História A seleção - O Jogo Real. - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção, One Direction
Personagens America Singer, Gavril Fadaye, Harry Styles, Mary, Maxon Calix Schreave, Niall Horan
Tags A Seleção, Drama, One Direction, Romance
Exibições 9
Palavras 4.946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Escolhas


Fanfic / Fanfiction A seleção - O Jogo Real. - Capítulo 6 - Escolhas

 Capítulo 6 — Escolhas. 

Ele apenas riu e se ajeitou na poltrona.

— Eu não estava me escondendo. Apenas não estava me sentindo bem. - Respondeu.

— O que você estava sentindo? - Perguntei.

Droga, eu sempre fazia isso. Apensar de eu está furiosa e decepcionada com Niall, eu me preocupava com ele.

Ele sorriu, talvez com minha pergunta que significava que eu ainda me importava com ele.

— Nada que a Alteza deva se preocupar. Estou bem agora. - Assedi.

— Bom, vamos ao que interessa. - Prosseguir. — Eu mandei para casa 10 selecionados que definitivamente acabaram com minhas poucas expectativas. Ai eu pergunto : Que fazer parte dessa categoria?

Ele ergueu as sobrancelhas e respirou fundo.

— Sei que não queria esta aqui, conversando comigo. Mas quero lhe explica tudo, para que hipótese alguma tenha algum pensamento errado. - Prosseguiu. — Mas, quero que essa conversa seja entre Niall e Itália.

Concordei.

— Você tem 5 minutos para me explicar, caso ela não seja convincente, diga adeus a seleção. - Disse seria.

— Primeiro de tudo quero que saiba que meus sentimentos por você, são verdadeiros, eu não tenho nenhum pingo de dúvidas sobre eles, por isso os lhe confessei pois são tão grandes que eu não aguentava mais. - Ele olhou para baixo e deu um leve sorriso ao meio de seu suspiro, como se fizesse tirado um peso de suas costas por te dito tais palavra aque me incomodaram um pouco. Eu ainda não haveria aceitado esse fato. De Niall estará apaixonado por mim. — Apenas pensei que, você como minha melhor amiga, iria os entender.

— 4 minutos. - Avisei.

— Segunda: Sempre a respeitei Itália, nunca, nunca me aproveitei de minhas idas em seus quarto, para para lhe fazer companhia, para fazer massagem em seus pés e em suas costas, nem quando você se encontrava só de camisola ou de toalha de banho. Nunca fui com segundas intenções, sempre a vi com os mesmos olhos que a via quando éramos crianças. Mas as coisas mudaram, na verdade, uma coisa, meus sentimentos, mas isso nunca me interferiu, isso nunca me afetou, isso nunca me fez pensar em ter algo com você ,eu pensei que iria passar, aconteceu tão de repente, eu juro, quando vi, já estava apaixonado. - Ele respirou fundo apertando os olhos firmemente.

— 3 minutos. - Disse, as palavras quase não conseguiam sair de minha boca. Minha consciência pesada começará a nascer e a vontade gritar e chorar começará a aparecer.

— Terminei com Selena por causa disso, vi que não seria certo está com ela quando outra garota ocupa minha mente ,dia apois dia, fiz para me sentir bem, certo do que fiz, e olha, eu estou super bem, mas, estaria melhor se você não tivesse dito aquelas palavras para mim, que eu a decepcionei, e que não olhasse para você como melhor amiga. Pensei que nunca diria isso. Você me magoou, mas não fico com raiva, pois eu também maguei você. - Ele pois suas mãos sobre a minha. E assim fez um flash da câmera vim até nós.

— 2 minutos. - Meus olhos começaram a encher de lágrimas, eu precisava botar pra fora o qur eu estava sentindo. Pensei coisas horríveis de Niall.Como eu pude? Eu sou tão idiota.

Claro que eu andava estava com raiva por saber que ele me ama, mas, edai? Eu nunca havia percebido esses sentimentos dele por mim, então ele sabia não confundir as coisas nem mudar seu comportamento comigo.

Niall era especial, ele era maduro suficiente para tenta acabar com esse sentimento por mim aos poucos.

— Peço perdão, perdão por tela feito chorar, e a decepcionar. Eu não queria, mas confesso que tirei um peso de minhas costas em confessar que eu te amo. - Ele sorriu enquanto olhava no fundo de meus olhos. — mas isso não significa que as coisas devem mudar. Sempre soube camuflar meus sentimentos, tanto, que você nem os percebeu. Eu sou muito bom. - Rimos, e veio mais um flash. — qualquer decisão que fará, em relação a mim em ficar ou não na seleção, sendo que não fará muita diferença pois ainda morarei no palácio, irei aceitar.

