História A sobrevivente - Capítulo 6


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Tags Akagami No Shirayuki-hime, Akame Ga Kill, Amnésia, Angel Beats!, Ano Natsu De Matteru, Ao Haru Ride, Ao No Exorcist, Artes Marciais, Aventura, Bakemonogatari, Bakuman, Bishoujo, Bishounen, Black Bird, Black Bullet, Black Rock Shooter, Bleach, Blood Lad, Blood+, Blood-c, Boku Kara Kimi Ga Kienai, Boku Ni Natta Watashi, Brothers Conflict, Btooom!, Bungou Stray Dogs, Charlotte (anime 2015), Clannad, Colegial, Comedia, Cosplay Complex, Crossover, Dakara Boku Wa, Dance In The Vampire Bund, Dance With Devils, Danganronpa: The Animation, Deadman Wonderland, Death Note, Dengeki Daisy, Dgray-man, Diabolik Lovers, Dn Angel, Drama (tragédia), Durarara, Ecchi, Ecchi Ga Dekinai, Escolar, Esporte, Fairy Tail, Família, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Cientifica, Free, Fullmetal Alchemist, Gakuen Alice, Gintama, Haikyuu, Hakushaku To Yousei, Harem, Hataraku Maou-sama, Hentai, Hiyokoi, Horimiya, Horror, Hunter X Hunter, Hyouka, Inazuma Eleven Super Onze, Inu X Boku Ss, Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen, Itazura Na Kiss, Junjou Romantica, Kaichou Wa Maid-sama, Kamigami No Asobi, Kami-sama Hajimemashita, Kaze No Stigma, Kill La Kill, Kissxsis, K-on!, Kotoura-san, Koutetsu Tenshi Kurumi, Kuroko No Basuke, Kurookami, Kuroshitsuji, Kyoukai No Kanata, Last Game?, Lovely Complex, Luta, Mad Father, Magia, Mirai Nikki, Mistério, Namaikizakari, Nana, Naruto, Nijiiro Days (rainbow Days), No Game No Life, Noragami, Novela, One Piece, Pandora Hearts, Poesias, Pokémon, Policial, Romance, Romeo X Juliet, Rosario Vampire, Saga, Sankarea, School Days, Seikon No Qwaser, Seito Kaichou Ni Chuukoku, Shigatsu Wa Kimi No Uso, Shonen-ai, Shoujo Romântico, Shoujo-ai, Shounen, Sobrenatural, Soul Eater, Suki-tte Ii Na Yo, Suspense, Sword Art Online, Terror, The Walking Dead, Tokyo Ghoul, Toradora, True Love, Universo Alternativo, Vampire Knight, Violencia, Visual Novel, Vocaloid, Watashi Ni Xx Shinasai!, Yamada Tarou Monogatari, Yaoi, Yu-gi-oh!, Yuri
Exibições 7
Palavras 910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Capítulo 6 (Plano)


-Esse é o Gray, - Digo apresentando o mesmo.

-Aquele garoto da escola que vivia te observando?- Juliana pergunta.

-JULIANA!- Berro corada.

-Bom, ele é gato. Se você não quiser eu posso ficar com ele? OH!- Ela gela quando percebe uma flecha em chamas bem perto de sua cabeça.

-Ops. Foi sem querer.- Digo com o arco em mãos.

-VOCÊ É LOUCA MENINA?!- Ela berra e a flecha volta para minha mão, já desativada.

-Eu? Magina.- Digo guardando a flecha.- Já falei, escorregou.

-Escorregou... sei....-Ela cruza os braços.

-Então, eu já consegui fazer o painel solar funcionar.- O pai da Juliana de manifesta.

-Ótimo. Porque, pode parecer que a energia não acabou ainda, mas quando menos percebemos...- Digo.- Já ligaram a cerca?

-Já sim.

-Que bom.- Sorrio.- Temos alguns colchões sobrando Gray.- Jogo uma maçã pra ele, que pega por reflexo.- É bom com espadas?

-Eu tento.- Ele dá de ombros sorrindo.

-Bom, você pode fazer a ronda se quiser. Já que minha mãe fica resonsável pela comida, meu pai pela plantação, minhas amigas e eu nas três rondas diárias, os pais da Ju com a energia. Então, o que gostaria de fazer?

-As rondas.- Ele diz.- Acho melhor.

-Perfeito. Você fica responsável pela última ronda, é depois de mim então quando for sua vez eu te chamo.

-Certo.

-Ei Lucas. Você ainda tem aquele drone que possui uma câmera de gravação?- Pergunto.

