História A Stranger Love - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Bill X Dipper, Billdip
Exibições 354
Palavras 1.755
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu sei, eu sei. E a limonada? Psé, psé... tbm sou leitora e tbm adoro umas transa (oi?)
Mas n consigo forçar uma relação entre os personagens, entendem? Para mim eles têm q arrumar o sentimento entre eles, ai sim o baguio fica baum ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Minha internet tá ficando uma merda graças a chuva...
De qualquer forma, boa leitura ^^

Capítulo 9 - IX


Fanfic / Fanfiction A Stranger Love - Capítulo 9 - IX

Ouvi a porta se fechar com um estrondo. Mabel estava bem? Ela estava quase roxa e seu nariz pingava sangue quando a vi sair...

   - Sua irmã é bem tarada. – disse Bill saindo de cima de mim.

Droga! Por que está fazendo isso, seu idiota?!

   - Aff... merda... – murmurei levantando-me.

   - Oi? – o loiro se curvou sobre mim.

   - N-nada, ué. Eu não d-disse nada... – gaguejei sentindo minhas pernas adormecerem. Maldito seja o Sistema Nervoso!

Ficamos em silêncio por um tempo. O perfume de Bill havia grudado em meu corpo. Eu não queria nem mentalmente admitir, porém o cheiro dele era realmente o melhor. De canto percebi que o loiro me observava com um sorrisinho afetado. Levantei-me.

   - Certo... Quer comer algo? – perguntei passando a mão pelos cabelos, meio sem graça.

   - Eu estava prestes a fazer isso...

   - Calado! – interrompi-o e o mesmo riu. Saímos de meu quarto.

Ford estava na cozinha e assim que nos viu engasgou-se com o café que bebia. Meio alheio a essa surpresa que meu tio-avô tomou, abri a geladeira enquanto Bill se sentava de frente a ele.

   - Quanto tempo, Stanford Pines. – disse Cipher sorrindo.

   - Você estava lá em cima?! – Ford parecia com raiva.

   - Eu e o seu sobrinho-neto estávamos tento uma conversa bem... agradável. – Bill me lançou um sorriso malicioso e desviei o olhar servindo-me de uma caixinha de suco, encostado a pia.

Meu tio-avô me lançou um olhar de censura.

   - Sua irmã não parece bem, Dipper. Vá vê-la. Ela está no banheiro.

Fazer o que né? Subi as escadas e bati na segunda porta.

   - Mabel? – disse eu. Minha irmã abriu. Seu rosto estava corado e ela segurava um pano contra o nariz. – Você está bem...?

   - Eu? Eu estou ótima! – ela riu. – E você? Você está bem, meu irmãozinho?

Mabel me deu umas cutucadas no braço enquanto ria abobada.

   - Estou... O que você andou fumando? – puxei-a para fora e a levei até a sala, um pouquinho longe da cozinha, onde se encontrava os outros dois.

   - Falando sério, Brobro. Devo me esquecer do que vi? – ela disse sonhadora e seu nariz voltou a sangrar. Mas que caralho era aquilo?

Corei e esfreguei o rosto com as mãos e depois baguncei meus próprios cabelos de frustração.

   - Eu estava fora de mim, ok?

   - Sei, sei... – ela sorria. – De qualquer forma pode-se dizer que estou feliz por essa intimidade de vocês dois.

   - Está é? – levantei uma sobrancelha e a encarei. Mabel não estava muito sã, não...

   - Olhe, Dipo. – ela colocou o pano de lado e me encarou, apoiando o queixo nas mãos. A propósito, estávamos sentados no sofá. – Bill realmente gosta de você, porra. Vê se acorda. Conversei com ele algumas vezes durante as aulas. Ele está disposto a te conquistar.

Mabel deu uma pausa e me analisou. Me conquistar é?

   - Apenas não se feche para ele e seja amigável. Tente se envolver com Bill.

   - Por que você apoia tanto isso?

   - Por quê? – ela riu – Diga-se que um passarinho azul me contou sobre o futuro de vocês.

   - Nosso futuro?

   - Eu achei tão lindo, tão sincero... então quero que vocês fiquem juntos. Caso Bill venha me dizer algo muito ruim que você fez... A gente terá uma conversinha. – minha irmã simplesmente avisou e se retirou, subindo as escadas saltitante.