— 1 minuto. - Ele sorriu.

— Eu poderia pedir que entendesse meus sentimentos,mas eu nunca soube pedir nada a ninguém. E pedi para você os entender, seria pedir para você me amar. E não se pedi amor a ninguém.

— Esse não é o melhor local para acabamos essa conversa. Peço que vá ao meu quarto depois do jantar. - Me levantei. — Nosso tempo acabou, lhe vejo mais tarde. - Sorrir, e ele se levantou abrindo os braços para me abraçar, mas neguei meu olhar o direcionando para o fotógrafo e para os outros selecionados.

Ele riu e se afastou.

— Foi um prazer. - Ambos fizemos uma reverência, e assim ele foi embora.

Me sentei novamente. A vontade chorar ainda estava dentro de mim, mas eu precisava me conter, pois ninguém poderia me ver ali chorando. Mais tarde, com Niall em meu quarto, com certeza eu acabaria com essa vontade.

Em poucos minutos Harry apareceu sentado em minha frente com o mesmo sorriso sínico nos lábios.

— Corvadia sua não ter aparecido aqui na hora predestinada. - Provoquei, enquanto terminará de cruzar as pernas.

— Eu não estava com medo gracinha, apenas com vergonha. - Sorrir por dentro.

— Você? Com vergonha? - Rir. Assim um flash veio. — Você é o cara mais sem vergonha que eu conheço.

Ele riu ironicamente, passando as mãos pelos cabelos.

— Por que não me diz logo tudo o que está sentindo? 5 minutos é muito pouco tempo para que lhe explicar.

— 5 minutos é suficiente para mim. - Sorrir, e me ajeitei na poltrona ficando mais próxima dele. —Você me decepcionou, me decepcionou mais que qualquer pessoa que já conheci. Você desperdiçou toda a chance que tinha pra provar que mudou para mim. - Sorrir, para todos pensassem que estamos tento uma conversa agradável. — Pensei que seus jeitos e palavras fossem sinceros Harry, mas me enganei.

Ele abriu a boca para falar algo mas o lhe cortei.

— Ponha uma mexa de meu cabelo atrás da orelha. Agora. - Ele apenas concordou e fez, e acariciou minhas orelhas. Um flash veio. — Muito bem. - Toquei em seu ombro carinhosamente. — Irei deixá-lo ficar, não por você, mas sim por Gemma, pois se eu lhe eliminar, terei que contar o que fez, e isso causaria sem dúvidas a sua morte, e a eliminação nossa ligação com a França, e eu não quero que Gemma fique triste, e me importa com ela.

— Itália, você não é assim. - Ele se ajeitou olhando ao redor do salão. — Posso ir em seu quarto, a noite para

conversamos melhor?

— Não, você não tem autorização alguma para comparecer ao meu quarto. - Respondo seca. — você nunca mudará, continuará o mesmo mulherengo e sem vergonha de sempre. - Me levantei. — Nosso tempo acabou, vá embora, e lembre-se, qualquer deslize, não terei pena em mandá-lo embora. - Prosseguir. — não irei contar aos meus pais o que você fez. Eu prometo.

Harry se levantou, fez uma reverência, e quando estava passando por mim sussurrei : Na próxima vez, que encontrar aquela criada, encontrem um local mais apropiado, para a safadeza de vocês.

Assim ele se foi, sem dizer mais nada. Apenas foi, sem ao menos tentar se defender ou explicar.

Harry parecia tão calmo, parecia que minhas palavras e o que ele fez não o preocupava. Não dava para entender. Eu esperava que ele fizesse um escândalo, do jeito que ele é personalidade forte.

Mas enfim, já deu meu recado, e não estou nenhum pouco preocupada com ele. Estou feliz, pois tudo iria se resolver entre mim e Niall. Parecia que um peso havia saído de minhas costas,com as decisões que tomei.

Me levantei, e fui em direção ao fotógrafo.

— Como ficou as fotos?

— Ótimas Alteza.

— Que bom, espero que continue assim.

— Se depender da vossa Alteza, com certeza ficaram. - Ele fez uma breve reverência, e se retirou.

