História A Sereia e o Pirata - Capítulo 11


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathanaël, Nino, Nooroo, Plagg, Tikki
Tags Adrien, Adrinette, Marinette, Miraculous, Pirata, Romance, Sereia
Visualizações 108
Palavras 859
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Misticismo, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - ENCONTROS


Fanfic / Fanfiction A Sereia e o Pirata - Capítulo 11 - ENCONTROS

Tikki -on-        

Es tinha acabado de sair do ninho aonde fui criada, já voava com facilidade, já podia ver como era o mar, pousando em uma das árvores próximas, observei, a água, limpa que brilhava com as reflexos do Sol, em um dos contos vi uma criatura, pequena, na minimo curiosa, seu dorso era como de um humano qualquer, mas do quadril para baixo parecia um peixe.

Ela olhava com admiração para a terra, mas não podia passar muito da pedra onde estava, com cuidado me aproximei, era difícil não ser percebido, por causa da minha cor,  então a criatura me percebeu logo.

-Olá passarinho -Ela falou comigo.

A minha reação foi voltar para o alto das árvores

-NÃO! Eu não vou lhe fazer mal, passarinho.

Deixei a curiosidade me tomar, pairei pelo corpo dela para observar e tentar descobrir o que ela era.

-Que criatura estranha.- Pensei alto.

-Não sou uma criatura, sou uma sereia.- Me espantei, ela me entende! Ela era meio humana e eles não entende animais.

-Como pode?

-É um dos meus poderes, meu primeiro poder, passarinha qual é seu nome?- Ela disse feliz, com um sorriso agradável e fofo, não tinha como resistir a aquilo

-Tikki...

-Marinette, é um prazer!

E de tempos em tempos, essa criatura, chamada Marinette, vinha para a praia e nós conversávamos, ela me disse o quanto queria explorar o mundo, nos tornamos amigas.

Da última vez que a vi ela estava no barco, em que aquele pirata tinha capturado ela, parecie pensativa, me perguntei o porque ela não tinha fugido dali.

-Marinette, quanta saudade. -Voei até as mãos dela- Porque ainda está nesse barco? Porque não fugiu?

-Olá Tikki, também estava com saudade- Ela me acariciou com a bochecha- Eu até tentei fugir, mas, eu tenho conhecido tantas coisas, lugares, pessoas. Uns dias atrás estava em uma festa luxuosa e...

-Está feliz?- A interrompi

-Sim..., mas ainda com saúde de casa..., sinto meu coração dividido- Mari olhou para baixo

-Humm, sabe tudo que me importa é te ver feliz... Quando o dia de sair do meu ninho chegou eu estava morrendo de medo, então meus pais disseram "Um dia todo pássaro tem que sair do seu ninho e fazer a sua própria história, mas isso não quer dizer que você tenha que nos abandonar, volte sempre que precisar, pois aqui também é seu lar"

-Entendo... Obrigada Tikki, tenho uma coisa a te pedir.

-Fale.

-Você poderia me acompanhar de agora em diante nessa viagem?

Eu pensei, não seria má ideia, ficarei na companhia de uma amiga, e ainda descobriria coisas novas.

-Tudo bem, eu embarco!

-Que bom, tenho muita coisa para contar.

E ela contou, que estava aprendendo a ler, roubando plantações, ajudando a aqueles que precisam, e a festa, o beijo, seus sentimentos.

Tikki -off-

Plagg -on-

Era apenas um filhote quando fui esquecido pela minha mãe, eram muitos filhotes, e eu era o único que tinha a cor preta, a cor do meu pai, que eu só tinha visto uma vez, pra nunca mais. Me lembro do dia, o dia em que me perdi da minha família. Quando acordei, esperando ver o rosto de um dos meus irmãos e a barriga da minha mãe, nada além da madeira da caixa aonde estávamos. Fazia pouco tempo que meus olhos se abriram, então ainda tinha dificuldade de ver, fui me guiando com o som, tentando sentir o cheiro da mamãe, e miando fraquinho.

Estava apavorado, depois de andar bastante me encolhi no chão. Ouvia coisas como "Sai de perto gato preto dá azar", "Deve ser de alguma bruxa, ninguém ia querer um gato preto e feio" até que começaram a jogar pedras, para que eu saísse do caminho. Foi o que fiz, me encolhi em outro canto, mais longe de onde estava, e mais longe da minha antiga casa.

Ouvi passos vindo em minha direção, me preparei para fugir quando foi levantado por uma mão, comecei a bater as patas no ar.

-Ei ei, calma gatinho, eu não vou te fazer mal- Era voz de um homem- Você foi abandonado também? Não tem problema pode vir comigo, tenho certeza que vai gostar da sua nova casa flutuante.

Assim conheci Adrien, o pirata que esperava que eu caçasse os ratos, prefiro peixe, e quando consigo roubo Camembert da cozinha. Mas depois que Marinette veio para embarcação ela me dá, isso já faz dela uma pessoa muito legal.

Dias se passaram, um dia vi um passarinho pousado na caravela, eu nunca havia experimentado um passarinho, minha chance!

Fui me aproximando cautelosamente, até que Marinette me impediu

-Plagg, Tikki é amiga e não comida.

-O que, eu nunca experimentei um pássaro- Reclamei.

-E não vai ser hoje, e nem vai ser a Tikki.

Bufei, quando olhei para aquela passarinha, estava rindo da minha cara.

-Tem sorte de ter alguém te protegendo- Gritei para aquele pássaro

-Não subestime o meu tamanho gato.

-É melhor os dois se darem bem, a Tikki vai com a gente na viajem, então sejam legais um com o outro.

Desse vez nós dois bufamos, é claro como ela esperaria que um caçador e uma presa se deem bem?



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