História A Sereia e o Pirata - Capítulo 17


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathanaël, Nino, Nooroo, Plagg, Tikki
Tags Adrien, Adrinette, Marinette, Miraculous, Pirata, Romance, Sereia
Visualizações 80
Palavras 1.021
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Misticismo, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - POR TRÁS DAS BORBOLETAS NEGRAS


Autora -on-

Em um lugar muito distante da capital do reino e de qualquer vilarejo, cobrido por uma estranha névoa, que fazia qualquer cor perder sua individualidade, por isso quase não se notava as borboletas negras que ficavam por ali. Havia uma torre escura neste local, era preciso a subir muito para que chegasse no quarto, nesse podia-se ver uma figura que olhava para a janela, em um quarto com móveis elegantes, mas pouco decorado, com aspecto de antigo, era um completo breu. Observando mais cuidadosamente via-se um grande aquário sujo.

-Está tudo indo bem, por enquanto.-A figura disse.- Falta pouco para conquistar Miraculuos, foi fácil controlar o rei, e agora falta pouco para controlar totalmente o príncipe. Você tem sido de grande ajuda.-O homem disse se dirigindo ao aquário.-*Bufou* Você também Lila.-Ele se virou para a porta e viu a garota morena de cabelos castanhos e olhos verde musgo.

-Claro, claro, mas vem cá, você nunca pensou em pedir um quarto melhorzinho?

-Logo terei um castelo.                                

-Ah! Sim!-Ela se aproximava do aquário.-Você desejou a morte da rainha, para que o rei ficasse louco, assim pode controla-lo, mas você não contava com Fu, que protegesse o primeiro príncipe de você, então desejou a morte desse, fazendo o primogênito fugir, o que até te ajudou a tomar o controle do segundo príncipe, e me fazer noiva dele iria ajudar a mante-lo do nosso lado e é claro para que eu também possa ficar mais rica...Estou esquecendo algo?

-Obrigado por rever todo o que fiz!- O homem disse com sarcasmo.-Não se esqueça que fui eu que te tornou nobre, que na verdade você é só uma cafetina.

-Você não querido, foi o nosso amiguinho aqui. -Ela olhou para o aquário com os braços cruzados. -Não era bem mais fácil desejar o reino de uma vez?

-Não seria tão prazeroso.

-Ah! claro. Oh sádico Hawk Moth.

Os dois sorriam de forma assustadora olhando para o grande aquário sujo e lá no fundo amarado por correntes semi enferrujadas a sereia (é um homem) de pele e cauda pálida e cabelos lilás, tinha machucados e arranhões por todo o corpo.

Enquanto isso do outro lado do pais...

Autora -off-

Adrien -on-

-Temos que arranjar um jeito de conversar com Felix. -Sentia que tinha que fazer algo para remediar o que tinha feito.

-Eu também tenho que conversar com ele, fiz algo muito errado- Acrescentou Bridgette

-Adrien você se esqueceu? Se se aproximar do castelo vai preso.

-É isso que vou fazer Nino, vou me entregar. Eu queria conversar com ele primeiro, fui o primeiro que o decepcionou.

-Quebra de tempo-

Chegamos na capital, e nem precisou de muito para os guardas me notarem. Virei rapidamente para meus amigos.

-Escondam-se

Logo os guardas me prenderam.

-Achamos você.

Eles me guiaram para o castelo, entramos em uma porta destinada somente aos guardas, descemos, eles estavam me levando para as celas, chegando lá, vi meus marujos

-CAPITÃO!!-Falaram uníssonos, os cumprimentei com a cabeça.

Passei por eles, os guardas me jogaram em uma cela do lado.

-Solicito uma audiência com o Príncipe Felix. -Gritei, mas me deram de ombros.

Quando olhei para o lado meu olhos se arregalaram, como aquilo era possível, uma caixa d'água bem do meu lado, só que a parte de trás estava quebrada...Marinette, pensei, então você fugiu, onde esteja, por favor esteja bem.

Adrien -off-

Nino -on-

Eu estava muito apavorado, como pude abandonar Adrien, tudo bem ele pediu por isso, mas eu não devia te-lo deixado...

-Calma Nino, devemos confiar em Adrein- Alya me segurou, tentando conter a minha impaciência.

-Mas o que ele fez foi muito arriscado!

-E quando ele não faz isso? Parece até que não o conhece.

-Ele teve que tomar uma medida desesperada.

-Mari-Bridgette tem razão.

-Eu sei, mas da última vez que ele fez isso, não deu muito certo e tivemos que resgata-lo.

-Então vamos fazer alguma coisa para ajuda-lo, e que vai te acalmar, vai ser um desafio, mas emocionante. Vamos roubar de volta o Chatnoir.

-*Sorriso malicioso* É isso pode me acalmar. Mari-Bridgette, quer nos ajudar?

-Só se pararem de confundir meu nome.- Ela sorriu.

-Desculpa, não fazemos por mal, é que vocês são realmente parecidas.

Tivemos que esperam o anoitecer, é bem mais fácil roubar quando se está de noite, tínhamos que apagar os guardas da torre de vigia e os de patrulha, no total dez, não era muito em comparação a algumas fazendas que já tínhamos roubado.

-Bridgette, preciso que você e Alya batam bem forte na cabeça dos guardas da torre, eu vou cuidar dos daqui de baixo, e quando terminarem desçam para ajudar.

Elas foram fazer o que eu pedi, fui desacordando os guardas, e tirando os badalos de alguns sinos, até as meninas chegarem e me acompanharem para a caravela.

-Ok, eu posso fazer isso. -Disse olhando para o timão.-Adrein já tinha me explicado, mas nunca fiz isso na prática.

-Se me permite. -Bridgette se aproximou.-Eu já velejei

-É acho melhor dar para ela Nino.-Alya disse preocupada.

Sai do meu lugar, dando espaço para que Bridgette conduzisse, saímos dali facilmente. Agora precisávamos achar um lugar para esconder a caravela. Enquanto Bridgette estava navegando fui conversar com Alya.

-Isso realmente me acalmou um pouco, obrigado.

-Você só precisava de outra coisa pra pensar. -Ela riu.

-Eu nunca te agradeci, por me acompanhar nessa viajem, nem pela ajuda que você me dá durante esse período, você largou toda a sua família e um lugar estável por mim...

-Nino,... Fiz isso por que quis, não fui obrigada fazer nada disso.

-Eu sei, mas...- Alya veio em minha direção e me abraçou.

-Nino, eu estou feliz, pelo simples fato de te acompanhar, de estar do seu lado, eu estou feliz. Por que eu te amo.-Eu retribui o abraço, era tão bom ter uma companheira como Alya, só me culpo por não ter percebido isso antes.

-Obrigado por ser paciente, por me ajudar, por me aturar, por ser você, saber exatamente o que preciso na hora certa. E me desculpe se não notei antes os seus sentimentos, até mesmo os meus sentimentos, eu te amo. -Disse por fim.



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