História A secretária - Capítulo 18


Escrita por: ~ e ~lylaslegend

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 578
Palavras 3.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá. Leiam com calma e nos vemos nas notas finais! Eventuais erros, corrigimos depois.

Capítulo 18 - Capítulo Dezoito


Mills House, Regina Mills.

 

— Mãe, já estamos na última caixa de pizza e estamos comendo como se alguém tivesse morrido. — Henry disse, fazendo Ruby e Zelena soltarem uma risada abafada e Emma me olhar nervosa. — O que está acontecendo?

— Henry… Eu… — Comecei, sentido minhas extremidades ficarem geladas. — Emma… Bem… Emma e eu...

— Ah, pelo amor da Deusa! Emma e Regina estão namorando. — Zelena disse, fazendo Ruby rir e Emma esconder o rosto entre as mãos.

— Zelena! — Repreendi-a.

— Você estava enrolando demais, sis, ninguém merece. — Zelena levou outra fatia de pizza a boca, revirei os olhos e olhei para Henry, que sorria enquanto bebia seu refrigerante.

— Querido…

— Era só isso, mãe? Eu meio que já sabia… — Coçou a nuca. Emma elevou seu olhar, e eu o olhei um tanto confusa.

— Sabia? — Foi a vez da loira falar alguma coisa.

— É… Bom, meu pai trabalha pra Rose e digamos que ela fala no telefone com a Emma sempre e não se importa muito comigo jogando videogame, ela acha que eu sou surdo, sei lá. — Henry riu. — E ela disse “Sua chefe te matou? Espero que seja de prazer.”

— Ai meu deus, eu vou matar a Rose! — Emma gritou, Zelena, Ruby e o próprio Henry riram.

— Você não está muito sabidinho pra sua idade, Henry Daniel Mills? — Perguntei e ele corou nervosamente.

— Deixe ele Regina. — Zelena o abraçou. — Você está virando um homenzinho, quando sua mãe e a Emma se casarem, você vai morar comigo e a Ruby.

— Hahaha, muito engraçado Zelena. — Olhei pra ela firme, Emma segurou minhas mãos. — Tem alguma outra coisa acontecendo aqui que eu não sei?

— Zelena me pediu em casamento. — Minha cunhada disse ao olhar pra mim.

— É sério? Que maneiro! — Foi a vez de Henry quase gritar se agarrar mais a tia. — Espera, você vai embora daqui?

— Um dia vou sim, não vai ser agora. — Zelena levou seus dedos a ponta do nariz dele. — Podemos adotar você.

— Muito engraçado. — Revirei os olhos. — Meus parabéns. — Disse primeiro para Ruby. — Cuida da Zelena, você sabe ela é desmiolada eu disse o mesmo quando vocês começaram a namorar.

— Eu sempre cuido. — Ruby riu, ela e Emma se abraçaram.

— E você, Zelena Mills, não ouse raptar meu filho. — Abracei a minha irmã, ela era um pouco mais alta que eu. — Eu amo você e estou esperando você dar o fora do meu apartamento a tanto tempo que nem parece real.

— Você vai precisar se esforçar mais pra me ofender. — Zelena me apertou de volta. — Nós vamos casar com a condição de levar o Henry junto, aceite.

— Legal. — Ele riu, dessa vez eu o segurei antes que ele abraçasse minha irmã de novo. — Mãe.

— Okay, okay. — Levantei as mãos, rendida.

— Você pode respirar direito agora, Emma. — Ruby disse, fazendo a loira corar.

Segurei sua mão por sobre a mesa, dando um sorriso para tranquilizá-la.

 

Emma Swan

 

Regina e eu caminhávamos na rua, Henry estava andando a nossa frente. Até que ele parou, fingiu arrumar os cadarços e Regina seguiu na frente, deixando-me para trás com ele.

— Está tudo bem, garoto? — Perguntei ao mesmo que levantou-se e me olhou.

— Não queria falar nada enquanto estávamos em casa, mas quais são as suas intenções com a minha mãe? — Me perguntou arqueando a sobrancelha.

— Eu, hã.. eu…

— Peguei você. — Ele riu, e eu o segurei lhe fazendo cócegas rapidamente.

