História A Seleção - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Coroa, Jelena, Justin, Monarquia, Romance, Selena
Visualizações 260
Palavras 2.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amores, como estão?
Está pequeno eu sei mas adorei escrever esse capítulo ❤️. Gostaria de agradecer a @Rapmon_uchiha por ter me ajudado a desenvolver a ideia. Espero que ele esteja do jeitinho que me deu ideia ❤️
Boa leitura e não se esqueçam de dizer o que acharam ❤️

Capítulo 14 - O Bilhete


Fanfic / Fanfiction A Seleção - Capítulo 14 - O Bilhete

POV Justin 

Já se passava das três horas da tarde quando comecei a me arrumar para encontrar com uma de minhas selecionadas, senhorita Elsa. Fazia algum tempo que queria a levar a algum lugar no qual pudéssemos conversar a sós e não pelos corredores, tinha que arrumar um jeito de tirar meus pensamentos de Selena. 

Era muito cedo para estarmos tão próximos e temo fazer uma escolha errada que pode acabar me causando algo no futuro. Toda a vida de Selena me intriga pois ela mesma não sabe sua verdadeira história, apenas o que lhe contaram e se o que eu fiquei sabendo for verdade? Não sei o que faria pois minha mente já estava em um pré-colapso. 

Nas poucas vezes em que pude conversar com Elsa, se demonstrou divertida e amigável, coisa que a maioria das meninas tentavam ser mas não conseguiam pois eu sempre conseguiu ver quem realmente eram. Faz alguns meses desde que a Seleção começou e muitas selecionadas já foram embora, as que ficaram irão junto a mim e meu pai a Itália daqui a alguns semanas. Digamos que será lá o local onde poderei pensar sobre o final dessa competição. Meu pai sempre tentava me convencer de que Selena era a pessoa certa para mim mas e se ele estivesse sendo obrigado a fazer isso? É como meu grande e velho amigo mordomo disse: durante a Seleção não se deve confiar em ninguém. 

O clima de hoje não estava bom para um passeio a cavalo como eu havia planejado então terei que fazer algo mais simples que ao mesmo tempo a agrade, se bem que ela vai gostar de finalmente ficar a sós comigo como sempre pediu. Sei que era errado estar indo a um encontro por ela ter pedido só que eu precisava distrair a mente, então por que não? 

Como sempre minhas roupas eram formais, porém não tanto quanto as que uso em noites e eventos importantes. Estava usando um blusa social azul marinho com uma calça preta e sapatos recém engraxados da mesma cor, não sabia se usava um blazer ou ia assim mesmo só que estava frio e creio que uma blusa de manga não iria me proteger da friagem que anunciava a chegada do inverno a capital de meu país. Gostaria tanto de ir a Baffin ver a neve como fazia todos os anos com minha família, infelizmente terei que abrir mão dessa vez. 

Após ficar pronto, peço para que meu mordomo envie um bilhete que pedia para que Elsa me encontrasse perto da escada principal do primeiro andar. Enquanto passava um de meus perfumes preferidos, esperei ansiosamente em meu quarto e não demorou muito até que ele retornasse com a resposta. Com um enorme sorriso estampado em meu rosto, saio de meu quarto arrumando a gola de minha blusa. 

Alguns guardas estavam perto da porta de meu quarto como o de costume mas por algo estranho ou que eu não estava sabendo, havia mais do que o normal. Dispenso as dúvidas que vieram rapidamente em minha mente e foco todos os meus pensamentos no encontro, como estava muito frio para fazer algo lá fora começo a pensar em algo que possamos fazer durante o tempo que teremos. Se bem que eu já tinha alguns palpites do que fazer. 

Caminho em passos largos pelos corredores e desço a primeira remessa de escadas rapidamente porém parei ao ver Selena saindo da ala das selecionadas. Estava completamente deslumbrante e seu rosto não parecia muito contente, carregava um pequeno bilhete em suas mãos e em passos rápidos caminhou até um dos guardas. 

— Mas que diabos eles estão fazendo? — pergunto a mim mesmo me escondendo atrás de uma das enormes colunas. 

Tentando ouvir o máximo que poderia, percebi que a conversa entre eles não era nada amigável mas o guarda fazia de tudo para deixá-la mais calma. Tenho que arrumar um jeito de ler o bilhete. 

— Eu já disse que ela está bem! — ele repetiu. 

— Então porque a enviou isso? — Selena esbravejou fazendo com que ele recuasse — Eu já disse e não quero repetir o aviso que lhe dei ontem à noite. 

