História A Sogra (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Adultério, Amor, Bangtan Boys, Bts, Drama, Genro, Jimin, Romance, Sexo, Sogra, Sweetpandax
Visualizações 269
Palavras 1.766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gatas! Como estão?

Eu já estava com esse capítulo lindo e cheiroso, prontinho, apenas esperando para postar. O que é um milagre, não é mesmo? ♡

Eu fiquei muito contente com os comentários do capítulo passado. Vocês não têm noção o quanto eu me animo lendo cada comentário.

Boa leitura ♥

Capítulo 10 - Verdades na cara


Fanfic / Fanfiction A Sogra (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 10 - Verdades na cara

Arregalei meus olhos, encarando-a perplexa. Como assim esposa do Jimin?

 

‒ S/N, quem é? ‒ A voz do Park me deixou trêmula. Eu estava em choque.

 

‒ Olá, querido. ‒ Jisoo sorriu abertamente quando viu Jimin.

 

Olhei para o mesmo e ele também parecia em choque.

 

‒ O que está fazendo aqui? ‒ Me assusto com sua voz ríspida e totalmente alterada.

 

‒ Eu vim te ver, oras. ‒ Ela ri alto ‒ Ainda somos casados, ou já se esqueceu? ‒ Ela me olha dando ênfase em casados. ‒ E quem é essa, Chim? Mais uma de suas amantes? ‒ Ela ri novamente.

 

Jimin me olha e não consigo decifrar seu olhar. Pego minhas coisas e quando vou passar por Jisoo, ela segura meu braço e dita:

 

‒ Ele pode ter quantas amantes quiser, mas sabemos que no final ele sempre irá voltar correndo para a esposa. Você é bonita, sugiro que encontre alguém da sua mesma classe social e deixe meu marido em paz, vai por mim: você é só mais uma das tantas que ele procura para se satisfazer.

 

Seu aperto diminui e logo ela retira suas mãos de minha pele. Meus olhos ficam marejados, mas não posso chorar. Preciso ser forte ao menos uma vez. Jimin nada diz, o que me causa uma angústia maior ainda e me faz acreditar nas palavras da tal Jisoo. Saio de seu apartamento, e me decepciono ainda mais por ele não ter dito nada e muito menos ter vindo atrás de mim. Assim que as portas do elevador se fecham, me permito desabar. Como eu sou tola!

 

O elevador para no terceiro andar e a porta logo se abre dando espaço para um homem adentrar o cubículo. Continuo de cabeça baixa e chorando silenciosamente.

 

‒ Ei, moça. Está tudo bem? ‒ Fungo algumas vezes e aceito o lenço que me é estendido.

 

Balanço a cabeça assentindo, mesmo estando claro feito água que nada está bem. Levanto o olhar para o homem e me surpreendo ao ver um rosto conhecido. Jungkook arregala os olhos e me puxa para um abraço sem ao menos dizer nada. Como se soubesse realmente o que eu precisava. Choro em seu ombro até o elevador abrir e ele me puxar para um canto qualquer.

 

 

(...)

 

 

‒ E então? Vai me explicar o que houve? ‒ Indaga, me olhando preocupado.

 

‒ Não foi nada demais. Eu estou bem. ‒ Exclamo.

 

A verdade é que eu não queria contar meus problemas para ninguém. Jungkook era um doce de pessoa, mas eu não o conhecia suficiente para falar de minha vida.

 

Eu estava em seu carro, em frente à um parque. O tempo estava fresco, o vento entrava pelas janelas abertas e me trazia uma boa sensação, apesar da dor em meu peito.

 

Jungkook e eu ficamos um bom tempo naquele parque, às vezes em silêncio, às vezes conversando sobre algum assunto aleatório. O que me fez bem, já que eu não queria lembrar do Park. Mas assim que pisei dentro de casa, veio tudo de novo pra cima de mim. O fato do Jimin não ter desmentido que aquela mulher era realmente sua esposa, acabou comigo. Eu nunca imaginei que ele fosse casado, talvez nem Jihyo.

 

Jihyo.