— Muito engraçado você, rapazinho. — Disse, enquanto o largava. — Mas de qualquer forma, as minhas intenções são as melhores.

— Bom que seja, srta. Swan. — Ele disse, forçando um tom sério. — Se machucar minha rainha…

— Vou ter que me acertar com o cavaleiro real dela. — Completei.

— Isso mesmo. Quem chegar por último paga o sorvete. — Ele disse e saiu correndo.

— Ei! — Gritei, correndo atrás dele, um sorriso nos meus lábios. Regina já estava dentro da sorveteria, Henry entrou e eu logo atrás dele.

— Perdedora. — Ele implicou comigo fazendo a letra “L” (loser”) em sua testa.

— Muito engraçado, você se aproveita porque eu estou…

— Velha? — Henry tentou e eu estreitei meus olhos.

— Cansada. — Apertei ao lado da sua barriga, o que fez ele pular e depois ele rir.

— Pelo jeito eu agora tenho duas crianças. — Regina murmurou nos olhando.  

— Muito engraçado. — Revirei meus os olhos e sentei bem ao seu  lado. Henry foi até o balcão escolher os nossos sorvetes. — Se bem que você não reclama quando eu a chamo de “mommy”.

— Emma! — Ela deu um grito e uma risada, fazendo Henry nos olhar sem entender, eu pisquei pra ele e fiz “que não entendi”, ele voltou a pedir os sorvetes.

— É só a verdade. — Beijei sua bochecha e ela riu. — Sabe o que combina com sorvete?

— Não, o que? — Me perguntou um tanto inocente.

— Regina Mills. — Beijei seus lábios rapidamente. Vi a mesma rir, Henry voltou a nossa mesa, parecíamos como uma família e isso me deixou feliz, muito feliz.

 

Mills House, Regina Mills.

 

Tudo havia ficado bem entre Emma e Henry afinal. Emma era o meu primeiro relacionamento após ter terminado meu casamento, eu sabia que meu filho via nela uma amiga, mas ainda assim tive medo de contar a ele. Mas era bom e ao mesmo tempo triste ver o quanto ele estava crescendo e, vê-lo tornando-se um bom rapaz.

Depois de tomarmos sorvete, Emma passou em seu apartamento e nos trouxe para o meu de carro. Passamos uma noite tranquila coberta por carícias. Ao dormir, Emma tinha uma fisionomia angelical, mas seu sono, durante a noite pareceu ser desconfortável, ela remexeu-se diversas vezes na cama, o que me preocupou um pouco.

— Você está bem? — Sussurrei e vi que a mesma abriu os olhos.

— Acho que sim. — Ela respondeu ficando apoiada sobre seu cotovelo para me olhar. — Só um pouco ansiosa, amanhã vamos começar as artes dos livros da Belle, estou um pouco ansiosa.

— Eu também estou. Obrigada por me ajudar esses dias, e obrigada por tornar as coisas leves com Henry. — Acariciei seu rosto.

— Você fez praticamente tudo sozinha, eu só estava lá para dar apoio. — Emma sorriu. — E Henry é diferente, especial, amoroso… Ele teve uma ótima criação.

— Obrigada por isso. — Beijei delicadamente seus lábios e Emma retribuiu, foi apoiando o peso do seu corpo sobre o meu. — Oh, não, não… São 3 da manhã e nós precisamos estar na hora certa na empresa.

— Eu juro que vamos dormir, vamos dormir até melhor depois… — Ela passou os dentes sobre meu queixo e seu dentes foram em direção ao meu pescoço. Dei uma risada. — Amo o seu sorriso, singular, não plural. Ele é maravilhoso. — Meu coração se aqueceu.

— Amo os seus olhos, a maneira como suas covinhas aparecem quando sorri. — Dizer aquilo, não era dizer eu te amo, certo? Era dizer as coisas que amava na pessoa.

— Regina. — Emma parou de beijar meu pescoço e olhou diretamente os meus olhos.

— Sim? — Retribui o seu olhar.

— Eu estou completamente apaixonada por você.

— Eu estaria mentindo se não dissesse que sinto o mesmo. — Acariciei seu rosto, seus lábios uniram-se aos meus e voltamos a nos beijar.

