História A small case - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Irene Adler, Jim Moriarty, Molly Hooper, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Personagens Originais, Philip Anderson, Sally Donovan, Sherlock Holmes
Tags Sherlock Holmes
Exibições 25
Palavras 3.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura pra vocês!
Qualquer erro me desculpem, eles serão arrumados depois.
:3

Capítulo 10 - Bad dreams - Parte II


Fanfic / Fanfiction A small case - Capítulo 10 - Bad dreams - Parte II

- O quê? Não, não, não... soltem ele! Ele não fez nada! Tio Sherlock, você não pode deixar eles te prenderem! - argumentou Molly tentando correr até o detetive, contudo, Donovan a impediu.

Antes que os oficiais algemassem de vez o moreno e o levassem para fora, ele pediu à Lestrade alguns minutos para falar com ela. Sally revirou os olhos e preferiu sair para esperá-los fora do flat.

- Eu lhe disse que vou ficar um tempo fora, e é isso que vai acontecer. Eles não estão me prendendo. - tentou acalmá-la.

- Mas ele - apontou para Greg. - falou que você vai ser preso! Você não pode ser preso! Você é bonzinho! - exclamou já com os olhos brilhando e a voz embargada.

- Er... - olhou para Lestrade e este mesmo permaneceu com a cabeça abaixada. - Mas aquilo que ele falou não é verdade. Eu não estou sendo preso, aquilo foi só... - repensou na frase em que diria e a reformulou. - Aquilo não foi nada. Então apenas me escute. - se agachou ficando à mesma altura dela. - Eu vou viajar por um tempo, não te contei isso, mas a verdade é que eu não sei quando vou voltar. - sussurrou para que apenas ela ouvisse. - Até lá, tente ser a menina legal e apaixonada por xadrez e gatos que você é. - ela concordou com um aceno e abraçou Sherlock. O moreno lhe deu um beijo na bochecha. - Eu preciso ir. - se soltou do contato e deixou que fosse algemado e levado para fora do flat.

John também prostetou, contudo Greg o advertiu que Sherlock não estava resistindo e que por isso ele poderia ser preso junto por abuso de autoridade. E foi o que aconteceu.

Já em frente ao 221B, os carros da polícia estavam estacionados e Sherlock avistou John ser escoltado por policiais e sendo posto ao seu lado.

O detetive então fez rapidamente um plano. Um de seus punhos fora algemado com o do doutor, então, sem que um dos oficiais notasse, pegou a arma de um deles com sua mão que permanecia livre.

Atirou três vezes para o ar e todo mundo os encarou.

- Não se mexam! Ele é... a minha vítima! -  apontou a arma para a cabeça do loiro e ele respirou fundo vendo o gatilho da arma muito próximo de si. - Portanto, acho melhor que vocês abaixem as suas armas! Agora!

- Façam o que ele está pedindo! - gritou Lestrade com as mãos na cabeça e se ajoelhando atrás de um dos carros.

- Quando eu disser três nós corremos. - Sherlock murmurou para John. - Um, dois, três!

E assim, saíram correndo pelas ruas com alguns policiais seguindo-os. Conseguiram despistá-los muito tempo depois entrando em um beco sem saída assim que pularam um portão de grade. Nessa mesma tragetória, escalaram um pequeno muro e agora estavam em uma outra rua que os encaminhava para o hospital. Foram então até o St. Barts e se esconderam no laboratório certificando-se que ninguém os notara.

Conseguiram retirar as algemas e John recebeu uma mensagem em seu celular.

"Onde quer que você esteja, peça ao Sherlock para facilitar as coisas. Sei que aquela demonstração com a arma foi só uma dramática maneira dele mostrar o que quer. Pode falar para ele que eu já retirei o mandato de prisão de vocês. Duvido muito que ele volte para o 221B agora, mas, peça à ele que assim que ele estiver disponível, que ele fale comigo. E quando você puder, volte para a Baker Street também. Hooper disse que quer ver vocês. - Lestrade."

- Sherlock, olhe essa mensagem. Greg disse que nós não seremos mais perseguidos, pois não corremos mais o risco de sermos presos. E a Molly... - argumentou o loiro enquanto o moreno se sentava em frente à bancada de experiências.

- Se quiser pode voltar para a Baker Street. - interrompeu o doutor. - A única coisa que preciso agora é de ficar sozinho e pensar. Diga à Molly para não se preocupar. Ah, e dê chá pra que ela se acalme. Ela gosta de chá, algo não muito comum na idade dela. Assim como eu, acho que ela é uma típica cidadã londrina.

- Okay. Tente não fazer algo contra à lei enquanto estiver aqui, Holmes. Entendido?

Sherlock deu uma leve gargalhada e concordou. O doutor saiu em seguida do hospital, procurando por um táxi que o levasse à seu local de estadia.

