História A school from another world - EXO - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Exo, Kai, Kyungsoo, Lay, Luhan, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Exibições 363
Palavras 2.944
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Fluffy, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 33 - Pingente


Fanfic / Fanfiction A school from another world - EXO - Capítulo 33 - Pingente

Depois do nascer do sol, eu e Baekhyun voltamos ao campus da escola, ele me deixou na porta do dormitório, quando ele se afastou corri até a floresta, por que eu fiz isso? Não sei exatamente, porém, tenho certeza que vi algo detrás das árvores da entrada.

Estava um pouco frio, mas não chegava a me incomodar, a floresta era consideravelmente extensa, alguma coisa estava me levando para a vizinha, a proibida, a dos sonhos.

Deixei meu corpo me guiar, ele parecia saber exatamente onde ela ficava. Por um momento cogitei as idéias de estar louca e pegando um atalho para a tal.

Continuei a andar, a cada passo a neblina parecia aumentar, era tão branca que chegava a assustar.

Depois de andar muito, parei em um ponto específico, olhei para o chão e tinha uma marca, pisei em cima dela e nada aconteceu, então passei reto, eu tinha certeza que já estava na floresta dos sonhos.

Por várias vezes me perguntei por que estava seguindo aquele caminho, porém, pela a primeira vez, não tive medo de continuar, parecia um caminho certo.

Como já disse muitas vezes, tudo 'parecia', eu não tinha certeza de nada, mas essas dúvidas não permaneceram por muito tempo na minha cabeça.

Me sentia confiante, como nunca me senti. Um vento frio passou rapidamente por mim, junto a ele um odor familiar, era bom e ao mesmo tempo nostálgico, me dava uma leve sensação de medo "É só o cheiro de um perfume Rosé"... mas se eu estava sozinha, de onde vinha esse aroma?

Parei de caminhar, dei uma volta de 360° graus em torno de mim mesma, olhei cada centímetro do local, minha visão estava estranhamente aguçada.

Quando tive certeza que não havia ninguém por perto continuei a caminhar, de vez em quando ouvia barulhos vindo de arbustos ou detrás de árvores, mas não me deixei assustar.

Cheguei em um ponto um tanto... bizarro, havia uma área limpa de árvores, no meio tinha um circulo. Me aproximei e senti um arrepio passar por todo meu corpo quando vi marcas de sangue no meio do circulo.

Achei melhor prosseguir. Quando me dei conta já estava bem mais a fundo do que eu imaginava, um pouco mais e eu estaria a caminho da floresta das sombras, ali era meu limite.

Meu corpo não me trouxe a lugar nenhum, não tinha nada ou ninguém, só neblina e um céu escuro, porem iluminado (N/A: q?).

Estava pensando em dar meia volta e ir embora, mas uma força oculta me atraia para um certo ponto, a neblina lá impossibilitava a visão do local, comecei a caminhar até lá "Caminhando até o desconhecido?".

Passei pela a neblina com uma certa dificuldade, levantei meu olhar e quase cai para trás com a paisagem à minha frente.

Era o lago mítico, ele ficava realmente lindo com os poucos raios de sol que o dia chuvoso lhe proporcionava.

"Dia chuvoso" falar nisso, se começar a chover eu estou perdida, demorei quase 2 horas para vir até aqui, voltar com uma chuva me molhando não seria agradável.

Distraída com meus pensamentos acabei não percebendo a presença de mais alguém ali. Quando senti uma coisa fria encostar em mim quase gritei, mas apenas dei um pulinho para a direta.

— A-a-ah. — Gemi, era um lobo, confesso que no começo fiquei com um pouco de medo, mas passou-se alguns segundos e ele não fez nada, ficou lá parado.

Quando ele tentou se aproximar eu dei um passo para trás, ele tinha um olhar curioso, talvez não fizesse mal à mim.

Parei de me mover, esperando outra aproximação, ele veio e começou a me cheirar, seu pelo branco era tão macio e frio. Ele levou suas patas da frente para minha cintura, e com uma se apoiou em mim mexendo a outra sem parar.

Estendi minha mão segurando sua pata, ele parecia feliz, me atrevi a fazer carinho em sua cabeça.

— Você é muito bonito. — Sorri. — Foi bom te conhecer, mas agora preciso ir.

Tentei fazer ele me soltar, mas o lobo não queria, quando ficou de quatro no chão outra vez, ficou me puxando pela a barra da calça, eu até pensei em sair correndo, mas minha curiosidade falou mais alto.

Deixei que ele me levasse até onde queria.

