais nutrido e forte. Ao passar por mim pude ver um sorriso em seu rosto junto de um “humm” sacana.

-paka. Resmunguei começando a correr até o banheiro.

Liguei o chuveiro e adentrei mesmo de roupas. ( aproveitando para lavar) passei as mãos pelo rosto aproveitando a sensação da água caindo sobre seu corpo, levando embora todo rastro de suor, por um momento pude esquecer da vida lá fora, de meus problemas, até mesmo de Ban… aos poucos fui tirando minhas roupas.

Não demorou muito para mim sair de lá mas ao sair encontrei o platinado sentado no sofá usando apenas a calça moletom de seu pijama.

-tshi! Eu já estava cansado! O que fiz foi para salvá-lo! Mas se é assim vou entrar em seu joguinho…

Me aproximei devagar ao lado da televisão, o mesmo pareceu notar mas não olhou mesmo assim e foi aí que a brincadeira começou, arrastei as unhas pela camiseta verde e meu pijama que combinava com o shorts mais claro, e as puxei para cima trazendo uma camisa junto a elas retirando e deixando meu peito a mostra, percebi os olhos vermelhos do mesmo dar uma leve pousada em mim, por breve segundos.

-hum… gemi baixinho enquanto passeava e apertava os dedos em meus mamilos, passei a Língua entre os lábios enquanto olhava atento a qualquer reação que o mesmo não consiga se esconder. Abaixei as mãos direto ao volume em meu shorts eu apertei.

-hum… outro gemido “ escapou” e dessa vez o mesmo se remexeu no estofamento, me ajoelhei ao chão enquanto abaixava a roupa íntima até a metade, voltei chupando dois dedos de minha mão, aaaaa sim, eu ia fazer aquilo… eu uso chupei sem tirar os olhos do mesmo sem nem um segundo sequer fiz questão de deixar os Mega molhados.

Quando tudo estava pronto deitei para frente e os coloquei.

-aaannn! O desconforto era gostoso mas rapidamente se transformou em algo maior. - B-an… minha coluna se recompor Cia deixando meu traseiro ainda mais empinado, voltei a Ítalo de uma maneira quente, agora ele estava vindo em minha direção… eu consegui…  


Notas Finais


E acabou lindos e lindas
Mais uma vez peço desculpas pela demora e agradeço a todos vocês viu 😍😍😍😍
Vários beijos com muita Nutella para todos vocês😘😘😘😘


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