Com os olhos vidrados no vazio, Sherlock retomou sua expressão séria e conspícua. Pegou seu celular e digitou  uma mensagem, sendo isto a única coisa que dissipara o silêncio desconcertante do recinto.

"Telhado do St. Bartholomew. Venha brincar amanhã. - SH" - mandou a mensagem ao seu conhecido contato.

Passou a madrugada inteira acordado, não pensava em descansar em nenhum momento até que tudo aquilo estivesse completo. Quando menos esperava, já era manhã e seu celular fez um bip ecoar por todo o ambiente.

"Estou esperando. Não vejo a hora de começarmos. Me sinto tão ansioso quanto você. - JM"

Como marcado, Sherlock foi até a área mais alta do hospital, vendo Jim sentado ao parapeito com seu celular escutando uma música antiga bem conhecida.

- Oh, aqui estamos. Vivos. Você e eu Sherlock, no nosso problema. O problema final. Staying alive... - disse enquanto a música ainda tocava. - É tão chato, não acha? É apenas... tentar ficar vivo! - desligou o som e guardou o aparelho em seu bolso.

Antes disso...

Molly acordou em seu quarto ainda não entendendo muito bem o que ocorrera. Antes que o doutor saísse para trabalhar em seu consultório, perguntou se não poderia ir brincar com uma amiga em sua casa. O mesmo não recusou, apenas pediu que ela não ficasse lá até tarde do dia.

Assim que ele saiu, a garota foi até seu quarto e pegou seu gato colocando-lhe uma coleira azul pertencente ao mesmo.

- Vamos, Toby. Nós vamos fazer uma coisa muito importante hoje, que é procurar o Sherlock e ver se ele está bem. - ajustou a coleira do animal e saiu sem que mais ninguém percebesse a sua retirada.

O tempo estava como de costume, muitas nuvens no céu e o sol não exibia muitos de seus raios. Um vento frio porém aconchegante pairava toda a cidade. 

Andando então pelas ruas londrinas com o gato em mãos, Molly apenas procurava pelo quarteirão certo em que deveria ir.

- Isso Toby. Achamos o lugar, agora vamos ver se conseguimos achar ele... bom, ele me trouxe aqui um dia. Então acho que talvez ele possa ter vindo aqui fazer alguma coisa importante da qual ele falou. - fitou o grande edifício que era o hospital St. Barts e se pôs a subir todos aqueles andares por meio do elevador tentando se manter longe dos olhares de todos.

Se lembrou do laboratório em que fora uma vez, então se encaminhou para lá e, logo depois dessa sala, mais ao longe, avistou um outro grande corredor sem nenhum sinal de pessoas e com uma porta lateral entreaberta. Com a sua clássica curiosidade infantil de ter que examinar todos os lugares possíveis, subiu a escadaria em forma de espiral que havia depois da porta, e respirou fundo tomando coragem para chegar ao fim daqueles degraus. 

Se calou assim que percebera a voz do detetive como um barítono do outro lado. Empurrou a porta ao fim da escadaria com calma, e se escondeu em um canto antes que algum dos dois homens presentes ali notassem-a.

***

- Durante toda a minha vida eu procurei por distrações, Sherlock, e você foi a melhor delas até agora. Tentei até fazer com que você se sentisse feliz com a doce presença de Adler junto à você, tentei mandar algumas outras pessoas para... Oh, desculpe! - levou uma mão à boca. - Eu não deveria ter citado essa pessoa, não é? - disse James com sarcasmo.

- Você tentou também manchar o meu nome e a minha reputação. É isso o que quer afinal, não é? Você manipulou a cabeça de muitas pessoas, inclusive a de conhecidas minhas para que eu é que parecesse estar errado. - retrucou o moreno.

- Só agora é que foi enteder isso? Pensei que fosse mais esperto. - o detetive então juntou os braços atrás das costas e reproduziu o sinal que Jim fizera em seu flat, tentando achar por fim a resposta para aqueles crimes em série que Jim cometera. Esse mesmo andou próximo dele observando-o fazer os movimentos com os dedos. - Bom, pelo menos conseguiu matar uma das charadas.

- Código binário. Cada parada significa o número um, o resto, o número zero. Essa é a chave da qual você falou que havia implantado em algum local. Essa, James, é a chave que resolve o problema. Ela estava, não comigo, mas dentro da minha cabeça, pois durante todo o tempo eu soube da existência dela, apenas não percebi.

Moriarty então o fitou com uma expressão séria, e logo após, de decepção passando as mãos pelo rosto.

