História A Semana Em Que Te Conheci - KaiSoo - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Exo, Jongin, Kai, Kaisoo, Kim, Kpop, Kyungsoo
Exibições 61
Palavras 3.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - "Quarta-feira"


"Quarta-feira"


Faltavam exatos 5 dias para o Natal, a partir daquela quarta-feira.

Com esse acontecimento tão próximo, eu estava felizmente de férias do meu emprego. Não precisava de fazer as decorações natalícias na minha casa, e nunca precisara de me esforçar para comprar prendas e oferecê-las à minha família: porque simplesmente não a tinha. A minha mãe, após a morte do meu pai, voltara a casar com outro homem, e tiveram mais 3 filhos; o que me tornou basicamente invísivel aos olhos da minha mãe. Porém, isso nunca me entristeceu. Nunca fora uma pessoa carente, ou necessitada por sentimentos. Eu podia senti-los, mas já me habituara a que estes nunca fossem correspondidos; tanto em casa como na minha vida social.

E foi por esse facto que, em pleno dia 20 de Dezembro de 2017, estava completamente espantado por ir sair com Kim Jongin; uma pessoa que conhecera apenas no dia anterior. Nunca fora bom com amizades, por isso sempre tentei ficar o mais sozinho possível – para não me magoar a mim e às pessoas à minha volta. Mas havia algo em Kim Jongin que não me dáva vontade de o afastar. Queria cuidar das feridas que, por minha causa, foram feitas na sua belíssima pele; queria dizer-lhe abertamente que estava imensamente agradecido por me ter salvo; e queria voltar a deitar-me na sua casa deliciosamente confortável, em tons cremes e brancos.

Apesar de as ruas estarem a abarrotar de pessoas, eu sentia-me a pessoa mais solitária do mundo. Não só a mais solitária, mas também a mais infeliz, desgraçada e idiota. Um arrepio percorreu-me toda a espinha; coloquei as mãos nos bolsos do meu habitual blusão e olhei à minha volta, pelo meio do mar de pessoas. Toda a gente andava apressadamente e com um sorriso no rosto, pois o Natal não tardava aí. As ruas eram inundadas por decorações natalícias, Pais Natais e montras de lojas recheadas de prendas e mais prendas. Toda a gente parecia feliz menos eu, que estava mais preocupado em saber onde é que raio andava o Kim Jongin; já que nós não haviamos combinado um sítio específico para nos encontrarmos. Cansado de andar, olhei para a praça da cidade: no meio existia uma enorme e belíssima árvore de Natal, maior que muitos prédios, e que conseguia quase cegar alguém apenas com o seu brilho; mais à frente uma fonte também descomunal expelia água com cores coloridas, e à volta destas estavam apenas árvores comuns e bancos normais. Dirigi-me a um banco que se encontrava mesmo à frente da árvore gigante, sentei-me e encolhi-me dentro da roupa por causa do frio. Encarei o 'monumento' que se encontrava à minha frente com o espanto estampado na cara e com o nariz vermelho pelo frio.

A árvore era carregada de bolas vermelhas, fitas amarelas e verdes, estrelas douradas, anjinhos que carregavam flautas prateadas, luzes de todas as cores e ainda neve falsa; tudo num tamanho avassalador. Havia tanta luz que se não se olhasse para o céu negro por cima das nossas cabeças, não se acreditaria que estava de noite. Toda aquela extravagância podia ser exagerada, mas mesmo assim não lhe tirava um toque de elegância, e também de beleza. Era uma árvore de Natal que, pelo seu tamanho, parecia dar esperanças e felicidades a todos daquela cidade. Não era à toa que estava situada mesmo no meio da praça principal. Suspirei ao olhar para ela, e ao mesmo tempo começaram a cair do céu pequenos pedaços brancos: neve. Nevava, e isso fazia com que aquela árvore, tão fantasticamente 'mágica' se tornasse ainda mais ridicularmente bela. A minha mente e o meu coração estavam cheios de emoção ao ver aquela paisagem: só a neve, aquela árvore, as montras das lojas coloridas e as pessoas rindo ao meu redor tornava tudo melhor; mais puro. Mais Jongin.

"Demorei muito?" – a voz que, apesar de só a ter ouvido no dia anterior, me parecia tão habitual, ecoou nos meus ouvidos. Olhei para a minha frente, e lá se encontrava ele: tão lindo como no dia anterior. Vestia um blusão quase tão grande como o meu, e os seus cabelos estavam despenteados por causa do vento – dando-lhe um ar sexy. E, é claro, no seu rosto permanecia um sorriso que daria inveja a todos os Deuses Gregos. Um sorriso que fez o meu coração saltar para fora, e corar intensamente.

