História A Stranger Love - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Exibições 332
Palavras 1.874
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ATENÇÃO!!!!!
Por favor, leiam: é minha primeira fic yaoi, consequentemente é primeira vez que escrevo um lemon, OU SEJA, não está a melhor coisa que vocês já leram e-e óbvio q não, mas mesmo assim espero que gostem de verdade. Até reli um lemon que gostei muito para me inspirar c': huehuehue
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Boa leitura e espero que gostem dessa tortinha... e-e s2

Capítulo 12 - XII


Fanfic / Fanfiction A Stranger Love - Capítulo 12 - XII

Minha presença fazia Bill feliz, se ele estava feliz, ele estava bem. E isso era o que importava. Apenas não sabia até quando ele ficaria nessa guerra interna... De qualquer forma, era sábado. As noites de verão, pelo menos na pequena cidade esquecida Gravity Falls, as noites costumavam ser um tanto frias. Porém de manhã e de tarde o fogo do inferno ultrapassava o solo. Mabel me lançou um olhar como quem diz “Você sabe que chance é essa, não sabe, Brobro?”, após me mostrar o convite, logo depois de uma conversa curta saiu com suas amigas novamente.

  Ah, sim. Stan havia voltado para casa no dia anterior. Ao ver Bill ele quase teve um treco, dizendo que sua herança e dinheiro deveriam ficar guardados para sua próxima vida. Nem queira entender meu tio-avô Stan! Ele realmente, por pouco, não atacou o loiro, o mesmo ficava rindo da situação, como quem se divertia. Por ora ambos, agora, evitam contados visuais. Stan está bem, melhorara muito desde sua volta do hospital, pretendia até abrir a Cabana do Mistério para os viajantes.

  A festa seria às sete da noite, o que não demorou a chegar. Passei o resto da tarde subindo em árvores para ver se encontrava aqueles gnomos de dentes afiados. Sim, sim, acabei encontrando vários. Nostalgia me matava.

   - Já foi em alguma festa? – perguntei a Bill, enquanto terminava de secar meus cabelos.

   - Uma ou duas... – respondeu ele, terminando de vestir sua camisa. Semicerrei os olhos, pensando...

  - O eu você fazia nos dias que sumia, enquanto estávamos na Califórnia? – perguntei, sentando-me em minha cama, ainda observando-o.

Bill parou de fazer o que estava fazendo, me lançou um olhar estranho e suspirou.

   - Prendendo-me em meu quarto. – disse. Arqueei as sobrancelhas, olhando através da janela triangular.

   - O que você e Ford conversaram na cozinha, na nossa primeira noite aqui na Cabana?

   - Ele apenas me avisou para ficar longe de qualquer pessoa quando perdesse o controle.

Esse assunto está encerrado, por ora. Pensei, aliviado.

   - Antes de entrarmos na Cabana, no primeiro dia, eu havia ouvido um hey familiar, mas quando fui ver de perto não tinha ninguém...

  - Era eu. – ele me deu uma piscadela. Por que será que não estou surpreso?

Passando-se alguns segundos o loiro disse:

   - Mais alguma pergunta, Príncipe? – ele sorriu.

   - Por enquanto... Não. Eu acho, Majestade. – retribui o sorriso.

   - É esse tipo de sorriso que me deixa feliz de forma boba. – ele desviou o olhar para qualquer ponto. Me senti feliz em saber aquilo... Estranho...

Mabel vestia um short jeans claro, uma regata cinza, sapatilhas pretas, seus brincos multicoloridos e sua tiara roxa, combinando com o aparelho. Já eu; vestia uma camisa branca e azul, bermuda jeans, meu amado all star preto e a corrente que o loiro me dera. Bill vestia uma camisa amarela com um pinheiro contornado de preto de estampa. Irônico! Uma bermuda azul-marinho cheia de olhinhos, tênis branco e...

   - Isso é... um brinco? – olhei para sua orelha direita, onde estava um brinco dourado.

   - Wow, você reparou! – ele riu, enquanto descíamos as escadas, aos berros de Mabel. – Se quiser, posso lhe furar a orelha mais tarde.

   - Não! – exclamei e o loiro riu de meu espanto.

   - Tchau tio-avô Stan, tchau tio-avô Ford! – gritou Mabel, ao sairmos.

   - Cuidado, crianças! – responderam.

