História A Semideusa: Em busca do perdão da deusa - Capítulo 8


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Palavras 1.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Oieee capitulo postado!!

Leiam as notas finais!

Capítulo 8 - Discuto com uma filha de Ares


-Ai Manu, está me apertando muito -eu reclamo quando sinto ela apertar as tiras de minha armadura-

Manu: Tem de ser assim Lia, se alguém lhe acertar a armadura irá lhe ajudar então não sofrerá machucados profundos -eu apenas assinto, ela me entrega um elmo azul, o coloco em minha cabeça e vou para a rodinha de meu grupo, vocês devem estar se perguntando o que aconteceu, bom irei explicar, depois da minha raiva passar um pouco, Perseu tentou me ensinar novamente mas eu sou muito ruim, mas o mesmo já deixou claro que irá me ajudar, passamos mais algumas horas treinando e depois fomos almoçar, agora estou me preparando para a caça a bandeira, estou no time azul junto com o chalé de Poseidon, Atena, Hermes, entre outros, Annabeth estava passando o que deveríamos fazer, meu chalé ia entrar na mata e tentar pegar a bandeira do time adversário-

Annie: Todos entenderam? -todos nós assentimos- Ótimo, vamos ganhar! -ela diz e todos do time gritam um "vamos", escutamos um apito, olhamos para cima onde vejo Quíron e Senhor D.-

Quíron: Lembrando, não é permitido matar ou ferir gravemente, amarrar ou amordaçar, o limite é até o riacho, alguma coisa a dizer Senhor D. -ele pergunta olhando para o mesmo que nega com a cabeça- Então que comecem a caça! -diz e a trombeta é ouvida, todos nos separamos, decido entrar na floresta sozinha, Manu estava protegendo nossa bandeira junto com mais duas pessoas, começo a andar até escutar o barulhos de espadas se chocando, vou devagar em direção ao som tentando fazer o menos de barulho possível, quando chego mais perto vejo Annabeth lutando com uma garota morena, se não me engano é filha de Hefesto, olho para o lado onde vejo Perseu lutando com um garoto ele era moreno e alto assim como a garota, deve ser outro filho de Hefesto, olho para a bandeira e vejo que não tinha ninguém a protegendo, vou devagar por trás deles e Annabeth me vê, ela faz um aceno com a cabeça, continuo até chegar na bandeira, consigo a pegar, saio do mesmo jeito que fui, sem fazer nenhum barulho, entro na mata e corro rápido, quando estou quase na linha de chegada uma garota entra em minha frente, ela é alta e forte, tinha cabelos castanho claro e olhos da mesma cor, se não me engano seu nome é Fernanda-

Fernanda: Olhe, acho que isso que está em sua mão me pertence -ela diz apontando para a bandeira em minha mão- Que tal me devolver? -pergunta sínica-

-Sabe o que é? A linha de chegada está bem ali na minha frente, quando eu passar por ela eu lhe devolvo sim? -eu digo irônica e vejo seus olhos pegarem fogo-

Fernanda: Ande garota me devolva a bandeira -ela diz, a voz rude, algumas pessoas apareceram-

-Não! -eu digo firme e ela se aproxima dois passos de mim-

Fernanda: Me devolva agora por bem ou por mal, você não irá querer lutar comigo... Ou irá? -ela diz e eu me aproximo um passo parando bem em sua frente-

-Eu já disse que não! -eu falo-

Fernanda: Ótimo então vai ser por mal -ela diz e pega uma espada, eu não tinha nenhuma arma a não ser a adaga que Manu me emprestou, decido a pegar, tiro ela que estava presa em minha armadura, mais pessoas se aproximam- Acha mesmo que irá conseguir me vencer com uma simples adaga? -ela diz sarcástica e todos do time vermelho riem, eu já começo a me irritar-

-As vezes uma adaga pode ser bem melhor que uma espada afinal, ela acerta mais lugares -eu digo fria, a garota se irrita e tenta me acertar mas eu consigo desviar e passar a adaga no braço da mesma que estava descoberto, não me pergunte como, ela me encara com mais raiva ainda-

