História A Semana Em Que Te Conheci - KaiSoo - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Exo, Jongin, Kai, Kaisoo, Kim, Kpop, Kyungsoo
Exibições 45
Palavras 619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - "Quinta-feira"



"Quinta-feira"

Aquela quinta-feira foi muito dolorosa, pois Kim Jongin não voltara para me visitar.

Estava uma manhã normal dentro da minha casa - enquanto que lá fora já não nevava, mas tudo estava envolvido em montes de neve gelada. Parecia que alguém tinha feito de propósito e atirado neve para a cidade, deixando uns 20cm dessa substância taparem as portas das casas. Perguntei-me mentalmente - enquanto abria as cortinas do meu quarto - se na noite anterior o Jongin tinha chegado em segurança ao seu lar. Na televisão diziam que estaria a nevar o dia todo, e que muitas das ruas e estradas estariam impedidas por causa da neve - aquilo deixou-me nervoso. Eu não sabia no que é que o Jongin trabalhava, pois não tinhamos conversado sobre isso nas nossas calorosas conversas; mas e se fosse algo perigoso, em que ele teria de sair de casa e andar de carro?

Fiquei nervoso à toa, pois lembrei-me de que estávamos ambos de férias devido ao Natal, e que havia 80% de probabilidades de ele não ir conduzir.

Caminhei até à minha cozinha para preparar um café bem forte; esperaria que ele fosse bater à minha porta. Nunca na minha vida faria o contrário, por questões de orgulho. (sim, novamente esse maldito sentimento) E, após um belo café bem tomado, à frente da minha televisão e dentro da minha caminha, decidi que tinha de vestir-me. Não podia receber o Jongin de pijama, e muito menos sem tomar um banho ou pentear o cabelo. Caminhei até ao pequeno compartimento e tomei um banho rápido e simples. Vesti-me com algumas das minhas melhores roupas, e fiz com que a minha franja fosse permanecer no mesmo sítio durante todo o dia. Em menos de 15 minutos estava pronto. Mas... Pronto para quê? Eu não fazia ideia se o próprio Jongin sequer viria; estava apenas a agir de acordo com os meus instintos.

Andei o dia todo a procurar alguma coisa para fazer, e estive vezes sem conta a andar à roda por toda a minha casa. Tentei cozinhar algumas receitas que à tempos queria experimentar, mas estranhamente acabava tudo num imenso desastre; peguei num livro que à tempos queria ler por o achar extremamente interessante, mas acabava sempre por ir à janela da sala ver se lá embaixo estava o Jongin a tocar à porta; liguei a televisão para tentar me entreter com programas aleatórios que passavam, mas a minha mente só viajava em direção ao rapaz de pele escura; fui para o meu computador ver as minhas poucas redes sociais, mas acabei por ir procurar o nome do meu recente amigo, e desiludindo-me a mim mesmo por não encontrar lá nada. No fim, quando já eram por volta de 18:30h, deitei-me na minha cama, atirando-me de costas.

Não tinha feito nada naquele péssimo dia - apenas pensado, pesquisado e relembrado o Kim Jongin. Toquei no meu peito com uma mão, esfregando o local levemente - estava quente e batia descontroladamente, arrebentando-me a pele com as malditas expectativas. Entreabri a boca, deixando um suspiro sair, fazendo contraste com o ar frio em que estava o meu apartamento. A única coisa que conseguia ouvir era o bater do meu sangue contra as minhas veias, em conjunto com o vento do duro nevão lá fora. Perguntei-me a mim mesmo como é que um coração conseguia trabalhar tão rapidamente; um músculo tão pequeno, porém tão poderoso - ele só estava assim por causa dos meus sentimentos, estes que eram fortes apenas pelo único e estranho Kim Jongin.

Pela primeira vez na minha vida, senti uma triteza absurda - esta que saía do meu corpo através de lágrimas geladas.

Kim Jongin... Nunca mais te voltaria a ver?



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