~~*~~

         Assim que chegamos em frente a casa, com uma carona do pai de Candy, pudemos ver um jardim bem cuidado e largo. Uma porta branca com cinco janelas da mesma cor. A casa em si era um bege com branco, com telhados vermelhos e de dois andares. No jardim, sentados, espalhava-se adolescentes, com copos de bebidas nas mãos, rindo e conversando. O som alto vinha do jardim de trás, junto a luzes coloridas. Assim que chegamos ao outro lado da casa, contornando a casa, vimos uma longa piscina com luzes coloridas dentro, e claro, mais gente, a maioria brincando dentro d’água. Aquilo estava uma bagunça.

 Mabel e suas amigas pulavam atrás de mim e Bill. De todas as festas que eu havia ido até aquele dia, a de Pacífica conseguiu superar a maioria. Algo como Runaway (U & I) - Galantis, Kaskade vibrava nas caixas de som.

   - Vou ver o que tem de bom na ala de doces! – gritou minha irmã, tentando ser ouvida. Indo para um canto à varanda onde se estendia uma mesa cheia de todos os tipos de doces que dê para imaginar.

Apenas confirmei com os polegares e senti Bill me puxando para a mesa de bebidas, que ficava um pouco mais ao canto do jardim. Refrigerantes, sucos, ponches e...

   - Vodca. – o loiro pegou uma das garrafas com líquido transparente.

   - Nem pense! – adverti-o, porém fui completamente ignorado. Bill ria como uma criancinha abrindo um presente de Natal. Despejou a bebida em meu como de suco, o qual eu acabara de me servir, e logo depois em seu copo de ponche.

   - Saúde! – ele brindou nossos copos. O líquido doce pelo suco e quente pela vodca me desceu queimando a garganta.

   - Porra! – exclamei fazendo careta. O loiro gargalhou, pegando a garrafa de vodca e me puxando para um grupo ao redor de Pacífica. – Devolva isso, Cipher!

   - Nem fodendo! – ele gritou – Essa garotinha tem que pensar bem antes de fazer uma festa!

Sou eu ou Bill é fraco de mais para bebidas? Pensei, observando-o rir abobado. A loira, ao nos ver, apenas sorriu como quem diz “Vá, aproveite. A noite é uma criança”. Eu já havia bebido outras vezes, mas sempre com a consciência pesada, por ser menor. Porém agora que eu tenho praticamente dezesseis anos, posso legalmente beber, certo? Certo.

~~*~~

   - Pacífica! – puxei-a para um canto, enquanto observava Bill Cipher fazer coquetéis para algumas garotas. A que ponto estávamos indo?!

   - Ah, Dipper! Eu estava te procurando! – ela gritou em resposta.

   - Estava é? – ri procurando com os olhos um canto mais quieto. Sobrara uma pequena parte na lateral da casa, onde quase não se pegava luz. – Venha!

Puxei-a comigo, ignorando o olhar confuso de Bill. Sentamos na grama. Depositei a pequena garrafa de vodca ao meu lado e a olhei.

   - Essa ai é qual? A décima segunda? – perguntou a loira, referindo-se à garrafa.

   - Quase, a décima. – respondi, rindo. Pacífica terminou com a garrafa dela, a qual provavelmente era a vigésima. 

   - Então, o que queria me dizer? – por mais que ela tivesse bebido, parecia consciente e atenta ainda.

   - É sobre a minha irmã. - Ela me encarou por um tempo, logo depois gesticulou para que eu prosseguisse – Mabel gosta de você, sabe... Ela realmente gosta. Anh... Eu diria que ela tem um sentimento forte por você, o qual ela começou a possuir durante o tempo em que conversava contigo pelas redes sociais.

A loira riu, desviando seu olhar para o céu. O mesmo estava sem uma única nuvem, apenas algumas estrelas e uma pequena lua tímida.

   - Também gosto dela, Dipper. Nunca pensei que me apaixonaria pela garota que desprezava três anos trás.

Arqueei as sobrancelhas, surpreso por ter sido tão fácil assim.

   - O que eu deveria fazer agora? – ela perguntou, olhando-me nos olhos.

   - Chame-a para algum canto. – respondi, saboreando o gosto quente da bebida descendo pela minha garganta. Pacífica me deu um beijo na bochecha e correu para dentro de sua casa.

Sorri. Boa sorte, mana.

~~*~~

Quando dei por mim, o loiro me agarrara pela cintura, selando nossos lábios. O maior fechou a porta atrás de si assim que entramos no primeiro quarto que avistamos, no segundo andar, trancando-a.

