História A sobrevivente - Capítulo 2


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Tags Akagami No Shirayuki-hime, Akame Ga Kill, Amnésia, Angel Beats!, Ano Natsu De Matteru, Ao Haru Ride, Ao No Exorcist, Artes Marciais, Aventura, Bakemonogatari, Bakuman, Bishoujo, Bishounen, Black Bird, Black Bullet, Black Rock Shooter, Bleach, Blood Lad, Blood+, Blood-c, Boku Kara Kimi Ga Kienai, Boku Ni Natta Watashi, Brothers Conflict, Btooom!, Bungou Stray Dogs, Charlotte (anime 2015), Clannad, Colegial, Comedia, Cosplay Complex, Crossover, Dakara Boku Wa, Dance In The Vampire Bund, Dance With Devils, Danganronpa: The Animation, Deadman Wonderland, Death Note, Dengeki Daisy, Dgray-man, Diabolik Lovers, Dn Angel, Drama (tragédia), Durarara, Ecchi, Ecchi Ga Dekinai, Escolar, Esporte, Fairy Tail, Família, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Cientifica, Free, Fullmetal Alchemist, Gakuen Alice, Gintama, Haikyuu, Hakushaku To Yousei, Harem, Hataraku Maou-sama, Hentai, Hiyokoi, Horimiya, Horror, Hunter X Hunter, Hyouka, Inazuma Eleven Super Onze, Inu X Boku Ss, Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen, Itazura Na Kiss, Junjou Romantica, Kaichou Wa Maid-sama, Kamigami No Asobi, Kami-sama Hajimemashita, Kaze No Stigma, Kill La Kill, Kissxsis, K-on!, Kotoura-san, Koutetsu Tenshi Kurumi, Kuroko No Basuke, Kurookami, Kuroshitsuji, Kyoukai No Kanata, Last Game?, Lovely Complex, Luta, Mad Father, Magia, Mirai Nikki, Mistério, Namaikizakari, Nana, Naruto, Nijiiro Days (rainbow Days), No Game No Life, Noragami, Novela, One Piece, Pandora Hearts, Poesias, Pokémon, Policial, Romance, Romeo X Juliet, Rosario Vampire, Saga, Sankarea, School Days, Seikon No Qwaser, Seito Kaichou Ni Chuukoku, Shigatsu Wa Kimi No Uso, Shonen-ai, Shoujo Romântico, Shoujo-ai, Shounen, Sobrenatural, Soul Eater, Suki-tte Ii Na Yo, Suspense, Sword Art Online, Terror, The Walking Dead, Tokyo Ghoul, Toradora, True Love, Universo Alternativo, Vampire Knight, Violencia, Visual Novel, Vocaloid, Watashi Ni Xx Shinasai!, Yamada Tarou Monogatari, Yaoi, Yu-gi-oh!, Yuri
Exibições 17
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo 2 (Vandalismo)


-É o seguinte: Nos filmes, parece uma boa ir pro interior, mas na verdade é uma péssima ideia. Depois da cidade ser totalmente infectada, eles vão começar a "viajar". Claro, vai demorar dias, eu diria uns 28, mas eles chegariam ao interior, e seria uma horda enorme. 

-Poderíamos ir com o carro.

-Sinto em dizer isso pai, mas teremos que deixar o carro. Nessa hora, já devem ter vários acidentes impedindo a passagem nas estradas e nas ruas. Teremos que ir a pé, o que será perigoso.

-Então, o que você sugere filha?- Minha mãe pergunta.

-Muito bem. Olha: Mãe, a senhora pega toda a comida e coloca nessa mochila.- Entrego uma enorme mochila a ela.- Qualquer coisa que você tenha na cozinha, coloque dentro. Pai, pegue qualquer coisa afiada, facas e coisas do tipo. Raissa e Lucas, troquem de roupa e coloquem calça jeans, blusa normal e uma jaqueta que aqueça. Peguem outras coisas úteis também. Ju, você fica responsável em encher todas as garrafas da casa com água potável. Iremos precisar. Vamos lá.

-Ok!- Todos dizem e vão fazer o que eu disse. Vou para meu quarto, me despedir e essas coisas.

-Parece que não vou vê-lo mais.- Solto um suspiro. Pego algumas roupas e coloco na mochila. Olho debaixo da cama, e pego algo que escondia dos meus pais faz tempo. Uma pistola. Por quê eu tenho uma pistola debaixo da cama? Porque como eu disse, gosto de estar preparada para qualquer coisa, e essa coisa é uma delas. Tenho cinco balas, dá pra ir até o supermercado e TALVEZ não ser morta. Vou chegando na sala, aonde todos estavam e recarrego a pistola.