Ruben pareceu ficar irritado mas se calou, provavelmente havia sido ferido com as palavras de Selena e minha curiosidade estava cada vez maior. Será que é isso que ganho por ouvir uma conversa?

— Sabe que não vou desistir dela — ele deu um passo à frente — Muito menos de você. 

Meu coração acelerou e meus punhos se fecharam em uma tentativa de contar a raiva que subiu em meu corpo ao ouvir as palavras dele. Mas que tipo de relação eles tinham sem que eu soubesse? Ela estava envolvida com ele? 

— Pois então já pode ir tirando o seu cavalinho da chuva — ela disse antes de sair de perto dele e seguir pelo corredor. 

Me espremi ainda mais entre a coluna e a parede quando ela passa e por sorte sua raiva parecia ser demais para que olhasse ou desse importância ao que estava perto. Olho ao guarda que apenas a observou ir embora e logo se retirou sussurrando algumas palavras para si mesmo como se estivesse tramando algo que eu, com toda a certeza, descobrirei. 

Assim que o corredor ficou vazio, saio de onde eu havia me escondido e vejo o bilhete no qual Ruben havia enviado caído no chão. Não me recordo de quem estava com ele durante a conversa mas isso pouco importa, tudo o que queria agora era ter a cabeça de Ruben em minhas mãos. Ninguém, eu repito, ninguém mexe com a minha garota! 

Antes que eu pudesse ler o que estava escrito nele, sinto uma mão tocar meu ombro fazendo com que eu guarde o pequeno papel em um de meus bolsos. Me viro rapidamente e sorri ao ver Elsa parada logo a minha frente. 

— Pensei que iríamos nos encontrar no primeiro andar — comentou surpresa ao me ver aqui. 

— Ah… — tento dizer algo mas nada me vinha em mente — Pensei em fazer uma pequena surpresa indo lhe buscar em seu quarto mas acabei indo devagar demais. 

Sério que isso foi o máximo que pude pensar? 

— Que fofo — sorriu e logo apertou minha bochecha fazendo que eu recuei alguns passos. 

— Vamos? — pergunto estendendo o braço a ela. 

— Vamos. 

Mesmo com minha bochecha doendo, caminho até o primeiro andar onde ficava a sala de cinema recém construída. Fazia um tempo desde eu havia dado o comando para que começassem a construir e como sempre meu pai tentou me impedir dizendo que seria melhor na época de verão pois uma parte do palácio ficaria aberta para que pudessem refazer o acústico das paredes. Felizmente consegui convencê-lo do contrário e nada melhor do que levar Elsa para ver um de meus filmes favoritos. 

— Pensei que eu teria que pedir mais uma vez o encontro — disse enquanto caminhava.

— Eu estava esperando o local no qual lhe levarei ficar pronto, acho que irá gostar — sorri e ela encostou sua testa em meu ombro. 

— Não sabe o quanto fiquei feliz quando li o bilhete. Pedi para minhas criadas fazerem este vestido especialmente para essa ocasião — comentou ao andar mais à frente e logo rodopiou. 

— É um belo vestido — e muito vulgar por sinal. 

— Espero que tenha gostado — voltou a segurar meu braço — Odiaria saber que não gostou. 

Em silêncio caminhamos até o local que ficava bem perto da ala norte, uma das que eram pouco movimentadas por ficar perto do local de treinamento dos guardas e por sinal óbvio, proibida a elas. Alguns guardas fizeram um sinal para que eu pudesse entrar com ela assim que me viram e sem questionar, não são nem loucos de abrirem a boca.

Junto com a construção do cinema pedi para que reformasse o corredor pois pedras não estavam mais combinando e como seria colocado um cômodo um tanto moderno não seria justo ficar perto de outro tão rústico. Não medo esforços para sorrir ao ver o belo resultado, estava sem a menor sombra de dúvidas melhor do que antes. As flores que pedi para colocarem hoje pela manhã estava exatamente no local em que pedi, essa pequena sensação de poder em saber que tudo estava como eu desejei me fazia sentir como se já fosse o rei. Imagine como será quando eu for! Será maravilhoso…

— Será que posso saber para onde estamos indo? — ela questionou assim que eu abri a porta. 

— Veremos um filme — digo acendendo uma pequena lâmpada perto da uma das pipoqueiras — Pipoca? — pergunto apontando para o pequeno pote com milhos. 

Tudo estava como eu esperava, fico feliz por terem seguido à risca a planta no qual disponibilizei aos homens que ajudaram na construção. Sei que não estava parecido com as fotos que vi de cinemas antes da quarta guerra mundial mas nada ficou igual, nem mesmo o clima conseguiu se manter firme com toda a radiação que foi espalhada pelo solo, ainda bem que os deuses foram bons e nos deram novamente solos férteis no qual pudéssemos erguer o reino. 

