História A Stranger Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Exibições 376
Palavras 1.811
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


"Quanto esse cap chegar a 50 exibições..." - disse eu
(Bah, n vai chegar tão rápido) - pensei
QUEM EU QUERIA ENGANAR? COM CERTEZA ESTAVA DESAFIANDO A MIM MESMA!!!!
De qualquer forma está aqui e-e creio q ficou bem parado, mas meu objetivo está na droga da cidade, então não me xinguem se o pequeno decorrer foi tedioso, não é tão fácil quanto parece :v as ideias que tenho na cabeça terão q ser repensados e escritos com cautela, qro detalhar o máximo possível, ent mesmo qesse cap passe de 50 exibiçoes postarei o cap 8 assim q pronto
ASSIM Q PERFEITO EU POSTO
cof cof................ boa leitura ser humaninhos S2

Capítulo 7 - VII


Fanfic / Fanfiction A Stranger Love - Capítulo 7 - VII

Ao tomar consciência me levantei pensando estar atrasado. Nem olhei para o despertador, peguei a primeira toalha que vi e corri para o banheiro. Tomei o banho mais hardcore da minha vida e voltei para o meu quarto, quando estava tudo pronto Mabel apareceu.

   - Mas que droga de barulheira é essa – boceja – Brobro?

Minha irmã estava descabelada e vestia seu pijama ainda. Seu porquinho rosa apareceu em meio aos seus pés, olhando-me com aquela cara fofa de sempre.

   - Mas Mabel! Estamos...

   - Atrasados? – riu-se ela. Minha irmã apertou-me as bochechas. Odeio quando ela afaz isso – Não iremos hoje e nem amanhã, Dipo.

Dipo?

   - Ah é... – passei a mão pelos cabelos e suspirei – Que retardado, eu.

Minha irmã deu uma risadinha, bocejou novamente e voltou para o seu quarto, que a propósito era ao do meu. Eu estava completamente acordado, meu sono se fora. Vesti novamente meu pijama, joguei minha mochila em qualquer canto, abri as janelas e desci para a cozinha. Mesmo odiando acordar de manhã eu adorava o cheira da mesma e a cor do sol. Bem... Ahn... meloso isso, não? (N/A: para não dizer outra coisa, se é que me entendem).

         Mamãe e papai realmente não estavam em casa. A mesa da cozinha se encontrava vazia e solitária. Franzi os lábios. Nunca preparei café da manhã ou coisa assim, mas não podia deixar Mabel sem nada, ela bem provavelmente acordaria dali uma ou duas horas.

   - Certo, certo, vejamos... – fucei nos armários e na geladeira, até que por fim resolvi começar.

Desde pequeno eu observava meu pai fazer bolo e minha mãe arrumar a mesa, fazer ovos mexidos, bacon e todo o resto. Mamãe realmente se esforçava em dar um café da manhã descente para nós... Então comecei pelo bolo. Mesclado. Sim, sim, o favorito da mana. Chocolate? Bem, não que ela deixou de gostar, apenas expandiu os gostos de seu paladar.

O tempo passava. O bolo ficou pronto, cortei-o em fatias e coloquei na mesa. Fiz suco de laranja, ovos mexidos, bacon. Cortei os pães, passei manteiga nos mesmos e os coloquei na frigideira. Eles ficavam realmente muito bons! Faltavam dez minutos para as oito...

   - Droga, ainda falta algo. – disse eu para ninguém em particular. Olhei para a mesa pronta e até bonita e franzi as sobrancelhas. Eu não fazia a menor ideia do que faltava.

   - Café.

Me agarrei ao balcão e olhei assustado para o lado.

   - Da para parar de fazer isso?! Cacete. Você não se cansa de vir me atormentar não?

Ele riu. Olhei-o melhor. Parecia exausto, como se não tivesse dormido bem...

   - Falta café, Pine Tree. – Bill se dirigiu até a cafeteira e a ligou.

   - Eu... Não sei mexer nisso ai. – murmurei.

Bill arrumava as coisas cuidadosamente. Como pode um semi-humano saber mexer em uma cafeteira e eu não?! Bom, se é que podemos usar esse termo a ele. O loiro usava um suéter turquesa, uma calça jeans até que justa e escura, estava apenas de meias brancas.

   - Agora dê alguns minutos até que fique pronto. – ele se virou para mim.

