História A Strange Love - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Visualizações 1.089
Palavras 1.577
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ALÔ!!!! (homora?)
Cá estou eu S2 esse cap foi curto e até um pouco passageiro, só pra desencalhar...
Me desculpem c':
De toda forma, boa leitura ^^

P.S: achei essa capa mt linda, e n a coloquei em preto e branco, por homenagem a essas duas S2
(não que esse será o único colorido, cof cof)

Capítulo 13 - XIII


Fanfic / Fanfiction A Strange Love - Capítulo 13 - XIII

Acordei com alguém se mexendo embaixo de mim. Abri os olhos preguiçosamente e quase enfartei. Bill, com o lenço apenas em sua cintura para baixo, dormia como um anjo. Uma dor de cabeça me veio à tona e me sentia mal como se tivesse sido atropelado por um ônibus. Tentei levantar-me, mas acabei tropeçando nos lençóis e dando de cara com o chão.

   - Hein? Ah... Bom-dia. – disse o loiro sentando-se a minha frente. Ambos apenas de cueca. As lembranças da noite anterior me vinham em mente; festa, bebidas, conversas, som alto, beijos, pegações, caricias... Oh céus...

A vergonha tomou conta de mim. Fiquei parado no lugar em que estava. O que diabos deu em mim?! Mas que merda aconteceu?!

   - Dipper? – Bill se aproximou, porém me afastei, olhando-o perplexo.

   - A gente... Nós fizemos... Ah não, não, não, NÃO! – comecei a me vestir.

   - Hey, se acalme, Pine Tree. Você nunca... Ahn...

   - Não! Não cara! Muito menos com um... – parei de falar, pegando meu celular e vendo as 12 mensagens perdidas de minha mãe, a maioria perguntando se eu e minha irmã estávamos bem e nos divertindo. E apenas duas ligações de tio-avô Ford. – Garoto.

O loiro terminou de se vestir tão rápido quanto eu. Percebi que suas maçãs rosearam levemente. Nós... O QUE PORRA NÓS FIZEMOS?! Antes que eu pudesse começar a colocar a culpa na bebida, e pedir desculpas, Bill veio a até mim e me abraçou.

  - Não seja inconveniente. Estou confuso. Ah deuses... Muito confuso! – afastei-o de mim e me dirigi à porta – Eu preciso pensar. Merda.

Apenas sai do quarto, sem antes dar uma olhadela no loiro. Ele parecia bem, como se já tivesse feito isso antes, mesmo tendo voltado à vida em menos de um mês; a maioria de seus dias comigo... Ao descer para a cozinha, percebi o quanto aquela casa estava uma bagunça. Havia espumas coloridas nas paredes, copos descartáveis jogados no assoalho escuro, junto com papeis de doces e salgadinhos. Achei peças de roupas em armários, sofás, mesas, em cima da TV, junto ao ventilador de teto. Ah sim, e um par de meias azuis na... geladeira? Onde fui pegar água, pois minha boca estava seca, e havia aquele gosto estranho... Enfim; estava prestes a sair, sem ao menos ter arrumado meu cabelo, (Eu apenas queria tomar um banho e deitar-me em minha cama, assim dormir o resto do dia), quando ouço minha irmã gemendo meu nome, no sofá da sala.

   - Hey, mana, acho melhor irmos. – disse eu. – Wow!

Desviei o olhar após ter ido vê-la. Mabel, minha doce e inocente irmã, apenas de sutiã e shorts, deitada entre as pernas da loira... A mesma também apenas de sutiã.

   - Mas o que...?! – eu simplesmente não sabia onde enfiar a cara.

Aproveitando enquanto minha irmã se vestia olhei o relógio: 6h22 da manhã. Os primeiros raios de sol atravessavam as longas cortinas verde-claras da sala. Pacífica se levantou, meio atônita, olhou ao redor, e após perceber minha presença desceu um tapa em meu rosto, junto com um grito. Ela murmurou coisas como “pervertido”, “unicórnios” e “rendas”.