Fui até a janela aonde se encontravam abertas, com as cortinas dançando amorniosamenté com o vento. Me encostei nela e começará a observa céu.

Ele estará limpo, sem nenhuma nuvem ou sol. Apenas dava para sentir o brisa do vento fresco.

— Também gosto de admirar o céu. - Me virei, e me deparei com Justin ao meu lado.

Ele era os poucos que eu conseguir gravar o nome.

— Está tudo bem com você Alteza? - Ele se aproximou, ficando de frente para mim, com as mãos para trás.

— Sim. - Respondo calmamente o entregando um sorriso. — Justin, você aceitaria dá uma volta comigo pelo jardim? O dia está ótimo, e como você disse que também adora admirar o céu. Com certeza faria uma ótima companhia.

— Claro Alteza, será um prazer. - Ele me estendeu seu braço e assim o peguei.

Fomos em direção a um corredor dentro do salão dos homens, que dava direto para o jardim, para não ocupar tanto tempo andando por aqueles milhares e longos corredores do palácio. Resolvemos poupar tempo.

Quando chegamos, sentir a brisa bater em meu rosto como um perfume de flores, necessariamente de jasmim, e também pude perceber que Justin não tirará os olhos de mim enquanto começávamos a caminhar pelo jardim.

— Se continuar me olhando assim, acharei que tem algo no meu dente. - Ele riu.

— Acho que só um alface.

— Droga, não deveria ter tomado aquela sopa de alface. - Brinquei, passando a língua nos dentes fingindo está limpando os. — E agora? - Dei um sorriso largo, deixando todos os meus dentes branquinhos a mostra.

— Deixe - me analisa - los mais de perto. - Ele segurou meu queixo delicadamente enquanto os olhava. — Perfeito. - Piscou para mim.

Rimos.

— Você além de linda é engraçada. - Elogiou, me fazendo pensar um pouco.

— Mulheres lindas não podem ser engraçadas? - Olhei para ele um pouco duvidosa.

— Não é isso, a maioria da mulheres que conheci, por serem muito bonitas, obtinham uma personalidade muito séria, ou cheias de frescura.

— Entendo, mas nem todas as mulheres são iguais senhor Justin.

— Sim eu sei, contudo, é só algo que aconteceu no maior parte em minha vida. É raro achar um mulher, linda e engraçada ao mesmo tempo.

— Já namorou várias garotas?

— Algumas, mas faz um bom tempo que estou sozinho. Sair dessa vida, quero ser homem de uma mulher só. - Olhava para frente enquanto o mesmo olhou para mim e sorriu. — E a Alteza? Já namorou muitos rapazes?

— Não, mas se a resposta fosse sim, o que acharia?

— Nada demais, você escolhe quantos garotos quer namorar, quantos garotos quer ficar, beijar, enfim, você decidi a vida é sua. Somos livres, temos a liberdade de escolher com quem queremos ficar ou não.

Liberdade? Essa palavra me alegrava, pena que daqui a um tempo, serei desprovida de utilizá-la em minha vida de maneira literal.

Justin, no quesito machismo se saiu bem. Não vi nenhum pingo em tal.

— Por que você veio para cá? - Perguntei curiosa.

Justin era extremamente bonito. Homem com rosto de jovem, e voz calma, como a de uma criança.

Seus cabelos loiros queimados penteados uniformemente bem, combinavam com sua feição jovial.

Ele cheirava perfeitamente bem ,e vestia um terno muito legante. - Azul metalizado.

— Como disse: Quero deixar a vida de ter varias amores, para ter apenas um. - Passou a mão desocupada pelos cabelos o deixado para trás.

— Você acha que tem alguma possibilidade de se apaixonar por mim?

— E se eu já estiver? - Ele olhou dando um sorriso malandro.

— Acho que está muito cedo.

— Quanto mais cedo, melhor. Assim conseguimos ter mais certeza.

— A outro motivo por te vindo para cá? - Pulei logo de assunto.

Concordou.

— Quero ficar longe de minha família um pouco.

— Por que? A família é uma parte essencial de nós.

— Concordo, contudo, eles não me apoiaram em minha decisão, me julgaram. Eles ainda tiveram coragem de dizer, dizer não, confirma, que apenas estaria aqui pela Coroa. dinheiro, me chamaram de intereceiro. - Ele dizia essas palavras com dor, olhei em seus olhos e dava para ver a preocupação. Eu precisava fazê-lo se sentir bem, foi eu que toquei nesse assunto, eu devia fazer todos se sentissem bem, e ele me parecia um rapaz muito legal e educado.

