História A Ruina De Uma Gamer - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Jogos, Romance
Exibições 8
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Digam o que preciso melhorar na historia. MANDEM SUGESTÕES. AMO VCS <3

Capítulo 2 - Vagando Pelas Ruas


Fanfic / Fanfiction A Ruina De Uma Gamer - Capítulo 2 - Vagando Pelas Ruas

-Seu pai desapareceu, mas, antes disso, pediu para que algo fosse entregue a mim.- Revelou levando a mão direita até as próprias vestes puxando-a a esquerda adentrava a mesma através da gola, retirando um livro negro de couro com aproximadamente 2 dedos de grossura. O item já estava bastante surrado, e era laçado com um material da mesma cor.

Yato foi rápido naquele estante e esticou o dedo para pegá-lo, mas Mady impediu afastando o livro dele, que bufou e revirou os olhos. –Me dá, quero ver!- Falou em um tom autoritário como se fosse o dono do pertence. Na verdade ele achava mesmo que era, afinal aquilo era do seu pai. –Nada disso, é meu.- Ela respondeu enquanto o polegar da mãe livre apontava para si em um gesto. –Tem muitas informações sigilosas de jogos aqui e principalmente uma lista de alvos. Foi assim que soube quem ele era.- Explicou sem pressa alguma, suspirando irritada por lembrar dele.

 

{FLASH BACK DOIS DIAS ANTES}

 

Mady estava decidida que procuraria por novas competições. A garota havia dedicado à semana inteira para obter informações dos novos jogadores que chegaria a cidade: quem era, quais eram suas habilidades nos jogos e seus possíveis pontos fracos. Ela sempre levava os jogos muito a sério e era extremamente perfeccionista, sabendo sempre o que fazer contra o oponente.

O problema é que não anunciaram as competições, e sabia que estava acontecendo uma em sua cidade por causa da visita repentina dos jogadores famosos. E isso, ao invés de deixa-la insegura fazia exatamente o contrário, Mady ficava ainda mais determinada pra vencer.

“Talvez eu deva sair pra procurar...”.- Pensou enquanto arrumava os últimos detalhes para dar uma espiada pelas ruas.”Se eu conseguir ganhar, talvez o Hyako reapareça para me parabenizar.”

Tentando não chamar muita atenção, colocou vestes roxas, levemente surradas, além de terem duas ou três manchas de suco. As luvas mantinham suas digitais intactas, sua capa era formada por varias tiras e o capuz na cabeça mantinha a maior parte do seu rosto coberto, deixando à mostra apenas do final do nariz até seu queixo.

As ruas estavam úmidas e frias, o que combinava bastante com o lugar. Adentrou em um beco próximo a um bar, a visão que tinha a sua frente não era uma das mais agradáveis: um homem com uma garrafa na mão, tropeçando em seus próprios pés e xingando cada pessoa que o olhasse de forma diferente. Aquilo lhe enojava, como matar e morrer era extremamente comum naquele lugar, ela já o imaginava caído no chão com a garganta cortada ou algo do tipo, preferiu ignorar.

Mantinha seus passos silenciosos procurando por noticias pelas ruas mais pobres, porque era geralmente lá em que se era feito os torneios. Ficou observando por um tempo as lamparinas sendo levadas pelo vento, as luzes sendo refletidas nas poças e o som dos sinos que dançavam pelo ar fresco de outono.

Já era tarde, o pouco sol que entrava não conseguia nem iluminar os becos, mas ainda assim aquele local continuava um formigueiro de gente. A maioria esmagadora era pobre, isso era perceptível. As pessoas iam e vinham, cada um com suas historias miseráveis de vida.

Naquele horário o submundo não acordava, pois nunca havia dormido. Brigas, furtos, fugas, gritarias, extremamente normal. A única coisa estranha naquele horário era nenhum assassinato ou nenhum suicídio.

Mady acendeu um cigarro e colocou na boca, tão marginal quanto aqueles ao seu redor. Não reparavam na gamer a espreita como ela própria não reparava nelas. Suas vestes eram tão comuns para aqueles homens, quanto o pão que tentavam ganhar. Assim como as deles eram para si. Tão difícil de serem lembradas, tão camufladas e tão comuns.

Tão facilmente esquecidas.

Perguntava-se onde iria comer, estava andando a horas, e aquilo havia lhe deixado extremamente exausta, resolveu parar perto de uma lixeira, e sentou ali. Tentando descansar, mas seus olhos viram turvo e desmaios diante a fraqueza

“Não durma. Seja forte, ainda tenho que andar bastante” Falava para si. Mady não confiava em ninguém naquelas ruas escuras, não permitia descansar e nem ao menos conseguia. Não havia uma noite sequer que conseguia fechar os olhos e dormir bem.

Observava a parede a sua frente como se nela fosse encontrar uma resposta, até que sentiu um aroma de carne suculenta, sentiu liquido em seus lábios, sem hesitar, apoiou as mãos no chão com o objetivo de levantar-se.

Vagava novamente, mas dessa vez a procura de comida. Arrastava-se no chão, o fadigo era enorme em seu corpo. Precisava urgente de comida para preencher o enorme vazio em seu estomago.

Entrou outra vez em um beco, mas esse era um mais escuro, nem as lamparinas conseguiam iluminar aquele lugar. Não sentia-se confortável ali, estava com medo, mas sabia que se não passasse por ali, não ia encontrar comida alguma.

Mady não desconhecia aquele sentimento desconfortável. Medo, fome, pois é, nem sempre a sua vida foi um luxo. Um vago flashback começava em sua mente. Momentos de quando era apenas uma garota, roubando frutas de uma barraca, estava morta de fome. Roubara aquilo porque estava 4 dias sem comer, se não o fizesse, acabaria morrendo. A garota com cinco anos  estava com os ossos inteiros a vista, com os cabelos longos embaraçados, corria como se estivesse em uma maratona.

A gamer estava suando frio, não entendia porquê lembrar daquilo justo agora, tinha memórias ruins, muito ruins. Talvez depois de tudo, poderia visitar outras cidades-estados, queria conhecer falgewer, sair daquele maldito submundo calorento a qual chamava de “casa”. Qualquer pessoa a chamaria de tola sonhadora. Mas para Mady, sonhos eram apenas sonhos guardados em seu travesseiro. Ela os chamava de “objetivo”, soava mais realista. Desde quando alguém com sua maldita aura negra tinha sonhos?

Mesmo sabendo que aquilo iria ferrar seu estomago, acendeu um cigarro, nunca entendera quando seu vicio começara, só sabia o quão relaxante era aquela sensação, a fumaça preenchendo seu pulmão era o que confortava sua alma. Seu ser, de dentro e de fora, necessitava de alguma droga para sentir aconchego. Mas foi quando alguém esbarrou nela, derrubando seu cigarro. Sentiu sua pele ferver, quando o viu caído no chão, até que viu uma silhueta de um homem grande e forte, lembrava a um lutador de sumo.


Notas Finais


QUEM É O "LUTADOR" DE SUMÔ? UUU
PROXIMO CAP TA CHEGANDO <3


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