História A Stranger Love - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Exibições 349
Palavras 1.581
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Primeiramente obrigada, do fundo do coração, pelos 50 favoritos. Sério galera, obrigada mesmo, vocês têm ideia do quão importante isso é para mim?! Pois é, muito mesmo. Fico extremamente emocionada com todos vocês que comentam, isso motiva PRA CARALHO em continuar a escrever sabagaça. Eu poderia dar um beija na boca de cada um, mas isso não é exatamente possível c': ~bad~
Bom, como agradecimento eu pensei em fazer um capítulo especial (CALMA! NÃO É ESSE!) Apenas pensei mesmo, maaass caso vocês achem a ideia boa, só dizer ^^
Eu realmente não sei como agradecer, apenas continuando a fanfic. Amo muito esse carinho que vocês me dão nos comentários ;;u;; - chora
ENFIM! É isso :3 boa leitura S2

Capítulo 8 - VIII


Fanfic / Fanfiction A Stranger Love - Capítulo 8 - VIII

A cidade parecia ter crescido um pouco. A floresta parecia ter diminuído e as casas aumentadas. De noite o centro brilhava em cor laranja. Eu amava aquele lugar, das colinas, bosques, lagos, até as ruas cansativas de terras e casas. As coisas pareciam estar normais, até mais calma, e eu considerava isso algo bom. Porém o fato de meu tio-avô estar de cama já não. Ele pegar uma doença era impossível, em toda vida dele (segundo o que ele me disse), ele só pegou gripe uma voz, aos dez anos de idade...

   - Bill não veio conosco. – respondo a Ford subindo as escadas. Graças aos céus aquela cabana tinha sido reformada um pouco, já não aguentava mais afundar meu pé no sétimo degrau de baixo para cima.

   - Vocês o deixaram sozinho?! – meu tio-avô correu até nós, seu rosto agora com uma expressão de completa preocupação.

   - Sim, deixamos. Por quê? Acha que Bill pode tacar fogo em algum lugar? – respondeu-lhe Mabel. Minha irmã olhava para Ford com um olhar do tipo “Se você disser que sim mando Waddles te atacar”.

Meu tio-avô, muito esperto como é em requisitos de sobrinhos-netos, apenas confirmou com a cabeça, ainda nos olhando. Mabel irritou-se e puxou o braço que Ford segurava, a mesma revirou os olhos e subiu as escadas bufando.

   - Eu disse algo de errado? – ele me olhou com as sobrancelhas arqueadas. Suspirei, desacreditado.

   - Minha irmã anda defendendo muito o Bill, na verdade ela o considera como um amigo e...

   - AMIGO?! – ele me interrompeu pegando em meus ombros. – Sua irmã tem o que na cabeça?! C-como assim... ? – tio Ford tirou seus óculos e apertou as pálpebras. – Vocês têm 15 anos de idade, irão fazer 16 em breve, sabem muito bem suas responsabilidades e como pessoas que passaram pelas loucuras de Bill deveriam ser mais cuidadosas.

Cruzei os braços diante do peito e o encarei. Eu não curtia muito ficar plantado em pé ouvindo coisas que já sei.

   - Que tatuagens são essas? – ele pegou meus braços e analisou. – Ah não, Dipper...

   - O que foi agora? Não posso fazer tatuagens? – bufei indignado.

   - Pode, claro de pode, mas símbolos?! Símbolos de outra dimensão?!

   - Olhe Ford, eu sei/sabia os significados dessas coisas, se eu as tatuei consciente então por que a preocupação? – ele pensou por um tempo e suspirou derrotado. Dois pontos para Dipper!

   - Certo, você tem razão. Apenas não saia por ai tatuando tudo que acha que é legal. Por sorte essas não têm grande efeito... – ele sussurrou quase para si mesmo a última frase. – Porém terei que observar...

   - Boa-noite Ford. – subi as escadas. Meus pés doíam de ter andado naquela merda de rua. Ao entrar no quarto vi Mabel sentada na sua cama.