Parei, o fazendo parar também, tirei meu braço do seu e me pus em sua frente.

— Aconteceu alguma coisa? - Sorrir, e comecei a segurar sua mão direito a acariciando de leve seus dedos. E ele retribuiu da mesma forma.

— Quero que se sinta bem Justin, e pude perceber que não está, então, quero que me prometa duas coisas.

Ele concordou.

— Sempre que se lembra de sua família, dizendo essas coisas, ponha em sua cabeça que você deve provar ao contrário. Dê o seu melhor aqui dentro, prove que você não é o que pensam, e que é digno. Prometo que tudo irá ficara bem. - Ele concordou mais uma vez. — outra coisa é, sempre que se sentir pra baixo, lembre desse carinho nós dedos que estou lhe dando, e que você está retribuindo. Você irá se sentir melhor. - Olhamos para nossas mãos. E ficamos ali, brincando com ambos os dedos.

— Obrigada Alteza. - Ele cruzou nossas mãos.

— Já disse que quero que me chame de Itália, é uma ordem. - Disse seria.

— Claro, sinto muito.

— Você gosta de flores?

— Muito.

— A qui no jardim a uma estufa de flores. Gostaria de ir comigo?

— E passar mais tempo com você? Com certeza. - Sorrimos um pro outro.

O puxei pelas mãos e fomos correndo até a direção da estufa. Mas no meio do caminho, olhei para uma da janelas do salão dks homens, e tive a sensação de esta sendo observada.

~ Harry ~

Me escondi entre as cortinas da janela do salão dos homens para que ela não me visse. E espiei para ver se ela ainda se encontrava lá, e apenas vi ela ainda segurando as mãos daquele sujeito no qual não sei o nome indo em direção a estufa do jardim.

Ela aparecerá empolgada, e coisas empolgantes deixará Itália muito entusiasmada.

Ela estava super diferente comigo do que com ele. Com ele se encontrava calma, comigo, uma Itália rude, seca e grossa.

Sei que fui um super idiota, idiota nível Hard. Mas não era motivo para me tratar tão mal. A mesma até mencionou a morte. Um calafrio percorri minha nuca quando disse.

Eu precisará cocnertano erro no qual eu cometir, eu precisava, precisava fazer Itália voltar a confiar em mim, e prová-la que posso ser uma pessoa melhor.

— Deveria parar de observá-la. - Me virei com a voz que ouvir. — Ian, muito prazer. - Ele ergueu as mãos, e assim nós cumprimentamos. — Para você deve esta sendo muito fácil está aqui não é mesmo?

— Por que diz isso?

— Você é um príncipe, conheci Itália não tanto como Niall mas conhecea mais que qualquer um de nós. Com certeza obtém mais pontos com ela.

Sua voz grossa e firme me deixava com um pouco angustiado, dava medo. — Rir por dentro.

Ele era aceitável para Itália. — Olhos azuis, pele pálida e cabelos negros. Postura incrivelmente incorrigível, e corpo menos musculoso que o meu, não que o meu fosse lá aquelas coisas, mas enfim, ele era alguns centimentros mais alto e cheirava super bem.

— Não se preocupe meu caro. Estou no mesmo lugar que você e não sou nenhum pouco inferior. - Prosseguir. — Olhe, caso queria ter pelo menos um pouco de afinidade com Itália, no primeiro encontro de vocês, a convença a ambos tomarem café na varanda da biblioteca. É o lugar preferido dela depois do jardim, e ele já está sendo ocupado por Justin.

— Obrigada.

— Não me veja como um concorrente pois não estou aqui para disputar com ninguém, apenas estou aqui para provar que posso ser uma pessoa melhor. - Assediu ,e logo se afastou indo ao encontro de outros.

Casar eu não queria, mas eu devia. Devia mudar a personalidade com qual nasci. — Mulherengo e sem vergonha. Palavras que Itália adorava me descrever, deveriam sumir, ainda mais agora quando pedir uma chance para Itália, e ela me encontrou em uma situação totalmente constrangedora. Mais constrangedora para ela do que para mim.

Andei em passos calmos até a mesa aonde se encontrava alguns selecionados jogando cartas. Puxei uma cadeira e disse:

— Posso me juntar a vocês?