   - Estou indo. – sussurrou minha irmã para a garota ao sofá, dando-lhe um beijo na testa e saindo comigo pela por dos fundo. A da frente por algum motivo estava trancada.

  A festa vai pesar na cabeça de muitos hoje. Pensei, observando os incontáveis adolescentes espalhados pelo jardim, dormindo na grama, na beira da piscina e em colchões infláveis dentro da piscina. Pelos meus cálculos devia haver mais de quinhentas garrafas de vodca caídas por ai, desde que eu desci as escadas dentro da casa até quando sai para a rua. Minhas pernas doíam, minha cabeça latejava, e todos os meus músculos do corpo pareciam gritar por socorro. Mabel soltou um bocejo ao meu lado, seus cabelos um completo caos. A caminhada para a Cabana foi silenciosa.

~~*~~

         Ao tomar consciência continuei deitado, fitando o teto de madeira cheio de teias de aranha. Mesmo após um banho e escovado os dentes ainda podia sentir o cheiro de álcool e perfume em mim. Eu estava confuso, muito confuso. Vejamos: eu coro facilmente quando Bill diz fofo ou coisa assim relacionado a mim, gosto quando ele me trata bem, gosto de passar o tempo com ele, fuçando coisas na floresta, enchendo o saco de Stan ou fazendo traquinagens junto a minha irmã. Se parasse para pensar foram poucos os dias que consultei o Diário ou perguntei coisas relacionadas a Bill para Ford. Sentia-me como se conhecesse Bill há muito tempo. Mas Dipo, você já havia conhecido ele! Sim, sim, você tem razão. Mas como já cansemos de saber; sobre sua dupla face e blá blá blá. Era um novo Bill, e eu sentia que gostava dele, no fundo, mas gostava. Mas o quanto eu gostava? Será que após aquela festa eu poderia considerar essa nossa intimidade como amizade?

   - Está acordado, Brobro? – perguntou-me Mabel.

   - Sim. – respondi, sem desviar-me do teto. De canto percebi que ela fazia o mesmo.

   - Tinha algo... naqueles doces. – disse ela, ri e me virei, Mabel fazendo o mesmo. – Então...

Minha irmã inchou as bochechas, mostrando que queria conversar, mas não queria começar a conversa.

   - Certo... De irmão para irmão, como foi sua noite? – arqueei as sobrancelhas, fitando o despertador; 9h50.

   - Hm... Boa. É, boa... – ela estreitou os olhos, tentando se lembrar. – Deuses!

Sua face enrubesceu, a mesma escondendo-se em baixo do edredom. Dei um sorrisinho de canto.

   - Não vai me contar como foi? – continuei a observa-la. Mabel, aos poucos, reapareceu, ainda um tanto vermelha. Respirou fundo e soltou tudo de uma vez, sem pausa:

   - Assim-que-Pacífica-me-achou-ela-me-puxou-para-um-canto-qualquer-pegando-nas-minhas-mãos-começou-a-dizer-sobre-seus-sentimentos-e-coisas-do-tipo-enquanto-eu-me-intupia-de-refrigerante-para-ser-sincera-aquelas-Cocas-estavam-com-um-gosto-meio-estranho-provavelmente-tinham-passado-da-validade.

Ai sim ela respirou, porém voltou a falar novamente:

   - Assim-que-me-toquei-do-que-ela-falava-apenas-a-silenciei-com-um-beijo. Juro! Foi sem pensar! Merda... – seus olhos lagrimejavam de vergonha. Então ela começou a falar normalmente. – Assim, as coisas começaram a esquentar entende... Aquela altura todos já estavam meio crock da cabeça. – ela fez uma careta, colocando a língua para fora – Eu já sei de meus sentimentos por ela mesmo, já aceitei-os há alguns meses, então quando a beijei e ela retribuiu...

Mabel riu, jogando-se de volta no edredom.

   - Ok, ok... Mas, rolou?

   - O que? – ela me fitou.

   - Como assim o que?! Vocês estavam seminuas no sofá! – exclamei.

   - Ah... É... Acho que sim. – ela voltou a admirar o teto.

Suspirei.

   - Então vocês estão...