"Claro que não." – menti. Vi que, ao falar, o dióxido de carbono que saía da minha boca tornava-se claramente visível – "Acabei agora mesmo de chegar." – levantei-me do banco, sentindo logo o vento frio a passar ao pé do meu rabo aquecido – "Vamos?" – perguntei com um sorriso sincero, recebendo um aceno de cabeça silencioso em resposta. Agradeci aos céus por estar demasiado frio; assim não teria de dar uma desculpa para o vermelho que ainda permanecia na minha cara.

Caminhámos através das pessoas – muitas vezes batendo contra as mesmas – parando de 5 em 5 minutos para ver as montras das lojas. Ele ficava deslumbrado com a quantidade de prendas que as pessoas levavam nas mãos, e eu ria-me da sua inocência perante a sociedade materialista que somos. Por uns momentos bati contra o ombro de um sujeito qualquer, e perdi-me completamente dele no meio da multidão. Olhei desesperadamente para toda a gente, com esperanças de ver a sua cor de pele incomum no meio do mar de pessoas; e se ele pensasse que eu me fora embora de propósito? Que não queria estar com ele? Não queria causar-lhe um mau entendido; já com o pânico estampado na testa, ia chamar pelo seu nome, quando sinto uma mão quente tocar na minha cabeça, acariciando-me o cabelo. Virei-me para trás: era ele. Em vez de eu o encontrar, ele encontrara-me a mim.

"Já vi que não podemos andar assim." – suspirou com um sorriso nos lábios – s demasiado pequeno. Tenho a certeza que vou voltar a perder-me de ti." – bufei pelo seu comentário; odiava que falassem da minha altura, e ainda por cima assim tão descaradamente – "Podemos dar as mãos? É só até chegarmos ao café. Não quero perder uma fatia de bolo e um café grátis só por causa desta multidão!"

Encarei a sua mão que, levantada, esperava por uma resposta. Não esperava que aquilo acontecesse; pelo menos por agora. Era muito estranho: éramos os dois homens. Se nos vissem assim, iriam pensar que éramos um casal gay, quando ainda por cima não tinhamos quaisquer tipo de relação amorosa. Quer dizer, eu sempre soube a minha opção sexual; não era à toa que me espancavam na escola. Mas mesmo assim... Eu não era nada para o Jongin; apenas um rapazinho indefeso que ele salvara à duas noites atrás, e que agora teria de dar-lhe uma recompensa por isso. Só estávamos ali os dois pela minha fragilidade e a minha falta de força. Porém, eu queria; a mão do Jongin parecia tão reconfortante e quente, tal como eu sentira no dia anterior – quando ele me apertara mão. Naquela noite eu pensara para mim mesmo: eu queria o Kim Jongin só para mim, pois ele me salvara, era perfeito, e além disso eu sabia que estávamos destinados um ao outro. Eu era gay, mas seria ainda mais gay para o Kim Jongin. Mesmo estando habituado a 'amores à primeira vista', eu sabia que ele era diferente; pois eu sentia entre nós a linha do destino. Foi como se eu estivesse a apaixonar-me pela primeira vez.

Acenei com a cabeça, e timidamente agarrei a sua mão que, espantosamente, estava tão quente como se tivesse estado à frente de um aquecedor. Olhei para ele, e ele sorriu-me, como se me dissesse "Não ligues ao que as pessoas disserem"; e com isso abaixei o olhar, corando enquanto observava os meus próprios passos. Cerrei a minha vista, deixando que ele me guiasse no meio da multidão, e com isso permiti-me sentir, ainda mais detalhadamente, o toque delicioso da sua mão. Quente, suave, delicada, grande, perfeita – estes eram apenas alguns adjectivos que descreviam a sua mão. Ela conseguia envolver a minha de tão grande que era; e com isso, aquecia-a tanto quanto ao meu coração. Agora não era só a minha mão e a minha cara: todo o meu corpo parecia estar a ferver lentamente, e era um acontecimento lindo de se sentir. Voltei a espreitar por entre as minhas pestanas: como ia mesmo à minha frente, a guiar-me, eu conseguia ter uma visão explêndida das costas de Kim Jongin. Não apenas das suas costas, mas também dos seus braços, das suas pernas, da sua nuca, e por fim, acima da sua cabeça, do ar que saía da sua boca por causa do cansaço. Tudo parecia tão perfeito que não dáva nem para questionar. Já nem me importava com o que as pessoas pelo caminho sussurravam de nós: tudo que o que eu sabia era que me estava a apaixonar, e não queria que ele se fosse embora.