~ Itália ~

Eu e Justin caiamos na gargalhada , enquanto ele me ajudava a levantar do chão.

— Pare de rir. - Disse, passando as mãos por meu vestido para limpá-lo.

— Irei parar quando você parar. - Respirei fundo, limpando o canto dos olhos os dedos para controla as lágrimas de tanto rir.

— Ok, ok, parei. Melhor voltamos para o palácio, preciso conversa com outros selecionados antes do passeio a cidade que todos nós iremos fazer. Preciso conhecê-los melhor.

— Ok.

Peguei em seu braço novamente, e fomos em direção ao palácio.

*

— 10 selecionados mandados embora logo no primeiro dia Itália. — Papai andava de um lado para o outro pelo escritório, com a mão no queixo e voz alterada.

— Acalme - se querido. Itália teve seus motivos. - Mamãe disse sentada ao meu lado enquanto segurava uma de minhas mãos.

— Sim, os mesmos motivos que o senhor teve quando mandou aquelas 8 selecionadas embora em sua Seleção. - disse ,e ele parou de costas. Parecia pensar em minhas palavras. — aqueles dez não eram qualificados o bastante. Se o senhor quer que eu me case, deixe eu pelo menos encontrar alguém que eu me relacione bem.

— Você é exigente igual ao seu avô. - Papai disse ao meio de seu suspiro e riso fraco. — E determinada como sua avó.

— Obrigada papai. - Sorrir.

— Mais teimosa como sua mãe. - Eu e ela nos olhamos e sorrimos. — Itália, Queremos conversa com você sobre seu futuro?

— Estou ouvido.

Papai se aproximou, e se ajoelhou aos meus pés.

— Esqueça a coroa e pense mais em você. O amor de sua vida pode está ao meio desses tantos pretendentes. - Revirei os olhos.

Sério que ele iria tocar nesse assunto novamente?

— Não quero falar sobre isso. - Prosseguir. — Vocês já sabem o que eu penso sobre isso, porque não enfiam de uma vez isso na cabeça de vocês. — Alterei a voz, e ele fez apenas um sinal para que eu a diminuísse.

— Olhe como fala conosco  mocinha. - Papai me deu uma leve advertência, apenas calei a boca aborrecida.

— Amor, Itália é jovem demais, teimosia e rebeldia fazem parte. - Mamãe disse calma como um passarinho. Ela não demonstrava nenhum tipo de irritação.

— Ela precisa entender.

— Dá para vocês pararem de falar de mim como se eu não estivesse aqui.

— Querida, olhe para mim. — Mamãe puxou meu rosto e fez nossos olhos se encontrarem. — Eu e seu pai só queremos o seu bem e que seja feliz. Assim como nós. Que encontre o amor de sua vida, e que pare de pensar apenas no poder.

— Eu sei, mas...

— Olhe... - Mamãe me cortou. — Você não pensa em construir uma família? feliz e cheia de amor? Se pensas, deve saber que para começo de conversa você deve encontrar um homem que a ame, e que você o ame, assim nasceram seus filhos, e será a maior prova de amor se vocês dois.

Papão e mamãe se olharem, e pode perceber que ambos se olhavam com desejo, tanto, que papai mordeu o lábio superior e mamãe corou.

— Parem com isso. Eu estou aqui. — Me deitei na poltrona com uma postura errada fechando os olhos. Apenas pude ouvir ambos rirem.

— Pense sobre isso Itália, sua mãe tem razão. - Disse papai.

Abrir os olhos e olhei nos olhos dos dois.

— Não quero decepciona los - Me ajeitei. — mais do que já decepcionei. Mas, por favor, aceitem o meu jeito de levar as coisas ,não tirem meu controle como iram tirar minha liberdade. - Prosseguir. — vocês não entendem. - Sorrir fraco. — não sabem o quanto é sacrificante pra mim, de um dia pra noite saber que vou me casar. Saber que irei sacrificar minha felicidade em um futuro incerto. Estou fazendo de tudo pelo povo, mas ninguém percebe. -

— Filha, nós... - O cortei.

— Preciso ir, tenho um encontro para elaborar. - Me levantei, e sair com toda calma que eu poderia transmitir.

Fechei a porta com cautela, e respirei fundo. Percorri os corredores até a janela mais distante daqui.

Fui em direção a um banco que ficava perto de uma janela, e me sentei, botando os cotovelos nos joelhos e me desabando em desespero.

