História A Safe Haven Jikook - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Nikki931

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Kookmin, Namjin, Taehuyng, Yoonmin
Visualizações 31
Palavras 1.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, aqui é a Nikki :3
Vou explicar umas coisineas aqui, okay? Então leiam por favor.
Primeiro de tudo: A escritora da Fanfic é a Mariana okay? Ela é que escreve os capítulos e tudo mais. Eu só beto eles, as vezes adiciono algumas coisas aqui e ali neles pra deixar ainda melhor para vocês, mas só.
Segundo: Como sou eu que Beto os capítulos, e eles nunca são lançados sem passar por mim,então sou eu que os posto, vocês vão me ver muito por aqui kkk
Terceiro: A Fanfic já tem no total 8 capítulos prontos, eu posso postar 2 no dia, e as att, por enquanto, serão provavelmente diárias.
Quarto: Os primeiros capítulos são apresentações dos personagens e tals, então tenham paciência por favor.
Quinto e ùltimo: Nos capítulos, algumas palavras vão estar em negrito, é o significados de suas antecessoras, nós resolvemos colocá-las para melhor entendimento, okay?
É, acho que só.
Essa é a nossa primeira Fanfic, por isso eu e a Mari esperamos que gostem <3
Por favor apreciem, Boa Leitura!

Capítulo 1 - Fresh Start


Fanfic / Fanfiction A Safe Haven Jikook - Capítulo 1 - Fresh Start

Enquanto Jimin circulava entre as mesas, uma brisa lhe acariciou os cabelos. Levando três pratos na mão esquerda e outro na direita, ele usava uma calça jeans e uma camisa com os dizeres: Ivan's experimente nosso peixe, peça o linguado. Ele levou os pratos para quatro homens que usavam camisas polo; o que estava mais perto dele lhe chamou a atenção e sorriu. Embora ele tentasse dar a impressão de que era apenas um rapaz amistoso (amigável), Jimin sabia que ele continuava a observá-lo enquanto ele se afastava da mesa. Min- Ah havia mencionado que os homens eram de Seul e estavam procurando locações para serem usadas em um filme.

Pegou uma jarra de chá gelado e voltou a encher os copos dos rapazes antes de voltar para a copa. Ele deu uma olhada na paisagem, a temperatura estava perto da marca ideal e o céu se estendia azul até o horizonte. Além dele, a hidrovia intralitorânea estava calma apesar da brisa e parecia espalhar a cor do céu. Um bando de gaivotas estavam empoleirando* Pôr em poleiro (falando de aves). no corrimão que circundava o restaurante, esperando para disparar por entre as mesas de alguém que deixasse um pedaço de comida cair no chão.

 Ivan Smith, o proprietário, as odiava. Ele dizia que eram ratos-com-asas e já havia patrulhando a área do corrimão com um desentupidor em punho, tentando espantá-las. Min-Ah havia falando ao ouvido de Jimin que estava mais preocupada com o lugar onde o desentupidor estava do que com as gaivotas. Jimin não disse nada.

 Ele começou a fazer outro bule de chá, limpando o balcão. Um momento depois, sentiu que alguém lhe tocava o ombro. Virou-se e viu que era a filha de Ivan, Hyuna, uma garota de 19 anos, com o cabelo amarrado em um rabo de cavalo. Ela estava trabalhando meio período no restaurante como recepcionista.

- Jimin, você pode atender a uma outra mesa?

Jimin olhou pelo restaurante e observou as mesas.- É claro - disse ele.

Hyuna desceu as escadas. Jimin conseguia ouvir fragmento de conversas vindos das mesas próximas. As pessoas falavam sobre amigos, família, o tempo ou sobre pescaria. Em uma mesa, que ficava no canto do salão, ele viu duas pessoas fechando o cardápio. Foi até eles e anotou o pedido, mas não ficou perto da mesa tentando conversar sobre amenidades *Doçura polida e agradável do trato; suavidade; sensação de bem-estar, com os clientes, como Min- Ah fazia. Jimin não era muito bom para puxar assunto, mas compensava isso com sua eficiência e cortesia. E os clientes pareciam não se importa.

