História A Sua Procura - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Madison Beer
Tags Dária, Hayber, Justin Bieber, Madison Beer, Renai, Romance, Squad
Exibições 70
Palavras 2.001
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cá estou eu com o quase final de A Sua Procura, não tenho muito o que lhes dizer, apenas a agradecer pelos comentários fofos que me incentivaram muito. Como sempre, não consegui fazer uma história pequena e acabei planejando mais, e, por isso, irei fazer um epílogo da história e tentarei postar no sábado pelo tablet, caso contrário, só na segunda mesmo. O link da Fanfic no Wattpad está nas notas finais, para quem se interessar.

Boa Leitura!

Capítulo 2 - Paixão Guardada



"Ele procurou pela garota de cabelos negros e olhos esverdeados por todos os cantos, de todas as formas. E quando não a encontrou, se convenceu a desistir; não desistiu." — Renai, Justin Bieber.
A risada da garota o contagiava, tudo graças aos beijos que Justin distribuía nas costas desnudas de Anne. A mesma se encontrava de bruço na cama, com os fios de cabelo negros por todos os lugares da cama, gargalhando a cada toque que o rapaz lhe dava.
— Seus toques me causam cócegas. — Disse olhando para trás afim de observá-lo.
Ela não disse nada, apenas sorriu e a beijou com carinho.
Justin se aquietou ao lado da morena quando viu que a mesma deitou a cabeça nos próprios braços e fechou os olhos.
— Vai dormir?
— Estou cansada, mas não estou com sono. — Fez-o rir.
— Descanse mesmo assim, são quase quatro e meia.
— Não consigo. Só consigo pensar que daqui algumas horas vou embora e talvez nunca nos veremos de novo. — Olhou nos olhos do rapaz. — É estranho, no começo era apenas para não ir embora para o Texas sem aproveitar nada, mas agora; só consigo pensar que você é o melhor cara que eu conheci em toda a minha vida. Não sei se me arrependo de ter te julgado mal ou de ter insistido a Lali e ao Cezar para irmos embora o mais rápido possível.
— Bobagem, Anne! A vida tem dessas coisas, talvez algum dia o destino faça nosso caminho se cruzar outra vez. — Ele disse sem pensar.
— Acredita mesmo em destino, não é? — Ela riu.
— Um pouquinho. — Riu também. — Vamos deixar isso de lado por hora.
— Me fale sobre a garota de Paris. Se quiser, claro. — Completou quando o viu olhar para baixo.
— Karen era minha namorada há quase dois anos e quando estávamos quase completando esses dois anos de namoro eu a levei para Paris para celebrarmos. Mas ela começou a dar desculpas de que eu me jogava para Chloé, nossa guia de turismo e no fim, descobri que ela queria se livrar de mim há tempos. Ela terminou comigo quando estávamos na Torre, bem decepcionante. — Ele riu fraco.
— Sinto muito. — Ele deu de ombros. — Meu namorado fez quase a mesma coisa! Disso que não queria rótulos e que não queria se prender a ninguém e quando estávamos completando quase um ano de namoro ele terminou comigo.
— Que babaca! Eu entendo ele sobre rótulos e tudo mais, mas, qual é! Você é uma garota incrível, eu abriria mão das minhas festas por você sem nem pensar duas vezes.
Ela não pode conter o sorriso quando ele terminou de falar, mas logo voltou a ficar séria e disse:
— Se o destino realmente existe, onde você esteve esse tempo todo?
Ele riu, olhou para ela, deu de ombros e respondeu:
— Eu estava a sua procura.
•••
Já faziam quase duas horas desde que Justin entregara Anne no hotel onde ela estava hospedada e desde então não fez outra coisa além de se sentar no sofá e deixar os pensamentos falarem mais alto assim que chegara em casa.
Sabia que se fosse atrás dela não adiantaria de muito, apenas alimentaria ainda mais a falta da morena. Mas se não fosse, teria grandes chances de nunca mais encontrá-la.
— Que se dane. — Disse a si mesmo antes de se levantar do sofá, pegar as chaves na mesinha de centro e correr até seu carro.
