História A Sereia Azul - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mahou Shoujo Madoka Magica
Personagens Hitomi Shizuki, Homura Akemi, Kyoko Sakura, Kyosuke Kamijo, Madoka Kaname, Mami Tomoe, Oktavia von Seckendorff, Sayaka Miki
Tags Kyosaya
Visualizações 38
Palavras 2.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Hentai, Luta, Magia, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - O Relógio Quebrado


Fanfic / Fanfiction A Sereia Azul - Capítulo 33 - O Relógio Quebrado

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- quinta, 28 de abril -

50 horas para a Noite de Walpurgis

 

 

No seu casarão em Kazamino, Kyoko achava-se jogada numa poltrona com um pacote de batatinhas na mão e uma nuvem de pensamentos na mente.

No chão em volta já havia se acumulado outra vez várias embalagens e latas vazias. A compulsão alimentar de Kyoko estava mais forte que o habitual, o que sempre acontecia quando ela era tomada de ansiedade. Sua mão mergulhava no pacote e voltava, enchendo a boca de salgadinho. Entre uma batata e outra, Kyubey apareceu.

– Boa tarde, Kyoko!

Kyoko revirou os olhos.

– O que você quer, gato satânico??

Kyubey inclinou a cabeça pro lado, sentado em frente à poltrona.

– Quanta hostilidade. Apenas vim deixa-la a par dos acontecimentos recentes.

– É? Taí uma novidade. Você nos contar a verdade.

– Eu sempre digo a verdade. Apenas omito as partes desnecessárias.

Kyoko bufou, dando um sorriso ácido de sarcasmo.

– Desembucha logo, vai.

– Muito em breve, você terá uma batalha importante.

– É mesmo?

– Sim. Será particularmente desafiadora, devo acrescentar. Eu aconselharia você a convocar aliadas. Sugiro Madoka Kaname, já que vocês deixaram Homura Akemi fora de combate.

– A culpa foi dela!! Ela que surtou e veio atacando a minha Saya!

– De todas formas, ela não está em condições de atacar mais ninguém no momento.

– Vai ver é porque ela perdeu uma mão, né.

– Isto é apenas parte do motivo. A razão vai além disso.

– Como assim?

– Eu estive com ela hoje mais cedo. Homura Akemi se recolheu ao isolamento e se recusa a falar com os outros. Parece estar entrando num quadro clínico de depressão.

Kyoko franziu o cenho.

– Que estranho. Ela não parecia ser o tipo que desmorona fácil.

– Homura Akemi é uma garota incomum em vários sentidos. Seu poder é misterioso mesmo pra mim. Mas como toda Garota Mágica, até ela possui um limite de carga emocional. Cedo ou tarde, todas acabam sucumbindo ao desespero.

– Isso é horrível..

– Na verdade, é algo bastante positivo.

Kyoko encarou Kyubey espantada.

– Como é que é?

– Talvez não saiba, mas a minha espécie é capaz de extrair energia das emoções humanas. E as maiores reservas energéticas estão justamente nos sentimentos de desilusão, agonia e desespero de jovens garotas como vocês.

Kyoko continuou encarando o gato branco confusa.

– Do que está falando..?

– Como posso explicar melhor.. está vendo essas batatas na sua mão?

– O que tem..?

– Suponha que sejam Garotas Mágicas.

Kyoko olhou pras batatas.

– Na forma que estão agora, elas não tem utilidade. – disse Kyubey – Mas quando você as põe na boca, inicia um processo de extração energética. Você quebra as batatas com os dentes, tritura, ingere, e depois os ácidos do seu estômago dissolvem a massa pra extrair os nutrientes que seu corpo precisa. É a mesma coisa com as Garotas Mágicas..

Kyoko parou de mastigar na hora, os olhos piscando.

