História A ruiva perfeita - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Orange, Romance
Visualizações 56
Palavras 3.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, tudo bem?
Sorry! por demorar tanto! ToT

Mas aqui estou eu...
Então divertam - se!! ^^

Capítulo 5 - Capítulo 5 - uma vida miserável


Uma dorzinha chata pulsava em minha cabeça, me deixando ainda mais cansada por ter que ir trabalhar. Me viro na cama olhando para o relógio de cabeceira: 5:30... passo a mão no rosto, me amaldiçoando por acordar tão cedo. Porque coloco coisas para despertar se acordo antes delas? Coço os olhos, sentando na cama enquanto visualização a parede do meu quarto. Bocejo saindo da cama e fazendo meu caminho para fora do quarto. Meu dia tinha nem começado e já estava uma merda. Coço a cabeça, enquanto abria a porta com certa dificuldade. A casa estava um silêncio sinistro, porém era assim todos os dias. Eu não entendia a minha surpresa logo agora... Talvez eu estivesse esperando mais barulho devido a outro ser nessa casa. Observo a porta do quarto a minha frente fechada e pelo visto a ruivinha não tinha acordado ainda. Bem, isso não me interessava de qualquer modo. Mas que bosta de dor de cabeça! Por que que diabos estou com essa ressaca do caralho, se nem ao menos fiquei bêbada de verdade! Aos tropeços tento chegar à maçaneta do banheiro. Preciso tornar um banho!  

Entro no banheiro, tirando minhas roupas o mais rápido possível. Ligo o chuveiro e relaxo sentindo a água gelada molhar meus cabelos e descer pelo meu corpo, levando consigo aquele mal estar desgraçado. Depois dessa preciso de um café bem forte! Fechos os olhos ao passar as mãos nos cabelos. Até uma certa ruiva entrar nos meus pensamentos. "Mon ange!" - penso, até escutar a porta do banheiro se abrindo e bem... não era como se ela tivesse algo diferente, simplesmente abro os olhos e arqueio uma sobrancelha. Abro a cortina só para ver ela me observando de boca aberta.  

-Bom dia! Mon ange! - digo, desligando o chuveiro. - Não sabia queria tomar banho comigo.

Fleur fica espantada e vejo seu rosto ficar com vários tipos de vermelho. Ela pisca fortemente até fechar os olhos e colocar a mãos sobre eles. Balanço a cabeça um pouco entediada, mas fazer o que? Saio do chuveiro, ficando frente a frente com ela. Inclino um pouco a cabeça ao ver que ela espiava por entre os dedos e um sorriso maroto enfeita meus lábios. Aceno entendendo o negocio aqui. Pigarreio chamando sua atenção, mas a assusto no processo.  

-Si vous me chargez juste avec une serviette, s'il vous plaît! - Fleur murmura me entregando a toalha. E dessa vez pude entender mais ou menos ao que ela estava falando.  

-Peço desculpas... como é que se diz mesmo... É madmoselli.... não é assim. Como é mesmo? - me enrolo na toalha, pensado na palavra que ela sempre dizia em francês, mas não consigo lembrar.  

-É Mademoiselle. - Fleur, sussurra, saindo do meu caminho esperando que eu saísse do banheiro. Estalo os dedos apontando o indicador para ela, afirmando que era essa palavra mesmo.  

-Valeu. Era isso mesmo. - digo saindo do banheiro. - Ah! Mais uma coisa. Não precisa ficar envergonhada se quiser tomar banho comigo. Tudo que precisa fazer é tirar a roupa e entrar...  

E novamente vejo seu rosto ficar vermelho, mas dessa vez ela sorrir sarcasticamente fechando a porta na minha cara sem nem mesmo responder. Encosto minha testa na porta sorrindo um pouco. Pelo visto mexer com ela é será mais divertido do que imaginei.  

