História A Secretária - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Vegeta
Tags Bulma, Dragon Ball, Romance, Vegeta
Visualizações 170
Palavras 3.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Eu não conseguia me mover, estava escuro e tudo que conseguia enxergar eram pontos brilhantes passando rápido por minha visão. Um vento forte fazia meus cabelos se bagunçarem e eu tentava sair dali. 

Então, ao longe, avistei Vegeta. Ele estava em fúria e corria em minha direção. Virei para o outro lado ouvindo um grito e avistei outro homem, esse não corria, mas também tinha uma expressão ruim. Os dois ficaram próximos de mim e começaram a se encarar como dois leões prontos para uma briga. De repente, senti minhas pernas sendo soltas e consegui correr até um deles, o que eu não conhecia. Chegando perto, levei um susto ao reconhecer aquele rosto, aquele rosto que eu lutei para deixar guardado junto com minha adolescência em um passado que já não importava mais. Só que diferente de como eu me lembrava, seus cabelos agora estavam mais curtos, suas roupas eram mais formais e seu corpo estava completamente definido. 

Era Yamcha... 

Ao chegar perto dele, senti uma mão segurar meu braço, virei bruscamente e dei de cara com Vegeta, que olhava agressivamente para nós dois. Os olhares se fuzilando só fizeram com que o meu pânico aumentasse. Foi então que o vi tirar uma arma de seu bolso, meus olhos se arregalaram de novo e eu gritei com todas as minhas forças para que ele parasse com aquilo, mas ele pareceu não me ouvir. Avançou até Yamcha e apontou a arma para seu peito, Yamcha ficou rígido e olhou em dúvida para mim. 

Mas algo me impediu de ver o resto daquela cena, minha visão foi ficando branca e depois preta. Um barulho alto, seguido de um zumbido atingiu meus ouvidos, tentei tampá-los, mas minhas mãos não saíam do lugar. 

Algo segurava meus braços, tentava fazer com que eu me movesse, mas era inútil. 

- Porra, Briefs, acorda! - abri os olhos, respirando fundo em seguida. Minha testa estava suada. 

- Ela dormiu demais, cara... Deu até tempo de chegar sem que ela acordasse. - Raditz disse, saindo do carro. 

- Ou isso tudo foi medo do avião? - Vegeta me encarou, sorridente. 

- Avião? Mas que diabos de avião, nós... 

- Bem vinda a Los Angeles! - ele disse, estendendo a mão para que eu a segurasse. Nós já estávamos em Los Angeles e eu simplesmente não conseguia lembrar de nada da viagem.

Não me lembrava de chegar ao aeroporto, de entrar no avião... 

- Vai sair daí ou não? - ele disse, impaciente. Segurei sua mão, saindo do carro em seguida. Aquele sonho ainda martelava em minha cabeça. 

Entramos em outro carro - ainda mais luxuoso - e dessa vez Vegeta foi para o banco do motorista. Ainda meio atordoada, abri uma das portas do carro sem esperar que alguém abrisse pra mim e entrei, sentando-me no banco do passageiro. Os outros três sentaram-se atrás, eufóricos por finalmente terem chegado. Ele deu a partida, dando uma ré exagerada que quase fez com que o carro batesse em outro. Kakarotto riu alto, pegando uma garrafa de cerveja e abrindo em seguida. 

- Hey, seu idiota, vê se não vai acabar com todas. - ele disse, se fingindo de sério. Por um momento, sua expressão me deu vontade de rir. Uma de suas mãos foi até o aparelho de som do carro, ele apertou alguns botões e logo uma música com a batida forte começou. 

- Hysteria? - eu disse, olhando pra ele com um meio sorriso. 

- Você gosta do Muse? - ele me perguntou, se balançando junto com as batidas da música. 

- Gosto até demais. - eu disse, tomando a liberdade de apertar o botão do volume e aumentando ainda mais a música. 

- Essa é a Briefs que eu conheço. - Vegeta adotou um olhar malicioso, escorregando uma das mãos por minha coxa coberta pelo jeans. Apertou ela com certa força, me fazendo fechar os olhos. - Mal posso esperar pra chegar ao hotel... - ele sussurrou, para que os outros não escutassem. Apenas virei meu olhar, fazendo charme. Ele tirou a mão de minha coxa e voltou a se fixar no volante. 

O jogo havia começado. 

Durante o caminho não perguntei para onde estávamos indo, provavelmente para um hotel, isso não importava. Não demorou muito até o carro parar em frente a um enorme prédio. E quando eu digo enorme, é enorme mesmo. Olhei boquiaberta da janela. Era incrível, deveria ter uns 30 andares ou mais. A pintura era toda trabalhada, em tons de azul escuro e detalhes em branco. As janelas completamente enormes em cada andar, a entrada parecia um jardim, com tantas plantas. Carros luxuosos transitavam pelo local e pessoas bem vestidas passavam tranquilamente por ali, cheguei até a ficar com vergonha, afinal meus trajes não eram dos melhores. Descemos do carro, deixando as bagagens para os outros trazerem e Vegeta me conduziu até a entrada, que dava acesso ao Hall. 