– Vocês não tem utilidade real, até terem suas emoções quebradas. – continuou Kyubey, tranquilamente – Só assim podemos extrair a energia armazenada no interior de vocês. Por isso é importante que Garotas Mágicas sofram o máximo que puderem. Elas devem ter o coração partido, as emoções trituradas e o espírito esmagado até se reduzir a pó! Quanto maior a dor e a desgraça de uma Garota Mágica, mais útil ela se torna.

Kyoko largou as batatas e se agachou até agarrar Kyubey pelas orelhas.

– Miserável.. então é por isso que você continua recrutando mais e mais vítimas, né seu maldito??

– Logicamente. É a minha função. Precisamos explorar o sofrimento. É a fonte energética mais eficaz para reverter da entropia universal!

– Ah é..? Então o que acha de contribuir um pouco?

Kyubey olhou com seu sorriso dócil e seu par de olhinhos vermelhos.

– Kyoko, você não vai me colocar na lavadora de novo né?

Kyoko também sorriu com doçura.

– Claro que não, Kyubezinho...

– Que bom.

Kyoko foi até a cozinha e colocou Kyubey no forno micro-ondas. Ela fechou a portinha, ligou na função “DESCONGELAR” e se retirou. Kyubey ficou sentado lá dentro, bem comportado, girando no prato enquanto era assado a nível molecular.

Passados cinco minutos, Kyoko ouviu a campainha da porta.

– Ué.. quem será?

Ela foi atender, e viu que era Sayaka.

– Saya..! Tudo bem?

Sayaka sorriu com desânimo. Parecia estar preocupada.

– Oi, Kyoko. Tem um minuto? Preciso falar com você..

– Claro. Entra aí.

Sayaka entrou. Ela olhou rapidamente em volta, e a primeira coisa que disse foi:

– O que é isso no seu micro-ondas?

Kyoko olhou. A portinha transparente estava totalmente coberta por uma gosma vermelha escorregadia.

– Ahn, isso aí? É uma.. receita de lasanha que não deu certo.

Nesse momento outro Kyubey passou pela porta aberta.

– Kyoko, posso comer o que tá no seu micro-ondas?

– Fica à vontade.

Sayaka estranhou.

– Não sabia que Kyubey gostava de lasanha..

– Por que a gente não conversa lá fora?? Vamos dar uma caminhada!

E rindo nervosamente, puxou Sayaka pra fora antes que ela fizesse mais perguntas.

 

ƒƒ

 

Pouco depois, Kyoko e Sayaka seguiam por um caminho estreito e lajeado de pedras.

As árvores se erguiam acima derramando suas folhas avermelhadas, e as duas foram caminhando devagar à medida que o sol começava a se pôr no horizonte.

– Maçã? – ofereceu Kyoko.

– Não, obrigada.

Kyoko guardou a fruta no bolso. Nem mesmo ela estava muito afim de comer agora.

– Então.. alguma notícia daquela garota Akemi?

– Ela não veio à escola hoje. É a primeira vez que ela falta.

– Bom, já era de se esperar.

Sayaka hesitou um segundo, e então abriu o zíper da pasta pendurada em seu ombro.

– Estive analisando isso..

Kyoko olhou para a pasta, e viu os fragmentos do escudo metálico lá dentro.

– Você catou essa coisa..?

– Depois do que aconteceu ontem, eu fiquei curiosa.. queria entender o que tinha de tão importante nele pra ela reagir daquele jeito.

– E?

– Bem, parece ser algum tipo de relógio. Fora isso, não consegui descobrir muita coisa. Tentei consertá-lo com meus poderes, mas pelo visto não é tão simples..

– Peraí, consertá-lo?

– Já que eu tenho poder de cura, achei que talvez houvesse uma chance.

– Seus poderes são pra curar corpos! Não objetos.

– Corpos, objetos.. que diferença faz?

Sayaka olhou pro chão com tristeza, enquanto fechava a pasta.