Muitas poltronas eram de cores diferentes mas sempre seguindo o padrão de tons escuros. Particularmente gostava das do canto direito que eram azuis marinho reluzente mas as pretas também não ficavam para trás. 

— Pensei que faríamos algo bem mais interessante? — Elsa sorriu maliciosamente ao se aproximar de mim. 

— O que é mais interessante do que ver uma comédia romântica? — me fingi de desentendido 

Pelo visto ela não passava de mais uma que me queria na cama. 

— Fala sério, justin — ela tirou o pequeno pote que eu havia acabado de pegar e o colocou na bancada mais próxima — Sei bem que já foi pra cama com muitas meninas, não quero ser deixa para trás. 

— Quem lhe disse essas bobagens? — a questionei confuso e sinto meu corpo bater na bancada mas me viro, o que foi um erro. 

— Não se faça de bobo — em movimentos rápido ela se sentou na bancada levando tudo o que estava em cima para o chão e logo puxou a bola de minha blusa para que eu ficasse bem próximo de seu corpo — Não seja um homem difícil. 

— Eu não fui para a cama com… — antes que eu pudesse terminar de falar, sinto seus lábios me calarem. 

Fico parado apenas sentindo suas mãos apertarem minha nunca mas não demorou muito até que eu cedesse. Seu beijo era intenso e cheio de desejo, sabia o que ela queria no final dele e temo que me deixar levar com toda a situação. 

A sala ficou mais escura assim que alguém — no qual não faço a menor ideia de quem seja — apagou as últimas luzes que permitiam que eu visse seu rosto. Minha mente não seguia os comando de meu coração e em poucos segundos minhas mãos já estavam em sua cintura retirando a pequena distância que nos respeitava. Sua pele estava mais quente a cada segundo e não perdia para a minha que parecia se esquentar cada vez mais. 

Era diferente, não tinha vontade e sim desejo. Parecia que ambos de nós não queríamos isso só que ao mesmo tempo parecia ser justo. Tento me afastar diversas vezes mas ela sempre levava minhas mãos até o fecho de seu vestido nas costas. Ela desceu os beijos até meu pescoço fazendo com que eu fechasse meus olhos desejando que ela fosse Selena mas no fundo eu sabia que nunca seria ela, sei que nunca seria capaz de tal ato antes do casamento. Selena…

Seu nome me veio como a chave para me libertar de toda a situação, abro rapidamente meus olhos e logo me afasto bruscamente de Elsa a deixando assustada. Seus olhos se arregalaram e seu rosto manteve uma expressão de surpresa. 

— O que houve? — questionou. 

— Não podemos fazer isso. É contra as regras da seleção — digo passando a mão em minha boca. Mas que merda eu havia feito? 

— Tem certeza?

Elsa saiu de cima da bancada e abriu o fecho seu vestido o deixando cair no chão dando a visão de seu corpo nu. 

{...}

Ao sair de meu encontro com a senhorita Elsa, me certifico de que será acompanhada até seu quarto por dois guardas e então sigo meu caminho em direção ao escritório de meu pai no terceiro andar. Penso algumas sobre o que aconteceu na última hora e se eu tivesse continuado tudo aquilo, onde teríamos chegado? Todas as respostas não me agradavam da forma que eu gostaria e tento as afastar sempre que posso. 

Caminho lentamente olhando todas as flores nos corredores recém colocadas, estavam tão belas, tão vivas. Creio que haviam sido recolhidas hoje de manhã junto às que foram colocadas perto do cinema, finalmente retiraram as que estavam nos vasos anteriormente. Perto das escadas, vejo um belo jarro com lindas flores vermelhas, as preferidas de Selena e sem pensar duas vezes pego uma delas. Com um sorriso no rosto, olho para a ala das criadas mas o que vi a minha frente fez com o que antes era um sorriso se desfizesse em poucos segundos. 

— Como sabia que rosas são as minhas flores preferidas? — Selena perguntou a Ruben que a seguia. 

— Sou um ótimo observador — ele sorriu — Irá aceitar meu convite? 

— Já disse que não somos mais que amigos — o respondeu olhando a flor em sua mão e percebo a expressão de tristeza no rosto do guarda — Nunca passaremos disso. 

— E quando for eliminada? 

— Não serei eliminada. 

— Como pode ter certeza disso? — questionou cruzando os braços. 