Não demorou nada até que o rapaz já estivesse a caminho do hotel dirigindo o mais rápido que podia. Ensaiando o que dizer para Anne quando finalmente a visse novamente. Seus pensamentos eram tantos, que pensara até mesmo a convencer seu pai a construir uma filial no Texas. E, em meio a tantos pensamentos e ensaios, mal percebera já havia estacionado da frente do hotel, fora tudo tão rápido, no calor do momento. Seus ensaios já não serviam para nada, estava nervoso além do limite e suava frio; porém, nada o impediria de ir atrás da garota de sardas no rosto.
Em um ato rápido e desesperado, Justin pulou para fora do carro e correu até o Hall do hotel, onde o balconista lhe presenteou com um sorriso agradável, que, por conta da pressa, não fora retribuído.
— Escute-me, estou desesperado atrás dessa garota. O nome dela é Anne Andersen e eu preciso muito falar com ela. — Disse rápido passando a mão no rosto nervoso e sorrindo fraco. — Poderia... Você poderia me dizer onde ela está hospedada?
— Desculpe-me, senhor. — Disse o balconista olhando na tela do computador e irritando Justin com o clique chato do mouse. — Aqui diz que Anne Andersen saiu há meia hora. Se quiser saber sobre o voo, temos a informação de que será com a nossa filial Royal Airlines, você pode...
— Obrigada. — Interrompeu o homem voltando a correr em direção ao seu carro.
Sabia exatamente onde era o aeroporto, era um dos melhores da região, buscara seu pai e vários outros parentes milhares de vezes naquele local. E, por sorte, ficava a cinco minutos dali, Justin os transformaria em dois.
Já a caminho do aeroporto, tornou a ensaiar o que dizer mesmo sabendo que assim que colocasse os pés no estacionamento do local tudo iria se esvair. E assim aconteceu, no momento em que Justin estacionou o carro e colocou os pés para fora do mesmo, tudo se foi, mas aquele não era seu interesse no momento.
Correndo mais uma vez, sabia que arrumaria encrenca quando passou pelos guardas correndo igual um maluco, mas não se acanhou. Quando finalmente achou uma recepcionista, passou na frente de todo mundo sem se importar.
— Senhor, o senhor não pode...
— Eu preciso saber em que voo está Anne Andersen, é uma emergência. — Interrompeu a mulher assim como fizera com o homem.
E pela segunda vez naquele dia, a pessoa olhando no computador e fazendo aqueles cliques irritantes deixaram-no com raiva. Estava prestes a socar a tela daquele maldito computador quando, com cara de tédio, a mulher o olhou e disse com toda a calma do mundo.
— Voo três meia nove, melhor dizendo, o que acabou de decolar.
No automático, Justin olhou em direção às enormes paredes de vidro vendo o avião sumir em meio às nuvens. Fungou de raiva, fechou os olhos e deu um sorriso irônico antes de dar as costas e ir embora. Quebrado por dentro por não ter conseguido lutar pela garota que despertara nele o melhor dos sentimentos; a paixão.
Um ano depois...
Soltou a caneta e massageou a própria mão afim de fazer a mesma parar de doer. Esticou o pescoço para o lado e decepcionou-se um pouco ao ver a enorme fila de pessoas segurando seu livro. Tomou coragem e voltou a autografar.
Se passara um ano desde que Justin conhecera Anne naquela festa e teve com ela a melhor das noites, um ano desde que ele correu como um louco atrás dela. Desde então, Justin descobriu centenas de famílias Andersen no Texas, contatou grande parte delas e não a encontrou. Conseguiu falar com Cezar uma vez, mas pelo que parecia os dois haviam discutido e não estavam se falando, então Cezar não sabia do paradeiro da garota.
Faziam quase três meses que Justin cortou as buscas por Anne, percebera que no fundo, ela estava certa, o destino não existia e o futuro dos dois um do lado do outro é mais do que incerto. Convenceu-se a desistir e convenceu-se de que havia desistido, mas quando menos esperou, estava na frente de seu computador escrevendo coisas que passara na busca da morena de olhos castanhos esverdeados.
No fim, Renai se tornou um livro físico. A história que conta sobre Edward e Renai, onde os dois se cruzam em uma noite qualquer na festa e acabam tendo uma noite incrível juntos tornou-se sucesso. Justin largara todo o seu emprego de gerente da empresa de seu pai para focar-se no livro, se lembrar de Anne quando estava o escrevendo era bom, pois tinha uma parte dela por perto, mesmo que fossem apenas em seus pensamentos.