∞ 

  Me pergunto do porquê estou aqui com Alex espiando o trabalho da Fleur... eu nem deveria estar aqui pra começo de conversa. Ainda estou para entender o motivo de ter aceitado estar aqui!! Reviro os olhos ao ver que Alex olhava fixamente para frente enquanto dirigia. Ela não me dirigiu nenhuma palavra no caminho até aqui e por mais que eu tente, ela simplesmente me ignorava. Queria saber onde era esse trabalho de secretária. Porque nem mesmo Alex queria me contar... era tão ruim assim? Espero que seja um trabalho bom e que seu patrão seja uma ótima pessoa. Só de olhar pela janela, eu já sentia o calor do lado de fora do carro. O que me deu uma leve lembrança que Santa Mônica alcançava seu auge quando o verão chegava e com ele os turistas choviam por aí! O calor do incrível sol nem se comparava ao calor que eu fazia na cama com outro corpo.... Bem, essa parte pode ter saído um pouco depravado, mas era a pura verdade. A toca consumava bombar nessa época, sem mencionar nos festejos por entres os panos. O píer de Santa Mônica era o mais visitado da estação! A noite a coisa pegava fogo por lá, sem falar que era um ótimo lugar para conhecer pessoas novas.  

Viro meu rosto observando diversas garotas andarem pela calçada só de biquíni. E penso no quando eu queira ter um dia na praia só pra apreciar essa beldade enquanto estava só com esse mísero pedaço de pano insignificante. Sinto um sorriso maroto enfeitar meus lábios ao ver uma garota de cabelos loiros tomar sorvete.  

-Para de ficar babando. Vai manchar meu banco Carrie. - fecho os olhos, escutando um bufar vindo da Alex. Ela está com ciúmes... Bem, ela sempre ficava quando eu fazia esses tipos de coisas na sua frente.  

-Desculpe. Mas é que nessa estação fica um pouco impossível não apreciar a natureza! - digo me defendendo da sua acusação. Alex, me olhava com os cantos dos olhos e eu sei que em sua mente, ela sussurra "Pervertida." 

-Sua pervertida. -viu. Dou um sorriso, sentindo ela me bater no braço, seguido de um beliscão. - Quantas vezes você já não apreciou a natureza desse corpo?  

-Seu corpo sempre será uma viagem ao prazer.. - pisco em sua direção, observando suas bochechas ficaram vermelhas. - Mesmo que a escalada para o cume seja complicada e difícil.. 

-Calada. - ela murmura, estacionando o carro. - Não quero escutar isso é estranho e constrangedor.  

Arqueios as sobrancelhas ao escutar ela murmurar isso. Quem diria que Alex teria vergonha de coisas assim. Sendo que na maioria das vezes ela sempre brincava comigo dessa maneira. É parece que ela tem um tipo de sensor para vergonha alheia no final das contas. Dou de ombros, colocando um braço para fora da janela. Esperando ela voltar a falar e dizer finalmente o que estávamos fazendo ali na praia de Santa Monica, perto do famoso Píer. Respiro profundamente, observando ela pelos cantos dos olhos e vendo que ela olhava para uma loja em especifico. Sigo seu olhar para uma loja enorme ao lado de um supermercado... Uma oficina? Fico sem entender o motivo de encaixa ao ver um Sedã fusion vermelho, parando de frente pra a oficina. Me ajeito no banco esperando a pessoa sair de dentro... Diego? Espera, meu pai tinha uma oficina famosa por Santa Mônica, conhecida por ter uma das melhores opções de carros e por ter um dos bons mecânicos já vistos... Então esse idiota estava a frente dela? Sério? Pensei que meu querido pai teria no mínimo um bom senso de colocar uma pessoa melhor para essa função, mas pelo visto ele não tinha tanta assim, não é.   