   - Definitivamente. – ela concordou, séria.

   - Sério?! – sentei-me lentamente.

   - Seríssimo!

Assobiei baixinho e lhe joguei o travesseiro no rosto, parabenizando-a logo depois. Estava prestes a descer para a cozinha, pois meu estômago começara a corroer por dentro de tanto fome, porém Mabel não me deixou.

   - Sua vez! – ela sorria, agora sentada com pernas de índio.

         Esperei alguns segundos para ver se me lembrava de tudo, assim feito comecei a explicar a ela; Após ter voltado ao jardim, Bill me ofereceu um coquetel. Ambos com copos em mãos fomos nos sentar à sala, onde Pacífica deixara bem claro, de uma forma fria, que apenas pessoas conscientes ou parcialmente conscientes podiam entrar (essa regra foi ignorada, como observei logo de manhã). Jogamo-nos no sofá branco, (ah, pobre Pacífica...), conversamos sobre minha infância, minhas paixões dos últimos anos, meus interesseis profissionais e etc. Após alguns minutos, nossas bebidas já acabadas, Bill já mais pra lá do que pra cá, começou a dizer sobre umas garotas que passaram o número delas para ele, mesmo ele não tendo nenhum celular. Ele dizia que elas eram bonitas, coisas desse tipo, mas após alguns dias, encontrando uma mesma garota no mesmo lugar, mesmo em minha companhia, essa fulana finalmente se declarou para ele. Fiquei até surpreso. Ele a rejeitou de uma forma educada e sincera, dizendo que não tinha interesses em garotas, deixando a mesma vermelha como tomate. O loiro se esquecera de que era um demônio e agia como um adolescente enfrentando a puberdade e seus obstáculos, e isso me deixara contente. Assim que Bill finalizou sua narração ele me encarou. Estávamos sentados lado a lado, ambos fitando o nada enquanto conversávamos. Olhei-o nos olhos e foi nessa hora que me senti atraído por ele. Mas por quê? Que raiva! Aquele sentimento estranhamente enlouquecedor aparecia sempre que nos fitávamos, sempre que ele me olhava como se... Como se me... desejasse. Lembro-me também que havia lhe dito mais algumas coisas, coisas vergonhosas e privadas, mas no lugar dessa lembrança estava apenas um branco, como várias outras...

  Olhei para minha irmã, que me ouvia pacientemente. Respirei fundo e voltei a contar: Bill então me beijou, um beijo leve e solto, e eu aceitei-o com prazer, mesmo na hora me questionando o por quê de eu estar deixando um garoto, um demônio, tocar em mim. Porém no fundo eu sabia que Bill não era mais o mesmo que se persistia em minha mente, então achei que se eu o aceitasse o quanto antes, mas fácil se tornaria para eu vê-lo como o “novo Bill” em minha mente. Aos poucos as coisas começaram a esquentar, nossos graus já a mil. O loiro me conduziu até o quarto mais próximo assim que chegamos ao segundo andar, e foi onde rolou.

  Ao olhar minha irmã notei um pouquinho de sangue no canto de seu nariz, mas acabei ignorando.

   - Mas agora me encontro confuso. – comentei.

   - A adolescência é confusa. A vida é confusa. E o amor é uma maré de confusão. – comentou ela, sorridente.

Retribui seu sorriso. Minha irmã era realmente a única.

To be continued...


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui e obrigada pelos favoritos ^^ isso me motiva cada vez mais, podem acreditar! E claro, os comentários indispensáveis <3
Peço desculpas novamente pelo cap curto, foi uma curta explicação da parte de Dipper, porém não acabou!
O que tenho a pedir é apenas que não desistam de mim S2 Bom... As provas e trabalhos já estão sendo marcados, bem provavel que eu não poste os caps todos os dias como costumo fazer, mas saibam que não pretendo desistir dessa fic! Tenho um grande final para ela e quero que vocês leiam c':
CASO haja coisas não explicadas ou algo assim em relação aos cap anteriores, por favor me digam, para que eu conserte!

Amo vcs e vcs sabem S2 xoxo


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