Nem reparei no momento em que chegámos ao café. Estava tão imerso nos meus pensamentos, e estes só se quebraram quando ele retirou a sua mão da minha, deixando-a fria novamente. Entristeci com o acto, mas não me abalei: não podia deixá-lo saber dos meus verdadeiros sentimentos. Entrámos dentro do estabelecimento, com ele a segurar-me a porta para eu passar. Lá dentro estava muito quente e era bastante acolhedor; as paredes eram revestidas de um branco simples e quadros, mas a decoração era bastante detalhada e decorada com tons vermelhos e verdes – típico para o Natal. Surpreendi-me com o facto do Jongin gostar de ir comer num sítio modesto como aqueles; ele tinha cara de andar sempre com um fato e gravata, e de ir jantar ou tomar café em sítios chiques. Pelos vistos era eu que estava enganado, e isso motivou-me a querer saber mais sobre ele. Caminhámos para o fundo do café, e sentámo-nos numa mesa para dois, com lugares um à frente do outro.

"O que é que queres comer?" – questinou-me com um olhar calmo, pegando no menú que estava em cima da mesa.

"N-Não sei..." – corei, encolhendo-me na cadeira. No momento em que me tinha sentado é que tinha repensado bem na vergonha de ter andado de mãos dadas com ele: só queria um buraco para me esconder, e ter fome não estava nos meus planos, por causa dos nervos que consumiam a minha barriga – "Eu não conheço bem este café. Aliás, nunca cá tinha vindo."

"Então eu peço para ti." – sem me deixar responder, chamou uma empregada que passava por nós – "Boa noite. Eram dois cafés de leite, e três fatias de bolo de chocolate." – pediu com uma voz sedutora, porém natural.

só?" – perguntou a empregada com um sorriso perverso na cara, claramente interessada no meu Kim Jongin. Mandei-lhe um olhar de puro desprezo, e ela parou de sorrir: tinha finalmente entendido o recado – "Trarei tudo em menos de cinco minutos meus senhores." – e com isto dirigiu-se para o balcão, deixando-nos aos dois sozinhos novamente.

"Porque é que pediste três fatias de bolo? Somos só dois." – perguntei-lhe, tentanto esquecer o acontecimento anterior.

porque eu gosto sempre de guardar uma para levar para casa." – ele começou a brincar com o menú, fazendo uma espécie de avião de papel – "Nunca se sabe quando é que vou querer uma bela fatia de bolo, e não vou poder vir cá. Como num nevão ou assim."

O resto do tempo passou muito depressa – depressa demais para o meu gosto. Estivemos a conversar tanto sobre nós, como também da nossa família, amigos, jogos, a meteorologia, ou outras coisas inúteis e sem grande importância. Voltei a espantar-me novamente com a personalidade do Jongin: embora um pouco tímido, ele conseguia soltar uma grande piada – ou gargalhada – quando menos se esperasse. Era um rapaz que, talvez por natureza, era calado, tímido, mas no fundo muito extrovertido. Uma pessoa que era feliz. Durante esse tempo, pude também analisar bem as suas feições: como já tinha insinuado, ele era dono de um belo sorriso; as ruguinhas que ele fazia ao lado da boca quando se ria eram simplesmente adoráveis; os seus olhos, negros, mas claros à luz, eram uma das coisas mais admiráveis no seu rosto; porém, o que mais se destacava era – para além do seu sorriso – a sua pele, que era escura, uma cor semelhante à do chocolate de leite; mas não no mau sentido... Deixáva-o bastante sexy. Mais do que já era.

Quando o nosso 'encontro' acabou, ele insistiu em deixar-me em casa – tal como na noite anterior. Caminhávamos lentamente um ao lado do outro, em silêncio, mas por vezes deixando algumas frases escaparem das nossas bocas trémulas. A neve ainda caía do céu com a mesma pouca intensidade, fazendo-nos por vezes levantar a cabeça em direção à mesma e admirá-la com encanto.

Eu podia não saber ler mentes, mas de uma coisa eu tinha a certeza: tanto eu como ele não queriamos ir embora e separarmo-nos ali. Mas existia uma barreira; uma espécie de vedação invísivel que nos impedia de dizermos claramente os nossos mais infinitos pensamentos; talvez fosse apenas o nosso orgulho. Só sei que quando chegámos à frente da minha casa, ambos parámos e ficámos frente a frente, ainda no mais aterrador silêncio. As minhas mãos brincavam uma com a outra, enquanto eu encarava os meus próprios pés, ciente que Kim Jongin me analisava de cima a baixo. Eu queria que ele me beijásse; conhecia-o à apenas dois dias, num pouco espaço de tempo – mas ele parecia ser a pessoa que mais se preocupava comigo neste mundo.