-Beleza, dá para ir no supermercado.

-Aonde você conseguiu isso?!- Minha mãe diz super surpresa.

-Mariana.

-Como assim? Desde quando ela tem isso?- Meu pai pergunta.

-Sei lá. Pergunte pra ela.- Digo.

-Você não pode usar isso me dá.- Minha mãe pede fazendo um sinal com a mão.

-Até parece. Você nem sabe usar mãe.

-E você sabe?

-Eu sei o básico.- Dou língua.- Agora é sério, temos um tempo pra pegarmos suprimentos. Nos filmes, a pessoa acorda e a cidade inteira já está infectada, mas aqui deu pra ver que é bem devagar. Temos bastante tempo. Vamos.- Descemos pelas escadas mesmo, até chegarmos ao "muro" que pulamos. Não parece ter tantos zumbis lá fora, mas não podemos arriscar muito.- É o seguinte: Fiquem atrás de mim, e andem devagar. Olhem para os lados e principalmente para trás, também não devem se esquecer de olhar para cima. Raissa e Lucas ficam um pouco na minha frente.

Eles assentiram e fizeram o que pedi. O supermercado é um pouco longe, mas estamos vendo tantas pessoas correndo de um lado pro outro, que eu acho que seria pouco provável os zumbis virem em nossa direção. Ou muita sorte mesmo né. Continuamos a caminhar até chegarmos no supermercado Carone. Temos que ser muito rápidos. Vai saber quando pode estar infestado. E eu não estou afim de ver minhas família e eu no purgatório dos caminhantes. Eu tenho um teoria pra isso.

Os zumbis, também chamados de caminhantes, são pessoas que não foram julgadas por Deus, ou seja, são subjugadas. Então, estão condenadas a fome eterna, devorando a própria espécie. Ao invés de irem para o céu ou para o inferno, mas eu diria também que ser parte do purgatório, já é o inferno. Imagina: Você tem uma fome descontrolada, não consegue fazer nada além de "pensar" em comer e andar até sua presa, que é sua espécie. Você ver o quanto está se deliciando com o sabor da carne, mas vendo ao mesmo tempo o quanto é nojento e desprezível. Você se torna um infeliz aos olhos dos sobreviventes, não tem mais o que fazer, há não ser esperar misericórdia de alguém, ou melhor, encontrar alguém que consiga acertar seu cérebro.

Minhas teorias e hipóteses se baseiam em três coisas: pesquisas, conhecimento e ver para crer. Por exemplo, eu tenho esse jeito de ter que ver para conseguir acreditar, como todos que me rodeiam e acham que eu era uma pouco paranoica com essas coisas. Mas é essa paranoia, que vai nos salvar. Ou seja, estou vendo, por isso creio nisso. Porém, Deus é diferente, ele mostra o quanto é poderoso sem precisarmos "vê-lo" mas suas ações já mostram tudo. Então não confundem ver para crer com religiões. 

As pesquisas não serão mais possíveis agora nesse mundo, mas tudo o que sei e conheço irei usar para isso. Tentarei entender melhor os caminhantes, eles podem parecer como em The walking dead, mas podem ser diferentes. É real. Então, não vou fingir que é fácil lidar com mortos-vivos. Agora, o conhecimento, é tudo o que sei até agora, até o que eu entender daqui pra frente. Amadurecer, conhecer melhor os amigos e inimigos.

-Certo. Já entramos. Pode parecer que estamos seguros, mas se nos cercarem, ou se tiver um deles aqui dentro....- Digo num tom assustador.- Agora, a primeira regra: Não se separem. 

-Mas e scooby doo? Eles se separam.- Lucas disse.

-Aqui é diferente, temos que ficar juntos pois não sabemos o que vai acontecer.- Juliana explica. Claro que, eu a obriguei a assistir filmes de sobrevivência comigo, porque nunca se sabe. E ela acabou aprendendo um pouco.

-Precisamos de coisas enlatadas e muita água. Barras de cereal também, mas nada de coisas que vencem rápido. Maçãs e frutas não. Carne também não. Arroz e feijão pode ser e banana também já que não precisa de geladeira e tal.- Explico.- Agora, o que encontrarem na lista que falei, peguem.

-Você acha que eles vão conseguir lidar com isso?- Ju pergunta ao meu lado.- Quero dizer, eles sempre pensaram que era impossível, mas agora...- Ela não conseguiu terminar.- E a minha família Laís? E a Mariana? O quê vamos fazer depois disso?

