História A promessa - Capítulo 10


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Professor Faraize, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Morte, Suspense, Tortura, Violencia
Visualizações 30
Palavras 1.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura :T

Capítulo 10 - Elevador


Fanfic / Fanfiction A promessa - Capítulo 10 - Elevador

 

- Mas é melhor eu lhe contar desde o inicio, por favor, me escute com atenção - assenti com a cabeça e ela começou sua historia

 

         Alguns anos antes – visão de Mayra

 

Estava deitada em minha cama, cansada de uma mudança e completamente irritada com os estrupos freqüentes que ocorriam em minha cidade, minha mãe já não me permitia ir a escola sozinha, não me deixava sair com meus amigos, porra, eu tenho dezesseis anos, quero curtir.

Minha mãe só se importava com Annie, não sei por que ela veio pegar no meu pé agora.

Arrumei-me, falei para minha mãe que eu iria apenas tomar um sorvete e sai, viu? Ela realmente não se importa

Chegando à sorveteria vejo uma garota na ultima mesa, seus cabelos eram prateados, mas esse não foi o motivo de minha atenção ir para ela, a mesma parecia estar chorando.

Mandei a mim mesma não se intrometer, mas bom, isso esta no meu sangue, não posso mudar.

- Com licença...? – ela levantou a cabeça, seus olhos com um lindo amarelo se vidraram em mim, ela rapidamente percebeu e limpou as lagrimas, que tentativa mais falha

- Não precisa esconder – me sentei ao seu lado – posso ser apenas uma estranha, mas tenho certeza que você precisa de um abraço – ela me encarou corada, olhou de um lado para o outro, mas simplesmente desistiu e me abraçou, enterrando seu rosto em meus ombros, eu a abracei de volta e passei a mão pelos seus cabelos

Depois dela se acalmar, nos apresentamos e depois ela acabou me contando que seu namorado havia terminado com ela e sumido pouco tempo depois, não sabia se ria da situação ou a consolava, mas mesmo que eu sugerisse... Ela não aceitaria, não é?

- Rosalya – chamei sua atenção - Quer fazer uma promessa comigo? Mas lembre-se, será apenas uma troca de favores – ela me olhou confusa, mas bem, ninguém entende de inicio mesmo

- Como assim? – sorri e baguncei ainda mais seus cabelos

- Eu prometo ajudar você e você fará algo em troca para mim – ela se arrumou na cadeira meio desconfortável e finalmente me respondeu e mais uma vez, ponto para mim.

- E o que eu teria de fazer?

 

 

        Visão do Nathaniel

 

Mayra simplesmente se calou por um tempo e encarou o nada

- Continuamos essa historia depois – não era possível, ela estava de brincadeira com a minha cara?

- Por quê? – ela me olhou e sorriu – tenho que ir a um lugar, há algo que eu preciso fazer, fique aqui, okay? – assenti com a cabeça

Por que sempre que eu chegava perto de descobrir algo ela fazia isso? Eu realmente quero desistir disso

Ela se levantou, pegou uma bolsa e saiu, encostei minha cabeça no sofá, coloquei minhas mãos sobre seus lábios, eu realmente estava esperando um beijo dela? Balancei minha cabeça em negação e fui até meu quarto, me arrumei e fui até uma sorveteria, aquela historia me deixou com vontade de tomar um sorvete.

Cheguei à sorveteria mais próxima, entrei e me sentei na ultima mesa, fiquei olhando pela janela a avenida

- Com licença senhor? – me virei e vi uma garçonete com um decote desnecessário, quase esfregando seus peitos em mim – o que deseja? – por um segundo queria responder “você” para saber qual seria a reação dela, mas me contive e apenas pedi uma casquinha de baunilha.

Continuei a encarar a janela, ignorando o olhar malicioso da garçonete sobre mim, se fosse em outra hora, talvez eu estivesse corado , mas estava entretido demais na historia de Mayra, o que ela havia feito de tão ruim que deixou Rosalya apreensiva sobre ela?

A moça me chamou, fui até o balcão, paguei a casquinha e voltei para a mesa com a mesma, foi só depois disso que percebi o numero da garçonete no papel, ri e guardei o mesmo no bolso.

- Se divertindo? – escutei a voz de Rosalya em meu ouvido, sorri e apenas dei os ombros, ela se sentou ao meu lado

- E você? Esta? – ela sorriu, ela realmente tinha uma aparência diferente

- Agora sim, evito um pouco as sorveterias, mas decidi entrar para te cumprimentar

Parei e comecei a pensar, e se tudo que Mayra me disse for mentira? Olhei para Rosa e ela sorriu para mim, é agora ou nunca

- Isso tem haver com sua historia com a Mayra? – ela perdeu a expressão e encarou a mesa

- Quer mesmo saber? Talvez não goste do que vai escutar

- Confie em mim – ela suspirou e me olhou com uma expressão triste

- Bom esse é o motivo de eu temer tanto ela – Rosalya abaixou a cabeça – Eu... – foi interrompida

- Encontro de amigos? – me virei e vi Mayra, acompanhada de Alexy e Violette, todos com uma expressão triste

- Rosalya? – a chamei e vi seu rosto em pânico, a abracei e pedi para que ela se acalmasse

- Me solta – a atenção de todos na sorveteria se voltaram para nós – Por favor – ela parou de se debater aos poucos e me abraçou

Violette e Alexy se aproximaram e acudiram a amiga, que chorava sem parar, Mayra me puxou pelo braço para fora da sorveteria

- Pedi para que ficasse em casa – me soltei de seu braço

- Pare de fugir e me conta logo a verdade! – gritei contra ela e sua expressão mudou

- Você quer a verdade? – eu estremeci

O que ela iria fazer comigo?

- Sim... – abaixei a cabeça e ela se aproximou, passou a mão em meu rosto e eu corei

- Então, no próximo domingo vamos sair – ela se afastou de mim, e eu me contive para não puxá-la para mim novamente

- Mas e a verdade? – ela se virou e deu um sorriso triste

- É isso que você verá... – ela se virou e caminhou lentamente até o apartamento, a segui calado, não havia o que dizer

Ela cumprimentou Aghata com um leve aceno e fomos para o elevador

- Com certeza vou me arrepender do que vou fazer daqui em diante –  Alguém como ela se arrepende? A cada dia que se passa mais certeza eu tenho de que ela é a assassina

- O que? – ela caminhou até mim e levantou meu rosto, me fazendo olhar em seus olhos novamente, que mania era essa?

- Primeiro... Isso – ela me beijou, seus lábios eram doces e macios, eu realmente não queria me viciar naquilo, mas ela estava fazendo tudo complicar 

Empurrei-a contra a parede de metal e aprofundei mais o beijo, a porta do elevador abriu e eu me afastei, tentando regular minha respiração, a olhei, ela estava corada e com um sorriso, se afastou de mim e caminhou até o nosso apartamento, a segui de cabeça baixa

Com toda certeza eu estava mais vermelho que o cabelo do Castiel. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^^


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