-Tenho sim. E a bateria está carregada, por quê?- Ele pergunta e eu sorrio.

 

 

O bom do Drone que meu pai deu para meu irmão, é que ele vai a distâncias surpreendentes e volta sozinho para onde estiver o controle. Minha ideia? Ver como estão as cidades, as hordas e as pessoas. Possui uma câmera ligada com meu celular, então só conectei meu celular com o controle e bingo! Consigo enxergar tudo num raio de 100 metros. Como meu irmão não sabia pilotar direito, eu que usei. É como se fosse uma ronda segura, dando a volta primeiramente no sítio, e logo depois nas cidades. Principalmente a cidade de Vitória. 

O Drone é muito rápido, então ele chegou em Vitória em menos de meia hora. Claro fiquei sentada dentro de casa e com milhares de olhares em volta de mim. Comecei a observar a cidade e o que vimos não foi coisa boa. Várias coisas destruídas, o que não faz muito sentido porque não foi uma guerra, e sim um atentado de zombies. O que eles iriam fazer? Explodir lojas e prédios? Não faz sentido. Mas estava totalmente destruído, carne estraçalhada e jogada pelas ruas, sendo devoradas tanto pelos zombies, como pelos abutres que sobrevoavam a cidade. Acho que os zombies não se diferenciam dos abutres e por isso não os atacam. Mas não posso dizer o mesmo dos abutres, já que os mesmos gostam de carne podre, e os zumbis tem a carne podre.

-Vai dentro dos supermercados.- Juliana diz e faço o que pediu, entrando no primeiro supermercado que vi.

-Bom, as frutas já eram. Mas ainda tem coisas enlatadas e fechadas.- Digo e dou a volta. Vários zumbies ouviram o barulho do drone e vieram  atrás dele. Todos só ficaram rindo enquanto eu "fugia" desesperada deles, para que não pegassem o mesmo. O drone não precisa de pilhas, ele é recarregável como um celular, é muito bom isso. Ativei o modo automático e logo ele estará de volta, até lá, vou descansar meus dedos.

Agora, o plano de ataque que estou criando. Se não atacarmos de uma vez, logo eles irão encontrar mais vítimas, e mais zombies aparecerão. Talvez, poderíamos viajar por cada lugar e atacar as hordas, claro, demoraria para acabar com todos, mas se não fizermos nada, não irá adiantar tentar sobreviver. Em The walking dead, as hordas se tornam maiores, e não tem nem como combater, então, vamos com as hordas menores mesmo.

-LAÍS!

-AI MEU DEUS QUE FOI?!- Berro quando várias criaturas berram em meu ouvido, me tirando do "transe"

-Agente te gritou mais de mil vezes!- Juliana diz.

-Parece uma louca!- Mariana continua.

-QUEM É LOUCA? VOCÊS QUE GRITARAM NO MEU OUVIDO!

-PORQUE VOCÊ NÃO NOS OUVIA!

-TA TA! Então, o que tanto te distraiu?- Meu pai pergunta.

-Porque deve ser uma coisa muito boa pra chamar sua atenção.- Minha mãe sorri.

-Bom, eu fiquei pensando: Deveríamos atacar né?

-QUÊ?!

-Caralho, é por isso que eu não queria falar.- Coço o ouvido por ter ficado surda.- Deixa eu explicar. Se não atacarmos, logo as hordas irão aumentar, e será mais difícil de lidar com eles. Muitos zombies batem na cerca elétrica e são eletrocutados, mas uma horda enorme irá derrubar a mesma. Temos que ser espertos.

-Faz sentido, mas quem iria viajar o tempo todo? E a gasolina do carro?

-Hum.... CANA DE AÇÚCAR!- Berro assustando todos.- É isso! Temos cana de açúcar! Podemos fazer álcool é logo a partir dele a gasolina!

-Isso é ótimo!- Gray elogia.

-Concordo.- Os pais da Ju dizem.

-Bom, como eu tive a ideia, irei atacar.- Digo.

-Vou também.- Gray se manifesta.

-Eu.- Juliana.

-Irei também.- A mãe e o pai da Ju diz.

-Eu também.

-Pai tem certeza?- Pergunto com receio.- Não quero que se machuque.

-Está tudo bem querida, e eu quero proteger minha princesinha.- Sorrio.

-Tudo bem.- Digo.- Mari, é melhor você ficar caso aconteça alguma coisa.

-Ok.

-Podemos ir agora? Não está tão ruim lá na cidade.- Pergunto.

-Podemos sim, eu dirijo.- Meu pai diz e saímos para fora.

 



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