-Eu tenho um plano. Nós vamos direto pra casa da Mariana, irei usar o celular para falar para sua família trancar tudo em casa e ficar com coisas afiadas. Não se preocupe, eu sei o que estou fazendo tudo bem?

-Certo. Mas... eu vi....

-O quê você viu?

-O pai.... da Mari.... Ele... não conseguiu...

-É brincadeira né Juliana? Por favor me diz que não é verdade? -Ela já perdeu a mãe com cinco anos, isso vai destruí-la!- Se a Mari souber....

-Eu sei eu sei. Mas acho que ela ainda está em casa. Ela pode estar bem certo?

-Claro. Mas como a casa dela é no bairro, nós vamos pra lá primeiro, depois nós vamos direto pra Cariacica pra pegar sua família.

-Ok.

Nunca pensei que fosse tão difícil acalmar as pessoas nessa situação, se elas não entram em pânico por fora, se refugiam por dentro, o que faz elas ficarem pior e mais vulneráveis. Mas as pessoas dessa cidade são tão desesperadas por dinheiro, que ao invés de fugirem, se arriscam para assaltar bancos e essas coisas. São muito idiotas.

-Agora vamos para o local muito legal.- Digo sorrindo e todos fica confusos, mas me seguem. Chegamos num local que eu havia visto junto com a Ju, parece uma loja de armas. Muito normal né? Mas tá.- Agora, peguem tudo que conseguirem guardar.- Eles exitaram mais obedeceram, acho que terei que ensinar pra eles como usar armas também....

Peguei um arco e flecha muito legal. Ele tem quatro tipos de flecha diferentes. Veneno, explosão, fogo e normal. São só quatro, já que o mesmo é teleguiado. A flecha volta pra ele após acertar o alvo, é muito legal. Peguei também uma catana, que aprendi na aula de luta de espadas e corpo a corpo, eu sismei meses pros meus pais me deixarem participar. Pode ter a ver com esse apocalipse, mas também sempre quis aprender. Peguei duas pistolas e bastante, tipo bastante munição. 

-Olha só, a Mariana ia adorar esse bastão.- Juliana me mostra uma bastão azul, com uma pulseira da mesma cor, com alguns botões.- Vamos levar pra ela.- Ela guarda o pequeno bastão na mochila.- E eu vou levar um refil.

-Eu quero um bastão de baseball!- Lucas diz, ele adora jogar baseball.

-Aqui.- Prendo um prego no bastão.- Acerte na cabeça quantas vezes for necessário.

-Ta bom Liss.

-E eu e eu? O que eu ganho?- Raissa pergunta animada. Nunca vi alguém animado pra isso....

-Uma pistola?- Digo incerta.

-Eba! Vou enfeitar com gliter!- Por algum motivo, ELA REALMENTE TROUXE GLÍTER! E começou a enfeitar a arma. Coitada da pistola....

-Pai, mãe. Você vão ter pistolas também.- Entrego a eles.- Só acertem na cabeça e pronto.

-Não sei usar isso.

-NÃO FAZ ISSO MULHER!- Grito antes que ela atirasse- Primeira regra: Se não for atirar, não coloque o dedo no gatilho. Segunda: Não trema. 

-C-certo.- Ela diz e guarda a pistola na mochila.

-Agora, temos que sair daqui muito rápido. Antes que as pessoas caiam na estrada e aconteçam acidentes, temos que ir muito rápido pra casa da Mariana e depois para a da Juliana. Ela tá sozinha em casa, então não sabe o que ta acontecendo.

-Perfeito.- Meu pai quebra a janela de um carro qualquer.

-Achei que vandalismo fosse crime.- Digo com uma gota.

-E é. Mas agora....- Ele dá de ombros.

-Se eu fizesse isso, apanhava.- Eu e Juliana murmuramos e entramos no carro, era uma caminhonete então eu e juliana ficamos no porta malas, atirando em todos os zumbis que se aproximavam. Eles parecem estar mais rápidos, ai merda....

-Juliana, você fica aqui e cuida deles. Vou pegar a Mari!- Digo e ela concorda, pulo do carro já preparada pra qualquer coisa. Isso é tão legal! Quer dizer, pessoas morrendo não é nada legal, mas ter essa adrenalina correndo pelo meu sangue é tão bom...

-Liss? O que faz aqui?- Mariana abre a porta de sua casa confusa.- E por quê está segurando uma arma no meio da rua?



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