Depois de quase uma hora ainda distribuindo autógrafos, Justin finalmente conseguiu de levantar da cadeira e girar os pulsos cansados. Antes de sair, olhou para o enorme cartaz com a foto de Anne na foto que ele tirou dela de surpresa. Não mostrava seu rosto, por isso, ele podia usá-la, não pensou duas vezes ao escolhe-la para a capa de seu livro; ela estava maravilhosa demais para desperdiçar.
Foi até o banheiro lavar o rosto e tentar espantar o cansaço que habitava seu corpo depois de horas de autógrafos. Agora caminhando para fora da maior livraria de Nova York, colocou as mãos para dentro dos bolsos do casaco e se virou para ir até o restaurante mais próximo para finalmente almoçar as duas e quarenta da tarde. Porém, antes de atravessar a rua, escutou seu nome ser chamado. A voz doce e inconfundível o fizera fechar os olhos e fungar antes de se virar para trás.
Lá estava ela, a garota de cabelos negros e sardas delicadas nas bochechas. Sorrindo tanto que seus olhos se fechavam e tornavam-se quase negros, correndo na direção do rapaz que continuava imóvel.
— Anne. — Sussurrou ele em um gemido fazendo-a sorrir, fora a única coisa que o rapaz fora capaz de pronunciar.
— Eu me atrasei, não é mesmo? — Perguntou ela abraçando-o. — Cezar cismou que precisava ver seus amigos antes de virmos para cá e acabamos discutindo um pouco antes de finalmente ele se ligar de que ele poderia ver seus amigos mais tarde.
— Como você está...
— Justin você está bem? Parece que viu um fantasma. — Disse ela ainda sorrindo. — Ora, vamos, demorou, mas pelo menos estou aqui não é?
— Anne eu tenho estado que nem um louco atrás de você. — Ele finalmente disse algo.
— Cezar me contou sobre sua ligação e depois eu li seu livro — levantou o livro para cima —, por isso estou aqui. Desculpe-me por demorar tanto para aparecer, eu fui na sua casa uma vez, mas não tinha ninguém e eu não tinha o número do seu telefone, então...
Ele a interrompeu com um beijo; cheio de carinho, paixão e saudade, muita saudade, de ambas as partes. Justin jamais esquecera como era o gosto dos lábios de Anne, mas depois de tanto tempo ele parecia ainda mais doce e a saudade não justificava isso. Antes mesmo de se afastarem do beijo, Justin envolveu a morena em seus braços para abraçá-la, um abraço também cheio de carinho e saudade.
Anne se assustou quando sentiu algo passear em sua bochecha, vinha dos olhos do rapaz e no susto, ela se afastou para observá-lo.
— Isso é um lágrima? — Perguntou ela fazendo-o rir e assentir. — Por quê?
— Eu senti tanto a sua falta. Estou feliz! — Ele deu de ombros antes de voltar a envolvê-la em seus braços. — Renai é inteiramente inspirado em você, conta tudo o que eu passei tentando te encontrar. Eu fui até o Texas, Anne, eu fui até o Texas atrás de você!
— Você é louco, Justin!
— Por você.
— Você é louco! — Ela repetiu. — Foi apenas uma noite. Digo, isso não significa que não foi nada para mim, mas como poderia significar tanto assim para você?
— Eu mudei, desde a festa eu já estava diferente. Eu só percebi quando te deixei no hotel e voltei para a casa. É estranho dizer isso, mas, eu acho que me apaixonei por você. — Ele deu de ombros olhando para o chão.
— Acho que temos tanto a conversar, mas estou morrendo de fome. Porque não vamos até algum lugar para podermos conversar?
— Não tem o que conversar, Anne, estou apaixonado por você e fim! — Olhou no fundo dos olhos dela finalmente.
— Isso é loucura! Continuo com fome, vamos almoçar e você vai me levar para a sua casa ou está difícil? — Ela brincou, ele riu e segurou sua mão.
— Vamos logo.
— E então — seguiu ele logo depois de atravessar a rua —, o que fez esse tempo todo.
Caminhando calmamente, Justin parou, se virou para ela e sorriu fazendo-a sorrir também.
— Eu estive a sua procura.


Notas Finais


Vejo vocês sábado/segunda trazendo o fim da história.

A Sua Procura no Wattpad: https://www.wattpad.com/story/90490062-a-sua-procura-jb
Minha outra Fanfic: https://spiritfanfics.com/historia/amar-te-6534607

Agradecerei mais no próximo capítulo...
Beijos,
Dária.


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