Ele dava a volta no carro, abrindo a porta pra outra pessoa sair e logo posso ver cabelos ruivos sendo levados pelo vento. Dou uma gargalhada alta, assustando Alex no momento em que ela estava mais concentrada que nunca. Ela me bate no braço, esperando que eu me controle, mas estava sendo muito dificil me controlar! Porque isso é muito hilário! Fleur estava trabalhando com o Diego? Ela era a secretária dele? Me viro pra Alex apontado o dedo para eles.  

-Sério? Você me fez perder o dia de trabalha pra ver com quem Fleur está trabalhando? Alex você por acaso está apaixonada pela Fleur?  - indago, encarando seu rosto. 

-Não. Eu não estou apaixonada por ela. Fleur não faz o meu tipo! - Alex aponta o dedo do meio pra mim. - Você que está caidinha na dela!  

-Vai se fuder. A garota só mora na minha casa para... 

-Por que aceitou ela então? Poderia muito bem ter dito NÃO, porém o que você fez? Deixou ela morar lá. - Alex me interrompe, jogando o cabelo por cima dos ombros. - Você é um livro já lido Carrie. Eu sei mais sobre você que você mesma.  

Reviro os olhos, voltando a olhar para Fleur e Diego que conversavam alegremente. Ele parecia mais alegre que o normal, e sem mencionar que os homens da oficina estavam começando a olhar para ela com outros olhos. Balanço a cabeça negativamente, sem acreditar no que tinha visto. Sustento minha cabeça com a mão, enquanto observava aquela cena ridícula. Tiro o cinto, saindo do carro logo em seguida. Escuto Alex chamar meu nome, mas ignoro e faço meu caminho até a oficina do meu pai. Eu deveria estar louca por fazer esse tipo de coisa, mas eu sabia o tipo de homem que o Diego é e por isso um certo receio cresceu dentro de mim naquele momento. Paro a alguns metro dali e fico observando ele apresentar a equipe para Fleur. Coloco as mãos nos bolsos da calça, puxando um cigarro e acendendo.  

Diego sempre almejava o que eu tinha e quando ele não conseguia fazer o que eu fazia. O desgraçado sempre me ferrava, mesmo que eu descobrisse depois. Me escorro em um poste e aquela cena ainda percorria minha mente. Beijos na bochecha, abraços, aperto de mãos... Fecho os olhos, esperando o momento certo para aparecer. Eu não fazia questão da Fleur ser secretária dele, pouco me importava... Era uma escolha dela. O que me incomodava era o fato de que meu pai o fez ser o herdeiro da oficina...  

-C.G? - viro meu rosto ao escutar a voz atrás de mim. - O que está fazendo aqui? Pensei que seu pai tinha lhe proibido de vir na oficina. 

-Como vai, Patrick? - pergunto, dando de ombros a sua pergunta. - Estou de passagem e resolvi dá uma espiada nas coisas. E pelo que parece Diego está fazendo um ótimo trabalho.  

-Não é. Ele agora é o novo dono da Oficina. - Patrick se encolhe ao falar a última parte. - Sinto muito C.G. Eu sei que você queria ser a dona, mas... 

-Não preciso disso. - murmuro, voltando a andar. - Por favor, não diga a ninguém que me viu aqui. Não quero meu pai em cima de mim outra vez.  

Tudo que escuto é um tudo bem, seguido de um se cuida, mas como se cuidar quando sua família está contra você por causa de um primo idiota... Tudo que eu queria era voltar no tempo e ter pelo menos mudado o rumo da minha história ou algo assim. Apago o cigarro antes de entrar no carro de Alex. Ela pergunta o que aconteceu, mas tudo que digo é que vou a pé para o trabalho e que ela deveria se apressar para justificar para o chefe nossa ausência. Alex compreende e sai sem dizer mais nada sobre o assunto. Viro o rosto uma ultima vez para a oficina antes de finalmente dá as costa e continua meu caminho.  