- Não, não, não... é muito simples. Simples! Não existe nenhuma 'chave', espertalhão! - gritou com as mãos para o ar. - Isso da qual você falou não faz nenhuma diferença, acha mesmo que eu teria uma chave de acesso que poderia fazer qualquer coisa que eu quisesse? Esse é o seu problema Sherlock, você tenta sempre mostrar para os outros que é inteligente demais.

- Mas, então...

- Quer saber como eu consegui tudo? Fácil! As pessoas são corruptas! Elas aceitam ser subornadas! - gritou.

- E os dígitos...

- Ah, fácil também! Partita number one, obrigado, Johann Sebastian Bach! - Escutou isso, Sherlock? - os dois então permaneceram em silêncio, e Molly, pensando que ela ou seu gato teriam feito algum barulho enquanto estavam escondidos, tapou a boca do filhote. - Esse, é o som da sua derrota. Agora, para finalizar o jogo, você tem apenas que terminar o que você mesmo começou. A queda.

Molly estava nervosa e queria ver sobre o quê eles estavam dizendo. Colocou apenas a face para fora da parede da qual estava escondida.

- A queda... só agora eu pude entender. Você quer que eu permaneça para sempre com a minha reputação destruída. E pra isso...

Molly correu para outro canto para poder observá-los, e Sherlock percebera. Todavia, nada dissera.

- Sim. Até que o local foi escolhido sabiamente. Você finalmente me surpreendeu, detetive do chapéu engraçado. - Moriarty se virou para olhar diretamente o detetive e viu Toby saindo de uma parede. Molly, tentando contornar a situação do momento, o puxou de volta e torcia com todas as forças que eles não haviam visto. - Oh, eu acho que eu vi uma coisa... Um gatinho! Quem será o dono dele? - perguntou com tom de voz sarcástico e ao mesmo tempo sombrio. - Booh! - apareceu ao lado da garota e ela se assustou. - Olhe só, temos uma espiã aqui... e você sabe o que eu faço com crianças que gostam de bisbilhotar? - a segurou com força pelo braço e a levou para a área visível, fazendo assim com que Sherlock a visse por completo.

- Não acha que já infernizou a vida de muita gente? Por que tentar fazer isso com mais alguém, ainda mais com uma criança? - segurou James pela gola da camisa, fazendo com que ele soltasse-a.

- Ela não é uma criança qualquer. Ela, é a criança que mora com Sherlock Holmes, o sociopata mais famoso de toda a Inglaterra. Já estou até deduzindo os seus pensamentos, e antes que você as transfira para a forma verbal, sim. Aquele tal Jonathan tinha como dever observá-la.

- Você é completamente louco! - Sherlock, ainda segurando o homem pela gola da camisa, o aproximou à pequena mureta deixando-o no ar para não sentir o chão debaixo de seus pés.

- Vai fazer o quê? Me jogar daqui de cima? Faça isso, pode ficar à vontade. Mais saiba que o futuro dos seus amiguinhos preciosos não será tão bom.

- Qual seria?

- Hummm... primeiro você tem que me deixar em pé, essa é a condição que eu imponho pra que a informação seja dita.

Sherlock mesmo estando incerto, cedeu.

Jim teatralmente colocou as mãos atrás das costas, e andou por toda a área, passando ao lado de Molly uma vez olhando-a por completo. Ao ver o homem rondando-a, a garota fechou os olhos e cerrou os punhos.

- Garota de sorte. - apenas afirmou essa frase e voltou ao assunto anterior. - Os seus amiguinhos, Sherlock, estão todos na palma da minha mão. Há atiradores de elite os observando durante todo o tempo, e assim que eu mandar, os miolos deles vão esvoaçar por todos os cantos. Você apenas tem que impedir isso. Como? A queda. Vê como as peças do quebra-cabeça se encaixam perfeitamente?

- Sim, eu vejo. Saiba que eu vou fazer isso, Moriarty, mas não porque você quer. Eu não me importo sobre como você enxerga à mim e as minhas atitudes. E também fique atento, porque um dia ou outro você vai pagar por tudo.

Jim se aproximou dele e lhe estendeu a mão para que a apertasse, como um cumprimento.

- Então acho que esse é o adeus... e eu queria te agradecer, Sherlock, por me mostrar que eu sou capaz de fazer tudo o que eu desejo. - o detetive apertou a mão de Jim e o fitou. - Os seus sonhos ruins te atormentarão pra sempre caso não faça o que eu pedi. A partir de agora, lide com isso. - tirando um revólver do bolso de sua calça, apertou o gatilho com a arma apontada para dentro de sua boca, fazendo com que a bala atravessasse sua cabeça. Seu corpo desfaleceu no chão, escorrendo sangue pelo piso.

Molly que observara toda a conversa calada e com seus olhos focados à todo momento no rosto do detetive, correu até ele não acreditando na cena que presenciara.