 

Como duas adolescentes, fomos trabalhar com sorrisos estampados em nossas faces. Eu passei pelo elevador com toda a minha pose, e Emma veio logo atrás. Todos sabiam que ela me desafiava desde o primeiro momento e ignorava meus desejos de andar sozinha no elevador.

Apesar de estarmos quebrando uma regra que eu criei, não poderíamos esconder por muito tempo e demitir Emma estava fora de questão. Ela sentou-se em sua mesa e eu segui para minha sala, já há alguns dias estava com aquilo na cabeça de que logo precisaria de uma outra secretária para trabalhar comigo, meu peito doeu momentaneamente. Seria um desperdício manter uma cabeça tão brilhante como a de Emma por muito tempo apenas respondendo e-mails, atendendo meus telefonemas e anotando meus horários. Era claro que uma secretária não fazia só isso, mas com tantas recomendações e por ser tão boa com as artes dos livros, sabia que era inútil prendê-la e era meu sonho vê-la crescer e ser boa, como ela queria.

— Seus horários de hoje são esses aqui. — Ela trouxe minha agenda em seu Ipad, rolei os olhos vendo a lista e então sorri.

— Você me acompanha na reunião das três horas? — Perguntei enquanto ela me olhava.

— Sim, vou pra sala de criação, tentar começar algumas ideias para o livro de Belle que tem estourado em minha cabeça. — Ela sorriu abertamente. — Você tem que estar numa reunião com August e uma escritora em meia hora, será que podemos trocar alguns beijos antes? — Ela me perguntou e eu sorri.

— Acredito que não venha a ser muito profissional. — Levantei da minha cadeira e me inclinei sobre a mesa. — Mas no momento, não tem ninguém nos interrompendo ao lado de fora, então não deve ter problema. — E eu a beijei.

 

Emma deixou minha sala equilibrando-se em seus saltos altos, usava um lindo vestido azul escuro de mangas e decotado, ela estava ainda mais linda hoje. Antes da porta fechar-se, pude ver ela seguindo o caminho direto, algumas pessoas que perambulavam pela Mills paravam para olhá-la, espantei qualquer pensamento da minha cabeça e voltei a concentrar-se no meu trabalho.

August e Cassandra, a escritora que havia assinado contrato conosco há alguns anos e publicado uma saga de livros adolescentes, a verdade era que ela buscava orientações se deveria ou não vender os direitos do livro para a Netflix fazer uma série, falou sobre o retorno financeiro que a série traria e depois de orientá-la, concordamos de nos reunirmos todos juntos na semana seguinte junto aos diretores da Netflix.

Isso levou quase toda a minha manhã. Quando deixei a sala de reuniões, fui direto para a sala onde Emma ficava. Ela estava com o notebook aberto e sua mesa digitalizadora em mãos, enquanto ela criava os desenhos e eles imediatamente apareciam naquela tela. Estava concentrada demais para me notar ali, talvez os fones de ouvido que estivera usando me ajudassem nesse sentido e estava sozinha.  

Cheguei calmamente por trás dela e plantei um beijo em sua nuca, ela virou-se rapidamente pra mim, com um enorme sorriso. Deixou suas coisas sobre a mesa e entrelaçou suas mãos em volta do meu pescoço.

— A que devo a honra da sua visita? — Me perguntou ao encostar na mesa e me trazer pra mais junto dela.

— Vim convidá-la para almoçar. — Acariciei seu rosto, Emma por sua vez, me deu um selinho.

— Desde que a comida seja você. — Mordiscou os próprios lábios me fazendo rir.

— Emma! — Praticamente gritei e ela riu.

— O que foi? Eu estou com saudades de você… — Beijou-me. — Muita saudade mesmo.

— Eu também estou, mas nós já conversamos sobre transar no nosso ambiente de trabalho.

Na verdade, eu quase não trabalho na sala de edição e não estamos na sua sala, então tecnicamente, não estamos no nosso “ambiente” de trabalho. — Beijou meu pescoço, apertou minha cintura por cima da saia, ela queria, acima de tudo, me fazer ceder. — Por favor.

— Eu quero tanto sentir você.

