História A serenidade do teu olhar - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Jungkook, Lu Han, Suho
Visualizações 11
Palavras 2.872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bora lá?!
;)

Capítulo 3 - Capítulo 03


Acredito que tudo vem para um bem. Todas as coisas, boas ou ruins servem-nos de base para que sejamos resilientes. Aí está o sentido da vida. Ser alguém resiliente. Não pedi para nascer escrava, não pedi para ter pele escura, não pude escolher minha família, não tive oportunidades. Tudo sempre foi imposto a mim, só me restava agir como uma hipócrita igual às outras escravas ou então pegar minha dor e fazer dela uma coisa resiliente. E bem, eu posso dizer... fiz minha escolha.


Niterói, Brasil - 1767


Quando Polônio disse-me tudo o que eu deveria fazer eu comecei a tremer. Por fora eu parecia uma rocha, sólida e bem firme mas por dentro eu parecia um filhote ao sair do ovo, frágil e dependente.

- Vá até a parte mais funda do navio, no calabouço. Lá eles escondem os escravos mais bonitos e fortes, tudo o que terá que fazer é dizer que se perdeu de onde estava por causa de uma apresentação antes feita por ti e que ninguém vos escolheu por isso está para retornar. Quando chegar observe bem o local e faça amizade com quem mais vos agradar aos olhos, de preferência que seja uma mulher. Descubra tudo o que puder principalmente seus pontos fracos, como alguma doença ou o fato de não ser virgem e dentro de poucas horas eu apareço dizendo que perdi uma escrava minha e que a procuro pelo leilão. Vosmicê apanhará obviamente, mas tudo faz parte do plano. Depois quando chegar a hora me dirá qual é a escrava e então eu negociarei com o dono contando-lhe todas as coisas imperfeitas que sei. Ele acreditará e então me venderá a um preço mais baixo. Se fizerdes tua parte do plano conforme combinado terás uma recompensa. Não duvide de meu acordo Serena. Faça seu melhor e por nada nem ninguém nesse mundo diga sua real idade. Minta ok? Minta.-

Mentir. Eu podia fazer isto. Procurar pela escrava mais bonita. Eu podia fazer isto. Apanhar de meu dono. Eu calmamente podia sofrer isto. Mas ficar trancada com outros escravos que nem mesmo falam a minha língua e correndo o risco de contrair uma doença, isto eu já não poderia fazer. 

Na fazenda, por mais que eu não pudesse sair para outros lugares que não fosse ir a igreja, eu me sentia livre. Quando fui levada para o prostíbulo eu vivia trancada mas eu ainda tinha a minha liberdade. Mas agora, agora não. Eu teria que me comportar como um simples ninguém, uma sem nome. Eu estava prestes a me rebaixar a algo que já foi conquistado pela minha família com muito custo: o orgulho de ser visto como um escravo de gente rica. Eu não vou negar, por mais que eu e minha mãe fôssemos escravas, estávamos dentro da casa e não fazíamos serviços que exigiam esforço e isso era computado como uma espécie de privilégio. A não ser que vosmicê se casasse com um rico branco (o que era praticamente impossível para uma negra), então ficar dentro da casa era a melhor coisa que lhe podia acontecer e aconteceu conosco. Aconteceu com a minha mãe. Mas agora eu estou aqui. Não quero ser ambiciosa mas espero que minha recompensa valha a pena. 


...


Assim que chego no pequeno quartinho, me deparríspido,ma das cenas mais horríveis já vista por mim... Havia homens seminus, conseguia ver seus pintos por debaixo do minúsculo pano, também havia mulheres com bebês no colo, supus que elas teriam engravidado durante a viagem negreira, seus filhos choravam muito, no começo eu não prestei muita atenção até que entendi o motivo... Havia duas negras que não tinham leite no seio para dar e tinham pedido as outras, porém essas outras com medo de que o leite do seio faltasse não queriam dividir. Bebês, pequenos bebês inocentes, morreriam de fome nos próximos dias. 

Logo mais atrás havia um menino. Ele tinha os olhos da cor dos meus. Verdes. Verde como a grama na época da primavera. Verde como as folhas quando entram em contraste com o azul do céu. Verdes.

Não tinha nenhuma mulher tão bonita que me agradasse aos olhos, mas tinha esse rapaz. Ele seria minha missão.