∞ 

Não apareci trabalho e tenho uma leve impressão que meu celular deve estar cheio de mensagens e ligações tanto da Alex quanto do Andrew. Suspiro observando a enorme roda gigante do Píer brilhar magnificamente. Dou um gole na cerveja, relaxando ainda mais no banco. Acendo mais um cigarro, e fico reparando nas pessoas que andavam de um lado pro outro, sorrindo, abraçadas com outras pessoas ou simplesmente sozinhas. Isso é chato, mas em casa não seria diferente. Solto toda a fumaça, dando novamente outra tragada no cigarro. Passei o dia todo fritando nesse sol que nem um franco assado, se bem que ver a garotas de biquíni foi uma pouco gratificante. Pigarreio voltando a tomar mais um gole de cerveja. Acho melhor voltar para casa e dormir. Saio do banco, jogando o vidro da cerveja no lixo. Mas um carro do outro lado da rua chama minha atenção.  

Olho de um lado pro outro e vejo que poucas pessoas andavam por ali naquele momento. Arqueio as sobrancelhas para um Opala, ano 67 estacionado. Seus vidros fumê impossibilitava a visualização do motorista. Dou a volta no banco e faço um caminho inverso ao que eu iria fazer e por coincidência escuto o barulho do motor alto e furioso; Um ronco constante e rigoroso, mostrando o quanto o carro é potente. Olho por cima do ombro e vejo ele dá a volta e seguir um caminho diferente do meu. Escuto o cantar de pneus logo atrás de mim, o que me assusta. Me viro para ver o carro atrás de mim, com as luzes altas e o ronco cada vez mais alto. Levo a mão ao rosto tentando evitar a claridade. Escuto a porta do carro abrir e alguém sair dele.  

-Pode por favor abaixar a luz? - pergunto. Sem se afastar, sendo o calor do carro nas minha coxas. - E pode também afastar o carro? Acho que você subiu a calçada... 

-¿Qué está haciendo mi querida estrella? Estrella? - mexicano? Ele desliga o carro, e posso ver com certa dificuldade sua fisionomia.  

Franzo o cenho tentando ajustar minha visão, mas devido a claridade estava um pouco difícil. Quando consigo ver tudo direitinho passo a perceber que um homem alto de cabelos loiros sedosos, usando uma jaqueta preta e óculos escuros de aviador acena sorridentemente pra mim. Fico na duvida de quem seja, mas no fundo das minhas lembranças vem um homem que sempre esteve ao meu lado nos momentos mais difícil da minha vida. Não posso acreditar que meu tio estava de volta!  

-Por que está usando óculos escuros de noite? - pergunto entediada, voltando a colocar as mãos nos bolsos e soltar a fumaça do cigarro.  

-Porque você insisti em fumar? Sabe que isso faz mal, não sabe? - aceno positivamente inclinando a cabeça ao ver que o  cara estava tirando o óculos do rosto.  

-Ah... É você... Juro que não te conheci... - digo, observando ele ficar sem reação. - Desculpe, mas não estou no meu dia. Vai perturbar outro.  

-Quanta grosseria! Eu passo meses sem ver minha estrela e é assim que me trata? Queria saber como está e perguntar sobre sua ridícula vida normal. Mas pelo visto tudo que vejo é uma perdedora que nem sabe o que está fazendo da vida. - cerro os olhos ao escutar tudo aquilo... Desgraçado. Apago o cigarro, fazendo meu caminho até o banco novamente.  

-Sério? - murmuro, olhando para meus pés. Não posso acreditar que teria que contar para ele como minha vida está indo... Eu tenho certeza que ele sabe sobre Fleur. - Minha ridícula vida como você se refere está indo muito bem. Então, por favor, Miguel, vá embora.  

