História A sua promessa - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Professor Faraize, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Morte, Suspense, Tortura, Violencia
Visualizações 12
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura :T

Capítulo 8 - Quantos anos eles tinham?


Fanfic / Fanfiction A sua promessa - Capítulo 8 - Quantos anos eles tinham?

 

"- Ela nunca nos contou muito sobre ela, como se ela fosse um fantasma – Rosa comentou com um sorriso sombrio no rosto e apertou mais minha mão, alguém sem passado não existe, disso eu tenho certeza"

 

  - Já tentou falar isso com ela? – Violette me olhou um pouco assustada

-Não podemos, ela tem que vir e falar, não queremos forçar nada – Rosalya abaixou a cabeça e parou em frente a uma porta  - Chegamos – bateu na porta e entrou, acompanhada de mim e de Violette

Aquela sala parecia um cinema, a mesa do professor ficava na frente e havia alguns lugares para se sentar mais a cima.

Procurei um lugar para sentar e meus olhos logo foram de encontro a Mayra, que me olhava confusa, dei um sorriso para ela e subi as escadas, me sentando ao seu lado, Rosalya logo veio acompanhada de Violette e se sentou ao meu lado, nada dissemos, apenas prestamos atenção no que o professor de historia dizia.

Enquanto copiava o que estava escrito no quadro ouvi alguns cochichos vindo de Violette e Rosalya, o que estava atrapalhando minha concentração, mas em momento algum se calaram, então apenas desisti e fiquei encarando o professor, pelo menos ate Mayra me cutucar, olhei- a e ela me entregou um papel

“Quando chegarmos em casa, te empresto minhas anotações...”

Olhei para ela e concordei com a cabeça, então voltei a ler o resto do bilhete

“Pode me dizer o porquê de ter chegado com elas, ou o porquê de estar aqui?”

Abri meu caderno e comecei a respondê-la, trocar bilhetes estava me dando certa nostalgia, já faz tempo que freqüentei a faculdade

 Escrevi um pequeno resumo do meu encontro com elas, ocultando a parte das perguntas delas, expliquei que me aproximei para saber se ela havia se resolvido com as meninas, lhe entreguei um bilhete, voltei a olhar o professor e escutei um riso baixo vindo da mesma.

O resto das aulas foram normais, não falei mais com Violette e Rosalya, já que elas simplesmente sumiram depois da quarta aula, o que era estranho, mas Mayra não pareceu se importar.

Chegamos a casa e não nos comunicamos, eu fui para o meu quarto me trocar e ela para o dela. Fui o primeiro a sair, fui direto para a cozinha e preparei algo para comer, depois de ter que cuidar de Ambre e viver sozinho por um tempo eu aprendi a me virar, terminei de cozinhar e a chamei, comentamos algumas coisas sobre a aula enquanto comemos, depois ela foi para o quarto dela e eu para o meu, por incrível que pareça, estava me acostumando viver ao lado de uma assassina.

 

 

Um mês havia se passado, Castiel já havia perdido a fé em mim, assim como os outros, mesmo que eles não me dissessem na cara, como o ruivo rebelde:

“Seja inteligente pelo menos uma vez na vida, se você sair dessa agora, vai pelo menos voltar com vida”

Mesmo eu sendo na minha e ignorando tudo o que me atrapalhasse, eu cheguei mesmo a pensar em desistir e ir atrás de outra “missão”, mas não são todas as missões que são fáceis, tenho certeza que ninguém chegou ate onde cheguei, pelo menos era o que eu queria pensar para não desistir tão facilmente.

Já eram umas oito da noite e eu apenas assistia o jornal, os assassinatos continuavam, mas como poderia continuar se o assassino não esta lá?

Desde que comecei a frequentar a escola, nunca dei falta de Mayra, ela sempre esteve lá, eu estava ficando cada vez mais confuso, ela pode ser inteligente, mas tenho certeza que não pode fazer copias dela, ou será que pode? Estou começando a delirar

Continuava a encarar a televisão, sem prestar atenção em nada, eu precisava fazer agir, mas quantas vezes eu já não falei isso para mim mesmo?