   - Você me ama, Pine Tree. – ele sorria maliciosamente. – Seu amor é recíproco. 

Meu coração começou a perder o ritmo normal. Bill retirou sua camisa. Prendi a respiração. O mesmo obrigando-me a me deitar na cama de lençóis brancos.

   - Vamos, não complique as coisas. – riu-se ele. Retribui o sorriso e retirei minha camisa, puxando-o para mim.

   - Você me da problemas cardíacos, cara. – comentei sorrindo. Bill gargalhou.

Ele deslizou suas mãos por meus braços e ao chegar às minhas entrelaçou nossos dedos, junto a nossas pernas. Nossos lábios se encontraram e quando dei por mim nossas línguas dançavam em quase perfeita sincronia. Cada vez mais Bill mordia-os ou os chupava. O loiro desceu o rosto para o meu pescoço e começou a marca-lo com chupões e mordidas, retirando de mim gemidos baixos. Minhas mãos agora se encontravam em suas costas, arranhando as mesmas. Bill foi baixando seu rosto aos poucos, lambendo minha pele por onde passava, causando-me arrepios. Suas mãos percorreram minhas coxas, as mesmas me apertaram as nádegas. Aquilo era estranho... Mas bom. Com certa pressa o maior me retirou a bermuda junta à cueca box. Seus lábios agora perto de minha virilha.

   - B-Bill... – fechei os olhos, sentindo-me corar.

   - Relaxe, meu Pinheirinho. - seus dedos contornarem meu membro, que por incrível que pareça já estava ereto. Eu estava quase completamente inconsciente, pelo tanto de álcool que ingeri.

Bill voltou a me beijar, nossas línguas se enrolavam e deslizavam. O loiro começou a me masturbar.

   - Ahn... N-Não...

Agarrei-me ao seu corpo, sentindo o seu tão conhecido perfume. Ao mesmo tempo em que me sentia chegar ao clímax o loiro expirava em minha orelha, fazendo-me gemer cada vez mais alto. Por sorte estava tudo abafado pelo som alto do lado de fora.

   - B-Bill... Eu vou... Ahn...

E o líquido branco se liberou. Eu estava arfando e me sentia quente. O maior levou a mão à boca, lambendo seus dedos e me dirigindo um sorriso. Eu inspirava com dificuldade.

   - Já disse que você fica sexy me olhando assim? – ele riu.

Sem a menor cerimônia forcei Bill a trocar de lugar comigo. Coloquei minha cueca de volta e apoiei-me no colchão, sobre o loiro. Eu adorava quando ele me fazia sentir bem daquela forma, mas também queria faze-lo se sentir da mesma.

   - Mostre-me o que sabe fazer. – ele sussurrou em meu ouvido. Dei-lhe um selinho e deslizei minha língua por seu corpo, mantendo meus olhos em sua face, saboreando suas maçãs coradas e gravando em minha mente seus gemidos.

Sem rodeios retirei-lhe a bermuda junta a boxer. Bill levou uma de suas mãos aos meus cabelos, enquanto a outra se agarrava aos lençóis. As minhas encontravam-se lhe apertando as coxas. Fitei por um instante seu membro, mas logo levei minha boca ao mesmo. Contornei-o com a língua e depois comecei com os movimentos de ir e voltar lentamente, porém a mão do loiro obrigou-me a acelerar, e foi o que fiz. Sua cintura indo e vindo. O pré-gozo já em minha língua. Só de ouvir os gemidos do maior já poderiam me deixar excitado novamente.

   - Dipper... Hm... Ahn...

Até que por fim minha boca foi invadida pelo líquido quente, um tanto doce. Levantei-me e o olhei, o maior estando sem fôlego. Passei a língua pelos meus lábios e lhe lancei um sorriso malicioso.

   - Satisfiz a sua vontade, Majestade? – deitei-me sobre ele, nossos corpos completamente juntos. Ambos os nossos membros pulsando.

Bill inspirou e me abraçou. Sem tirar seus olhos brilhantes de mim, juntou nossos lábios em um último beijo, deixando um rastro de saliva ao nos separar.

   - Deveríamos fazer mais vezes.

To be continued...        


Notas Finais


OHOHOHO
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO ÒWÓ música: https://www.youtube.com/watch?v=2zPPzuo29XA
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spoiler
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MAIS PRA FRENTE TEM MAIS :V ESSE N VAI SER O ÚNICO, MAS POR ENQUANTO APAGUEM O FOGO NO COOL S2 obrigada por lerem até aqui S2 xoxo


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