Suspirei. Nosso futuro? Mas que porras... ?!

         Eu estava começando a ficar com dor de cabeça. Esqueci-me completamente que o cabeça de triângulo estava na cozinha e subi para o meu quarto. Comecei então a colocar as coisas em ordem em minha mente:

Primeiro: aceitei Bill Cipher como amigo, estava começando a confiar nele. OK.

Segundo: Bill Cipher estava tendo interesses por mim. OK.

Terceiro: eu não sabia o que sentia a respeito dele, de verdade. Talvez pudesse ser o início de algo...

Quarto: como caralhos eu ia agir normalmente com ele?!

Me joguei na cama e olhei o teto. Acho que eu apenas devia deixar acontecer normalmente, não? Bom, era o que me diziam desde que fizera treze anos...

~~*~~

         Acordei com uma puta dor no pescoço, pela posição que eu dormira. Levantei-me com os miolos explodindo de dor. Olhei para o relógio em cima do criado mudo. Eram quatro da madrugada. Desci para a cozinha e abri um dos armários, tirando de lá um salgadinho de batatas chips. Minha dor de cabeça não me deixava voltar a dormir.

   - Droga. – murmurei para ninguém. Estava prestes a subir as escadas quando alguém me puxou para trás, pela cintura.

   - Shh... – disse ele. Minha boca estava tampadas pela mão da criatura, então quando inspirei já pude saber quem era. – Vamos para o telhado.

Bill pegou na minha mão e me conduziu até a parte de trás da cabana. Subimos uma escada de mão, chegamos ao telhado e sentamos no mesmo. O vento estava frio.

   - Por que me trouxe aqui? – perguntei enchendo a boca de salgadinho logo depois.

   - Estava sem sono. Ia vir aqui sozinho, mas lhe vi acordado, então por que não? – Bill tinha um sorrisinho de canto.

Ficamos em silêncio. Aja naturalmente... O loiro se espreguiçou e um de seus braços passou pelos meus ombros e ele me puxou cautelosamente para perto de si. Nossos ombros se encostando agora. Que clichê. Ri.

   - Hey, Pine Tree. Sabe quantas galáxias pode haver lá fora? – disse ele olhando para o céu repleto de estrelas.

Deixei meu salgadinho de lado.

   - Não faço a menor ideia. – respondi.

   - Incontáveis. – suspirou ele. O único barulho que se ouvia era do centro da cidade e das árvores ao redor. Minha dor de cabeça havia passado sem que eu percebesse...

Levantei a cabeça para olhar para Bill, mas não foi algo muito bom em se fazer. Cipher passou a mão pelos cabelos, levando sua franja para trás, deixando sua testa amostra. Havia... Havia o desenho de um olho, de um olho fechado.

Levantei-me. Por sorte a parte do telhado que estávamos era um tanto mais plano. Senti uma dor no coração, literalmente, como se uma mão invisível tivesse o apertado. Minha visão estava ficando turva. Virei-me para Bill. Ele se mantinha parado, de olhos fechados, e o olho em sua testa se abriu.

O tempo simplesmente parou. A pele de meus braços ardia. Olhei-os. Sobe minhas tatuagens havia escritas e símbolos que eu nunca havia visto, brilhavam em um tom lilás, assim como o desenho do olho de Cipher. Mas que caralhos estava acontecendo?!

   - Bill...? – minha visão estava escurecendo aos poucos. Eu tinha que sair dali. Sabia que não devia confiar naquele desgraçado.

Porém, assim que dei o primeiro passo, fora para trás. Escorreguei e a última coisa que vi antes de apagar por completo foram os olhos dourados do demônio se abrirem.

~~*~~

         Ao tomar consciência, bom, um pouco pelo menos, pude ouvir vozes e gritarias. Uma luz vermelha e laranja me cegava ao longe.

   - Dipper? DIPPER! – gritava minha irmã, mas minha visão estava borrada demais e meu corpo completamente imobilizado. Tudo ao redor escureceu novamente.

...

