História A seleção de máscaras - Capítulo 27


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Categorias A Seleção
Personagens Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Personagens Originais
Exibições 41
Palavras 686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha outrooooo.

Capítulo 27 - Tocando



Pov. Eadlyn 

-Vamos!! - Falei. Hoje irei testar os conhecimentos dos selecionados na música em prova. Minha tia decidiu passar uns dias aqui, depois da festa de ontem ela ficou tão exausta que está dormindo até agora. 

-Para onde vamos? - Perguntou John. 

-Já irão saber. - Respondo. Entrei na sala e eles me acompanharam. 

-Uau. - Disse Patrick. 

-Iremos tocar? - Falou Kevin animado. 

-Sim! Escolham seus instrumentos, iremos tocar. - Falei. Peguei uma flauta, eles pegaram instrumentos que, não tenho certeza se eles sabem tocar. 

-Um, Dois, três e... - Falou Diego na bateria. Começaram a tocar e meus tímpanos os xingaram por tamanho barulho. Quando eles pararam, John perguntou :

-E aí? - Os olhei abismada. 

-Nunca toquem em público, por favor. Nunca. Tipo, nunca mesmo. - Com isso eles riram, mas eu estava falando muito sério. Minha mãe entrou rindo. 

-Não é pra tanto, Eadlyn. - Falou. 

-É sim, deu para escutar do outro lado do castelo. - Falou tia May, com com uma cara de poucos amigos. Agora ela está de ressaca. Deu vontade de rir por seus cabelos estarem um ninho. Mas me contive. Ela sentou no sofá e minha mãe ficou no piano. 

-Agora deixem a rainha do piano se apresentar. - Falou ela, pouco convencida, minha mãe. Ela começou a tocar, suavemente, todos a admiramos tocar, até que escutamos....... Roncos? Não é possível! Tia May dormiu. Só soubemos rir dela que estava toda estirada com a cabeça tombada para trás com a boca aberta. Minha mãe continuou a tocar enquanto fazíamos besteiras na minha tia. Eu e os garotos riscamos com caneta o rosto dela todo. Depois voltamos a escutar minha mãe. Quando ela parou, Diego perguntou:

-Nós podemos voltar a tocar? 

-Não! - Gritei. Meus ouvidos não aguentariam mais uma vez. Quando minha mãe voltou a tocar, os garotos começaram a perguntar se eu queria dançar com eles. 

-Não, não quero, porque vocês, simplesmente, não sabem dançar. - Falei. 

-O que você está insinuando? - Falou Kevin. 

-Que vocês dançam mal. - Falei dando de ombros. Eles sorriram me desafiando. 

-Como, então, se dança corretamente? - Perguntaram. Saí da sala, sem o responder e peguei o que queria. Um esqueleto. O levei de volta a sala e comecei a dançar com ele do melhor jeito possível. Quando acabei, falei:

-Ele com certeza é melhor que vocês. - Falei rindo. 

-Arrasou filha! - Falou minha mãe. Mas ela falou muito alto, acordando a tia May. 

-Eu acho melhor a gente correr. - Opinei. Saímos correndo da sala ainda a tempo de escutar os gritos da minha tia.

Depois do almoço, sai um pouco para passear. Estou indo em direção a cozinha. Irei tomar um sorvete... Mas quando chegou, vejo Diego com as mãos dentro do congelador. 

-Não acredito! - Falei. Ele se virou na mesma hora com a boca toda suja de sorvete. - Você está comendo o meu sorvete? - Me fingi de séria. 

-Quer um pouco? - Perguntou com cara de besta. 

-Hum, quero! - Falei me aproximando e ele riu. Começamos a tomar o sorvete. 

-Sorvete, o sorvete é a melhor companhia. -Falei fruindo o gosto do sorvete. Ele me encarou indignado. 

-Melhor do que a minha? - Perguntou. Demorei a responder. - Não acredito. Sem sorvete para você agora. - E puxou o sorvete para o seu lado. Fiz uma cara triste com os braços estirados pedindo de volta. - Não. - Falou sorrindo. 

-Pois eu vou pegar a força. - Falei. Ele começou a rodar na bancada para o lado contrário que eu ia acabou que ele derrubou sem querer no chão e ele caiu eu ri muito, mas já que eu estava atrás dele, cai junto. 

-Ai. Além de perder a maravilha do sorvete, você ainda me fez cair? Merece ser banido. - Ameaço. Ele se assusta. - Brincadeira. - Falei sorrindo. Mas logo fechei. - Mas pode acontecer. - Ele engoliu em seco. E eu ri da situação. 

-E agora? - Perguntou.

-Agora vamos arrumar isso e sair de fininho. - Falei me levantando. Arrumamos tudo e saímos discretamente até nossos quartos para trocar de roupa.


Notas Finais


Kkkkkk.


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