Bill estava perto dos armários e eu encostado ao balcão que dividia a cozinha da sala. Ambos nos fitando. Seus olhos brilhavam e me mantinha preso. Após uns dez segundos assim ele fechou os olhos e suspirou. Eu queria dizer algo, precisava dizer algo, apenas não sabia se devia. Ele dissera uma chance na noite anterior. Meu cérebro latejava para poder entender. Eu estava começando a vê-lo como um colega de escola que gosta de me perseguir...

   - Bom-dia. – disse Mabel com um sorriso sonolento – Oh, Bill! Olá.

   - Olá. – Bill sorriu para ela.

   - Nossa, quem fez tudo isso? – ela se sentou à mesa. Cipher sorriu e me olhou – Wow, Brobro, você mandou bem.

Me sentei ao seu lado. Bill terminou o café e o colocou junto ao suco.

   - Não acha que é muita coisa para nós três? – disse Cipher se sentando.

Pra inicio de conversa nem convidado você é. Pensei.

   - Diga por si só. – respondeu Mabel pegando uma fatia de bolo e servindo-se do suco. – Hm... Tá muito bom, esse bolo – disse ela de boca cheia.

Bill arqueou as sobrancelhas.

   - Foi você? – ele me olhou de canto e confirmei. – Nada mau, Pinheirinho.

Senti meu rosto esquentar. Eu apenas queria um tempo para poder pensar...

~~*~~

Era 10h da manhã quando sentei-me na varanda. Finalmente estava de férias, bom, não oficialmente. Elas começariam dali três dias, mas né... Eu estava descalço, usava uma bermuda jeans e uma camisa vermelha. Meu boné estava em meu quarto e o diário em minhas mãos... Eu havia feito tatuagens há uns dois meses. Tio-avô Ford havia me manda uma carta com uns símbolos maneiros, com seus significados e etc. Pensei em tatua-los, sabia o significado mesmo, eles eram maneiros, então por que não? Mas agora não me lembrava mais, perdi a carta e tento decifra-los novamente. Porém creio que no diário três não há nada a respeito.

Bill também tem tatuagens parecidas, não? Será que são apenas nos braços...? Balancei a cabeça e bufei, indignado.

   - Dipper? – minha irmã se sentou ao meu lado, nas escadas da varanda, de frente ao sol e a rua silenciosa. Ventava levemente. – Bill disse que precisava ir e lhe deixou isso. Depois sumiu, literalmente, em frente aos meus olhos!

Ela me entregou o que aparentava ser um pingente, apenas o pingente, sem a corrente. Era um pequeno pinheiro de prata. Eu deveria ter me irritado e o jogado fora, pensado que era apenas mais uma das brincadeiras do demônio, com suas piadinhas de pine tree ou qual quer coisa assim, mas não. Fechei a mão que continha o pingente e voltei a balançar meu pés, pensativo.

   - Você anda tão quieto. – ela me olhava – Você ainda tem receio do Bill? – não lhe respondi. Ela suspirou e sorriu, animando-se novamente. – Estou tão ansiosa por ver a Wendy e o Soos! Na verdade todo mundo. Saudades de Gravity Falls...

   - O silêncio da floresta. – comentei de repente – As ruas calmas, as pessoas simpáticas.

   - Pois é. Será que mudou muito? – ela balançava os pés no mesmo ritmo que eu agora.

   - Espero que não. – lembranças me vinham em mente.

~~*~~

Passei o dia fazendo pesquisas em relação as minhas tatuagens enquanto Mabel saia com suas amigas. Candy e Grenda provavelmente também iriam para Gravity Falls, porém não hoje. Eu e minha irmã arrumamos nossas malas às quatro da tarde. Eu estava começando sentir um pouquinho de nostalgia e ansiedade.

  Papai e mamãe ligaram pra se despedirem e se desculparem pela ausência, nos desejaram boa viagem e que aproveitássemos muito. Dando dez para as cinco da tarde fomos a pé até o ponto de ônibus mais perto, o mesmo estava vazio. Eu sentia algo, como uma expectativa.

   - Será que Bill também vai? – disse minha irmã colocando Waddles no colo. Era isso, minha expectativa era essa. Mas por quê? Provavelmente apenas pensava que Bill ir conosco para Gravity Falls era algo provável pelo fato de tudo entre nós ter rolado lá, além que né, ele passava seus dias me perseguindo.

   - Não sei. – murmurei em resposta.

   - Vocês estão se tornando amigos, certo? – ela se virou para mim.

   - Olhe, Mabel. Comecei a confiar nesse cabeça de triangulo agora, ok? Prometo que me tornarei amigo dele, mas me dê mais algum tempo, tudo bem?