— Eu apenas… apenas acho que não serei — deu de ombros e o olhou — Se eu aceitar caminhar com o senhor no jardim, irá parar de me seguir pelos corredores? 

— Posso tentar. 

Respiro bem fundo ouvindo as palavras dela e a única coisa em que posso pensar é o fato dela ser perseguida e eu nem ao menos sabia disso. Mais um motivo para que eu consiga a cabeça desse bosta no qual faz a segurança de minha casa. 

Antes que eles pudessem continuar a conversa, Selena me olhou e assim que ia dizer algo a mim, sigo as escadas em passos pesados que ecoaram por todo o local. Meu sangue fervia em minhas veias por conta do que ouvi e mais ainda por ele estar sendo a companhia dela enquanto eu estava sendo assediado por mais uma das selecionadas. Quando penso que meu dia será glorioso, sempre me aparece obstáculos. 

Eu sabia que gostava dela, até mais que isso mas era loucura saber que tudo isso nasceu em poucos meses de convívio. Tudo faria mais sentido se o que coronel Joshua contou fosse verdade mas as minhas esperanças já haviam morrido junto ao avião que explodiu enquanto transportava toda a família Beaumont, desde aquele dia meus sonhos nunca foram tão bons. 

Ao chegar em meu escritório, vejo alguns papéis revirados e logo meu pai se virou a mim enquanto lia um dos relatórios. Respiro profundamente e caminho até ele. 

— Seus relatórios estão bem melhores — comentou sem me olhar — Fico feliz que tenha seguido meus conselhos. 

— Não estou em boa hora para conversar — disso assim que me jogo no sofá. 

— E quando está? — questionou rindo e reviro meus olhos — Como pai, sei quando algo está acontecendo na vida de meu filho. Portanto, poderia me contar o que está lhe atormentando? 

— Se eu descobrir que um guarda está tentando seduzir uma de minhas selecionadas, o que devo fazer? 

— Deve pedir a cabeça dele. 

Surpreso com sua resposta, me viro em sua direção e o encaro completamente perplexo. Meu pai durante todo o seu reinado foi contra a morte de inocentes e ouvir aqui foi como ouvir pássaros cantando em um belo dia de verão. 

— Pelo visto percebeu o interesse de Ruben Lannister na senhorita Selena. 

— Como sabe disso? — pergunto me levantando. 

— Praticamente todos do palácio já perceberam — mais uma vez ele riu fazendo minha raiva crescer mais ainda — Mas a decisão não é minha do que será feito, e sim sua. Creio que aquela rosa deveria ser de alguém — comentou apontando para a flor que deixei cair assim que entrei no cômodo. 

Olho para ela durante alguns segundos e a lembrança de Selena com o guarda voltou a viver em meus principais pensamentos. Rapidamente eu pego a rosa caída e assim que meu pai se levantou de minha cadeira, me sento ao retirar o pequeno bilhete que peguei hoje de manhã e o jogo na mesa junto à flor. 

— O que é isso? — meu pai se aproximou encantando o bilhete. 

— Leia você mesmo — faço um sinal e sem pensar duas vezes o pegou. 

“Querida Julieta, minha prima preferida 
Espero poder nos aproximar mais com a minha chegada ao palácio neste mês. Com isso, espero também me aproximar de sua bela selecionada.
— Ruben”

Meu pai arregalou os olhos enquanto lia as palavras audaciosas e sugestivas do final do bilhete. Sabia que minha expressão facial era de poucos amigos e a de meu pai não passou a ser diferente. 

— Você tem a prova e tem a decisão. Ordene o que achar o correto, estarei ao seu lado lhe apoiando em tudo — disse colocando o bilhete novamente a minha frente. 

Sem dizer nada, coloco o bilhete ao lado da flor de forma alinhada e então os observo enquanto entrelaço uma mão na outra. Depois de ter lido um milhão de vezes todas as regras da seleção, tinha em mente as possíveis punições para este caso, a que eu queria verdadeiramente não seria possível. 

— Peça para os guardas chamarem Ruben Lannister com urgência, quero ter um conversa com ele. 

— Deseja que eu esteja presente, meu filho?

— Não, pai. Será apenas eu e ele.  


Notas Finais


Elenco (atualizado): https://docs.google.com/spreadsheets/d/1-P1TrEF8XZptHGNd83ivd6vIClJPDxK_fiAhyzWYPdI
Trailer(ver pelo computador): https://youtu.be/D5-cme5hFFQ

Espero que tenha gostado, não se esqueçam de comentar dizendo o que acharam.
Até o próximo capítulo ❤️


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