História A Ruina De Uma Gamer - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Jogos, Romance
Exibições 2
Palavras 1.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 3 - O Problema Inesperado


-Ei garota!- O homem berrou. Quando ela virou sua boca secou.

O homem a sua frente era tão alto que comparada a ele, parecia formiga. Seu olhar era intimidador e assustador, era como se lhe desejassem a morte. Seu peito estava nu, coberto de pelos em seu peitoral branco, usava uma calça folgada, sem cinto, e mesmo se tivesse, a quantidade de gorduras que tinha em sua barriga não o deixaria a amostra. Seus braços eram largos e brutos, com cicatrizes entre os dedos.

Ela ficou paralisada por um instante, sabia bem que o brutamonte não ia sorrir ou lhe dar abraços, seu olhar não era igual ao das pessoas a fora, cheio de desespero e desgraça, era marginal, assassino, poderoso...

Nunca vira algo parecido.

 

Seu estomago não parava de roncar. “Pare, essa não é a hora adequada para ter fome”- dizia para si, pondo as mãos na barriga e se inclinando um pouco, ainda fitando o homem.

- Mas que merda é essa?- O brutamonte questionou alto ao ouvir o barulho saíndo do estomago da Mady. –Por que uma garota frágil e com fome andaria por aqui?- Falou em um tom de malicia, puxando o braço da garota para si. Sua força era tão grande quanto seu tamanho, tanto que aquilo causaria hematomas. Ela sabia que tinha que agir, usou seu braço livre para atacar o homem a sua frente, mas não deu certo, seu corpo estava sem força, não reagindo as ordens do seu cérebro.

Seu olhar era de completo desespero, era como se pedisse misericórdia ao rapaz, mesmo sabendo que não merecia esse tipo de coisa. Ainda não estava preparada para a morte, pelo menos não sabendo que teria um jogo que não iria participar. Só de pensar nessa possível possibilidade a fez derramar lagrimas.

Os jogos era uma das únicas coisas para qual vivia, sem eles sua vida não fazia sentido algum, por isso levava tão a sério. Era incrível como ela sentia amor pelos jogos, e não pelas pessoas ao seu redor, talvez esse sentimento começara em sua infância. Abandonada pela família, nunca sabendo a quem puxara. Ás vezes se pegava pensando em como seria seus pais, ainda estariam vivos? E se estivessem mesmo? Os mataria sem hesitar.

-Não me olhe assim- sussurrou o “lutador” no ouvido da Mady em deboche. A expressão da mady parecia degusta-lo ainda mais. Sorria ao apertar o braço da garota com mais força, e no final pegando-a no pulso e a suspendendo, de modo que seus pés não tocassem no chão.

Sua expressão piorava cada vez mais, aquilo era uma tortura completa. A cada grito de dor da moça, mais força ele usava, seu braço estava prestes a se deslocar. Aquilo não podia acontecer,aquele era o braço que ela mais utilizava, o direito.

Como ainda estava suspensa no ar, aproveitou-se da situação e chutou o desconhecido. Não fez o que costumava fazer: analisar a situação para fazer uma boa “jogada”, era tão desesperador que agiu sem pensar.

O homem usou as mãos que a segurava para tocar em seu estomago, fazendo-a cair e se machucar no chão frio. “perfeito”, pensava, aquele era o momento perfeito para sua fuga. Levantou-se e corria como se sua vida dependesse disso, e dependia mesmo.

-Então você simplesmente decide correr até a morte?- A questionou em um tom alto de voz, rindo como um verdadeiro psicopata. Continuava a correr, mesmo sem saber o que o desconhecido queria insinuar. Não era possível que ele revidasse e acabasse com ela, já estava a mais ou menos 2 metros de distancia do homem.

Mady já estava contando vitoria até que homens apareceram de repente “Que droga, o gorducho chamou os amigos.” Pensou. Eles formaram um circulo ao seu redor, cercando-a. Contara quinze homens. O que poderia sem força contra aquela multidão?

Os quinze homens que apareceram lembravam muito ao primeiro. Estavam com o peitoral nu, calças folgadas e sem cinto. A única diferença entre eles era o local de suas cicatrizes, enquanto um tinha na mão, outro tinha na perna. O brutamonte que mais chamava atenção, sem duvidas, era o que possuía uma cicatriz profunda em seu rosto, ele parecia se orgulhar dela, devera ter sido uma luta e tanto. Os demais o respeitava, e o tratava como herói, bom, se é que podemos chamar de “respeito”, estava mais para “medo”, ou ditadura militar.

-Vamos leva-la. Tenho que acabar logo com isso.- Falou o “ditador” com tom autoritário, enquanto seus amigos cercavam mais a Mady. Seguraram suas pernas para que não pudesse chutar novamente, um dos brutamontes retirou uma corda de seu bolso, amarrando a mão da garota com força bruta.

Cansada, ainda tentava lutar. Ela estava prestes a desabar. -Maldi...to- Disse pausadamente. –Solte-me.- Gritou.

-Gritar não vai adiantar muito.- Falou um dos brutamontes com um sorriso irônico no rosto. Sabia que ele estava certo, afinal, todos já estavam acostumados com gritos e mortes. Não tinha solução.

“por que... por que eles não me matam logo?” Pensou. Havia mais de dez homens, por que não a atacara? Pena? Não. Seus olhos demonstravam que não iam lhe poupar a vida.

 O mais respeitado levou suas mãos até suas vestes e do bolso interior retirou uma katar, que era muito bonita por sinal: Uma adaga prateada coberta de laminas e com um bracelete, onde o colocou na extensão de seu braço. Na parte lateral da lâmina, encontrara um leão dourado. Seu formato era impressionante, encantava aqueles que a olhara. Era muito afiada, dava para notar que matava suas vitimas com precisão e velocidade.

O homem se desfez do capuz da mady, a qual cobrira seu rosto. Era a primeira vez que alguém vira seu belo rosto depois de ter ido morar com Yato e seu pai. Ela tinha uma pele alva e aparentemente bem cuidada, traços delicados formavam seu rosto e finos lábios. Seu cabelo curto que alcançava seu queixo, davam um certo charme e elegância a seu rosto. Os olhos tinham um tom verde, duas esmeraldas prontas para serem roubadas, como se tivesse sido desenhada delicadamente.

-Belo rosto...- Disse dando uma pausa para terminar de falar –É uma pena que essa vai ser a ultima vez que alguém vai contemplar tal beleza.- Falou aproximando-se da garota.

Tudo aconteceu muito rápido, ele movera seu braço no ar, de cima para baixo, ensaiando um movimento de curva e fez um corte na bochecha da Mady, fazendo jorrar pequenas bolhas de sangue. Ela berrou de dor, mesmo sendo superficial, iria deixar cicatrizes.

“Desgraçados.” Pensou, percebendo que estavam a usando como diversão. Brincando com seu corpo. Não iriam mata-la, pelo menos não agora, primeiro iriam “curtir” um pouco a situação.

Estava fraca demais para aguentar tudo aquilo. Fome, sangrando, cansaço. Só pode sua pressão baixar, sua vista escurecer e seu corpo cair no chão frio. De fato ela tinha desmaiado.

  


Notas Finais


TAMTAMTAMMMMMMMMM :B


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