História A Stranger Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Exibições 384
Palavras 1.427
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AAAEEEEHHOOOO
Primeiro; queiro deixar esclarecido que sou uma completa bipolar. *Moça, você não disse que ia postar os cap apenas de fins de semana e segundas?!* Poiiissss é neh não? Então, como toda boa bipolar decidi (Decidiu é? Aham) postar conforme o feedback do cap anterior.
Mas wtf
Assim ó: como o cap 5 chegou a 70 exibições e teve SETE COMENTÁRIOS PARA O MEU PROBLEMA CARDÍACO resolvi postar o 6. Assim que esse cap chegar a 50 exibições e ter no minimo um comentário postarei o 7. Por que? Porque assim saberei se o cap anterior foi bom para eu já poder adiantar o próx.
Afinal a ser humana aqui consegue terminar um cap em uma hora. Ou seja, falta de cap que n teremos xD

\\\\ essa capa do cap tem nd a ver cm o cap em si, mas né, puta Dipper gostoso *COF COF* A qualidade uma boxta neh, psé, odeio minha vida, sorry girls ;u; ////

ENFIM JÁ ENROLEI D+ VCS
Espero que gostem ^^

Capítulo 6 - VI


Fanfic / Fanfiction A Stranger Love - Capítulo 6 - VI

Mesmo após tentando de tudo desfazer o mal entendido com Mabel, ela continuou a pensar besteiras. Sempre que nos cruzávamos no corredor ela me lançava um sorrisinho malicioso. Porém o clima ficou tenso assim que nossos pais chegaram, discutindo. Eu e Mabel estávamos no sótão, em meio a almofadas (sim, isso me lembrou de muitas ocorrências assim que entramos lá), livros e revistas de todos os gêneros, ouvindo as duas vozes enfurecidas e abafadas, tentando a todo custo ignorar.

   - Por que será que eles estão discutindo, Dipper? – perguntou-me Mabel, sua voz tristonha e desanimada.

   - É o que os casais fazem e quaisquer outras pessoas, por vai lá saber quais motivos. – respondo sem tirar os olhos do velho diário com o número 3 na capa.

   - Mas por quê? Eles não se amam? Pessoas que se amam não brigam, brigam? – ela me olhou. Seus olhos marejados e a ponta de seu pequeno nariz rosado.

   - Ah, Mabel – abracei-a – Muito pelo contrario. Quando duas pessoas se amam elas brigam, inevitável. Já pensou se fosse tudo muito perfeito, que enjoativo seria? Eu e você já brigamos incontáveis vezes, mas ainda nos amamos, não?

Sorri tentando convencê-la. Ela retribuiu e confirmou com a cabeça, voltando a ler sua revista de modelos masculinos. Após mais alguns minutos, meia hora talvez, as vozes cessaram e resolvemos ver se nada estava quebrado. Mamãe estava com uma jarra de suco em mãos assim que aparecemos na cozinha.

   - Ah! Olá, queridos. – disse ela sorridente. Mas seus olhos injetados e o nariz vermelho demonstravam o contrário do que ela queria transmitir. – Precisamos conversar.

  Mamãe se virou para a pia, terminou a louça e passou as mãos pelo avental. Pegou três copos e serviu do suco. A propósito, era de uva. Eu e Mabel nos entreolhamos assim que mamãe se sentou de fronte conosco.

   - Eu e o pai de vocês estamos tendo... probleminhas no trabalho, entendem? – confirmamos, ambos bebericando o suco – E isso está, bem, gerando toda essa discórdia que vocês ouviram. Não, não chore, Mabel, querida.

Mamãe esticou a mão e com o indicador limpou uma lágrima de minha irmã, mas fora em vão, pois outras mais fortes vieram.

   - Shh... Está tudo bem... – mamãe agora abraçava Mabel, que soluçava em seu ombro desesperadamente.

Eu apenas as observava. Minha irmã, desde pequena, já vera e ouvira histórias de casais se rompendo e os filhos tendo que escolher apenas um para morar junto. Então ela sempre temeu isso em nossa família, mesmo eu garantindo que nunca, em hipótese alguma, nossos pais se romperiam, pois todos santos dias eles estavam felizes, as discussões vinham e iam, e nada mudava de verdade. Alguns segundos se passaram e minha irmã levantou a cabeça, seu rosto agora rosado, melado e inchado. Mamãe beijou nossas testas e voltou a se sentar.

   - Então... – ela disse, sua voz saindo falhada, então pigarreou e continuou – Vocês iram para a casa de seus tios-avôs amanhã, cinco da tarde.

   - Amanhã?! – exclamamos em uníssono. Ela sorriu ao nos ver sorrir, meio sem graças.

   - Sim, eu e o pai de vocês iremos resolver os incidentes no trabalho, isso levará um bom e longo tempo, então não teremos como voltar para casa para fazer o almoço e jantar de vocês, queridos. Seus tios-avôs não sabem, então será uma surpresa, certo?

Minha irmã me cutucou por baixo da mesa. Aquela era uma péssima ideia...

   - Certo. – dissemos.

   - Muito bem, jantem e vão para seus quarto.

Vejam bem! Ela disse quartos e não vão dormir. Era um pequeno código que tínhamos e usávamos quando nosso pai estava por perto (não era o caso ali). Em outras palavras ela apenas disse “Subam e façam o quiserem até altas horas da noite sem que deixem seu pai descobrir”.