Ao entrar lá, meus olhos brilharam, assim como tudo que se encontrava naquele lugar. Vegeta fez um sinal com a mão para um rapaz uniformizado que estava no saguão e me guiou até um enorme elevador. Entramos, ele apertou o botão que indicava "andar 27" e se manteve quieto ao meu lado. 

- Uau... - consegui dizer, depois de algum tempo. 

- É, meu pai fez um bom trabalho aqui. - ele dizia, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Olhei incrédula para ele, que começou a rir da minha cara. 

- Esse hotel é do seu pai? - não consegui esconder a surpresa em minha voz e quando percebi já estava próxima demais dele. 

- Sim, sim, é dele. - ele sorriu abertamente, colocando as mãos em minha cintura. - Mas hoje e durante um tempo é nosso. - mordeu o lóbulo da minha orelha, me fazendo arrepiar. - Um elevador, hm? - mordiscou o mesmo local, colocando pressão em suas mãos e me encostando em uma das paredes. 

- Parece muito... - tomei fôlego, seu olhar encontrou com o meu - Sexy... 

A porta do elevador se abriu, revelando uma enorme porta na cor marrom com os detalhes em dourado. 

- Mas na cama desse quarto é muito, muito melhor. - me puxou pela mão. Passou um cartão, que eu não havia o visto pegar lá em baixo - por um compartimento da porta e logo a mesma se abriu. Mais uma surpresa ao ver aquele quarto. Ainda mais bonito que o da própria casa dele, tinha uma janela que provavelmente daria para ver uma bela paisagem, os moveis claros e assustadoramente enormes, na cama caberiam muito bem umas cinco pessoas. 

- Você se admira com pouco. - ele jogou o cartão pelo chão e foi até a cama, deitando-se nela. - Ah, isso é ótimo! - fiquei olhando para ele, em dúvida de ir até a cama ou não. - Vem aqui, Bulma, não vai me deixar sozinho na cama, né? - senti um arrepio ao ouvi-lo dizer meu nome. Aquilo era raro e simplesmente delicioso de se ouvir. 

Antes que eu pudesse me deitar na cama, suas mãos ágeis me puxaram. Ele me deitou, ficando em cima de mim, sem soltar muito seu peso. Sua boca logo beijava e mordiscava meu pescoço, me fazendo suspirar alto embaixo dele. Foi descendo os beijos pelo meu colo e parando onde o decote da blusa vermelha terminava, olhou para mim, dando um daqueles sorrisos que eu tanto amava em seguida. Puxou a blusa pela barra, levantando-a, eu o ajudei e tirei a peça de roupa rapidamente, jogando ela no chão. Suas mãos logo estavam em meus seios, ainda cobertos pelo sutiã branco de renda. Se abaixou, começando a distribuir beijos por toda a minha barriga, mas suas mãos preferiam ficar em meu busto. Logo elas começaram a se movimentar e meu sutiã foi puxado até que finalmente cedeu e se abriu sozinho, ele o jogou longe e voltou a beijar minha barriga.

Minha cabeça já estava rodando, meus olhos não conseguiam mais ficar abertos, tudo que eu conseguia fazer era soltar gemidos baixos e tentar respirar. 

Sua boca parou no cós da minha calça, seu olhar subiu até meu rosto e ele me lançou um olhar intrigante, pouco me importava o que queria dizer. Suas mãos frias passaram por minha barriga, arrepiando meu corpo por completo, chegaram até o zíper da calça e foram fazendo com que ele descesse rapidamente, sem demoras ele abaixou minha calça e eu senti um frio gostoso ao perceber que estava só de calcinha. Voltou sua atenção para mim, após jogar a calça longe e colocou um dedo de cada lado da barra de minha lingerie. Soltei um grunhido, impaciente com as provocações dele, minha calcinha foi se abaixando e eu já estava nua. Nua nas mãos dele, mais uma vez. Levantou seu tronco, abrindo sua camisa em seguida. Ele não podia fazer aquilo depois? Não percebia a minha situação? Mas mordi o lábio inferior ao ver seu abdômen definido e tão convidativo. 

Suas mãos se posicionaram em minhas pernas, fazendo com que elas se abrissem. Ficou sobre elas e começou a acariciar o interior de minhas coxas, passando as unhas curtas de leve. 