— E eu só quero tocar você. — Emma disse ao trocar de posição comigo e me encostar na mesa em que ela antes trabalhava. Seus lábios voltaram a estar junto dos meus, enquanto suas mãos tateavam o meu corpo, meus seios, depois a barra da minha saia, para levantá-la e tocar no interior das minhas coxas. Por cima da minha calcinha.

— Emma… — Eu disse baixinho, enquanto ela esfregava o polegar sobre meu clítoris. — Emma… — Repeti com a minha boca próxima a curva do seu pescoço.

— Sim? — Ela disse baixinho sem parar o que fazia. — Sabia que você fica linda assim? Gemendo o meu nome baixinho, com medo de sermos pegas… — Ela murmurava contra os meus ouvidos. — Você fica tão molhada, que eu não consigo me controlar. — Afastou minha calcinha, eu abri um pouco as minhas pernas para ajudá-la.

— Emma… — Disse uma vez mais. Se antes eu discordava de qualquer ação que pudesse acontecer dentro daquela sala, naquele momento eu estava suscetível a qualquer coisa que ela quisesse porque eu também queria.

Seus lábios buscaram os meus,  e sem nenhuma cerimônia o primeiro dedo entrou em mim. Um gemido baixinho e sôfrego escapou pelos meus lábios, minha namorada não deixou de apertar meus seios por cima da minha blusa. Enquanto ela me penetrava e eu sentia meu corpo perder aos poucos o resto de sanidade que eu mantinha, ela massageou meu clítoris novamente com seu polegar.

Enquanto nos beijávamos, ela tirou seu dedo e eu estava prestes a reclamar, mas ela me preencheu com dois. Mais rápido, mais fundo. Meus gemidos a acompanhavam, ela tentava abafá-los com seus lábios, mas eu achava pouco provável que aquilo fosse possível. Eu aprendi que toda vez que Emma me tocava, eu não conseguia me controlar, eu apenas deixava as minhas emoções me levarem. Como um rio, eu corria livre. Essa era uma das sensações que ela me causava.

Meu corpo parecia que iria explodir, meus olhos focados na porta que eu não havia trancado, a ansiedade de sermos pegas. Ela indo cada vez mais fundo, o calor insuportável que aquele lugar havia ficado, o meu desejo por Emma, por seus lábios, pelo seu corpo, por tudo. Meu orgasmo veio logo em seguida, fazendo com que eu encostasse minha cabeça na parede, perdendo o meu eixo na terra.

    Emma colocou minha calcinha no lugar e a ajeitou, ainda estava meio apoiada, meio sentada em sua mesa de trabalho, sentindo minhas pernas fraquejarem e meu coração bater mais forte. Ela chupou os próprios dedos cobertos por meu gozo, enquanto eu tentava recuperar minhas forças.

— Você fica tão linda assim… — Ela disse ao me olhar.

— Assim como? — Respondi como pude, ainda tentava controlar a minha respiração.

— Tentando se recuperar de um orgasmo. — Dos seus lábios só saiam sacanagem, e eu me perguntava como ela ainda conseguia manter essa face angelical.

— Você não presta. — Eu disse e ela riu. Aproximou-se de mim e beijou meus lábios, compartilhando o meu gosto ainda preso nos lábios dela.

— Ei, assim eu me sinto ofendida. — Ela riu e segurou as minhas mãos. — Acho melhor irmos almoçar…

— Sim, ficar muito tempo com você sozinha numa sala pequena pode ser um problema pra mim. — Respondi e ela me olhou. — Espere até chegarmos em casa e eu por minhas mãos em você!

— Eu estou ansiosa pra isso! — Ela riu, pegou sua bolsa e saímos para o nosso almoço.


 

Depois do ocorrido na sala de criação, tivemos um almoço agradável e só vi Emma outra vez nos compromissos de hoje e depois ela voltou a trabalhar na arte para o livro de Belle.

Hoje era um daqueles dias que tudo estava bem mas tinha um peso em meu coração, isso fazia meu estômago revirar de ansiedade. Já havia ligado para Henry para me certificar de que meu filho estava bem, e mesmo assim, nada aliviava o que eu estava sentindo.

— Regina? — Emma estava em minha frente, um semblante preocupado em seu rosto. — Está tudo bem? Bati e como você não respondeu, decidi entrar e você parecia estar em outra dimensão.

