História A promessa - Capítulo 11


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Professor Faraize, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Morte, Suspense, Tortura, Violencia
Visualizações 24
Palavras 1.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura :T

Capítulo 11 - Estou disposto a descobrir


Fanfic / Fanfiction A promessa - Capítulo 11 - Estou disposto a descobrir

Já havia anoitecido, estava em minha cama, refletindo sobre a história de Mayra.

 

Quem era Annie? Seria sua irmã?

Se Annie era a irmã dela... Como ela poderia ter morrido a seis anos se na história ela tinha dezesseis anos?

Me sentei na cama e olhei o relógio ao meu lado

01:57

Perderia mais uma noite de sono, já estava me acostumando com isso

Levantei-me e sai pelo corredor, segui pela escuridão e parei ao ver que a sala estava um pouco iluminada, respirei fundo e continuei a andar.

Ao chegar na sala, encontrei Mayra com um livro em suas mãos, mas ela não estava a ler, ela dormia tranquilamente, a fazendo parecer um anjo.

Não que ela fosse a mulher mais bela, muito menos que eu a achasse bonita, somente tentei vê-la do jeito de meus colegas, isso, eu não a achava bonita, por que estou me enrolando tanto?

A porta da varanda estava aberta,fazendo as cortinas e alguns cabelos de Mayra voarem, ela era mesmo uma cabeça de vento, desse jeito ficaria resfriada. Fechei a porta e me aproximei da garota dormindo, me agachei em sua frente e tirei sua franja de seu rosto, dormindo ela parecia tão inocente.

Tirei o livro de suas mãos, apaguei a luz do abajur e a peguei no colo, agradeço pelas vezes que fui a academia.

 

 

 

Coloquei ela na cama do outro quarto de hospedes, que era aonde preferia dormir e a cobri, ela me lembra a Ambre, as duas mesmo não querendo acabam dependendo de mim.

Me sentei ao seu lado e comecei a observá-la, fiz carinho em sua bochecha

Por que ela me beijou?

Por que me faz ficar tão confuso?

Tantas perguntas e apenas uma resposta, mas ela estava a dormir

 

 

 

 

 

 

 

Eu estava preparando o café da manhã quando Mayra apareceu no corredor

- Por que não me acordou? - ela esfregava os olhos cinzas

- Você parecia cansada e sempre acordava cedo para fazer o café para nós dois, então decidi cozinhar para te dar mais tempo para dormir - sorri enquanto batia os ovos em uma vasilha.

- E o que o grande chefe irá preparar para hoje? - se aproximou de mim e ficou ao meu lado

- É uma surpresa, agora vá e deixe eu terminar aqui - deixei a vasilha de lado e a empurrei de leve em direção a saída da cozinha

- Okay - levantou os braços em rendição e sorriu - só não demore, estou com fome - saiu da cozinha e me deixou sorrindo, talvez eu também precise de um pouco mais de tempo para dormir 

 

 

 

 

 

 

 

Chegamos na escola e logo nos separamos, hoje eu iria para a sala de música, isso estava começando a se tornar um incomodo, tanto pelas perguntas desnecessárias, quanto pelas aulas de violino. Estava quase chegando na sala

- Como anda as coisas? - falou em meu ouvido

- Normal, Castiel - o ruivo fez bico

- Você podia ser mais sensível ao meu lado - quem esse cara pensa que é? Estava gargalhando e limpando as lágrimas que caiam - Estou falando sério

- Deixa de viadagem, Castiel - falei e nem olhei em seu rosto, apenas apressei o passo, chegando primeiro a sala de música

- Bom dia, Nathaniel - Lysandre sorriu, só tinha ele naquela sala

- Entrei na sala errada? - ele sorriu e negou com a cabeça, algo estava estranho

- Não precisa suspeitar de nada Nathaniel, é que seu chefe chamou a todos

- E por que você está aqui? - mantive meu rosto sem expressão e ele se aproximou, colocando a mão em meu ombro

- Pra te avisar para tomar cuidado, não é o único que quer matá-la, garotão - tirei sua mão dali com um pouco de força e o encarei com raiva, quem ele pensa que é para me ameaçar? 

- Não precisa me dizer o que já sei, Lysandre - me virei e sai pela porta, andava apressado

Aquilo era uma ameaça? Logo de Lysandre o cara em quem mais confio, ele não iria me trair, ele sempre me apoiou, ele realmente não iria me trair... ou iria? Eu estou confuso demais e simplesmente odeio isso

Como eu estava quase correndo, sequer notei uma garota de cabelos castanhos descer as escadas com vários livros em sua frente, então esbarrei com tudo na pobre menina

- Oh, droga... - a garota colocou a mão sobre a cabeça e fechou os olhos com dor

- Me desculpe... - me levantei e ajudei a mesma a se levantar

- Não tem problema - ela me olhou e sorriu sem mostrar os dentes, me agachei e comecei a pegar os livros que havia caído, a morena me ajudou também 

- São muitos... Para onde tem que levá-los? - ela pareceu um pouco confusa, mas logo pegou um papel no bolso de sua calça

- 1-C - me disse, minha sala? Não sou tão sem coração de deixar ela carregar eles livros pesados sozinha se temos que fazer o mesmo caminho

- É a mesma sala que eu tenho que ir, eu te ajudo - ela concordo com a cabeça e subimos as escadas

- Bom, qual o seu nome? - ela estava corada e com um belo sorriso no rosto

- Nat... - parei e respirei, quase morri por um segundo, estou tão distraído assim hoje - Daniel e o seu?

