História A Story of Teenage Love - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Rafael "CellBit" Lange
Personagens Alan Ferreira, Felps, Lucas Olioti, Rafael "CellBit" Lange
Tags Amizades, Brigas, Comedia, Drama, Revelaçoes, Romance
Visualizações 16
Palavras 1.804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii genthyn! Desculpa a demora pra postar, eu estava meio sem criatividade, mas postei o capitulo finalmente! hahah
Boa Leitura amores!

Capítulo 5 - Other Kiss


Fanfic / Fanfiction A Story of Teenage Love - Capítulo 5 - Other Kiss

Rafael (Cellbit) P.O.V

  Estava a espera da van ou de Marina às onze horas em ponto, mas nenhum sinal de qualquer um dos dois aparecerem.

  Às onze e cinco da manhã vejo o Onix branco de Marina estacionar a frente do hotel, vou até lá e paro ao lado da porta do passageiro apoiando meus braços na janela aberta.

  - O que aconteceu com a van? – Pergunto curioso.

  - Sem querer, te passei o horário errado. Era pra estar aqui em baixo às dez e meia. – Ela diz soltando um sorriso como quem diz “Foi mal aí”. Reviro os olhos e adentro o carro.

  - E por que cacetes azuis não me avisou? – Pergunto tranquilamente.

  - Eu tentei, mas você não atendia o telefone.

  - Quê? Você nem me ligou! – Exclamei certo de que ela não havia me ligado.

  - Liguei sim! – Ela exclamou se opondo a minha afirmação. – Olha aí então vacilão. –Ela diz rindo. Pego meu celular no bolso da frente da calça jeans e logo vejo “10 ligações perdidas de Marina” (Sim, eu tinha conseguido o numero dela, foi um sacrifício, mas eu consegui). A olho e digo:

  - Opa... – Ela ri. – Foi mal, tá no silencioso.

  - Tudo bem – Ela continua a rir.  O caminho era longo, teríamos que atravessar uma avenida.

(Na avenida, ou melhor, no congestionamento)

  - Ah! Que tédio! – Exclama ela e liga o rádio. “Summer” do Calvin Harris se fazia presente na programação da rádio daquele momento. Ela me olha, e eu, já conhecendo seu estilo, pensei “ela vai dançar”. Começo a rir e ela começa a dançar. – Dance comigo Rafa! – Ela pede sem parar de dançar. Começo a dançar como ela, ou seja, desajeitadamente.

  Depois de passar pelo congestionamento e nossas performances, chegamos ao nosso destino e o evento foi ocorrendo normalmente...

Edmundo P.OV

  Estava com Lauren em minha casa, estávamos deitados em minha, mas agora nossa cama enquanto assistíamos a um filme qualquer do qual eu nem prestei atenção, pois só conseguia olhar ela e beijá-la. 

  - Amor... – Ela diz carinhosamente, mas para de falar de repente.

  - Amor? – Pergunto estranhando. Não havia tido coragem de pedi-la em namoro para ela me chamar assim.

  - Érr... Desculpe. Eu não devia ter te chamado desse modo. Nós nem namoramos...

  - Ei – Chamo-a atenção – Tudo bem, pode me chamar de amor se quiser, com a condição de você aceitar uma coisa... – Digo por impulso. É agora...

  - Aceitar o quê? – Ela me olha.

  - Quer namorar comigo? – Pergunto a olhando nos olhos. Ela fica de boquiaberta e solta um grito pulando em cima de mim.

  - É CLARO QUE SIM! – Ela começa a me dar selinhos seguidos. – PENSEI QUE NUNCA ME PEDIRIA! – Ela continua a dar selinhos em mim. Quando ela vem me dar outro selinho, seguro sua nuca e começo um beijo intenso e apaixonado.

  - Te adoro sabia? – Digo olhando nos olhinhos verdes dela que brilhavam como nunca antes.

  - Eu também te adoro, meu amor. – Ela diz e volta a me beijar intensamente. Ao meio do beijo, meu celular faz um barulho de mensagem. Ela sai de cima de mim e se deita ao meu lado novamente. Pego meu celular e olho de quem era a mensagem, era da Marina, minha irmã.