- Tio Sherlock, o que aconteceu? Ele... - olhou para James. - Está morto? Está saindo muito sangue da cabeça dele!

Desconcertado e com os pensamentos à mil, ele concordou.

- É, ele morreu Molly. - a garota abriu a boca pasma. - E agora eu é que tenho que te pedir algo, mas antes, espere um pouco.

Ela obedeceu e logo após o moreno retirou seu celular do bolso de seu inseparável sobretudo azul.

- Sherlock, onde você está? Estive te esperando na Baker Street. - disse o doutor saindo do táxi que passava exatamente em frente ao edifício.

- Olhe pra cima. - ele obedeceu.

- Sherlock?! Você ficou maluco? O que faz aí em cima?

- Eu queria te pedir desculpas, John.

- Pelo quê?

- Eu menti esse tempo todo, eu sou uma farsa. Eu inventei Jim Moriarty.

- Como assim? Por que diz isso? Claro que não, você conseguiu deduzir várias coisas sobre a minha vida pessoal antes mesmo de me conhecer!

- Eu pesquisei sobre a sua vida pessoal antes de você vir. Assim, eu poderia impressionar você.

- Mas existem os seus casos! Ahn, espere, eu estou indo aí, e nós vamos conver... - começara a andar, porém foi interrompido.

- Fique exatamente onde você estava. - ele obedeceu. - E mantenha seus olhos fixos em mim.

- Sherlock, por que está fazendo tudo isso?

- É o que as pessoas fazem, não? Deixam um bilhete antes de morrer.

- Não, você não vai... - Sherlock jogou o celular para um lado qualquer e se agachou ficando à mesma altura da menina, que já chorava enquanto escutava a conversa dos dois.

- Molly. Por favor. Entenda que eu preciso muito fazer isso.

- Fazer o quê? Eu não compreendi nada do que você disse.

- Então, esqueça. - ele também chorava um pouco mesmo estando com um sorriso no rosto e com a voz calma. - E faça um favor pra mim: seja responsável e tente cuidar de si mesma e do Toby o máximo que puder enquanto eu não estiver aqui. Você acha que consegue?

- Consigo.

- Isso, minha ajudante favorita. - limpou uma lágrima dela que caíra há pouco de seus olhos castanhos. - E lembre-se: você é a minha princesa do xadrez, Molly. Para sempre. - a abraçou e beijou na testa com o vento movimentando alguns de seus cachos. Ficaram assim pelo que se pareceu um longo tempo. 

Ele se soltou do abraço, subiu na mureta e encarou o chão ao longe. Nunca pensou que fosse ter uma vista daquelas .

- Espere aí, onde você vai? - ela limpava algumas lágrimas teimosas que insistiam em cair.

- Eu tenho que resolver as minhas coisas importantes. O problema final, Molly. Sei que você não sabe do que se trata, mas... saiba que é isso que está atormentando a vida de muitas pessoas. E diga ao Toby que eu também o acho legal. - olhou para trás uma última vez. - Tchau. - e com um aceno, ele pulou.

- Sherlock! - a voz do doutor Watson ecoou por toda a rua. O viu cair e se dispôs a correr para ajudá-lo. Notara que a chamada feita pelo detetive ainda estava em progresso, ia finalizá-la, quando escutou do outro lado da linha alguém respirando com dificuldade.

- Oi? Alguém está aí?

- Tio John, eu vi ele pulando! O que aconteceu? - perguntou com a voz trêmula.

- Molly?! Meu Deus... não vá para lugar algum, fique aí! Vou pedir que alguém te busque. Tente ficar calma, okay? Respire fundo. - desligou e avistou o amigo já recebendo ajuda de algumas pessoas que andavam na rua naquele instante.

Molly juntou as pernas e afundou a cabeça entre elas, tentando obedecer às ordens de John. Cantarolou a melodia da caixinha de música que ganhara de Sherlock enquanto tentava não se lembrar da cena de Moriarty se suicidando com um tiro. Infelizmente isso não era possível, pois ele estava à poucos metros de si.

Percebeu a porta sendo aberta e olhou rapidamente para o local de onde o som se originou.

Antes de Lestrade aparecer e carregá-la para fora da cena do crime junto com seu gato, ele encarou todo aquele momento boquiaberto enquanto Hooper apenas tapava os olhos com as próprias mãos tentando esquecer os problemas do mundo à sua volta.


Notas Finais


Como estão as emoções depois de ler, ahn? Podem falar o que acharam, eu não mordo :)
Kkkk

P.S : A música de Bach que Moriarty citou existe mesmo, podem escutá-la nesse link: https://youtu.be/En6F4U4YMaA
E também a da caixinha de música: https://youtu.be/FeW2S3l6GhU

Beijos e até o próximo! XD


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