Sua língua em minha intimidade me causou um choque e um grito abafado escapou de minha boca. Ele se divertia passeando com a língua pelo meu clitóris, me deixando atordoada e sem saída a não ser agarrar a colcha da cama com força. Sugava minha vulva me provocando espasmos de prazer, apertei os olhos com força ao sentir seu dedo me penetrar sem aviso prévio. Movimentou-o com vontade, percebendo que minha vagina já se contraia sob as caricias deliciosas que ele fazia. 

Gemi alto ao sentir que meu ponto máximo havia chegado, ele ainda mantinha seu dedo em minha intimidade, movimentando-o agora mais devagar, até que o tirou completamente. O puxei pelo braço, chocando nossas bocas. Aquele estava sendo o beijo mais quente de toda minha vida. Sua língua ágil massageava a minha, enquanto minhas mãos procuravam desesperadas pelo zíper de sua calça. Puxei-o com raiva, e ele riu entre o beijo, me ajudando a abri-lo, levando sua boxer junto. 

Ele já ia pegar sua calça para pegar uma camisinha no bolso, mas eu coloquei uma de minhas mãos em seu pescoço, o impedindo de sair de cima de mim. Fiz um sinal negativo com a cabeça e aproximei seu rosto do meu. 

- Agora é a minha vez... - joguei seu corpo para o lado, me posicionando e ficando em cima dele. Comecei a fazer o mesmo que ele fez comigo, beijando com vontade sua barriga bem definida, sentindo-a se contrair em cada canto que minha boca passava.

Segurei um gemido ao ver seu membro completamente ereto. Comecei a acariciá-lo devagar enquanto Vegeta já começava a adquirir uma respiração falha. Sem esperar mais, fui colocando seu pênis em minha boca, ainda o segurando com a mão. Dei bastante atenção a glande e continuei a masturbar toda a extensão com as mãos. Ele gemia alto e dizia meu nome várias vezes, o que me fez aumentar gradativamente os movimentos, ele colocou uma das mãos em minha cabeça, tentando pedir para que eu parasse, pois não aguentaria por muito tempo. 

Sorri, saindo de cima dele em seguida. Fui até sua calça que estava no chão e vasculhei em um dos bolsos, achando o pacotinho. Ele se sentou na cama, me encarando com certo desespero no olhar, achei aquilo muito bom, se quer saber. Abri o pacotinho com toda a paciência do mundo só para provocá-lo mais ainda, mas ele foi ágil e pegou o mesmo de minha mão, tirando a camisinha e colocando-a. Puxou-me bruscamente pela cintura, me fazendo sentar em seu colo. Vegeta espalmou as mãos em minhas nádegas, me puxando para cima e depois para baixo. Fechei os olhos ao senti-lo me penetrar por completo e entrelacei minhas mãos em seu pescoço já coberto de suor. Ele não se importava nem um pouco se não estava sendo delicado e eu não ligava a mínima para isso, finquei minhas unhas em seus ombros, dizendo seu nome em meio a gemidos. 

Movimentei meu quadril, provocando espasmos de prazer em nós dois. Afundei meu rosto em seu pescoço, inalando aquele cheiro tão maravilhoso que ele tinha. Suas mãos não desgrudavam de meus quadris, os bicos eretos dos meus seios roçavam em sua pele, me causando ainda mais prazer, se é que isso fosse possível. 

Apenas mais três investidas foram necessárias para que eu chegasse ao ápice, mas continuei me movimentando mais lentamente, até que ele pendeu a cabeça sobre meu ombro, respirando fundo. Seu peito subia e descia de uma forma frenética. Eu conseguia sentir seu coração bater em minha pele. 

Saí de seu colo, me jogando na cama, recuperando o fôlego aos poucos. O vi sorrir, ainda sentado e fiquei admirando aquilo. Vegeta era realmente uma pessoa que despertava muito a minha curiosidade. Ele conseguia ser a fúria em pessoa e minutos depois se tornar alguém completamente agradável. Isso fazia aquela droga de sensação de borboletas no estômago tomar conta de mim. Como se eu fosse uma adolescente... Chegava a ser patético. 

- Você vai ficar me olhando por quanto tempo? - sua voz rouca disse, olhando pra mim em seguida. 

- Não, eu só... - me surpreendi ao vê-lo se deitar perto de mim e envolver os braços em minha cintura, depositando o queixo em meu ombro. - Estava pensando... 

- Pensando no que? 

- Em como minha vida deu uma virada... É estranho. 

Ele ficou quieto, apenas olhando para o nada, como se estivesse processando o que eu tinha acabado de dizer. Nosso silêncio nem um pouco confortável foi quebrado pelo celular de Vegeta, que começou a tocar alto. Ele me soltou, se levantando e pegando sua boxer. Caminhou até a calça e tirou o telefone de lá, atendendo em seguida. Sua expressão era séria, até que um sorriso surgiu em seus lábios, e ele fez uma espécie de sinal de comemoração com as mãos. 