  - Quem é Marina? – Ela pergunta com ciúmes.

  - Minha irmã. – Ri com seu ciúme bobo.

“Eii mano, tenho uma puta duma novidade pra te contar!!!” Era o que a mensagem dela dizia. Logo a respondi.

“Eu também, mas me fala a sua primeiro.” Depois de alguns minutos ela me responde.

“Você sabe que eu assisto uns vídeos no YouTube e eu sou fã de uns youtubers né?” Leio e mando outra mensagem em seguida

“Uhum, o que isso tem haver com a ver com a novidade?” Pergunto curioso

“EU CONHECI O CELLBIT!” Ela responde quase na hora.

“Sério??? Que bom mana! Feliz por você” Respondo-a.

“Só que tem um probleminha nisso...” E lá vou eu servir de psicólogo para minha irmã.

“Qual é?” Pergunto.

“No dia que o vi, passei um dia maravilhoso com ele, só que ao fim do dia, rolou um selinho. Tipo foi acidental, mas mexeu comigo, e eu acho que com ele também. Só não tenho certeza... Acho que estou me apaixonando por ele Ed. O que eu faço???” E com essa mensagem concluímos, ela é uma louca apaixonada, de novo.

“Bem, só deixe rolar... Você vai perceber se ele gosta de você ou não com o tempo. Só espere. Eu sei que você se machucou muito da ultima vez que se apaixonou de verdade por alguém, mas você ainda tem um coração que ainda é capaz de se apaixonar e você sabe disso. Arrisque, talvez doa, mas de qualquer forma, você tentou, fez sua parte. Permita-se mana.” Mandei o texto e Lauren, que observava toda a conversa, disse:

  - Ai amor, que lindo! – Ela me dá um beijo na bochecha.

  - Eu sou um bom psicólogo eu sei. – Solto um riso.

  Fiquei conversando com a Marina por um tempo até que o Mark manda uma mensagem perguntando se podíamos ir à casa da rua 13 amanhã. É claro que eu concordei e Lauren também.

  Depois de um tempo, conversando com a Marina e com o Mark, com Lauren dormindo em meu peito acabo adormecendo gradativamente.

Rafael (Cellbit) P.O.V

Enfim, a BGS chegou ao fim. A van iria me levar assim como todos os outros youtubers, portanto estávamos esperando o automóvel em frente ao local do evento. Me afasto um pouco dos outros e vou para o sentido contrário dos outros e simplesmente fiquei lá. Algum tempo depois o carro de Marina para à minha frente.

  - Quer uma carona? – Ela pergunta.

  - Claro que eu quero! – Digo entrando no carro.

- Vamos para onde Sr. Lange? – Ela pergunta como se fosse uma taxista.

  - Para o Hotel, por favor. – Continuei a brincadeira e começamos a rir.

  - E lá vamos nós para o trânsito denovo... – Lamentou ela.

  - A melhor parte disso é que vou passar mais tempo com você – Disse baixinho, mas ainda sim ela ouviu.

  - Ãn? – Ela me olha meio incrédula no que havia escutado.

  - Nada não. – Digo nervoso logo ficando vermelho.

  - Tá né... – Eu sabia que ela havia entendido o que eu tinha dito. Ela liga o rádio na tentativa de quebrar o silêncio feito entre nós. A musica Pacify Her da Melanie Martinez tocava, afinal ela ouvia o CD Cry Baby da artista. – Pacify her. She's getting on my nerves. You don't love her. Stop lying with those words... – Ela cantava.

  - Você canta bem... – Comento e ela solta uma risadinha.

  - Obrigada – Ela diz sorrindo sem tirar os olhos da estrada congestionada.

  - Você poderia cantar pra eu dormir qualquer dia. – Proponho a olhando.

  - Só que não né? Só canto pro meu irmão menor pra ele dormir... – Ela me olha.

  - Ah – Lamento. – Por que não? – Pergunto fingindo estar desapontado.

