História A Stranger Love - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Exibições 328
Palavras 1.601
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura ^^

Capítulo 10 - X


Fanfic / Fanfiction A Stranger Love - Capítulo 10 - X

Eu não podia esperar menos de Bill Cipher. O fato de ele ter queimado parte da cabana me surpreendera, por mais que eu não demonstrasse. O que me incomodava era o porquê de eu ter passado tão mal antes de cair do telhado... Mas agora eu realmente queria saber o por quê que minha irmã sorria com a notícia de Pacífica Northwest estar ali, no hospital.

   - Por que essa felicidade? – ri.

   - Ahn? Felicidade? – ela desviou o olhar, seu sorriso sumindo. – Você está vendo coisas, Brobro. Deve ter sido a pancada. – ri e cruzei os braços - Bom, vou acordar o tio-avô Ford e ver como está o Stan. – disse ela indo até Ford, que roncava cada vez mais alto.

   - Stan está aqui? – perguntei

   - Sim, no quarto à frente. – respondeu uma enfermeira, entrando.

Mabel saiu do quarto. Tio-avô Ford se levantou e veio até mim. A enfermeira, alheia de Ford, me deu dois comprimidos, engoli-os com ajuda de um copo d’água e ela se retirou.

   - Dipper... – começou ele, com aquele tom de “Senta ai que lá vem sermão” – Você sabe quem esse Bill é...

   - Óbvio que sei. – suspirei olhando para a janela ao meu lado esquerdo. Estava começando a amanhecer.

   - Se você sabe então por que está o tratando de forma tão amigável?! – olhei-o – Você sabe que me preocupo com meus sobrinhos-netos, mas também com toda a humanidade.

   - Me diga então, o que ocorreu no ritual?

Encaramo-nos por uns segundos. Ford retirou seus óculos e, sentado em um banquinho, apoiou-se na cama.

   - Bill Cipher voltou à existência quando Stan se lembrou dele, após tudo que rolou... Ele conseguiu convencer seu tio-avô a fazer um ritual antigo, que traz demônios como ele para nossa dimensão. Precisávamos apenas do diário dois. Voltamos há algumas semanas. Stan me dizia que Bill lhe enchia o saco em sua mente, ou seja, só ele podia ouvir o demônio. – Ford bebeu um copo d’água – No diário dizia que precisávamos do sangue de uma pessoa que acabara de morrer. Um mexicano, antes de entrar em Gravity Falls, havia sofrido um grave acidente. Eu consegui, com certe facilidade até, pegar uma amostra do sangue. Fomos para a floresta, onde encontramos uma estátua representando a morte de Bill Cipher. Stan jogou o sangue sobre a mesma, pegou o diário de minhas mãos e começou a recitar as palavras. Para ser mais especifico, quando entramos em Gravity Falls seu tio-avô começou a se sentir mau, pois Bill estava começando a ficar muito agitado.

Ford esfregou as pálpebras.

   - Quem recitou as palavras na verdade foi o próprio Bill. Assim que terminado Stan desmaiou e a “essência” de Bill soltou-se dele, indo para o corpo dono do respectivo sangue. Desde aquele dia Stan anda cansado, com febre e tonto. Bom, tonto ele sempre foi. E uma coisa que não perde é o senso de humor. – riu-se Ford colocando de volta os óculos e se levantando.

   - Como as pessoas reagiram ao ver o corpo que deveria estar morto andando por ai? – perguntei.

   - O corpo do mexicano não era exatamente como está agora. Bill conseguiu cagar no cabelo loiro, tentando inutilmente pinta-lo de castanho, repicou-o também e tatuou os braços e as costas. Você já deve saber que as pessoas dessa cidade são extremamente cabeça de vento.

Rimos. Tio-avô Ford me deu um beijo na testa e, antes de sair, disse:

   - Por mais que ele pareça inofensivo, Dipper, o que ocorreu hoje é um sinal de que Bill pode mudar, pode se radicalizar. Não vou dizer para não se aproximar dele, mas apenas tome cuidado, OK?

E saiu. Encostei-me na cama. A dor de cabeça persistia.

Mas que inferno, Bill.

~~*~~

         Após um café da manhã o médico me liberou. Mas Stan ainda precisava ficar sobre observação. Antes que saíssemos do hospital alguém gritou por nossos nomes. Mabel se virou.

   - Oh, Pacífica! – minha irmã sorria.

Pacífica Northwest estava com os cabelos loiros presos em um coque, usava uma blusinha branca com o decote V, uma calça legue preta e sapatilhas brancas. Seus pulsos cheios de braceletes e os brincos, por incrível que pareça, pequenos e brilhantes.

   - Quanto tempo, Mabel, Dipper. – ela sorria. Sim, Pacífica fica muito mais bonita sorrindo do que com o nariz empinado.

Mabel, sem a menor cerimônia, deu um braço apertado na loira, a mesma ficando corada.

   - Ohoho, certo, certo... – Pacífica conseguiu se afastar um pouco.

   - Onde você está morando agora? – perguntei.

   - Em uma casinha nas redondezas, quase perto do lago. – respondeu ela.

   - E o que está fazendo aqui? – perguntou Mabel, balançando-se sobre os pés.

   - Vim visitar uma amiga doente, por sorte ela vai ser liberada hoje anoite.

   - Oh, que bom! – sorriu minha irmã.

Ambas ficaram conversando. Mabel parecia realmente contente por estar falando com a loira.

   - Vamos, crianças. – chamou Ford. Mabel despediu-se de Pacífica com beijinhos em ambas as bochechas.

   - Você mudou. – comentei assim que minha irmã se distanciou.