~~*~~

         Porém a ideia de passar a madrugada tentando terminar de decifrar minhas tatuagens com os símbolos que havia no diário foram em vão. Minha mente, ao abrir o diário e deparar com uma pirâmide muito familiar, começou a fuçar os arquivos que continham as pastas com lembranças da, digamos, “pós-aula de química”. Fechei então o livro e me deitei, o abajur ainda acesso. O que fora aquilo, falando seriamente? Por que porras de caralhos alados Bill me assediou daquela forma e por que caralhos de porras aladas eu não só permiti como, no fundo, tive certo pra... ?

   - Ah... AH! Não! Está tudo errado! – me sentei, os olhos fixos no nada – Eu não sou gay. De jeito nenhum!

   - Você se garante mesmo?

Aquele perfume... De novo aquele perfume que faziam minhas estranhas se contorcerem e meu coração parar e voltar a pulsar rapidamente. Me enlouquecia até a última célula. Fazia minhas pernas adormecerem.

   - Como... Você...? – apontei para ele.

   - Seus pais dormiram. – riu-se ele – A porta para o quintal lateral estava aberto, assim como o portão. Apenas entrei. Você não consegue deixar de pensar em mim, não é mesmo, Pine Tree?

Cipher andou até minha cama e sentou aos meus pés. Encolhi-os. Eu estava ficando realmente com medo. O que estava acontecendo comigo?! Por que de repente não consigo mais me concentrar em meus livros que aquele desgraçado me vinha em mente? Por que ele me fazia corar tão facilmente?

   - Pine...? – ele me olhava com curiosidade.

   - Por quê? – sussurrei – Por que você está fazendo isso, Bill? Por que você não está me atacando? Tentando dominar tudo? Por que você está sendo tão pacifico comigo? Sempre me atormentando e... agindo como um humano?

Desabafei. Eram muitos por quês.

   - Se eu te contar você promete confiar em mim e deixar de ser um medroso que pensa que irei te matar a qualquer momento? – ele me olhava sério. Pensei, repensei e pensei de novo. A confiança não se conquista tão fácil assim... – Então?

   - Certo. – olhei-o nos olhos. Ele inspirou.

   - Veja bem, Pines; eu era/sou um demônio. Já havia tentado dominar essa dimensão. E na segunda vez também não tive sucesso.

   - Pois é, né. Disso eu já sei, que surpresa. – cruzei os braços. Sua expressão não mudara.

   - Foi a segunda e última vez. Deixei meu corpo original e voltei à vida nesse. Novos pensamentos e coisas do tipo. Você acha realmente que sou sem coração? Vi e ouvi diversas coisas pelas ruas nesses últimos dias e percebi o quão os humanos podem ser incríveis e inteligentes, mesmo ao mesmo tempo sendo burros, inocentes e frágeis. Me encantei pelos humanos, tanto como agora vivo como um. Estou vendo as coisas de outra forma. Agora sou um humano, bronzeado, lindo, loiro e... gay.

Pera... OI?!

Ele sorriu. Um sorriso sincero e humano. Meu coração pulsava forte. Me faltava ar. Joguei as cobertas para o lado e abri a janela. O vento frio e gostoso passando pelo meu rosto. Bill estava se tornando um humano... Mas... Pera... GAY?! Virei-me para trás. Ele me observava, seus olhos brilhando, agora apenas castanhos.

   - Estranho... Suas palavras me convenceram. – disse eu sentando-me a sua frente – Por que me sinto tão estranho em relação a você?

O loiro pareceu pensar bastante sobre o que eu dissera. Percebi que ele estimulara uma resposta, mas não a disse.

   - Descubra você mesmo, Pinheirinho. – ele estava sério. Eu não gostava daquela expressão. Não gostava que ele me olhasse com raiva, desdém ou fosse o que fosse de ruim. Não gostava mesmo.

Eu não tinha nada e nem tenho nada contra gays, mas aquilo me surpreendera. Bill estava tendo interesses... Por mim?! Era possível mesmo?

   - Pines, quero que você olhe para mim agora como um amigo seu. Um amigo o qual você não se deu bem no inicio em que nos conhecemos, um amigo o qual você guarda rancor, que sei. Um amigo que com você teve um passado turbulento, digamos assim. Mas agora estamos no presente, estou como um humano, na sua dimensão, no seu planeta, em meio ao seu povo, com suas leis e regras, e irei agir como tal.

Minha atenção estava focada inteiramente nele.

   - Apenas, só lhe peço duas pequenas coisas: passe a confiar em mim e... me de uma chance.

   - Uma chance? Chance do que?

Mas a única resposta que tive foi um pequeno beijo no canto de minha boca. O loiro, ainda sério, saiu pela porta de meu quarto. A brisa me bagunçando os cabelos e aquele perfume fazendo-me sentir bem. Eu estava corado, surpreso, confuso, feliz, melancólico, preocupado. Tudo ao mesmo tempo. Minha mente um total caos. A mesma formando um novo sentimento... porém estranho.

Tudo mudou tão... de repente.

To be continued...


Notas Finais


COF COF
Podem me xingar, eu deixo
As coisas a partir desse capítulo iram mudar um pouquinho, ent n me abandonem ;-; juro q vai ficar melhor
*Eu precisava de alguma cena para fazer Bill esclarecer as coisas um pouquinho mais com o Dipo, pois nem eu mesma entendia pq ele parecia tão humano sendo um demônio* ~pensa
Enfim, espero q tenham gostado. Ah, estou pensando em deixar o (os??) próx cap passar de 2.000 palavras, vcs n se enjoariam, certo?
Obg por lerem até aqui, kissus S2


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