Ele trabalhava no restaurante desde o começo de março. Ivan o contratou em uma fase fria, em que poderia começar o trabalho na segunda-feira seguinte, Jimin teve que se esforça para não chorar na frente dele. Ele esperou até estar longe do restaurante, a caminho de casa, para se esvair em lágrimas. Naquela época, ele não tinha dinheiro nenhum e não comia há dois dias.

Jimin percorreu o salão, enchendo copos com água e chá gelado antes de voltar para cozinha. Kim Seokjin, um dos cozinheiros, piscou para ele como sempre fazia. Há dois dias ele o tinha convidado para sair, mas Jimin disse que não queria se envolver com ninguém que trabalhasse no restaurante. Ela teve a impressão de que ele logo tentaria de novo e esperava que seus instintos estivessem errados.

- Duvido que o movimento vá diminuir hoje- comentou Jin.

Ele tinha o cabelo preto, era uns dois anos mais velho que eu e ainda morava com os pais,- toda vez que eu acho que vamos ter um momento para respirar o restaurante volta a encher.

- O dia está bonito hoje.- Disse olhando o céu lá fora mais uma vez.

- Exato!, então por que essas pessoas estão aqui? Em um dia como este, elas deveriam estar na praia ou pescando. É exatamente isso que vou fazer quando terminar o expediente.

- É uma boa ideia. - Jimin silabou simplório   

- Quer que eu o leve para casa mais tarde? - perguntou Jin, ele se oferecia para levá-lo para casa pelo menos duas vezes por semana.

- Obrigado, mas não é preciso. Eu não moro tão longe daqui.

- Não é problema nenhum. Eu ficaria feliz em levá-lo- insistiu ele.

- Caminhar me faz bem. - Negou mais uma vez, em um tom seco pela insistência do outro rapaz.

Ele não insistiu mas e apenas lhe entregou um molho de papel com os pedidos anotados e Jin a pregou no quadro com os outros. Jimin pegou um dos pedidos que devia levar de volta ao salão, foi até a parte do restaurante onde estava atendendo e serviu os clientes.

O Ivan’s era a instituição local, restaurante que funciona há quase trinta anos. Desde que começará a trabalhar ali Jimin, após um tempo, conseguia identificar os clientes habituais e, enquanto atravessava o salão, seus olhos iam em direção às pessoas que ainda não tinha visto. Casais flertando, outros se ignorando mutuamente, Famílias. Ninguém parecia estar desfocado naquele lugar, e ninguém pedia informações a seu respeito mesmo assim, havia época em que suas mãos começavam a tremer, por isso ele ainda deixava uma luz acesa quando dormia.

Seu cabelo, é um tom castanho-avermelhado, era tingido na pia da cozinha da pequena casa que alugara. No entanto, após pagar o aluguel e as contas de casa, não sobrou muito dinheiro para itens supérfluos. Até mesmo o protetor solar iria estrangula suas finanças. O emprego na Ivan´s era bom e ele estava feliz por trabalhar ali, mas a comida que o restaurante servia não era cara - e isso significa que as gorjetas que ele recebia não eram as melhores. Por causa da sua dieta habitual, composta de lámen, ele perdera peso nesses últimos quatros meses, e até conseguia sentir sua costela por baixo da camisa. Algumas semanas atrás, ele tinha círculos escuros ao redor dos olhos, os quais imaginava que nunca conseguiria tirar do rosto..

— Acho que aqueles caras estão olhando para você — disse Min- Ah, com um meneio de cabeça em direção à mesa dos quatro homens do estúdio de cinema. — Especialmente aquele de cabelo castanho. O mais bonito da mesa.

— Ah — disse Jimin desinteressado. E começou a preparar outro bule de café. Qualquer coisa que ele dissesse à Min- Ah certamente cairia nos ouvidos das outras pessoas. Então, Jimin normalmente não conversava muito com ela

. — O que foi? Você não o achou bonito?

— Eu não prestei muita atenção.

— Como você pode não prestar atenção quando um cara é bonito? — perguntou Min- Ah, descrente, olhando para ele.