O nosso quarto, que ficava no sótão, estava do jeito que deixamos, porém mais limpo e arrumado. Ambas as camas com lençóis e edredons limpos, o mesmo com os travesseiros. Arrumei minhas coisas no pequeno armário e me sentei de frente a minha irmã, que acariciava Waddles.

   - O que há? – perguntei tentando encontrar seu olhar.

   - Bill parece tão só... Esses dias, após a aula, encontrei-o acariciando um gato. Ele olhava para o gatinho como se ele próprio estivesse abandonado. – ela me olhou. Passei a mão pelos meus cabelos e inspirei.

   - Não sei se Bill virá para cá, mas caso sim, iremos ficar com ele, certo? – mas o que caralhos eu estava dizendo?!...Ela sorriu.

   - Certo! Creio que Bill queira ser seu amigo, então você terá que se esforçar, não? – sabia.

   - Por que não você? – sorri de canto.

   - Por que eu não sou um garoto.

Ela riu ao ver minha expressão. Esfreguei as mãos no rosto. Minhas maçãs esquentavam. Ah, droga...

   - Eu soube da preferencia sexual dele... Só nunca consegui identificar a sua. – ela deixou o porquinho no chão, pegou uma toalha e saiu dando risinhos.

Droga...!

~~*~~

         Após um banho merecido fui até o quarto do tio-avô Stan, com minha irmã nos calcanhares. Ford provavelmente estava no seu “laboratório”. Abrimos a porta devagarinho e espiamos. Stan roncava. Entramos cautelosamente. Ele parecia bem, um pouco corado, mas bem.

   - Talvez seja só uma gripe. – sussurrou Mabel e eu confirmei. – Espero que ele melhore.

Decidimos não acorda-lo e saímos dali. Stan era forte, melhoraria logo, logo. Mabel desceu para a sala e eu fui para o meu quarto. Peguei o diário, sentei na cama e quando fui começar a lê-lo ouvi um barulho vindo da janela em formato triangular.

   - Bill? – abri a mesma e lhe dei passagem. O loiro realmente conseguia flutuar...

   - Noite, Pinheirinho.

   - Por que não veio conosco? – perguntei analisando-o. Usava as mesmas roupas de manhã cedo, acrescentara apenas um all star amarelo e uma corrente no pescoço.

Cipher provavelmente pensara “Agora você quer que eu ande com você? Garoto bipolar”. Eu apenas estava tentando ser amigável, ok?

   - Eu precisava... Bom, arrumar minha casa antes de sair.

   - Você tem uma casa? – ri sentando no chão e encostando-me na lateral da cama. O loiro se sentou ao meu lado.

   - Pois é, tive que comprar uma. – eu realmente não queria saber como ele arranjara dinheiro.

Silenciamo-nos por um tempo, mas logo Bill disse:

   - Você me dará uma chance, então? – confirmei com a cabeça. Bill sorriu. – Poderíamos ir a uma sorveteria amanhã, sabe? Seria legal...

   - Sim, não é uma má ideia. – sorri de volta. Me sentia bem, as coisas entre nós parecia estar se estabilizando. Mas meu coração continuava a bater fora do ritmo normal. Bill, ainda me deixando irritado às vezes ou até confuso, me deixava feliz de uma forma boba.

Me sinto tão patético. Desviei o olhar e corei. Ele continuava me observando.

   - Você disse que era gay? – murmurei quase não acreditando no assunto que eu tocara. Ele riu e eu o olhei.

   - Queria ver sua reação.

   - Ah... certo. – não sabia mais o que dizer. Me sentia um completo idiota naquele momento.

   - Você fica fofo corado. – disse Bill de repente e meu rosto esquentou. Ele riu. – E o pingente, aceitou ou jogou fora?