— O que faço meu Deus? - Sussurrei para mim mesma. E sentir algo tocar em meu ombro.

Olhei, e suspirei frustada.

— O que você quer?

— Podemos conversar?

— Tenho escolha?

— Na verdade... não. - Ela sorriu, e eu,apenas dei espaço para ele se sentar ao meu lado.

— Quero conversa sobre meu irmão. - Ajeitei minha postura, e Megan cruzou as pernas.

— Ok.

— Niall fala de você toda hora, todo minuto, e eu definitivamente não sei o que ele viu em você, mas enfim, mas não me leve a mal. - Assedi. — preciso saber se você gosta dele como ele gosta de você.

— Megan, sem querer ofender. Mas eu não irei contar o que eu sinto por seu irmão, pra você.

— Ok, bom, só tome cuidado para não magoá-lo, meu irmão chega às vezes se um pouco sensível.

Concordei.

— Ah, posso lhe pedir uma coisa?

— O que?

— Minhas amigas podem ficar aqui até o final da seleção?

— Claro, contando que fiquem longe de mim e dos selecionados. - Sorrir. - Até outro dia. — Me levantei e sair sem olhar para trás.

Enquanto eu dobrará um corredor, esbarrei em alguém, que me segurou pela cintura.

— Sinto muito Alteza. - Ele sorriu para mim com seu sorriso de lado. — A machuquei?

— Nã... não. - Me peguei olhando para aqueles olhos azuis intensos. - Ian, não é?

— Sim. - Ele tirou suas mãos de mim, e fez uma reverência. — Está bem? Parece pálida. - Ele deu um toque em minha bochecha.

— Estou sim, obrigada, essa pálidas é natural mesmo.

— Você é linda. - Disse ele pela segunda vez e apenas sorrir.

— Obrigada, o senhor também é uma graça.

Ian era muito charmoso, muito, charmoso. Já falei que ele era charmoso? Pele tão pálida chega dava dó. Sua altura e seu copo pouco musculoso chamava mais atenção, mas não mais que seus olhos azuis. O meu Deus, aqueles olhos,olhos que quando eu olhava, me via Niall na cabeça.

O Niall, estou contando os minutos para lhe ver e conversar sobre baboseiras.

Assim como James, ele era muito bonito e ar de realeza. Mas havia um defeito: Ele tocava em mim demais.

Ele pegou minhas mãos de cima das minhas coxas e começou a acariciá-las. Logo apois isso passou as mãos em meus cabelos, e no final da ponta, a encaracolou e sorriu.

Me afastei um pouco e soltei minhas mãos da dele fingindo as massagear. Ele estava muito próximo, não estávamos nem conversando por 3 minutos e ele já se encontrava em uma distância muito desproporcional.

— Você é linda. - Disse ele com seu sorriso charmoso.

Agradeci e me afastei mais um pouco, me sentando um pouco mais para trás. 

— E sua camiseta é perfeita. - Sorrimos.

Ele vestia um terno preto meio metalizado, e uma camiseta azul marinho com uma gravata preta.

— Sei que é você que deve chamar para o encontro, mas, será que podemos conversar?

Sorrir o mais forçado possível. Eu não queria conversa com ele, e muito menos se tocada por mãos que eu nem sonhava por onde passavam, e além do mais, eu odiava ser tocada sem eu ter concedido, e muito mais ser tocada por um desconhecido. 

— Lamento, eu gostaria muito, mas precisam de mim no salão das mulheres agora, mas não se preocupe, irei arrumar tempo para conversamos. - Pisquei para ele. — Me dê licença agora. - Fizemos um reverência, e sair. 

~ Niall ~

— Niall, preciso de um conselho. - Afeganistão apareceu em minha frente. 

— Claro, diga. - Fiz sinal para que ele se sentasse em minha frente. 

— Como eu faço para conquista uma mulher? - Sussurrou, terminando de lamber os lábios. 

Rir, apenas lembrando de quando Itália me contou que Afeganistão era apaixonado por Gemma — Irmã de Harry. Sabia que ela pergunta, tinha alguma coisa haver com Gemma. 

— Não é mais fácil  você perguntar como é para conquista Gemma? - Disse, e ele deu um leve tapa em meu ombro. 

— Fale baixo!Alguém pode escutar. 

— Desculpa. - Rir. — Afeganistão, Itália sabe disso?

— Não, nem pense contar para ela. Ela irá me matar. 

Suspirei fundo soltando o ar. 