Nós entramos em um lugar meio escuro, parecia uma caverna, eu hesitei em continuar por alguns segundos, mas o lobo me puxou novamente pela a barra da calça.

Ele me guiou até uma pedra, e apontou com o focinho para detrás dela, fui até lá e me surpreendi ao ver um tipo de capa preta, eu a peguei e sem perceber acabei derrubando uma caixinha também preta, que estava enrolada nela.

Soltei a capa e juntei a caixa do chão, eu sentei no chão, pensando em abri-lá.

O lobo se aproximou, levantando um pouco a caixa com o topo da cabeça.

— Você quer que eu abra? — Perguntei, ele apenas gemeu. — Acho que isso é um sim...

Abri a caixa e dentro tinha um pingente, a pequena pedra parecia ser de cristal.

— Uau... você queria me mostrar isso?... É lindo, agora preciso ir. — Disse, eu deixei a caixa no chão e me levantei.

O lobo deu um uivo, tomando minha atenção, mexeu a caixa com o focinho pra frente.

— Você quer que eu leve isso? — Perguntei. — Eu não posso levar... — Ele colocou a caixinha na boca e deixou em alguns centímetros dos meus pés. — ... Ok, eu levo...

Peguei a caixa e a coloquei em meu bolso.

— Foi um prazer, tchau. — Fiz um movimento com a mão, indicando que eu já iria embora, ele pareceu ficar triste, mas tive que ignorar, tinha que ir embora.

(...)

Eu voltei a escola, alguns alunos que me viram sair da floresta me perguntaram o que eu estava fazendo lá, com essa roupa, dei qualquer desculpa e fui direto para meu quarto, tive sorte, Irene e Lisa não estavam lá.

Acho que elas disseram alguma coisa sobre saírem juntas, creio eu que só voltam amanhã, eu devo agradecer de joelhos?

Subi e tomei um banho bem relaxante.

Depois que terminei no banheiro vesti uma blusa listrada com mangas compridas e um macacão jeans curto e me joguei no sofá próximo a janela.

Aquele lobo era realmente engraçadinho, mas pensei que eles normalmente vivessem em bandos... talvez fosse solitário. Peguei a caixinha preta na mesinha ao lado, o pingente era lindo, mas não tinha colar, era só a pedrinha, até pensei em colocar um cordão sem pingente, mas não tinha buraquinho nenhum... então era só uma pedra de cristal normal? De qualquer jeito, parece ser valiosa...

— Hum...

Joguei a caixinha no canto do sofá, acabei de lembrar do diário daquele menino. Fui até o guarda roupa e o peguei.

Abri a primeira página, estava um tanto empoeirada, abri a segunda, a letra do rapaz era realmente bonita, comecei a ler.

"Hoje os céus amanheceram mais escuros, a familia real estava sendo exterminada pouco à pouca, nem com a guarda sendo triplicada os lupus pararam, todos nós estávamos começando a ficar com medo, e o jovem Kihyun insistia em frequentar o colégio, mesma sendo um local seguro, estava se expondo demais. As mortes de alguns líderes do governo só me preocupavam mais, já eu seria o alvo deles, não me importava em morrer, mas se fosse para partir, que eu partisse com o perdão de Jinyoung. Eu realmente gosto da amizade dele com Kihyun, mas não deixo de sentir medo, não queria meu filho na mira daqueles cretinos.

Quero deixar registrado todos os momentos dessa era obscura que vivemos, sei que no futuro vão omitir a verdade, que pelo menos, quem achar esse diário, leia e saiba da verdade.

(...)

Resolvi visitar o campus do colégio, ver como as coisas estavam, como nosso jovem rei estava. Kihyun tomou a grande responsabilidade de ser rei tão novo, eu o admirava, crescer sem os pais não foi fácil, nem para ele nem para Jinyoung, ah, eu me culpo tanto por tê-lo abandonado, fui um covarde, fraco e irresponsável, um verdadeiro canalha, porém, pé à pé, vou lhe conquistando.

Depois que falei com a diretora, fui procurar os meninos, uma garota de cabelos castanhos disse ter visto Kihyun ir ao jardim. Eu desci o morrinho, ele adorava aquele jardim, certa vez comentou que era o seu lugar preferido em toda escola.

A porta de entrada estava aberta, entrei e vi uma cena um tanto... romântica. Kihyun beijava uma moça loira, se não me engano, seu nome é Bora. Os dois acabaram percebendo minha presença, isso os fez se afastar um pouco, eu apenas sorri, que o garoto retribuiu pegando a mão da garota com um sorriso doce nos labios, ele a puxou até mim e passou correndo. As vezes não entendia essa vossa excelência.