Arqueei as sobrancelhas. Havia me esquecido completamente. Corri para o banheiro e o encontrei no bolço de minha bermuda, para meu alivio. Voltei para o quarto enquanto pensava; ser amigo daquele garoto não parecia algo tão ruim agora. Eu nunca tive um amigo, apenas colegas. Por muito tempo Mabel foi a única em quem eu podia confiar de verdade. Eu observava as pessoas e via o quão difícil podia ser confiar nos outros, mas eu deveria dar uma chance para aquele garoto em especial, não?

   - Ah, podia jurar que você havia o jogado fora. – disse ele se aproximando. Bill tirou a corrente do próprio pescoço, pegou o pingente de minha mão e os juntaram. Depois o entregou para mim.

Murmurei um obrigado e o coloquei em meu pescoço, deixando-o dentro da camisa, o pingente frio me tocando a pele. Bill cheirava ao seu perfume e eu a sabonete. Vinha um vento frio da janela. Tudo extremamente calmo. Eu não consegui o olhar nos olhos, minha vergonha não permitia.

   - Dipper? – o loiro pegou em meu queixo, forçando-me a olha-lo – Você entendeu mesmo quase eu lhe pedi uma chance?

Bill fechou a porta e me forçou a me encostar na mesma, uma de suas pernas ficando entre as minhas. Meu coração batia mais rápido.

   - Você entendeu, não é mesmo? – seu rosto ficando cada vez mais próximo do meu.

   - Bill... – virei o rosto de lado, mas apenas deu a chance para que ele mordesse meu pescoço.

Inconscientemente levei minhas mãos à suas costas e apertei de leve seu suéter. O loiro tracejou chupões muito bem marcado por todo meu pescoço, junto a mordidas vermelhas. Aquilo, ao mesmo tempo em que era doloroso, era bom. Nossos corpos agora grudados. Bill roçou os lábios em minha orelha, fazendo-me arrepiar. Não resisti a um pequeno gemido. Merda. Aos poucos fui virando meu rosto, até que me encontrava cara a cara com ele. Suas mãos por dentro de minha camisa, em minha cintura.

   - Não pensei que amigos fizessem isso. – comentei olhando-o nos olhos.

Cipher jogou a cabeça para trás e riu. Aquela mesma risada irônica que sempre conheci. Sua pele bronzeada me convidando a mordê-la.

   - Não precisamos necessariamente ser amigos. – ele sussurrou em meu ouvido, puxando-me mais para si.

Quando percebi já estávamos em minha cama.

   - Você fica tão sexy me olhando assim, com os cabelos bagunçados. – disse ele entrelaçando nossos dedos.

Eu já não queria mais me importar com a raiva que guardava dele, apenas queria explorar aquele sentimento que se formou a noite anterior. Bill sendo um demônio ou não naquele momento, a culpa continuaria sendo dele por me fazer me sentir tão bem daquela forma. Eu poderia me xingar o quanto quisesse mais tarde... Minhas pernas agarradas às suas, nossas mãos entrelaçadas e nossos rostos pertos. Ele sorrindo e eu cada vez mais nervoso, cada vez mais corado e quente. Bill roçou os lábios em meu maxilar, subiu para minhas bochechas e chegou aos meus lábios. Eram macios. Logo o loiro pediu passagem para sua língua e quando fui aceita-la, a porta do quarto se abriu.

Foi bom enquanto durou. Volto na próxima vida. Pensei levando as mãos eu meu rosto, desejando cavar minha cova ali mesmo e morrer. Cipher olhou para trás e sorriu para Mabel, a mesma nos encarava.

Algo vermelho lhe escorria do nariz.

To be continued...

 


Notas Finais


Yeah \o/ foi isso ser humaninhos, espero q tenham gostado e-e
Caso achem q o cap especial de 50 fav for uma boa ideia só dizerem! Amo mt vcs ;u; de vdd, obg por estarem aqui S2
isso significa mt pr eu, vcs fizeram uma pudim feliz S2 (já ouvi isso em outro lugar~)
Desculpem-me qualquer erro, até o próx S2 xoxo


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