   - O tempo passa, Dipper. As pessoas tentem a mudar. – respondeu ela sorrindo para mim. Aquelas frases me lembrara alguém... – Fico feliz que Mabel continue espontânea e extrovertida como sempre foi...

A loira observava minha irmã. Soltei uma risadinha e me despedi, voltando para o carro com a maldita perna engessado. Aquele verão seria intenso.

~~*~~

   - Você vive me enchendo o saco em relação ao Bill, posso então perguntar-lhe sobre Pacífica Northwest? – eu sorria com malicia para minha irmã.

Ambos sentamos no sofá da sala enquanto Ford ia para seu “laboratório”.

   - Nem pense. – respondeu ela.

   - Ah, mas é justo! Você me enche o saco em relação ao cabeça de doritos e eu te encho o saco em relação à loira!

Mabel colocou um banquinho com almofada para que eu pudesse apoiar a perna.

   - Você tem razão... – Três pontos para Dipper! – Vá em frente, pergunte.

Minha irmã realmente não se importava com o que as outras pessoas pensavam de si.

   - Por que você sorria igual uma boba para ela?

   - Eu sempre sorrio como uma boba, Brobro. – minha irmã me deu uma piscadela. Arqueei uma sobrancelha. – Certo, certo. Estou apenas feliz por poder revê-la.

   - Ahn...

   - Dipper!

   - O que?!

Mabel corou.

   - Assim, talvez, eu talvez goste dela... – ela sussurrou olhando para as mãos. Suas maçãs do rosto começando a corar. – Mas sabe, é a Pacífica Northwest... Não sei se ela tem preconceito com esse tipo de coisa... Estou meio que nervosa em dizer algo a ela.

   - Há quanto tempo que você tem esse sentimento por ela? – Mabel me encarou.

   - Há alguns meses...

   - Meses?!

   - É! Nós conversamos por redes sociais durante esse tempo... Nos conhecemos muito melhor. Então, quando vi, estava possuindo um sentimento por ela.

Mabel corou e levou as mãos ao rosto, chacoalhando-se de vergonha. Eu ri.

   - Não posso dizer nada, estou gostando de um garoto também – soltei sem pensar.

Mabel olhou para mim.

   - SABIA! – e começou a rir igual uma lunática. Passei as mãos pelos meus cabelos.

Droga, Dipper. Seu inútil.

   - Sabe, Brobro. – ela se acalmou e me olhou sorrindo – Você poderia me ajudar, da mesma forma que eu lhe ajudo.

   - Pode deixar.

E tocamos nossos punhos em um acordo de irmão pra irmão.

~~*~~

         A parte da cabana queimada agora de encontrava interditada, cercada por faixas amarelas. Por sorte, por pura sorte mesmo, fora uma parte bem pequena que não atrapalharia em nada quando a loja se abrisse ou em qualquer outra coisa. A propósito, Ford dissera que não iriam abrir a loja tão cedo.

  - Cadê o Soos e a avó ou sei lá o que aquela idosa é para ele? – perguntei enquanto jantávamos comida chinesa.

  - Saíram de férias. – respondeu ele. Passando alguns segundos Ford comentou – Não pensem que não ouvi a conversa de vocês na sala.

Mabel se engasgou e eu deixei meus hashis caírem. (N/A: para quem não sabe hashi são aqueles palitinhos que os asiáticos costumam usar para comer). Tio-avô Ford riu. Mabel me olhava desesperada.

   - O senhor... Tem algo a dizer sobre? – perguntei temendo a resposta.

   - Não se preocupem, não contarei a ninguém. – ele riu.

   - Ford! – exclamamos em uníssono.

   - Olhe, crianças, eu não tenho nada a ver com as paixões de vocês, talvez a de Dipper – ele me olhou – Mas isso é outra história. Apaixonem-se por quem quiserem. A vida é pequena demais para se preocuparem com pessoas alheias ou padrões da sociedade.

Suspirei, aliviado. Mabel ficou toda feliz por saber que nosso tio-avô não se importava com isso, bom, pelo menos ele.

   - Só não lhes garanto que seus pais pensem da mesma forma...

Terminamos nosso jantar em silêncio e fomos para nossos quartos. Eu me perguntava onde Bill estaria...

   - Hey... – disse eu a Mabel – Mana, vamos procurar pelo cabeça de triângulo?

   - Agora, Dipper? É quase meia noite... – ela se virou para a parede.

   - Não era você que estava toda preocupada com ele?! – levantei-me e peguei a muleta, cutucando-a – Venha!

Mabel cedeu à minha persistência. Pegamos, cada um, uma lanterna e descemos as escadas cuidadosamente, na verdade era meio difícil quando se está com uma perna engessada! Ao sairmos da cabana ligamos as lanternas e entramos nas floresta.

~~*~~

         Havia corujas por perto. Um ou dois coelhos passaram correndo na nossa frente. O assobio do vento pelos galhos me davam arrepios.

   - Bill! Billlll! – gritávamos.

Quando pareceu se passar horas, finalmente chegamos a uma clareira. Ao canto de nosso lado direito, havia uma estátua triangular, e ao lado um loiro deitado. Suas mãos estavam ensanguentadas. 

To be continued...


Notas Finais


CALMA! ABAIXEM ESSAS PEDRAS!
.
.
.
Bom, eu ando tendo umas guerras internas, sabem sou meio paranoica e fico me perguntando se minha
escrita está boa :T então eu queria pedir a vocês que me dissessem. Ando repetindo muitas palavras? A forma que
escrevo é muito cansativa? Por favor limõezinhos ;u; me ajudem a deixar de ser paranoica ._.
E repetindo para que você não me odeiem do fundo do coração e-e a torta de limão sai em breve...

Obrigada por lerem até aqui ^^ xoxo (desculpem-me qualquer erro)


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