As minhas bochechas (obviamente coradas de vergonha e de frio) aqueciam o meu corpo, fazendo contraste com os meus pés que pareciam querer congelar com o gelo fino que se encontrava no chão, através dos meus velhos ténis All Star pretos. Levantei o meu olhar, que facilmente encontrou o seu; larguei um pequeno riso ao ver que as suas bochechas também coravam levemente, e sorri por ver aquele lindo rosto másculo estar a ficar cada vez mais vulnerável. A minha rua estava deserta – parecia até que as pessoas tinham feito de propósito e se tinham ido embora, apenas para nos deixarem aos dois sozinhos; mas eu sabia que o mundo não giráva à nossa volta.

O meu coração parou ao ver que o seu rosto aproximava-se devagar, mais precisamente na direção do meu. Cerrei os olhos, corando ainda mais de excessivas expectativas – eu queria aquilo? Ele era quase um estranho para mim; mas também já nos conheciamos tão bem, através de conversas sem fim. E se fosse tudo mentira? E se o Kim Jongin que eu julgava conhecer tão bem não existisse, e fosse apenas uma farsa? Um homem com uma máscara. Não seria o primeiro nem o último que eu conheceria. Porém, algo não me fez parar: o facto de sentir que tudo o que eu vira e ouvira não era mentira; eu tinha a certeza – eu amava aquele Kim Jongin sincero e amoroso. Desde o dia anterior, quando o encontrei no quarto do seu apartamente extremamente creme; tudo o que eu queria era refugiar-me nos seus braços para que ele me protegesse do mundo. Mas o meu orgulho – aquele que me pertubava a vida inteira – não queria isso; eu não era apenas uma heroína de um filme de terceira, onde é protegida todos os segundos pelo lindo galã: eu era Do Kyungsoo, ex-aluno da faculdade de línguas, e um dos melhores em inglês e francês. Agora, com vinte e dois anos, no início da minha carreira como tradutor de programas de televisão, eu não me podia deixar ir abaixo por causa de coisas fúteis como lindos rapazes de pele escura.

No entanto, eu sabia que toda esta conversa fiada na minha mente era apenas para espantar o facto de Kim Jongin me ir beijar. Eram os nervos a invadirem-me o raciocínio.

Os meus olhos arregalaram-se ao sentir, não um pesar sobre os meus lábios, mas sim na minha cabeça. Olhei para ele com a boca entreaberta, e com uma expressão claramente espantada. A sua boca mostrava um sorriso carregado com uns dentes brancos, umas ruguinhas dos lados, e uns olhos semi-fechados. A sua mão (quente), pousava delicadamente em cima da minha cabeça, mexendo-se um pouco – ele estava a afagar-me os cabelos, como se eu fosse uma criança pequena. A sua expressão tornou-se mais calma, e eu não conseguia tirar os olhos dele. Foi como se todo o frio desaparecesse, e eu estivesse com toda a minha mente concentrada somente no maravilhoso e único Kim Jongin.

"Vêmo-nos por aí, Soo-hyung." – a sua voz estava calma, mas sabia-se claramente que ele estava nervoso – "Então... Adeus." – a sua mão saiu da minha cabeça, assim como o seu rosto saiu do meu campo de visão. Ele virou-se de costas para mim, pôs as mãos nos bolsos e não me disse mais nada.

Eu também não me despedi; apenas queria impedir que houvesse um fim daquele dia, através de uma despedida. Eu não queria perdê-lo daquela maneira; não queria que ele fosse apenas um conhecido que me iria apenas cumprimentar rapidamente quando nos vissemos na rua. Mas eu também não podia impedi-lo, pois se ele não queria nada comigo, então não iria forçá-lo. Então... Quem daria o primeiro passo? Gostava que fosse eu, mas como já disse, sou demasiado tímido e orgulhoso. Só queria que as coisas levassem o tempo que precissassem, mas por alguma razão, com o Jongin eu estava a tornar-me muito impaciente. Tudo precisava de ser naquele exato momento, ou então era como se me tivessem dado uma chapada na cara – tal como quando eu pensara que ele me ia beijar.

"J-Jongin!" – chamei-o, fazendo com que a neve que caía à minha frente desviasse do seu rumo. Ele olhou para trás com uma expressão confusa e triste – "I-Isto não é um adeus. É apenas um agradável 'até logo'." – e com isto fi-lo sorrir mais uma vez, com um dos seus sorrisos mais belos. Não me respondendo, ele apenas acenou com uma mão, e foi uma imagem que parecia combinar com o cenário à nossa volta, como se estivessemos num romance policial. Fiquei a vê-lo desaparecer na esquina com outra rua, até que decidi entrar em casa pois estava a congelar.

Eu tinha a certeza de que ele voltaria.    




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