— Primeiro : Gemma é casada Afeganistão, muito bem por sinal. E Ronald é um cara muito legal, e ótimo marido. Duvido que ela, bom, queria trair ele. 

— Ela não precisaria. Apenas se divorciar antes de termos algo. 

— Você tem 16 anos, ainda é um jovem sonhador, enquanto ela já é uma mulher madura, responsável, Rainha, está casada a quatro anos, e Ronald fez grandes conquistas na Franca, é um Rei excelente, e todos da França amam eles. Como você acha que eles reagiriam sabendo que ambos se divorciaram, e que a Rainha trocou o Rei por um adolescente? Gemma não concordaria, e você não sabe sem organizar seus trabalhos escolares, ainda mais um país. 

— Nossa, você e Itália são muitos chatos. Então quer dizer que eu tenho que esquece-la? 

— Apenas aceite que, Gemma o ver como um adolescente, aposto que ela ver você como um irmão mais novo, assim como ver Itália. E lembre-se : você já cansou de ouvir e ver como ela é Ronald são apaixonados. Não seria muita corvadia acabar com isso? 

Ele pensou um pouco, e fechou os olhos com força. 

— Não consigo, não consigo parar de olhar para ela com desejo, desejo de ser minha. - Abriu os olhos. — Ela é a primeira coisa que penso quando acordo, e a última quando ponho minha cabeça no dravisseiro. Sou apaixonado por ela dês dos 14 anos.

— Sei como se sente. Também sou apaixonado por uma garota, que infelizmente não pode ser minha. - Sorrir fraco, e apenas a imagem de Itália veio em minha mente.

Aqueles olhos verdes, e aquela boca rosada que eu me encontrava todas as noites pensando. Aqueles cabelos loiros que obtinhqm cheiro de jasmim. 

Ela era perfeita para mim. Por quê não aceitava de uma vez? 

~ Itália ~

— Oh meu Deus. América, olhe só esse daqui. - Tia May mostrará uma foto de um dos selecionados para mãe. — Que sonho de consumo. 

Tia May chegava ser engraçada as vezes quando se tratava de garotos. Que aliás, era um de seus assuntos favoritos, e coisa que ela pensava sempre. 

— Olha só ,um cozinheiro. - Mamãe pegou a foto das mãos de Tia May e começou a analisá-la. — Bonito. - Mamãe a virou para mim, erguendo as sobrancelhas e sorrindo maliciosamente. — e olhe que interessante Itália : É filho de um, dos mais famosos produtores de café. 

Mamãe e eu não estávamos nos falando muito. Talvez ela estivesse um pouco triste por nossa conversa de mais cedo. Mas não deixará isso na cara. 

— Café? - Puxei a ficha das mãos dela e comecei a ler. 

Me deparei com a ficha de James Sullivan, o ruivinho no qual foi o primeiro a conversa comigo.

Ele parecia estonteante com seu sorriso largo. O que pensará quando tirou essa foto? Será que em mim? Ou na coroa? 

A li por inteiro. 

— Ele é cozinheiro profissional, e tem um restaurante próprio, não muito conhecido. E da casta 3,e como mamãe disse: É filho de um proprietário muito famoso, que fabrica um dos melhores café do mundo. Seus principais hobbes são : Preparar comida mexicana, fazer café, e ...- Rir. — dá banho em cachorros. 

— Ele é extremamente bonito.  - Madame Marlee disse, ao analisa a foto ao meu lado. _ mas, o meu preferido nem preciso falar. 

Sorrimos. 

Olhei para Bélgica se estava sentada na cadeira enrolando as pontas de seus cabelos curtos, enquanto encarava a mesa. 

— E você Bélgica, gostou de algum? - Perguntei, e a mesma simplesmente me ignorou. — Gemma olhou para ela, e mexeu sua mão de cima par abaixo na frente do rosto da mesma, mas ela nem piscar piscou. — Bélgica! - Gritei.

— O que? Me chamam? - Ela piscava várias vezes como é tivesse saído de um transe. 

— O que achou desse daqui? - Mostrei a foto. 

— Bonito. 

— Nossa, que seca. - Tia May disse. — Itália, se você não quiser, estou aceitando. 

Caímos na gargalhada, gargalhada que dava para se ouvir

Olhamos todas fichas. E me perguntei, como eu conseguiria decorar todos esses nomes? Um mais difícil que o outro? Como iria gravar todas essas fichas? 



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