         Acordei com uma dor infernal de cabeça. Alguém poderia, por favor, amputa-la fora?! Abri os olhos com certa dificuldade. Me encontrava em um quarto branco, com cortinas, mobílias e...

   - Dipper! – minha irmã me abraçou, seu rosto melado de choro.

   - Mabel, minha cabeça...

   - Oh, desculpe-me. – ela deu uma risadinha sem graça. Tio-avô Ford dormia em uma poltrona ao canto do quarto.

Olhei meus braços; as tatuagens continuavam normais. Tentei mudar de posição e foi ai que percebi que minha perna esquerda estava engessada. Ambos os meus ombros estavam enfaixados.

   - Dipper... – Mabel me olhava com o rosto vermelho de preocupação. – Você... O Bill... Parte da cabana...

Ela começou a soluçar.

   - Venha cá, chorona. – a puxei com o braço direito, o menos dolorido. – Estou bem... Olhe, estou bem!

   - Bill colocou fogo na cabana, Dipper! – ela exclamou com a voz meio abafada pela minha camisa. Mabel se afastou um pouco. – Dipper, Bill estava completamente fora de si! Os olhos dele estavam um completo dourado e... E havia um terceiro olho na testa dele, brilhando em lilás!

   - Calma, mana. Respira. Explica direito. – apontei para um jarra de água no criado mudo. Minha irmã nem se deu ao trabalho de pegar um copo, bebeu na jarra mesmo. Arqueei as sobrancelhas. Wow! – Agora...

   - Eu acordei com um puta calor e um cheiro de queimado. Desci as escadas e encontrei parte da cabana em chamas, então corri para chamar o tio-avô Ford. Ele ligou para os bombeiros enquanto ajudávamos tio-avô Stan a sair conosco. – ela respirou – Então, enquanto Ford conversava com os bombeiros fui junto com um para o lado que pegava fogo. – ela olhou para Ford que roncava – Bill estava no telhado, gritando palavras que eu não fazia a menor ideia do significado, com um sorriso louco. Tentamos tira-lo de lá, mas o que aconteceu mesmo foi que ele atirou o bombeiro longe, para entre as árvores.

Passei a mão pelos cabelos. Mas que história... !

   - Quando percebi eu estava flutuando. – ela riu de sua lembrança – Eu estava prestes a perder a consciência quando te avistei desmaiado. Assim que gritei seu nome Bill pareceu ter voltado a si. Ficou tão perdido quanto nós. Me largou no chão e pulou do telhado, correndo para a floresta. E agora estamos nós aqui.

Suspirei. Aquilo fora realmente estranho...

   - Achei que podia confiar nele... – Mabel levou as mãos ao rosto, seus ombros chacoalhando desesperadamente.

   - Hey, hey! Não sabemos o que foi realmente aquilo. Você mesma disse, Bill não estava em sã consciência. Creio que seja... os poderes dele voltando.

Ela me olhou, desacreditada.

   - Você acha que ele pode voltar a ser mau?

   - Eu não acho nada, Mabel. Mas não podemos deixar do jeito que está. – disse eu me levantando.

   - Nem pense nisso! – ela me empurrou pelos ombros, forçando-me a me deitar novamente. – Os médicos virão daqui a pouco. Por sorte você quebrou apenas a perna, ficou com uns hematomas e arranhões pelos ombros e braço, por pouco não quebrou uma costela!

Minha irmã me deu um beijo na testa.

   - Papai e mamãe sabem? – perguntei e ela me encarou.

   - Não. Ford disse que não devemos contar nada a eles, pelo menos por ora.

   - Você sabe que isso é uma péssima ideia. – disse eu.

   - Sim, eu sei.

Ficamos em silêncio por mais um tempo.

   - Sabe quem eu encontrei aqui no hospital? – arqueei as sobrancelhas – A Pacífica Northwest.

Minha irmã corou, sorridente.

To be continued...


Notas Finais


E foi isso ^^ desculpem-me qualquer erro
Em breve terá uma tortinha de limão deliciosa, me esforçarei em faze-la
Espero q tenham gostado mesmo, me importo bastante com a minha escrita e muito mais com a história em si.
E para as limõezinhas de plantão... logo, logo ~sussurra fazendo pose de vilão~

Obg por lerem até aqui S2 xoxo


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