- Vocês acharam mesmo? Ah, Kakarotto, foi mais fácil do que eu imaginei. Porra! Sim, sim, amanhã. - foi caminhando pelo quarto, de costas para mim. - Sim, hoje vocês estão liberados pra fazer o que quiserem, amanhã nos encontramos em frente ao hotel. - ele desligou, se virando pra mim em seguida. Caminhou de novo até a cama, parando ao meu lado. - Nós encontramos a casa do Baker. - disse, como se eu tivesse perguntado alguma coisa.

Notei que seus olhos brilhavam de um jeito estranho e tudo que eu consegui dizer foi um "hm".

- Eu estou com fome... - ele trocou de expressão assustadoramente rápido e passou uma das mãos pela barriga. Se eu não estivesse meio tensa com a notícia que ele havia me dado, com certeza teria rido - Merda, cadê o serviço de quarto com o meu jantar! - saiu de perto de mim de novo, indo até um telefone branco que ficava na parede perto do banheiro.

Apertou um único botão e disse que se tratava de Vegeta Saiyajin e que ele queria um jantar para duas pessoas. Voltou para a cama, deitando-se nela de novo. 

- Briefs, amanhã você vai poder sair! - ele disse, como uma criança. - Irei te livrar um pouco da minha companhia chata e desagradável... - como se ele não soubesse que eu nunca acharia isso. 

- Como assim? - pedi, pegando sua camisa que estava perto da cama e colocando-a. 

- Bom, amanhã o Raditz vai te levar até o lugar que... o Yamcha mora! - mais uma vez aquela comemoração infantil tomou conta de Vegeta. 

- Ah, que bom, liberdade! - imitei o jeito dele, rindo sem humor algum em seguida. 

- É uma recompensa pelo que você me proporcionou hoje... E, a propósito, adorei minha camisa em você. 

É, a sedução em pessoa entrou em ação mais uma vez, me fazendo corar. 

Alguém bateu na porta e ele se levantou de novo, foi até lá e pegou uma bandeja móvel, fechando-a logo. 

- Hmm, vamos comer! - ele encostou a bandeja na cama, pegando as duas bandejas menores em seguida. - Ravioli de frango e champanhe? Como adivinharam que eu adoro essa combinação? - riu, mais uma vez me lembrando uma criança ao ver que a mãe preparava seu prato favorito. 

Meu estômago roncou, e eu logo peguei uma das bandejas. Ele pegou um controle que estava em um criado-mudo e ligou a televisão que deveria ter umas 42 polegadas e eu nem tinha percebido a existência dela naquele quarto. Mudou rapidamente de canal, parando em algo que só podia ser um filme pornô. Olhei incrédula para ele, que desatou a rir em seguida. 

- Certo... Não vamos ver isso. - mudou de canal. 

- Ainda bem, você não me faria ver duas loiras e um gay magrelo se... - enfiei um ravióli na boca, sem terminar minha frase. 

- Você não precisa ver essas coisas, eu estou aqui e podemos fazer muito melhor que eles... Bando de amadores! - deu de ombros, começando a comer e eu quase engasguei, rindo em seguida. 

O restante da refeição foi quieta, exceto pela voz fina de algum desenho animado que passava na televisão. Vegeta colocou o prato sobre a bandeja novamente, pegando a champanhe e duas taças, fiz o mesmo com o meu prato também e peguei uma taça de sua mão. Ele a abriu, com um pouco de esforço e deixou que um pouco da espuma caísse sobre a cama, colocando uma quantidade razoável em minha taça e depois na sua.

Quando ia guardar a garrafa, tombou-a para o lado, fazendo que um pouco do conteúdo caísse sobre minha perna descoberta. Gemi, sentindo o champanhe gelado escorrer por ela, ele sorriu, encarando minha perna. 

- Briefs com champanhe deve ser uma delí... - dei um tapa em seu braço, limpando a pequena travessura dele. - Briefs com champanhe e uma dose de agressividade, que coisa boa! - ele disse alto, se esquivando de mim antes que levasse mais um tapa. 

- Ah, é? - olhei para o resto que continha em minha taça e joguei nele, vendo o champanhe escorrer por seu abdômen. - Estamos quites, Senhor Saiyajin! - pisquei pra ele. 

- Ninguém mandou você me sujar com isso, então agora vai ter que tomar banho comigo... Já que estamos "quites" - fez aspas com os dedos. 

E pela primeira vez desde que me envolvi naquele problema, estava sendo divertido.

Estava sendo bom. 


Notas Finais


Hm... Bulma terá que se encontrar com Yamcha, eita.... Não se esqueçam de comentar! =D


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