— Não sei. - Falou entediado e dando de ombros

Assim como Jin, Min- Ah era dois anos mais velha do que Jimin, talvez com 27 anos, mais ou menos. Ruiva, de olhos verdes e sem papas na língua, ela namorava um cara chamado Youngjae, que fazia entregas para uma loja de materiais de construção e reforma do outro lado da cidade. Como todos os outros funcionários do restaurante, ela havia nascido e crescido em Chuncheong, a qual descrevia como sendo um paraíso para crianças, famílias e idosos, mas o lugar mais triste e modorrento do mundo para pessoas solteiras. Pelo menos uma vez por semana ela dizia à Jimin que desejava se mudar para Seoul, que tinha bares, danceterias e muito mais lojas. Min- Ah parecia saber tudo sobre todo mundo. Jimin às vezes pensava que a verdadeira profissão da colega era a fofoca.

— Ouvi dizer que Jin convidou você para sair, mas você recusou — disse ela, mudando de assunto

. — Não gosto de me envolver com pessoas do trabalho — respondeu Jimin, fingindo estar absorto com a organização das bandejas que continham os talheres.

— Podíamos sair os quatro. Jin e Youngjae saem para pescar juntos. - Disse Jimin imaginou se Jin estava realmente interessado nele ou se tudo aquilo era ideia de Min- Ah. Talvez fossem as duas coisas. À noite, depois que o restaurante fechava, quase todos os funcionários ficavam ali por mais algum tempo, conversando e tomando uma cerveja. Com exceção de Jimin, todos já trabalhavam no Ivan’s há anos.

— Não acho que seja uma boa ideia — comentou Jimin.

— Por que não? - Perguntou franzindo o cenho

— Tive uma experiência ruim certa vez — disse ele. — Namorar com um homem que trabalhava no mesmo lugar que eu. E, desde então, assumi como regra não voltar a fazer isso.

 Min- Ah revirou os olhos antes de sair em direção a uma de suas mesas. Jimin entregou duas contas e recolheu pratos vazios. Ele se manteve ocupado, como sempre fazia, tentando ser eficiente e invisível. Mantendo a cabeça baixa, se certificava de que a copa estava brilhando. Aquilo fazia seu dia passar mais rápido. Não flertou com o homem do estúdio, que, quando saiu, não olhou para trás. Jimin trabalhava durante o horário do almoço e do jantar.

Enquanto o dia se transformava em noite, ela gostava de observar o céu passar do azul para o cinza e depois para o laranja e o amarelo na borda ocidental do mundo. Ao pôr do sol, a água reluzia e os veleiros cruzavam as águas, empurrados pela brisa. As folhas finas nos ramos dos pinheiros pareciam brilhar. Assim que o Sol se punha no horizonte, Ivan ligava os aquecedores a gás e as espirais de metal começavam a resplandecer como abóboras de Halloween, com suas  faces engraçadas. O rosto de Jimin já estava ficando um pouco queimado pelo Sol, e as ondas de calor que saíam dos aquecedores faziam sua pele arder. Jackson e Mark Grandão substituíam Min- Ah e Jin no turno da noite. Jackson estava no último ano do ensino médio e ria bastante e Mark Grandão preparava os jantares no Ivan’s há quase vinte anos. Casado, com dois filhos e uma tatuagem de escorpião no antebraço direito, ele pesava  80 quilos e, na cozinha, seu rosto estava sempre brilhoso.

Ele costumava colocar apelidos carinhosos em todos, e o chamava de Jimmine. A movimentação do jantar durou até às nove da noite. Quando as coisas começaram a ficar mais calmas, Jimin limpava e fechava a copa. Ela ajudava os lavadores de pratos a levar a louça para a lavadora enquanto suas últimas mesas terminavam o jantar. Uma delas estava ocupada por um casal jovem, e ele viu os anéis em seus dedos quando eles se deram as mãos por sobre a mesa. Eles eram belos e pareciam felizes, o que fez Jimin sentir um déjà-vu tomar conta de si. Há muito tempo ele tinha sido como eles, pelo menos por um momento. Ou pensou que havia sido, porque hoje sabia que aquele momento era apenas uma ilusão. Jimin desviou os olhos do casal feliz, desejando poder apagar sua memória para sempre e nunca mais voltar a ter aquela sensação.


Notas Finais


Yay!
E aí, gostaram?
Comentem o que acharam, podem dizer no que podemos melhorar. Críticas construtivas são sempre bem-vindas.
Comentem sem medo, não quero nenhum fantasma aqui, uh?
Eu gosto de interagir, a Mari tbm, então nós vamos responder todos, com certeza!
Ah! e perdoem qualquer erro, eu posso ter deixado algo passar :v


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