— Desculpe, estou preocupada, apenas. — Disse, corando ao constatar o devaneio em que me perdi. — O que houve?

— Vim lhe buscar para irmos embora. — Os olhos verdes estavam fixos em meu rosto, visivelmente preocupados.

— Já?

— Sim, senhora. O expediente já acabou. — Ela riu. — Onde você estava, pelo amor de Deus?

Levantei, arrumando rapidamente a bolsa e fui em sua direção, roubando-lhe um selinho rápido.

— Henry irá dormir na casa de Robin hoje. — Ignorei sua pergunta. — Quer dormir lá em casa?

— Dormimos lá ontem… Que tal se você dormir na minha casa hoje? — Ela disse, colocando a mão na minha cintura até chegarmos na porta da minha sala.

— Rose não vai se importar?

— Ela voltou para a Califórnia hoje pela manhã. — Ela disse. Agora caminhávamos lado a lado, sem contato físico. Mesmo que a empresa estivesse praticamente vazia, não queria abusar da sorte. — Você deixaria de dormir lá caso Rose estivesse?

— Claro que não, Swan. Mas não acho que ela esteja preparada para ouvir o que farei com você hoje.

Acho que ela é grandinha e entenderia. — Emma riu e eu acertei um tapa em seus ombros.

— Você está incontrolável hoje. — Dei uma risada, e aparentemente aquilo me acalmou.

 

    — O que vamos jantar? — Perguntei ao olhar para Emma, ela estacionou o carro em sua vaga na garagem e seguimos para portaria.

    — Você escolhe, vou preparar um banho pra gente e separar algumas roupas. — Disse ao levar seus lábios próximos ao meu rosto. — Quer ver o Henry? Você disse que estava um pouco preocupada, podemos passar no apartamento do pai dele antes de irmos para o meu andar.

    — Podemos tomar um banho primeiro… Eu estou um pouco mais calma e sei que ele está seguro. — Dei uma risada e ela entendeu. Segurou minhas mãos e entramos no prédio dela.

— Senhorita Swan? — O porteiro chamou por ela, paramos lado a lado.

— Sim, Greg? — Emma o olhou, mantinha sua expressão normal, jamais deixava as minhas mãos.

— Subiu um entregador agora mesmo, espero que não tenha problemas, ele foi deixar flores na sua porta. — O homem disse, e eu a olhei. Emma, por sua vez, me olhou de volta.

— Me enviou flores? — Ela riu animada e mordiscou o próprio lábio.

— Gostaria muito de ganhar os créditos por isso, mas não fui eu, e acredite, senhorita Swan, eu estou louca pra saber quem enviou flores a minha namorada. — Respondi, falsamente enciumada.

— Muito engraçada. — Emma sorriu e apertou o botão do elevador. — Obrigada, Greg. — Deu tchau para o homem e eu fiz o mesmo, entramos no elevador e ela apertou o botão da cobertura.

As portas se fecharam e Emma me empurrou contra o espelho, levando seus lábios do meu pescoço aos meus lábios. Fechei meus olhos e deixei levar-me por seus lábios, o elevador solavancou e Emma segurou na barra atrás de mim um tanto assustada, eu dei uma risada.

— Muito engraçada, podíamos ter morrido. — Ela começou a fazer seu drama e eu beijei sua bochecha.

— Deve ser a segurança do prédio nos impedindo de transar aqui. — Brinquei com ela, que revirou os olhos.

Emma tateou em sua bolsa em busca de suas chaves quando nos aproximávamos da porta.

— Parece que o entregador perdeu o andar. — Disse para mesma, não disfarçando a curiosidade que me tomava por saber quem estava lhe enviando flores.

— Como se eu fosse me importar com flores que não foram enviadas por você. — Ela disse ao parar ao meu lado e levar as mãos junto das minhas.

— Que engraçado... — Uma voz fez-se presente no corredor, Emma virou-se e eu fiz o mesmo. — Você costumava gostar das flores que eu lhe enviava, Emma Nolan.


Notas Finais


#TretaIsComing.
EU SEMPRE QUIS FALAR ISSO! Qualquer coisa, berrem no @morrisswen e no @crucioparrilla — matei o @ouatfab, minha namorada ainda não superou isso.


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