História A Sereia e o Pirata - Capítulo 14


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathanaël, Nino, Nooroo, Plagg, Tikki
Tags Adrien, Adrinette, Marinette, Miraculous, Pirata, Romance, Sereia
Visualizações 156
Palavras 937
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - O RESGATE


Adrien -on-

Como pude ser tão burro? Não acredito, como ele descobriu? e agora estou aqui preso, no meu antigo quarto, ele continua igual, a não ser pelas tabuas bloqueando as janelas. Demoraria um pouco para arranca-las de lá, iria tentar tira-las, só que estou sem ferramentas.

Estava procurando algo para usar, nada que seja útil no quarto. Não adianta mais, as minhas energias se foram, melhor ir dormir. No dia seguinte, fui acordado por uma das empregadas colocando o café da manhã na mesa. Quando ele me viu saiu rapidamente

-*Suspiro* Mais uma vez sendo evitado neste castelo.- Quando olhei para a bandeja tinha um garfo. Posso usa-lo como ferramenta, para tirar os pregos, e funcionou, nos pregos que estavam mais soltos, o resto... Melhor pensar em outra maneira.

Já tinha pensado em todas as maneiras possíveis, e toda vez me pegavam e era mandado de novo para meu quarto/cela.

Eu preciso sair daqui, Marinette pode estar com falta de água, pode acontecer algo com ela! O que faço? Devo ter passado lá no máximo 2 dias, mas para mim foram semanas. Até que ouço alguém entrar, era Felix.

-Ora seu, monte de ...-Me aproximei dele zangado.

-Ei, cada toda aquela formalidade.

-Procura no teu cu, eu enfiei lá.

-Chocado! Bom então não vai querer saber como está sua sereia.- Ele estava saindo pela porta

-ESPERA!- Deu um sorriso de canto de boca, ao ver minha preocupação.- Como ela está?

-Mal, eu queria saber de você, porque ela está com a pele rachada e não consegue andar?

-Como você pode deixar ela assim, seu...- Controlei minha raiva, isso não ajudaria Marinette.- Ela precisa de água salgada, só aguenta um no máximo dois dias fora d'água.

-Hum, valeu maninho.- Ele saiu.

Me sentei na cama, com as mãos na cabeça, percebendo que Felix estava diferente, ele não consumava, agir daquela maneira, pensando agora, eu sei que não o odiava, tinha inveja, ele teve a atenção dos pais e principalmente teve a mãe. Eu realmente deixei isso acontecer, na verdade ele era inocente, e nesses anos botei a culpa nele, realmente não ter nada pra fazer deixa você pensar. A interrupção veio do lado de fora, estava mais agitado, quando vejo a porta de abrir, com uma figura alta com os cabelos loiros, quase brancos e olhos cinzas, o rei.

-O primogênito voltou.

-Ah! Agora sou seu filho?

-Adrien! Você sempre foi meu filho! Embora...-Ele respirou fundo.- Tenha matado minha tão amada esposa. - Ele ainda pensa que foi minha culpa! Ele é cego?- Mas admito que você é muito inteligente.- Eu estava prestes a chorar, depois desse tempo todo ele não se arrependeu de ter me tratado de tal forma.-E eu quero lhe fazer uma proposta para lhe livrar da cadeia. - Ele se sente tão culpado de não poder ter protegido a esposa, que acabou colocando a culpa no próprio filho?- Você se torna conselheiro de Felix, e se livra da cadeia, já que meu plano sempre foi dar a coroa para ele.

-Eu vou pensar...

-Como queira, não demore muito.

Meu estado era de completo choque, como alguém pode ser tão frio, como ele se apaixonou, como ele pode ter filhos. Depois que ele saiu do quarto comecei a admirar minha madrasta por conseguir aturar esse homem. Eu só fiquei parado, pensando, no que tinha acontecido, e como aconteceu, devo ter ficado por dias assim, quando ouço a porta. Era Felix.

Eu não tinha mais raiva dele, nem inveja, eu só estava pensando. E em quem eu mais pensava era Lady.

-Como está Marinette?

-Em um tanque de água salgada, se recusando a atender o meu desejo.

Então ela estava nas mesmas condições que eu preso em um lugar que um dia foi seu lar.

-Escute, Felix, faça o que quiser comigo, mas deixe ela, solte-a ela nunca te fez nada, eu sim, você tem raiva de mim e não dela, só me deixe dar um último adeus.

-Sua oferta é tentadora Adrien, uma pena, pois tudo que eu menos quero é que você tenha existido!

-Tem certeza disso Felix. -Eu me levantei e fui em sua direção.

-Como?

-Uma sereia só pode realizar um desejo se ele for puro e verdadeiro, clichê eu sei, mas é a regra, talvez você não deseje tanto assim meu desaparecimento.

-NÃO QUERO MAIS OUVIR VOCÊ! -Ele gritou e saiu, eu começava a ver uma luz no fim do túnel.

Literalmente, pois depois que ele saiu entra Alya disfarçada de empregada, trazendo um carrinho de trasporte de comida. coberto por um pano branco

-Alya, o que...

Ela pede silêncio com um gesto, fecha a porta.

-Eu e Nino temos um plano para te tirar daqui. Ficamos 7 dias vigiando a movimentação do castelo até conseguimos nos infiltrar, mais 4 dias para saber aonde você estava e observar a ronda feita no seu quarto. O plano é o seguinte: Sai do quarto, escondido no carrinho, quando chegarmos na cozinha se esconda até o anoitecer, saia pela porta dos fundos, encontrará Nino, disfarçado de guarda, assim vocês se esgueiram pelo jardim.Dúvidas?

-Sim!

-Diga.

-Acharam Marinette

-Sinto muito Adrien...Nós...

-Tudo bem, ela está com meu meio irmão, ele não vai deixa-la ir até que seu desejo seja realizado.

-E qual é o desejo dele?

-Que eu desapareça.

Alya colocou as mão na boca, não acreditando que esse tipo de família existia

-Não se preocupe, eu sei o que ele realmente quer.

-O que seria?

-Primeiro tenho que sair daqui, depois visitar uma velha amiga.

O plano dos dois deu certo, já tinha saído do castelo. Agora precisava ajudar Mari a sair dali.



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