Seu nome era Joaquim e ele tinha vinte e um anos. Ele e seus pais (que não resistiram a viajem e morreram), embarcaram no navio a fim de uma nova oportunidade de trabalho. Eles tinham ouvido falar da Nova Terra e então imediatamente aceitaram a proposta de vir. -Foi teu pior erro- Eu disse já em meio às lagrimas. Quanto mais ele me contava mais eu chorava, pois não conseguia imaginar o que é nascer livre e depois perder tudo. Contudo eu não me deixava manipular pelo que dizia, eu tinha que descobrir seus pontos fracos mas estava difícil. Ele falava sem parar e seu sotaque era forte fazendo-me ora rir ora chorar, por não conseguir entendê-lo em algumas vezes. 

Já era de noite e nada do senhor Polônio aparecer. Aquilo foi me dando medo, será que ele fez isso de propósito? Ele me largaria aqui? Não, acredito que não. Ele disse que eu valia ouro não disse? Eu só preciso manter a calma, descobrir o que vim descobrir e voltar para o senhor Polônio. Eu odiava admitir isto mas tudo o que eu queria era o senhor Polônio.

-Porque choras rapariga?- Joaquim aproximou-se tocando no meu rosto me fazendo olha-lo. Nessa hora eu estava sentada no chão com a cabeça entre as pernas tentando abafar o choro.

-Sint.. Eu sinto, sinto falta de minha familia - minto- Mas agora eu não tenho mais nada, eu morrerei nos braços de um homem qualquer depois que tiver me fodido e cuspido em mim. Eu já fui lá fora e foi o que me disseram. Eu queria estar inabilitada por que assim eu poderia morrer como uma negra digna, sem ser violada por velhos. Queria ter defeitos visíveis, um pequeno que fosse para que isso me acontecesse Joaquim, você pode entender minha dor?- 

-Serena acalma-te. Todos nós temos coisas pelas quais não nos orgulharíamos, ninguém é perfeito vomicê tem que es..-antes que ele pudesse terminar a frase eu o interrompí chorando mais alto e perguntando-lhe qual era a sua fraqueza. Foi rude, na verdade muito cara de pau, mas eu precisava fazê-lo. Sem gracinhas.

- Não quebrei teu queixo menina para de chorar. Acontece que eu tinha que parecer convincente. Agradeça-me pois não deixei que te pusessem no tronco mulata ordinária. E porque fede tanto? Só ficou lá três dias. Vi que defecou em suas próprias roupas. Que pena, esse vestido ficou muito bem em você. Agora olha para mim - Polônio dizia enquanto limpava meu rosto depois da surra que levei dele.- Quem é a escrava? Mostre-me. O que descobriu?

-Não é uma escrava e sim um escravo. Seu nome é Joaquim. Pais mortos, trabalhavam no campo, tinham muitas posses, comparado com aqui levava uma vida de gente rica. Seu ponto fraco é... Seu ponto é...- agora não consciência, agora não, por favor sou eu ou ele, não posso desobedecer meu dono. Se eu mentir ele descobrirá. Não vou mentir, não vou mentir, não vou mentir, não vou m..- Diz logo escrava imunda! Já estou impaciente- disse enquanto pegou com força no meu queixo me fazendo grunhir de dor.

-Ele é alto, bom para trabalhar no campo assim como já vinha fazendo antes de vir para cá.- 

-ESCRAVA DESGRAÇADA! EU VOU T..-

-ELE TEM UMA FERIDINHA NA GENITÁLIA QUE O ESTÁ COMENDO POR DENTRO SEGUNDO A CONSULTA QUE ELE FEZ AOS DEUSES DELE- eu disse tão alto quanto ele quando gritou comigo e um silêncio se instalou.

-Que inferno Serena. E não achaste um outro alguém? Esse rapaz irá morrer muito em breve, não me servirá muita coisa. E as mulheres? As mulheres, como eram?- disse ele enquanto passava a mão nos poucos fios de cabelo que ainda restavam-lhe- Todas com filhos, não são bonitas e estavam muitas magras.-

-Não importa -estala a língua- Eu preciso de alguém, uma escrava. Não posso voltar de mãos vazias, se não.. Ah mas o que eu estou falando?! Conversando com uma escrava?! Ah Polônio, ah Polônio- disse para si mesmo enquanto gargalhava. A quem ele queria enganar? Ele não conseguiria uma boa escrava pelo menos não no nível das meninas da casa. E quanto a mim? Tinha feito o que me fora pedido agora quero minha recompensa.

- Senhor, eu fiz o que me pediu. Que gratificação irei eu receber?-

-Esta- Polônio vira-se para mim com um tapa tão ardido que fica a impressão dos seus cinco dedos em meu rosto pequeno. Após isso começa os chutes e os socos, eu não sabia o que fazer apenas me deitei no chão e protegi-me do modo que consegui.