– Dê o nome que quiser. Órgãos, veias, ossos.. no fundo é a mesma coisa. Somos só uma pilha de peças e engrenagens por dentro, movidos à corda. Como esse relógio.

– Pode ser, Saya. Mas por que diabos você quer consertar isso?

– Não sei bem..

Sayaka fez uma pausa.

– Acho que é porque eu me sinto culpada.

Kyoko olhou pra ela incrédula.

– Culpada?? De quê?

– Você viu como ela ficou. O desespero dela foi pavoroso.

– Que se foda! Ela tentou te matar, lembra?

– Mesmo assim.. eu me senti mal por ela. Parecia significar muito pra ela, esse escudo.

Kyoko deu uma risada seca, balançando a cabeça.

– Você é mesmo inacreditável, Saya.

Elas chegaram num amplo pátio aberto.

– De qualquer forma, qual foi o motivo da treta? – perguntou Kyoko, enquanto atravessavam o pátio.

– É uma longa história.. é sobre isso que eu vim falar.

Sayaka se calou um minuto. Estava pensando se devia contar a Kyoko sobre o que Homura lhe disse. Sobre a verdade por trás das bruxas.. o terrível destino das Garotas Mágicas. Ela mesma se recusou a acreditar quando ouviu, mas quanto mais pensava naquilo mais se convencia de que Homura estava certa. Era impossível negar. No fundo ela sabia.. e a certeza daquilo era angustiante como o sussurrar da morte.

Sayaka parou no meio do pátio.

– Qual o problema..? – perguntou Kyoko.

Sayaka olhou durante muito tempo para Kyoko. Por fim sorriu com tristeza, e disse:

– Nada..

E desviou o olhar.

Decidiu não contar a Kyoko o que sabia. Não queria carregar o coração dela com mais aquela angústia.. já tinham uma sombra grande demais se aproximando do horizonte. Sayaka ergueu o rosto, e só então notou onde estavam. Diante dela assomava uma enorme igreja de pedra, com duas torres de cada lado. Lembrava um estilo gótico antigo, da era medieval. Num canto próximo, Sayaka viu uma grande placa de madeira riscada. Nela se lia:

 

“1ª Catedral Anglicana de Kazamino”

 

Kyoko já se achava parada na porta de entrada.

– Você vem?

Sayaka assentiu com a cabeça, e foi atrás dela.

 

ƒƒ

 

Assim que entrou, seu queixo caiu.

Sayaka nunca havia estado naquele lugar antes. O interior da catedral era imenso, e simplesmente magnífico: do chão ao teto, as paredes eram totalmente preenchidas por vitrais em mosaico. A luz do crepúsculo irradiava por aquelas vidraças, inundando todo o ambiente num esplendor dourado que beirava o sobrenatural. Sayaka achou que aquela era a visão mais próxima da divindade que ela já teve na vida.

– Essa era.. a igreja do seu pai? – perguntou ela, deslumbrada.

– O que restou dela. – disse Kyoko, indiferente – Se achou bonita agora, devia ter visto em seus dias de glória.

Sayaka imaginou o que ela quis dizer. Apesar da beleza, era visível a decadência do local. Haviam tábuas soltas pelo chão, e vários vitrais estavam quebrados.

 

Sayaka seguiu Kyoko pelo salão, e as duas subiram uma gigantesca escadaria de madeira. Tinha a forma de uma pirâmide hexagonal, e os degraus eram suspensos no ar. No topo, um altar vazio. Kyoko caminhou até o centro, virou-se para Sayaka, e se recostou no púlpito.

– Então.. sobre o que você queria falar?

Sayaka respirou fundo. Ela olhou nos olhos de Kyoko, mas não encontrou as palavras. Então achou melhor mostrar.

– Ontem à noite, eu descobri uma coisa..

Ela retirou a pasta do ombro e a depositou no chão. Então retirou de lá uma folha cuidadosamente guardada. Ela passou o papel pra Kyoko.