 

Será que essa é a mulher que ela falava no telefone? Eu só sei que pretendo ficar o resto da semana presa dentro de casa. Não quero olhar na cara daquele advogado salafrário.

 

 

(...)

 

 

Três dias. Três dias foram o suficiente para fazerem-me surtar. Jimin não me procurou, telefonou, nem mesmo mensagens de bom dia ou coisas do tipo que ele costumava me mandar. Talvez esteja ocupado demais com sua esposa. É estranho pensar que ele é casado. Ele mentiu. Park Jimin mentiu para mim, ele disse que nunca havia amado ninguém. Para ele estar casado precisa ter amado sua esposa, não é? Qual o sentido de casar com quem não ama?

 

E foi tendo esses pensamentos em mente que eu fui atender quem quer que estivesse batendo em minha porta. E para o meu azar era ele. Ali, com aqueles cabelos agora loiros, calça jeans rasgada, uma camisa branca e um converse nos pés. Totalmente lindo e simples. Meu coração quase saiu do peito ao vê-lo, mesmo ele não merecendo.

 

Malditos sentimentos!

 

‒ O que faz aqui? ‒ Arqueio a sobrancelha.

 

‒ Eu precisava te ver e me explicar. ‒ Dita, entrando em minha casa.

 

Dou passos até o sofá e me sento, observando-o.

 

‒ Eu não quero suas explicações, Jimin. Você não me deve nada. ‒ Viro o rosto para o outro lado da sala, admirando a textura de minha parede. Qualquer coisa, menos encará-lo.

 

‒ Você deve estar pensando que eu menti pra você.

 

 Acertou em cheio!

 

‒ Eu não menti, realmente nunca amei ninguém antes, não romanticamente. Desculpa não ter vindo antes, eu fiquei com medo da sua reação. ‒ Ele respira fundo, e se senta ao meu lado ‒ Jisoo é realmente minha esposa.

 

Olho com decepção para ele, segurando minha vontade de chorar. Esperava qualquer desculpa, menos a verdade vinda de seus lábios.

 

‒ Como você foi capaz de se envolver com outras pessoas sendo casado? ‒ Indago, chocada.

 

‒ Ela me traía com meu melhor amigo, praticamente meu irmão. Quando eu descobri, pedi o divórcio, mas ela não quis. Então eu peguei minhas coisas e saí de casa, ela sabia que eu arrumaria outra pessoa, sabia que depois que eu descobri a verdade, eu também passei a trair ela. Mas mesmo assim ela não queria o divórcio. Eu não a amo, nunca amei. Só nos casamos por causa da minha mãe. Jisoo é filha da melhor amiga de mamãe, e sempre foi um sonho dela que nos casássemos. Jisoo era apaixonada por mim, mas eu não gostava dela, mesmo assim resolvi dar uma chance. ‒ Jimin brinca com seus dedos e suspira antes de continuar. ‒ Começamos a sair, depois namorar e quando eu fui ver, já estávamos casados. Eu me casei com alguém que eu não suporto só para ver minha mãe feliz.

 

Ok, por essa eu não esperava.

 

‒ Por qual motivo você fez isso? ‒ Pergunto surpresa.

 

‒ Na época, mamãe foi diagnosticada com um tumor no cérebro. Por sorte ele estava no início, mas algo poderia dar errado na cirurgia. Então eu fiz todas as vontades de minha mãe, entrei para a faculdade de direito, comecei a sair com Jisoo. Até o dia em que minha mãe confessou que o sonho dela era me ver casado com a filha de sua melhor amiga. Eu fiz tudo isso por ela.

 

‒ Como ela está?

 

‒ Está bem, realizada. ‒ Suspira pesado.

 

‒ Eu sinto muito, não fazia ideia que você teve que passar por tudo isso sozinho. ‒ Tento confortá-lo, mesmo sendo péssima nisso.

 

‒ A única pessoa que eu confiava, me traiu junto da Jisoo.

 

‒ Se você não a ama, por que se importa dela ter lhe traído? ‒ Indago, não segurando minha curiosidade.