-Não ganhará nada sua escrava burra, escravos não merecem gratificações. Escravos são escravos. Lava a boca antes de dirigir-me a palavra- mais chutes- Não ouse achar que sou bom, porque bom é a única coisa que não sou! Escuta-te escrava irei dizer-te só uma vez... Cansei de ti. De hoje em diante deitarás com homens, todos os homens que te quiserem e depois limparás toda a bagunça assim como já fazia. Prepara-te para teu inferno começar.- 

Eu não iria chorar. Não daquela vez. Meu orgulho acima de tudo. E ele me deixou lá, sagrando. Sentia meu corpo doer, tentei levantar-me mas foi em vão. Aquela seria a última vez que seria humilhada, foi a minha promessa. E então adormeci. 

-Quem és tu?-

-Ei menina, acorda-te!-

-Quem és tu?-

-Ah mas vai adiantar alguma coisa mesmo escravo burro perguntar isso como coisa que ela vai te responder. Não vês que ela está desacordada? Onde a encontrou?-

- Lá fora senhor-

-Ah menino porque fizestes isso? Ela deve pertencer a um desses senhores que estão por aqui. O que faremos agora?-

-Deixe-a aqui comigo senhor, eu prometo que cuido dela.-

-Mas o que é isso? Pensas que pode seqüestrar a escrava dos outros e sair ileso? E quem disse que ela ficará com vosmicê escravo? O que tem de escravo tem de burro.-

-senhor por favor-

-ah seu..-

-Veja senhor, ela está acordando.-

Não sei ao certo quanto tempo eu fiquei desacordada mas eu sentia cada pedacinho do meu corpo doer.

-Quem são vocês? Não se aproximem de mim.- disse eu assustada quando vi àqueles dois homens me encarando. Um era negro e estava com a parte de cima do corpo a mostra e o outro era branco, devia ser seu dono.

-Não sinta medo mocinha, vimos-te lá fora ao lado do estábulo e trouxemos-te para cá.-

-Vimos-te uma ova. Eu não participei disto minha jovem. Foi esse escravo imprestável que te trouxe.-

-Onde está o senhor Polônio?- disse ainda tonta me levantando do chão.

-Quem? Não conhecemos ninguém com esse nome menina.- o escravo me disse.

-É a quem sirvo. Preciso encontrá-lo rápido. Onde me achou rapaz?-

- Já disse, ao lado do estábulo-

-Sim, eu ouvi mas não sei onde fica.-

-Como não?- O dono do escravo entra na conversa.

Eu não respondo ao senhor. Saí o mais depressa possível. Precisava encontrar Polônio, não podia ficar para trás. Eu tinha que sair daquele inferno de escravos.

-Com licença senhor tu...-

-Vosmicê!- sou surpreendida por um homem que me pega pelas pernas e coloca-me em suas costas- Estivemos te procurando por horas sabia?!-

-Me solta, me solta! Onde está me levando? Eu preciso encontrar o meu dono rapaz, eu já tenho um dono- ele nem deu atenção ao que eu dizia e colocou-me em cima de um poleiro. 

-Não se mexa escrava, fique paradinha. Se tiver sorte consigo que sejas vendida ainda hoje.- 

Não pode ser. Era o dono do navio negreiro. 

-senhor eu já fui vendida. Meu dono é o senhor Polônio de Arrais. Está me confundindo senhor- disse sem olhar nos olhos dele.

- Não. A vi com meu escravo Joaquim. É certo que não és minha mas Joaquim me contou tudo sobre vosmicê -. Ótimo, eu tinha me esquecido desse detalhe. Eu sabia tanto de Joaquim quanto ele de mim.- Encontrarei seu dono contarei tudo que sei e ele te venderá por um preço menor. Não é mesmo senhorita "eu tenho dezesseis anos"- ele falou de um jeito diferente quando disse minha idade e eu gelei. Pela minha idade eu não deveria estar em um leilão sem algum familiar. Era comum ver famílias inteiras sendo separadas nos leilões mas sempre estavam com a família, nunca se participa de um leilão duas vezes, nunca. E eu sem nenhum parente não deveria estar ali. 

-Mas senhor eu te..-

- Ora ora ora, veja o que temos aqui?!- reconheci a voz, rapidamente me virei dando de cara com um Polônio um pouco bêbado.

- É minha escrava- disse o dono do navio- Bonita não acha? Olha a cor desses olhos, lindos não?! É virgem também, ela vale ouro não?!- disse em tom de ironia. Cacete Joaquim, contaste tudo.

- Não brinca comigo - falou Polônio puxando-me pelo braço- ela é minha. 

-Bem, eu acho que não- o senhor me puxou de volta.- Vosmicê não tem opção se não vendê-la a mim Polônio de Arrais, eu sei tudo sobre ela- dizia enquanto gargalhava.