– O que é isso?

– Uma página do diário de Mami.

– Como você..?

– Pouco antes de morrer, ela me pediu pra ver isso. Por favor leia..

Kyoko passou os olhos pelo papel. No começo ela não esboçou reação. Mas à medida que ia lendo, seu rosto foi ficando cada vez mais anuviado. Quando terminou, ela se mostrava claramente abalada.

– Tá de sacanagem.. – falou, em voz baixa – Walpurgisnacht? A bruxa lendária??

– Então conhecia a história?

– Toda Garota Mágica já ouviu falar dessa bruxa.

Ela deu um risinho áspero e devolveu o papel pra Sayaka.

– Só não imaginei que viveria pra ver a lenda de perto..

Sayaka guardou a página.

– Então. O que nós vamos fazer?

Kyoko deu de ombros.

– Pelo que diz aí, a bruxa não deve passar por Kazamino. Se permanecermos aqui, devemos ficar a salvo.

Sayaka parou, franzindo a testa. Ela encarou Kyoko perplexa:

– Perdão.. “ficar a salvo”..?

– Você não está pensando em enfrentar a bruxa, obviamente.

As palavras de Sayaka saíram devagar, tão aturdida que estava:

– É exatamente isso que estou pensando.

– Não seja ridícula. Ninguém é capaz de derrotar Walpurgisnacht.

– Como pode ter certeza?

– Saya, os relatos dessa bruxa remontam a séculos. Ela já existia desde tempos antigos, e até hoje tá aí. Acho que isso dá uma pista.

– Vai ver isso aconteceu porque as Garotas Mágicas fugiam dela.

– Não, isso aconteceu porque toda Garota Mágica que ousou enfrenta-la MORREU tentando!

Kyoko havia levantado o tom de repente. Na imensidão daquela igreja, o eco pareceu deixar suas palavras com uma tensão ainda mais pesada.

– Você não entende, Saya. – recomeçou Kyoko, mais controlada – É impossível. Walpurgisnacht não é como as outras bruxas.. ela é diferente de tudo que você já viu. Lutar contra ela é suicídio.

– Então você não vai nem ao menos tentar..? – sussurrou Sayaka.

– Não, não vou. E se você for esperta vai fazer a mesma coisa.

– Se isso é ser esperta, então eu prefiro ser uma idiota.

Kyoko rilhou os dentes.

– Por que? Me diz, por que?? O que você ganha com isso?!

– Não se trata do que eu vou ganhar..

– Então?

– É a coisa certa! As pessoas vão morrer!!

– Ninguém vai morrer! Tenho certeza que vão evacuar as pessoas primeiro, ou algo do tipo!

– Talvez hoje, ou amanhã. Mas a bruxa não vai parar! Vai continuar destruindo cidades, e acabar fazendo vítimas uma hora! Ela já matou milhares no passado, e com certeza vai matar milhares mais se não fizermos nad...

Mas Kyoko a interrompeu com um grito furioso:

– NÃO faça isso, Saya!! – vociferou, erguendo um dedo – Não queira bancar a heroína!!! Esse não é o papel de uma Garota Mágica, não se esqueça disso!!

– Se salvar pessoas não é nosso papel, então qual é??

– Nenhum!! Nós não temos um objetivo!! Nós apenas lutamos pra sobreviver, porque vendemos nossa alma e nos tornamos escravas pela merda de um desejo!!!

Sayaka balançou a cabeça.

– Eu não acredito nisso..

– Então você é mesmo uma idiota.

– Está errada.

Sayaka se impôs com tristeza.

– É nosso dever lutar. Era nisso que Mami acreditava, e ela era a Garota Mágica mais brilhante que já conheci!

– É? – Kyoko sorriu rispidamente – E veja o que aconteceu com ela!!

Sayaka encarou Kyoko boquiaberta.

– Como você pode..?

– Estou apenas dizendo a verdade.