- Melody, espero que sejamos amigos, Dani - ela me olhou - Posso te chamar assim?

- Claro, Melody - ela não parou de sorrir por um minuto sequer em nosso trajeto, que tenho certeza que não foi tão divertido assim, mas não acho que eu tinha que temer ela, bom eu não temia a Aghata antes... Afasto tais pensamentos, não podia duvidar de todos em minha vida

- Chegamos - parei em frente a porta e ela a abriu, já que tinha menos livros em suas mãos

Deixei os livros na mesa da professora de língua portuguesa e ela também.

Ela se sentou ao meu lado e como já sabíamos o assunto que estava sendo dado, conversamos durante a aula, mas não pude deixar de sentir o olhar de Alexy sobre mim.

 

 

 

 

 

 

Chegamos na lanchonete perto da faculdade, por mais que Melody estivesse parecendo uma stalker, ela era extremamente divertida, não me arrependi de ter ficado ao seu lado.

Pedimos um lanche qualquer e nos sentamos na mesa que havia do lado de fora, estavamos apenas jogando conversa, até que vi Rosalya caminhando em nossa direção

- Oi, Dan - Rosalya me cumprimentou, ela estava acompanhado de Violette

- Olá - sorri e rapidamente me lembrei do que aconteceu na sorveteria - você está bem? - ela confirmou com a cabeça, logo a atenção de todos foram atraídos para os gritos do outro lado da rua

- Me deixa em paz - olhei mais para trás e vi Alexy arrastando Mayra em nossa direção

- Tu tem que comer, você está parecendo um papel - ele gritava com a mesma, segurando seu braço enquanto ela tentava inutilmente se soltar.

No fim, Violette, Rosalya, Alexy, Mayra, Melody e eu nos sentamos em uma mesa lá dentro

Quando a comida chegou Mayra comia lentamente e saboreava sua lasanha, Rosalya comia seu hambúrguer como se ele fosse fugir, Violette e Alexy dividiam uma porção de fritas, já eu Melody ficamos no sorvete mesmo.

- Não sabia que era tão popular, Dani - Melody tentava acabar com o silêncio incomodo que reinava o lugar, Mayra nos olhou, mas logo voltou sua atenção ao seu prato.

- Ele não é, alias quem é você, meu amor? - tenho certeza que Alexy falou com ironia, mas achei melhor não comentar

- Oh, como sou esquecida, me chamo Melody - ela sorriu para Alexy que quando ia responder Mayra se intrometeu

- O azulado estressado se chama Alexy, a cinzenta faminta se chama Rosalya

- Ei... - Mayra ignorou as reclamações da amiga cinzenta e continuou

- A violeta tímida se chama Violette - Violette cumprimentou Melody com a cabeça, mas não parecia que era o nome deles que ela queria saber

- E o seu nome? - Mayra a olhou sem expressão, mas não pareceu ter efeito na morena, jurava que poderia acontecer uma guerra entre elas e não tenho ideia de quem seria a vencedora, Mayra colocou o garfo e a faca sobre a mesa e limpou sua boca com o guardanapo, depois se levantou e começou a caminha até o caixa.

Ninguém estava entendendo a reação dela, Alexy olhou para mim confuso, cara, se você que conhece ela a dois anos não sabe, imagine eu?

- Te vejo em casa, Daniel - agora sim, quem olhou confusa para mim foi Melody, apenas balancei os ombros,  inventaria uma desculpa depois - Aliás bela moça, me chamo Mayra, mas você pode me chamar de Mary - saiu pela porta 

Espera... Algo está extremamente confuso agora, ela acabou de confessar? Não, isso é apenas um apelido... Não é?

- Já vai? - Melody perguntou enquanto eu me levantava, olhei de leve para os meninos e eles estavam tão impressionados quanto eu, parece que eu não sou o único a suspeitar ou até saber das coisas, mas os "interrogarei" depois.

- Sim, até mais - saio quase correndo pela porta do estabelecimento, algo errado esta acontecendo aqui e eu vou descobrir

 

 

 

 

 

 

 

Chego em casa e logo vejo Mayra na varanda, me aproximo

- Está tudo bem? - ela se vira para mim sem expressão, por que toda vez que ela faz isso ela parece tão triste?

Ela se aproxima, colocando a mão sobre seu rosto

- Por favor, só tome cuidado, principalmente com ela - a Melody, o problema é ela? Pego em sua mão a fazendo olhar para mim

- Então seja mais direta - ela sorri e se afasta com um sorriso triste, sabia que aquilo era difícil para ela

- Só estou preocupada - me aproximo dela, vou me arrepender do que estou fazendo, tenho certeza - Por favor - já não sei de ela se refere a Melody ou a nós, mas do mesmo jeito, junto nossos lábios em um selinho demorado, ela coloca os braços em volta de meu pescoço e me aperta mais contra ela, nos afastamos e ela voltou a colocar sua mão em meu rosto, me fazendo mais uma vez eu me perder nos olhos da mesma

- O que diabos estamos fazendo? - ela perguntou e eu sorri sincero mais uma vez, ultimamente não preciso mais forçar meus sorrisos

- Não tenho a mínima idéia - ela deu um sorriso igual o meu e se aproximou - mas por incrível que pareça, estou disposto a descobrir - a beijei, talvez eu não deveria ter feito isso.


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^^


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