- No que esta pensando? – Mayra falou em meu ouvido, me causando arrepios por todo o meu corpo

- Nada – ela saiu de trás do sofá e se sentou na poltrona ao lado e começou a me encarar, eu estava começando a corar, a olhei, mas ela não desviou o olhar, apenas me encarou sem expressão

- Você não me engana, saiba disso – ela se aproximou, e eu me encostei no sofá, ela levantou meu queixo com o dedo, me fazendo encarar seus olhos acinzentados

- E você? O que esta pensando? – perguntei tentando não corar, ela sorriu de canto, mas quando abriu a boca para responder, o interfone tocou, ela se afastou.

Meu coração estava acelerado, mesmo eu não querendo, ela tinha algum efeito sobre mim e isso estava obvio 

- Daniel, melhor se arrumar, temos visitas – ela se aproximou ainda com um sorriso no rosto

- Quem? – como sempre, alguém me atrapalhou na melhor hora

- Apenas coloque um pijama – sorriu de um jeito sapeca e por um segundo me senti um pedófilo, se a historia dela fosse verdade, ela teria apenas  19 anos e eu tenho 24 anos, ela me empurrou ate meu quarto e me jogou para dentro, a porta foi fechada e aberta novamente

- Alias, eu só queria que me falasse logo o que quer de mim, pois eu já sei o que eu quero de você – ela sorriu de um jeito malicioso, me fazendo corar instantaneamente – só isso que eu estava pensando – fechou a porta, coloquei a mão sobre a minha boca, ela realmente tinha um efeito sobre mim e sabia disso 

Coloquei uma calça e uma blusa de moletom, fui até um espelho que estava dependurado e vi se estava tudo em ordem, me sentindo mesmo que sem querer, um garotinho prestes a sair para o seu primeiro encontro.

Sai do quarto e caminhei ate a sala, onde vi Rosalya, Violette e um rapaz de cabelos azuis, todos de pijama sentados no sofá, e  ao aparecer no corredor, a atenção de todos vieram para mim, me fazendo corar um pouco.

- Oie, Daniel – Rosalya caminhou sorrindo até mim, ela estava com uma camisola meio transparente cinza, e em questão de segundo eu desejei sumir, não fui feito para sentir vergonha – que fofinho – e ainda mais depois desse comentário, eu queria estar morto

- Não faça isso com o menino Rosa – o azulado a afastou sorrindo – se não a Violette vai morder seu tornozelo – quando olhei a menina, ela estava emburrada e corada no sofá, com um macacão de coelho

Eles começaram a rir de modo histérico, eu realmente queria desaparecer pela vergonha

- Parem de provocar eles – Mayra saiu da cozinho com uma camisola de seda vermelha, nunca a vi vestida assim, depois que ela se trancava no quarto, ninguém tirava ela de lá

Ela me olhou e sorriu, acho que estava mais vermelho que a mistura do cabelo do Castiel e da camisola dela.

Sentei-me no sofá e fui apresentando ao azulado, Alexy, o nome combinava com ele. Assistimos a um filme de terror, Alexy se jogava em mim e me abraçava, me fazendo rir do drama dele, mesmo ele estando sentado do lado da Rosa, se negava a abraçá-la, o filme acabou e Violette, Alexy e Rosalya estavam quase transparentes

- Vocês estão bem? – estava realmente assustado com a palidez de Violette

- Estamos... Isso não foi nada... – Rosalya forçou um sorriso, então de repente as luzes apagaram, e gritos foram escutados, a luz voltou e Mayra apareceu ao lado do interruptor com um sorriso, vendo todos agarrados, com medo do filme e eu chorando de rir

Depois de muitos xingamentos e uma guerra de travesseiros da qual eu não participei, todos estavam jogados no chão da sala rindo e eu estava no sofá, limpando minhas lagrimas de tanto rir, serio quantos anos eles tinham mesmo?

- Que tal jogarmos verdade ou desafio? – Sugeriu Alexy com um sorriso malicioso em minha direção, serio mesmo? Quantos anos eles tinham?


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^^


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