Ele gargalha alto, sentando ao meu lado, mas sem antes acariciar meus cabelos. Meu tio nunca passava mais que um dia no mesmo lugar. Segundo ele um homem sempre deveria seguir viagem e só fazer raízes quando souber que aquele lugar será seu último lugar no mundo. Isso é um pouco contraditório, mas eu tinha certeza que o lugar preferido dele era aquela casa. E que por amor demais ele acabou me dando ela quando fiz meus dezoito anos. Minha liberdade sempre veio dele, tudo que aprendi veio do meu tio. Miguel Castillo Grey mais conhecido como o Castillo Opala. Era meio estranho, mas vezes quando alguém o procurava por esse apelido, poucas pessoas sabiam e as que sabiam não gostavam muito de citá-lo em rodas de bebidas noturnas. O grande Opala negro. 

-Tu madre ainda vem te ver? - ele pergunto um pouco receoso, porém a resposta era um pouco mais que óbvia. Nego com a cabeça, relaxando mais que o necessário no banco. - Hijo de..

-Não é como se eu precisasse dela em tudo. - digo. Ele tira da jaqueta um cantil e que provavelmente estava cheio de whisky. - Você está dirigindo, não está?  

Ele mostra um sorriso maroto em seus lábios, antes de jogar as chaves do carro em minha direção. Pego as chaves antes que elas caiam no chão e fico observando ele tomar outro gole de whisky sem nem mesmo fazer carreta. Quem está acostumado a virar uma garrafa de Tequila, Whisky deve nem arranjar a lataria dessa velho. Balanço a cabeça negando seu comportamento infantil, mas tudo que meu tio faz e sorrir e levantar o cantil com uma saudação. Vejo seus lábios recitar algo e logo em seguida vejo ele tomar um gole de whisky. Abro minha mão analisando o chaveiro de uma caveira na chave. Uma caveira verde pintada por outra cores: Amarela, vermelho, preto, branco e rosa. Um amuleto representando a vida e a proteção contra os maus espíritos. Observo os desenhos de flores bordados a mãos por alguém bastante talentoso e religioso por sinal. Atrás do chaveiro estava escrito; Dama de la Muerte.  

Subo meu olhar para encarar meu tio e pelo seu rosto, ele parecia muito cansado e pelo olhar estava mais que entediado com o assunto que abordou. De todas as pessoas na minha família. A que eu mais tinha contato era com meu tio. Miguel, era uma mistura mexicana com américa que só ele mesmo entendia. Minha avó tinha deixado meu avô por um mexicano e meu precioso tio nasceu. Ele é o único mestiço na família.  

-Muy bien. - viro meu rosto, observando ele ficar em pé. Miguel faz seu caminho para o carro, sem olhar para mim. - Só toma cuidado Estrella. Não quero que se machuque. A garota que vivi com você es muy Hermosa.  

-Pare com isso. - murmuro, o seguindo de perto. - Não mencione ela dessa forma.  

-Por que? Ela é algo para você? - ele pergunta abrindo a porta do carro, entrando logo em seguida.  

-Não. Só uma conhecida que precisava de uma lugar para ficar. Logo, logo ela vai embora. - afirmo, entrando no carro também.  

O cheiro da gasolina... fecho os olhos, enquanto coloco minhas mãos sobre o volante apreciando o verdadeiro e valente som do ronco do motor; alto, potente, forte e furioso. Pronto pra fazer um estrago enorme em qualquer um que o desafiasse. Por deus, o ronco do motor chegava a me arrepiar toda. Aquilo é uma sensação maravilhosa! Viro meu rosto observando meu tio colocar um braço para fora da janela. Ele vira o rosto para mim, passando a me encarar alegremente. Eu sabia a onde isso chegaria, mas quem sou eu agora para negar a sensação perfeita de estar dirigindo um Opala desses!  

-Onde? - pergunto.  

-Ya sabes dónde, estrella. - e com isso saio cantando pneu, lembrando de um certo lugar para esse monstro. 


Notas Finais


Pois é!
isso é tudo!
Espero que estejam gostando!
Até mais! ^^


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