 

‒ Porquê Jisoo estava grávida, e eu descobri que a criança não era minha. ‒ Joga a bomba no ar, me deixando mais surpresa ainda. ‒ Não tinha como ser, ela veio com o papo de que estava grávida, no início eu fiquei feliz. Como todo homem, eu também queria um filho, era tudo o que eu mais queria mesmo não querendo construir uma família com ela. Eu fiquei muito contente, mas a realidade só caiu alguns dias depois. Eu não dormia com ela fazia meses. Não tinha como a criança ser minha. Até que quando eu estava voltando do trabalho cansado, eu encontrei ela em minha cama junto do meu melhor amigo.

 

‒ Jimin... ‒ Sussurro.

 

Abraço-lhe apertado, e beijo sua testa. Ele não estava chorando, mas devia ser difícil falar sobre tudo isso. Me surpreendo como Jimin é alguém tão forte, de ter passado por tudo isso sozinho. Me dá vontade de protegê-lo sempre.

 

 

(...)

 

 

A música alta, pessoas dançando e bebendo como se o mundo fosse acabar. Park e eu, estávamos em uma balada. Nunca fomos juntos em uma, e se ele não estivesse comigo, eu não teria vindo à uma sozinha. Já que não tenho boas lembranças da última vez. Ele disse que Jisoo iria ficar na cidade por alguns dias, já que ela veio á trabalho e passou para vê-lo. Ela também é advogada. Eles têm tantas coisas em comum...

 

Ela realmente parece ser o tipo dele, enquanto eu, sou totalmente ao contrário. O que me deixava tranquila era saber que ela estava hospedada em um hotel qualquer, e não no mesmo recinto que ele.

 

‒ Acho melhor você pegar leve no álcool, até porque irá dirigir. ‒ Aviso.

 

Jimin estava no seu quinto copo de bebida, eu não sabia o que era. Mas já dava para perceber que ele estava bem animadinho, o que me causava-me certa preocupação.

 

‒ Relaxa, eu sou forte pra beber. ‒ Sussurra em meu ouvido.

 

‒ Vem, vamos dançar. ‒ Puxo Jimin até a pista de dança.

 

Eu estava me sentindo muito quente, havia bebido demais. E Jimin não colaborava nenhum pouco com o meu estado, ele fazia questão de me provocar. Eu não poderia ceder, mas minha vontade era de atacá-lo ali mesmo.

 

Suas mãos foram para meus quadris, me conduzindo junto a música agitada. Agarrei seu pescoço, para dançarmos grudadinhos. Jiminie esfregava seu corpo ao meu, ou seja, sua ereção. Seus beijos em meu pescoço estavam me enlouquecendo. E eu tive que cravar minhas unhas bem cuidadas, em minhas próprias mãos para não cometer uma loucura.

 

‒ Se esfrega em mim, S/A. ‒ Sua voz estava sedutoramente rouca.

 

Meu corpo dava alguns espasmos só de sentir sua ereção. Ele esfregava cada vez mais em mim, me enlouquecendo. Comecei a fazer o que me foi pedido; me esfregava com vontade em seu corpo, não me importando com quem estivesse vendo. Jimin desceu suas pequenas mãos para minha bunda e apertou sem dó.

 

‒ Jimin-ah ‒ Ofeguei.

 

Joguei minha cabeça para trás e continuei dançando. Depois de um tempo, cansamos e resolvemos nos sentar no bar. Nos sentamos, mas o que me deixava incomodada era o casal ao nosso lado que estavam se beijando loucamente, como se houvesse apenas eles ali. Levei um susto tão grande que se não estivesse sentada, cairia no chão. Eu estava boquiaberta.

 

Não podia ser, não.

 

Olhei para Jimin e vi perfeitamente quando ele olhou para nossa esquerda, onde o casal estava. Quando eu assimilei tudo, tentei impedir dele vê-los. Mas já era tarde demais.

 

Jihyo e Namjoon só faltavam tirar a roupa em nossa frente.


Notas Finais


Obrigada, obrigada e obrigada ♡

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