Como Kihyun e Bora foram namorar em outro lugar, resolvi procurar Jinyoung, já podia prever o mesmo dizendo que não queria falar comigo, e acertei, depois de dizer isso, ele apenas saiu caminhando com a cara fechada, aquilo partia meu coração, mas eu merecia.

(...)

Guardei o diário rapidamente quando ouvi alguém entrar no quarto.

— Quem tá aí? — Perguntei.

— Eu. — A voz parecia ser de Sehun, e era.

— Ah, você... — Disse simplista. Ele subiu as escadas indo para onde eu estava.

— Não finja que não gostou de me ver, eu sei que você se arrepia a cada toque meu. — Sehun falou deslizando seus dedos no meu rosto.

— Haha, só nos seus sonhos Sehunnie. — Eu ia descer as escadas mas ele me puxou pela a cintura me jogando no sofá. — Ai seu idiota.

— Eu adoro quando você me xinga. — Ele agarrou meus pulsos os colando na parte superior do sofá, dando um selinho no meu pescoço.

— Se você tiver amor aos seus futuros filhos, é melhor me largar. — Falei.

— Hum... você não sabe brincar. — Franziu o cenho

— Isso não é brincadeira, agora sai de cima de mim.

— Só se você me der um beijo, na boca. — Deu uma risadinha no final.

— Não vou te beijar porcaria nenhuma. Agora me solta.

— Não.

— 1...2...Trê- — Ele não deixou terminar de contar, me soltou ficando em pé.

— Que chatinha... você gostou do meu novo cabelo? (mídia)

— Você muda de cabelo a cada semana, não é nem mais novidade. — Revirei os olhos.

— Nossa... assim você me magoa.

— Aish... ficou bonitinho.

— Eu fiquei maravilhoso. — Ele disse passando ao mão pelo o cabelo.

— Uy que convencido.

— Vamos falar de assuntos sérios agora.

— Fala ué.

— Vamos dar uma voltinha. — Ele me puxou pelo o braço até a saida do quarto,

Eu pensei que ele ia me levar para floresta, mas estava enganada, nos fomos direto para entrada da escola.

— Ah não Sehun, não quero sair. — Fiz biquinho.

— Você vai sim, não seja mais chata do que já é.

— Então por que você não sai com alguem mais legal que eu?

— Porque eu quero sair com você, idiota.

— Se você me xingar mais uma vez , te dou uns tabefes bem fortes, sua cara vai ficar inchada por um ano.

— Você está muito agressiva bebê, é falta de sexo? — Eu arregalei os olhos e dei um tapa bem forte em seu braço,

— O que você tem na cabeça? Lixo? Acha que eu sou uma das suas vadias que pode falar o que bem entender?

— Hum... calma, desculpa vai. — Ele tentou me abraçar, mas eu não deixei, fiquei com a cara fechada, ele revirou os olhos. — Não vamos perder tempo com bobagens, eu não tenho o dia todo.

— Osh, eu não queria gastar seu tempo precioso, você que quer me levar pra algum lugar que até agora desconheço.

— ... Pra você eu tenho o dia todo, mas eu queria ir logo.

Acabei me distraindo, ele puxou meu braço e me levou até o estacionamento da escola.

Nós paramos em frente à uma moto.

— O que é isso Sehun?!

— Uma moto.

— Eu sei que é uma moto.

— Então?

— Eu não vou andar nessa coisa com você.

— Por quê?

— Porque não.

— Não precisa ter medo, tá? Eu tenho uma carteira.

— Isso não me dá confiança.

— Céus, você é a menina mais difícil e complicada que eu já conheci, não dá para subir nessa moto de uma vez? — Ele alterou a voz na última frase.

— Não.

Ele me pegou pela a cintura e me colocou em cima da moto, eu até tentei me soltar, porém ele é forte demais, dava pra eu sair correndo quando ele me largou para sentar na moto, mas já que já estava ali, vamo que vamo.

Ele ligou a moto e saiu que nem um doido, pensei que eu ia morrer, mas pelo menos morreria feliz, adorava aquela sensação de liberdade, se ele queria me assustar falhou.

20 minutos depois, aparentemente nós chegamos no destino final, Sehun parou em um estabelecimento bem chique, parecia ser um clube.

— Onde nós estamos? —Perguntei, ele entrelaçou nossos dedos e me puxou para dentro, era realmente um clube, bem luxuoso.

— Em um clube.

— Isso eu já percebi. — Revirei os olhos.

— Depois te explico tudo. — Ele disse tirando a camisa preta que vestia. — Anda. — Me chamou indo para piscina.