Fernanda: Você irá me pagar sua inútil -ela diz e em um movimento rápido derruba a adaga de minha mão- Como você quer lutar com uma filha de Ares sem ao menos saber segurar uma arma direito -ela diz e todos de seu time voltam a rir- Sabe você é muito ingênua -ela diz, vejo mas pessoas chegarem e pararem para nos ver- Acha mesmo que conseguiria me vencer em uma batalha? Garota se enxerga, você chegou ontem, nem treino tem e quer batalhar com uma filha de Ares? -ela diz rindo- Você é muito tola mesmo -diz passando a espada de leve em minha bochecha, sinto a lâmina afiada passar por meu rosto e logo em seguida o ardor, ela tinha feito um corte!- Agora me devolva a bandeira -ela diz se aproximando de mim, a espada esticada tocando minha garganta, começo a recuar, não iria desistir, não iria entregar a bandeira-

-Eu lhe disse que não! -digo já com um pouco de raiva-

Fernanda: Olhe me entrega essa bandeira agora, não quero lutar com você, não irá ter graça nenhuma -eu nego com a cabeça e ela suspira irritada- EU DISSE ME ENTREGUE A PORCARIA DA BANDEIRA -ela grita-

-VOCÊ ABAIXE O TOM PARA FALAR COMIGO -eu grito irritada-

Fernanda: Quem você pensa que é, deve ser filha de algum deus insignificante e quer se achar tal, se liga menina, seu pai ou mãe nem vai lhe reclamar por ter vergonha de ter uma perdedora como filha -ela diz e isso me irritada mais ainda-

-Cale a sua boca -rosno, ela gargalha-

Fernanda: Oh eu peguei o ponto fraco da princesinha? -diz sínica, alguns de seu time riem-

-EU MANDEI CALAR A TUA BOCA -eu lhe acerto um forte tapa em seu rosto fazendo meus cinco dedos ficarem marcados, nesse momento todos do acampamento já estavam nos observando, ela volta a me encarar, fogo reinava em seu olhar, a água do riacho que estava atrás de mim começa a se agitar mas a garota nem percebe-

Fernanda: VOCÊ IRÁ SE ARREPENDER POR ISSO SUA IDIOTA -ela grita e passa a espada em minha coxa por uma parte da armadura que não cobria, sinto arder, a mesma me dá um empurrão que eu acabo caindo dentro do pequeno rio que ali tinha, a minha raiva só aumenta, assim que meu corpo se encontra com a água me sinto renovada, o corte em minha bochecha já não ardia mais- É ISSO MESMO, SEU PAI OU MÃE NEM IRÁ LHE RECLAMAR POR VERGONHA -ela ri junto com os outros do chalé de Ares-

-NÃO FALE DE MEUS PAIS -eu grito com raiva, muita raiva, vejo todos se afastarem surpresos, quando percebo o que está acontecendo fico chocada, a água que estava no pequeno rio está agora muito agitada, vejo algo brilhando acima de minha cabeça, olho para cima vendo um tridente girando envolta de uma névoa verde, todos estão me olhando de olhos arregalados, vejo Quíron galopando em minha direção, quando o mesmo chega fica alguns poucos segundos me olhando surpreso-

Quíron: Ave Juliana, filha de Poseidon -ele diz, todos ficam em silêncio durante alguns segundos, pareciam em choque-

Todos: Ave! -todos dizem-

Quíron: Juliana, venha quero conversar com você -eu apenas assinto suspirando, percebo que a água já está um pouco mais calma- A caça a bandeira acabou, todos voltem para suas atividades -os outros apenas assentem ainda surpresos- Venha criança -ele chama e eu o sigo sem dizer nada querendo sair o mais rápido possível dali, caminhamos em direção a casa grande em um silêncio mortal, quando chegamos entramos, eu me sento na poltrona, o mesmo para em minha frente e suspira- Juliana..


Notas Finais


Descobrimos de quem Lia é filha...
Essa Fernanda, gostaram dela?
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