– Você está sendo cruel, e egoísta!!

– ENTÃO QUE SEJA!!

Kyoko berrou tão alto Sayaka até se assustou.

– Serei cruel e egoísta mil vezes, se for preciso!! Eu NÃO LIGO! Porque tudo que eu ganhei até hoje tentando ser boazinha foi dor e desgraça!!!

Houve um pesado silêncio.

Sayaka olhou para Kyoko muda de espanto, e viu algo que ela jamais esqueceu. Os olhos de Kyoko. Estavam vermelhos, mas não o vermelho habitual de suas pupilas rubi. Era o vermelho rosado e úmido que cobria tudo como um véu. As lágrimas transbordavam dos cantos, escorrendo em seu rosto. Sayaka se calou. Aquela era a primeira vez que via Kyoko chorar.

– Eu também pensava como você, Saya. Eu também acreditava em fantasias estúpidas de valentia e heroísmo! E depois de tanto lutar, me sacrificar e fazer o bem, adivinha o que eu ganhei em troca..? Minha família morta. Eu vi, Saya!! Com meus próprios olhos. Minha mãe e minha irmãzinha, penduradas no teto com uma corda!!!

As lágrimas desciam como cascata agora, e Sayaka só conseguia olhar pra Kyoko horrorizada.

– O próximo foi meu pai. Sabe qual foi a última coisa que ele me disse, antes de se enforcar?? “Queria nunca ter tido uma filha, se soubesse que ela seria uma bruxa”.

Sayaka sentiu o peito dilacerado.

A expressão de Kyoko era arrasadora e dolorosa, como nunca antes tinha visto. Quando Sayaka falou, sua voz saiu fraca e rouca devido ao nó na garganta:

– Eu sinto muito, Kyoko..

Kyoko enxugou suas lágrimas com a mão.

– ..mas ainda acho que está errada. – finalizou Sayaka.

Houve um sorriso amargo, de raiva e tristeza ao mesmo tempo:

– É? Fale de você então. Desde o início, o tempo todo se rasgou pelos outros. Fez o contrato, lutou, abriu mão de si mesma.. e pra quê??

Ela lançou a Sayaka um olhar desafiador.

– Me diz, o que de bom isso te trouxe??

Sayaka fez uma pausa, e respondeu calmamente:

 

– Eu tive a chance de te conhecer.

 

Kyoko se calou.

Pela primeira vez estava muda e desconcertada. Aquela resposta a pegou de surpresa, e ela não conseguiu encontrar mais nenhuma palavra.

Sayaka pegou sua pasta e virou de costas. Ela começou a descer as escadas em direção à saída, mas lá pra metade ouviu um estampido atrás e o som de passos correndo. Kyoko apareceu diante dela com seu vestido carmim, e a lança firmemente apontada pro seu peito. As duas ficaram se encarando no meio da escadaria, e Sayaka olhou para a lâmina pontiaguda a centímetros do seu pescoço.

– O que está fazendo..?

– Salvando você da sua própria estupidez!

Sayaka sentiu uma angústia subir pelo peito.

– Kyoko, por favor.. não faça isso.

– Não, não faça isso VOCÊ!! Eu não vou ficar aqui de braços cruzados vendo você se matar!!

– Saia da minha frente..

– NÃO!

As lágrimas recomeçaram a correr pelo rosto de Kyoko, mas seu olhar era mais intenso que nunca:

– Eu já perdi quem eu amava uma vez.. eu não vou perder de novo!!!

Sayaka fechou os olhos com força.

– Então você não me deixa escolha.

 

Quando reabriu os olhos, Sayaka se transformou numa explosão de magia que fez seus cabelos e sua capa esvoaçarem. Ela ergueu a espada contra a lança de Kyoko, e as armas se chocaram com violência entre elas..

 

.


Notas Finais


Desculpem a demora.

(agora as coisas vão começar a ficar sérias)


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