  - Porque... – Ela para de falar e fica com um ar tristonho e um olhar vazio voltando a olhar pra frente – Porque cantar me lembra pessoas que eu não posso lembrar. Por mais que doa... – Ela solta sum suspiro.

 - Está tudo bem? Quer desabafar? Eu estou aqui para te ajudar. – Coloco a mão em seu ombro e depois acaricio o rosto dela. Ela solta um suspiro como se estivesse se preparando para falar.

  - Como você sabe, meus pais morreram a 5 anos, e desde então eu e meu irmão mais novo fomos morar com meus tios paternos. Eles me tratavam muito mal, mas em compensação tratavam Gustavo como um príncipe. E como sempre, se ele está feliz, eu também estou... Bem, como todo bebê, havia dias que ele não dormia a noite e chorava muito e como diziam meus tios “Você é a irmã mais velha, tem que saber como fazer ele parar”, e então cantava a musica que minha mãe cantava pra mim quando era criança e tinha pesadelos... – Ela solta um suspiro como se estivesse triste, e realmente ela estava. – E... – Ela segura o choro e continua falando olhando para frente – Agora que ele não precisa mais que eu cante pra ele dormir, prometi que não iria cantar pra mais ninguém porque isso me machuca... – Ela suspira e eu também. Não tem como eu consolar ela, o que eu falo?! O que eu faço?! Tudo o que eu consegui fazer naquele momento foi passar minha mão pelo rosto dela de leve sentindo que ela se arrepiou. Ela me olha e eu lanço-a um sorriso confortador fazendo-a sorrir de volta pra mim.

  - Quer fazer alguma coisa? Tipo, tomar um sorvete, ou sei lá, o que quiser fazer... – Ela pergunta desviando o olhar para não chorar.

  - Para tudo! Tu tá me chamando pra sair?! – Digo tentando imitar uma menina que acabou de ser convidada para um encontro pelo cara que ela gosta. – Aí meu Deus! Eu não tô acreditando! – Continuo minha imitação fazendo ela rir.
  - Bobo! – Ela me xinga rindo. Sabia que ela não me xingaria seriamente, então isso é bom. Sorrio com isso.

  Decidimos que iriamos tomar um sorvete e seguimos o caminho de uma sorveteria da qual ela julga ótima. Fomos o caminho todo conversando, quando chegamos ela estacionou o carro e saímos. Entramos na sorveteria e ela pediu um açaí grande com MUITO leite condensado e leite ninho, e eu pedi uma bola de sorvete de cookie e a outra de bis. Era pôr do sol e daquela sorveteria conseguíamos ter uma vista muito linda daquele momento. Marina não tirava os olhos daquele pôr do sol, e eu não tirava os olhos ela. Abaixei minha cabeça para pegar mais um pouco de sorvete e acabei deixando escapulir:

  - Você fica linda à luz do pôr do sol...

  - Hãn? – Ela me olha um pouco indignada com o elogio – Obrigada bobo. – Ela sorri pra mim.

  - Então bobo é meu novo apelido? – Pergunto já sabendo a resposta.

  - Isso aí, bobo. – Ela ri voltando seu olhar para pôr do sol. Aquela luz alaranjada batendo em seu cabelo ruivo a deixava tão linda...

  - Ei... – Chamo-a. – Se eu te desse um beijo agora você ficaria muito brava? – Pergunto.

  - Hãn? – Ela diz, mas antes mesmo que pudesse formular uma frase, inclino-me pra mais perto dela selando nossos lábios com um beijo calmo e apaixonado. Peço passagem para que minha língua entrasse em sua boca e explorasse cada canto de sua boca e ela sede, e assim o fiz. Minha língua entrou em sua boca e explorou cada cantinho. Depois nossas línguas “brincaram” de pega-pega o nos fez rir no meio do beijo, mas não o parar. Por fim, demos um fim no beijo com selinhos e ela me olhou e disse:

  - Já descobri o que mais gosto em você...


Notas Finais


Continua...
Declaro que esta fanfic é de minha autoria e plágio é crime.


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