Mabel abriu um sorriso de orelha a orelha, feliz da vida. Ah como eu queria estar feliz assim. Estava mais para pensativo e quieto. Bom, não que isso fosse tãooo incomum para mim, mas que eu ria mais eu ria.

   - OK! Espero que... vocês se tornem amigos... – ela virou o rosto, um sorriso diferente lhe traçando os lábios – É, amigos...

   - Mabel Pines... – disse eu ameaçador. Ela riu e me olhou de soslaio, seus olhos semicerrados.

   - Sou uma garota, me deixe com meus pensamentos.

O que ela queria? Que a gente se pegasse sempre que estivéssemos a sós ou coisa parecida? Que ideia mais fútil.

O ônibus que ia para Gravity Falls apontou à esquina. Pegamos nossas coisas e nos posicionamos. O pingente estava em meu bolso, o diário em minha mão. Eu estava realmente ansioso. Fazia três meses que não via o lugar em que minha vida mudou por completo.

~~*~~

         O vento da tarde, fresco para de um fim de primavera, me bagunçava os cabelos gostosamente. Mabel dormia em meu ombro e eu observava a paisagem. O quão tudo pode ter mudado? Até aquele momento as coisas pareciam... normais.

Chegamos seis e meia da noite. O sol se pondo aos poucos. Descemos do ônibus e o mesmo partiu rapidamente. A placa dizia Bem-vindo a Gravity Falls e um triângulo com um olho só pichado na mesma e mais alguns palavrões. Pude identificar o nome “Wendy” pequeno em um canto. Sorri abobado. Como sabíamos onde ficava a Cabana do Mistério fomos a pé, porém pegamos um atalho. Não queríamos ter que passar no centro da cidade, era muito movimentada de noite.

A floresta estava quieta como sempre, apenas o vento assobiava entre os galhos. Aquela estrada de terra longa e infinita estava me cansando já.

   - Falta muito? – murmurei mudando a aba de meu boné para trás. Eu tinha uma mochila nas costas e arrastava uma mala de rodinhas. O mesmo com Mabel.

   - Não, Dipo. – respondeu ela animada. Às vezes me pergunto como ela consegue sorrir toda hora.

Depois de passar meio milénio andando, finalmente chegamos à cabana, ela continuava a mesma.

   - Nostalgia me deixa depressivo. – ri. Waddles correu até a porta e ficou se jogando contra a mesma.

   - Waddles, você vai se machucar! – disse minha irmã deixando as coisas e correndo até ele. As luzes estavam acesas, porém estava tudo muito quieto.

   - Hey...! - Virei-me. Apenas escuridão. – Heeyy!

Tirei meu canivete do bolso e o abri, apontando para o nada.

   - Saia! Agora! – ordenei.

   - Brobro? – minha irmã se aproximou de mim.

Alguns arbustos por perto se mexeram. Semicerrei os olhos.

   - Mas que porra...

Minha irmã tirou uma lanterna do fundo de sua mochila e apontou para o local dos arbustos. Mas não havia nada.

   - Sou só eu, mas estamos ficando loucos? – sussurrei.

   - Creio que é apenas hábito. – disse ela hesitante em guardar a lanterna.

   - Crianças? – tio-avô Ford abriu a porta. Corremos para dar-lhe um abraço. – Mas o que fazem aqui? Não iam vir apenas na próxima segunda?

Ele parecia preocupado e confuso.

   - Mamãe e papai estão com problemas, então nos mandaram mais cedo.

Olhei para trás antes de entrar, traçando os olhos pela escuridão. Quieto. Quieto demais mais para o meu gosto.

   - Cadê o tio-avô Stan? – perguntei. Ford nos analisou.

   - Ele está de cama. - Eu e minha irmã nos entre olhamos. – Então, cadê aquele maldito demônio, Bill Cipher?

To be continued...

 

 

 


Notas Finais


Nem eu gosto da minha indecisão, ent podem me xingar pq até eu me odeio
Ta um puta calor aqui e ta trovejando, vai entender
Terminei de ler A Matter of Life and Death e qro a droga da atualização ;-; agm me ajuda
Me desculpem qualquer erro :T mas de qualquer forma espero q tenham gostado pelo menos um pouco, ficarei em casa até domingo (creio eu), ent farei o cap 8 mais tarde e quando eu ver q ele está perfeito posto (claro, se tbm esse chegar às 50 exibições e etc :v)
Obrigada por lerem até aqui e até o próximo, xoxo S2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...