— Eu não trouxe biquíni, você não me disse nada.

— Não precisa disso, só vem.

— Eu não vou entrar na piscina com roupa Sehun, se v-

Ele veio até mim me pegando pelas pernas, eu comecei a gritar para que ele me soltasse, mas não adiantou nada.

Ele me jogou sem nenhuma preparação na piscina, e se eu não soubesse nadar? Ele seria o causador da minha morte.

— Você é louco? — Perguntei brava.

— Louco por você, talvez? — Ele deu o sorrisinho safado dele e se jogou na água.

Eu mergulhei fundo, puxei seu pé e o fiz afundar comigo. Eu ia bater nele, mas...

A imagem dos seus cabelos espalhados na água e suas bochechas segurando o fôlego, foi um tanto... bela.

Sehun era bonito, chato, arrogante, chantagista, ignorante, já falei chato? Mas era lindo, tinha que admitir... Oi? Rosé acorda, é o Sehun.

Ele colocou as mãos na minha cintura e me levou até a superfície. Balançou um pouco os cabelos para tirar do rosto.

— Você ia morrer afogada me admirando lá em baixo.

— Até parece. — Me afasto e pego uma bola que estava próxima de mim, jogo nele com força.

— Au... desde quando você ficou tão forte assim?

Nós ficamos brincando e brigando por um bom tempo, até que me cansei e pedi pausa, ele me ajudou a sair da piscina, me levando para dentro do prédio do clube, as portas e janelas eram todas de vidro, nos sentamos em um banco, do lado tinha algumas toalhas e garrafas de água.

— Então, onde nós estamos?

— No clube dos meus pais.

— Seus pais?

— Sim.

— E por que está vazio?

— Sei lá. — Ele falou dando de ombros.

— Como assim você não sabe?

— Meu pai me disse que o clube estaria fechado, não perguntei por que, só te trouxe.

— Ata... alguns empregados nos viram...

— Qual o problema?

— Não sei... e seus pais, se eles aparecerem?

— Que problema teria?

— Bom...

— Você pensou que eu tinha namorada ou não podia te mostrar pros meus pais?

— Sim.

— Ham, eles até tentaram arrumar namorada pra mim, mas depois do que eu fiz com a ultima desistiram. — Riu.

— Ainda bem.

— O quê?

— Que seus pais não controlam sua vida dessa maneira, diferente do Baekhyun.

— Hum.

— Sabe. — Pus minha cabeça em seu ombro. — Na escola eu tenho mais intimidade com você, Chanyeol e Baekhyun. Mesmo que você seja meio tarado, eu me sinto um pouco mais confortável conversando com você, Baekhyun é todo complicado, Chanyeol é sério, você é safado, mas é... — Olhei para ele mordendo o lábio inferior.

— Lindo, maravilhoso, esperto, gostoso...

— Não, idiota, mas engraçado.

Eu olhei para o chão, pensando no que acabei de falar, Sehun levou uma das mãos ao meu queixo, levantando meu rosto.

Estávamos tão próximos, ele inclinou a cabeça roçando seus labios aos meus, eu poderia impedir o beijo, mas queria brincar um pouco com ele.

Nós já tínhamos nos beijado, mas dessa vez foi diferente, calma, um tanto... aconchegante.

Nos beijamos por um tempo, quando tivemos que parar para recuperar o folego, eu peguei uma garrafa d'água e fui até uma pia próxima e comecei a lavar minha boca.

— Ain eca, que nojo. — Falei cuspindo a água que estava segurando na minha boca.

— Hum... — Ele me olhou com raiva.

Sehun se levantou e veio até mim, me agarrando pela a cintura.

— Não me provoque bebê...

— Eu não estou te provocando, se me dar licença, preciso desinfectar minha boca.

— Bom... agora que sei que você não gosta dos meus beijos, vou te beijar mais ainda. — Ele deslizou as mãos pela a minha boca e selou nossos labios novamente, isso não estava previsto, tentei me soltar, mas ele me segurava fortemente.

Os braços dele eram tão aconchegantes, porém é Sehun, aquele safado chantagista, mas acabei cedendo... por que isso sempre acontece?


Notas Finais


sorry os erros, fiz na pressa.

na parte do diário, se ficou confusa vou tentar explicar, O Taehyun (dono do diário) era pai do Jinyoung, ele ajudava o Kihyun nas coisas de rei e pá, tipo um tutor.

As coisas vão começar a esquentar, e já já chega no tão especial cap que eu fiz desde que comecei a fic (na minha cabeça), to doida pra escrever.

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