Polônio arregalou os olhos, eu sabia o que ele estava pensando, escrava burra, estúpida, inútil, não serve nem para arrancar uma informação, como esse maltrapilho sabe meu nome? O que essa desgraçada disse? 

-Esse não é meu nome.- disse ele calmo. Nem parecia o Polônio de minutos atrás que tinha chegado bêbado. - Dê minha escrava, ela pertence a mim. Única e exclusivamente a mim. Devolva-me o que é meu por direito!-

-Blá, blá, blá. Acredito que não me compreendeu Polônio de Arrais. Deve ser bonito não é? Eu quero dizer... Arrais. Tem grandes pastos verdes que são muito bem cuidados pelos seus donos. - ele passa a mão na minha barriga me empurrando com calma para trás dele.- eu cuidarei desse pasto.-

Nesse exato momento eu vejo um homem um tanto diferente. Ele andava a passos duros, vestia uma camiseta fina azul-escura muito bem passada, dava para ver sua clavícula por cima da camiseta fina, suas calças eram pretas e as botas estavam muito bem polidas e limpas de modo que era percebível enxergar que havia acabado de chegar ali. 

Ele era diferente porque tinha o rosto de um índio e ao mesmo tempo se vestia tão bem. Eu nunca tinha visto um índio naqueles trajes. Mas existe um detalhe... Sua pele. Era branca como a neve, tinha os olhos escuros como duas jaboticabas e seus cabelos estavam penteados para o lado. 

Assim que me viu parou o caminho que estava fazendo e foi até onde eu, o senhor Polônio e o dono do navio estava.

- Com vossa licença senhor, quanto ela custa?- brincadeira, só pode ser brincadeira. Mais um não.

-Ela não está a venda. Quem disse que ela está a venda?! Chispa daqui oriental esquisito.- oriental. O que é isso? Por que ele foi chamado assim?

-Sua desde quando? Pelo que sei ela pertence a mim-.

Ignorando completamente os dois ele se aproxima de mim e toca no colar que minha mãe tinha me dado no dia que saí de casa. Imediatamente o colar queima a mão dele fazendo-o fitar a mão após pô-la na boca a fim de passar a dor.

-Qual é o seu nome menina?- ele diz com um pouco de sotaque mas eu consigo entender.

-Serena, senhor.- Digo ainda perplexa pelo ocorrido. Toco no meu colar e sinto uma paz invadir meu corpo. Quem é esse homem?-

- Não interessa o nome dela para ti. Volta-te para tua terra. Venha Serena- Polônio diz ríspido, o que foi percebido pelo rapaz que lhe lança um olhar quase que mortal.

- Tem sido muito mal para comigo desde que cheguei, não achas? Deveria ser mais gentil! - disse o moço enquanto parecia enfeitiçar Polônio com o olhar. O mais inacreditável era que polônio concordava com tudo o que o homem mais novo dizia e então começou a fazer cara de dor. Me lembrei de Tibúrcio.

- Deixe-me em paz bruxo! Minha respiração, minha respiração- polônio foi falando enquanto caía no chão - era possível ver que sua vida estava deixando o corpo, polônio iria morrer bem ali na minha frente. Foi quando instintivamente fui mais para trás do dono do navio e vi o senhor Polônio dar o último suspiro.

-Morte sem graça não? Mas bem que ele mereceu. - disse enquanto passava a mão no cabelo calmamente como se nada tivesse acontecido. - Seu colar me queimou! Porque seu colar meu queimou?-

- Senhor e eu é que sei? Nem sei seu nome - disse eu, mas cada palavra foi muito difícil de dizer. Céus! Ele tinha matado meu dono com o olhar. Que tipo de pessoa mata a outra assim? O que ele é? Polônio o chamou de bruxo. Era ele um bruxo?

- Não se aproxime de mim. Não se aproxime satã. - disse o senhor do navio fazendo o sinal da cruz.

- Serena, serena, serena...- meu Deus, meu Deus, meu Deus. Como um homem daquele que parecia um príncipe poderia virar no próprio satanás assim como o dono do navio disse?

-Quero-a. Por quanto vende?- disse o bruxo (eu deduzi), aprontando para mim, olhando para o senhor.

-P..p...po... Pode levar- o homem me tirou de trás dele e me jogou aos pés do rapaz.

- Não, eu insisto. Quanto queres?-

-Não me...me.. me mate senhor bruxo, quero dizer senhor senhor.. N.. Na.. Não.. Não sei seu nome. C.. Com...como.. te chamas rapaz?-

-Chamo-me Junmeyon Kim, senhor.


 






Notas Finais


Então né.. Kkkk

O que será que é esse colar da Serena???

Seria junmeyon Kim um bruxo mesmo???


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