História A Submissa Do Marco Reus - Capítulo 14


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Descobertas


Fanfic / Fanfiction A Submissa Do Marco Reus - Capítulo 14 - Descobertas

 

Pov Ana

Cheguei como sempre antes do meu dono na empresa, sentei-me em sua mesa para organiza-la. Meu coração disparou quando vi diante de mim um porta retrato preto com a nossa foto tirada em Paris. Peguei-a nas mãos não conseguindo evitar um sorriso bobo. Não seja tonta Ana, ele a colocou ai para parecer real esse amor de vcs. Coloco a foto de volta no lugar vencida pelo meu ultimo pensamento.

A porta se abre minutos depois e Maribel pede licença entrando. Me deseja bom dia me dando um beijo no rosto. Ao notar a foto nova na mesa fica surpresa.

''Nossa, Marco foi capaz de dividir o espaço da mãe.''

Olhei para o outro porta retrato com a foto de uma senhora e um menino loirinho nos braços, eles sorriam.

''O que deseja?''

Maribel senta-se e me olha nos olhos.

''Quis vir antes dele chegar para perguntar sobre a submissa, vai querer mesmo encontra-la?''

Não tinha mais pensado sobre isso.

''Não sei Maribel, mas acho que é melhor não. Deixa isso pra la.''

''Tem certeza?''

Assenti. Depois da reação de Marco na noite passada prefiro não me envolver mais no que não me diz respeito.

'' O que ele fez?''

Ela me olha preocupada. Dou um leve sorriso fingindo estar tudo bem, que nada aconteceu.

Novamente a porta se abriu e o senhor Paul entrou, ele como sempre impecável em seu terno italiano e com os cabelos loiros arrumados para trás.

''Me deixe a sós com ela.''

Maribel se levanta.

''Até mais tarde'' pisca para mim e sai.

O que esse homem quer comigo? meu sangue gelou.

Paul me olhou nos olhos e sorriu elegantemente.

''Já tomou café?''

''Não. Mas eu to sem fome.''

Seu sorriso se fechou e ele me olhou indignado e me estendeu a mão. Receosa e confusa segurei-a e fui obrigada a levantar-me e segui-lo. Tal como o filho esse homem tem uma autoridade quase que despercebida. Isso era atraente em um homem.

''Vamos comer algo então, eu quero conversar com vc.''

 

Pedi um café com leite e panquecas, Paul pediu café preto e um tipo de pão diferente, deve ser feito somente aqui na Alemanha porque eu nunca vi em outro lugar.

''Como estão os preparativos do casamento?''

Gelei, eu sempre ficava nervosa e tensa diante desse homem com medo de falar ou fazer alguma besteira. Eu não estava cuidando de nada sobre o casamento, Marco me garantiu que iria providenciar tudo.

''Acho que bem...'' respondo receosa.

''Já escolheu o vestido?''

''Ainda não.''

''Vou pedir que Maribel te ajude com isso.''

''Não precisa senhor, eu vou pedir a minha prima.''

(...) Passei uma manhã até agradavel com meu sogro, falamos sobre a mãe de Marco, do quanto ele a adorava, entre outros assuntos. Durante a tarde Marco não apareceu, fiquei preocupada, pois ele não era um irresponsável pra faltar assim por nada, será que aconteceu alguma coisa? peguei no celular para ligar, mas desisti. Ainda estou chateada com a forma que ele me tratou quando tentei me aproxima do seu mundo, do seu passado.

Ver essa submissa dele agora só pioraria as coisas e realmente estou farta de ser tratada assim.

Desci no meu horário de ir embora e pedi a Pedro que me levasse para casa, entrei no carro sorrindo por ele ter respondido de maneira exagerada ao me chamar de majestade. Ele e suas brincadeiras...

Antes que Pedro desse partida ouvi uma buzina. Quando olhei para trás Marco descera do seu carro preto e estava vindo em nossa direção. Ele usava um boné para trás e jeans, estava lindo.

''Acho que Marco vai leva-la hoje...''

Olhei confusa para Pedro que desceu do carro abrindo a porta para mim. Marco o repreendeu e ele mesmo terminou de abrir a porta e me deu a mão. Por que ele tinha que ser tão grosso?

''Pode descansar Pedro, te chamo mais tarde.''

Marco mantem sua mão na minha e me leva até seu carro.

''Ta tudo bem?''

Ele não responde, fecha a porta e da a volta ligando imediatamente o carro e saindo bem rápido da frente da empresa. Ameacei a colocar o cinto, mas ele me impediu.

''Me chupa.''

''O que?''

Marco abre sua calça mantendo uma mão no volante, segura em minha cabeça me levando em direção ao seu membro. Desci um pouco o jeans apertado e tirei rapidamente seu penes da cueca boxer branca sentindo-me mais uma vez humilhada.

''De vagar porra!''

Estremeci com sua voz.

Passei minha língua por todo seu conteúdo até senti-lo todo duro.

''Isso... agora me fode com sua boca gostosa.''  Sua voz estava rouca, nervosa e irritada.

Obedeci enfiando-o tudo o que pude na boca e fui subindo e descendo varias vezes até senti-lo gozar e gemer alto freando o carro. Meu coração estava acelerado e eu sem ar.

Marco levou uns segundos para me segurar os cabelos e me levantar o rosto. Abriu pegando uma toalha de rosto branca e passando em meus lábios me limpou de forma apressada.

Olhei ao redor estávamos parados quase que no meio da rua. Marco não disse nada, voltou a dirigir. Me ajeitei no banco olhando para a frente, meus olhos inundaram meu rosto com algumas lagrimas.

''Por que não me disse?'' ele quebra o silencio.

''O que senhor?"

''Sobre seu ex, por que não me contou nada?''

Meu corpo mais uma vez estremeceu.

''Como o senhor soube?'' minha voz sai falha

''Passei o dia com sua prima.''

Olhei surpresa para ele que mantinha a atenção na direção, todo concentrado no que estava fazendo.

''Por que fez isso senhor?''

''Não quer conhecer o  meu passado? quero conhecer o seu também.''

Engoli em seco.

''Eu...''

''O que? fala Ana?''

''Eu teria te contado se me perguntasse.''

Cruzo os braços tentando me manter calma diante disso, o meu passado não era nada fácil para mim, por que ela foi abrir a boca? merda!

Marco não falou mais nada, quando o carro parou em um grande hotel, ele entregou a chave ao manobrista e segurando na minha mão entramos. Sem dificuldades passamos pela recepção indo para o elevador. Ele colocou a chave e o elevador fechou as postas começando a subir. Nossa respiração se misturava apenas com o som sutil dos andares passando.

Quando a porta se abriu estávamos diante de uma sala enorme e bem clara devido a grande janela de vidro.

''Tome um banho e vista isso.'' Marco pegou uma sacola em cima do sofá vermelho me entregando.

Antes que eu me afastasse para procurar o banheiro, senti sua mão em meu pulso e a outra em meu rosto. Marco me tocou os lábios em um beijo forte, molhado e de língua. Minhas pernas ficaram bambas.Eu amava ser beijada por ele, eu desejava isso todos os dias e noites. Abri meus olhos quando ele separou nossos lábios, o verde intenso e lindo de seus olhos me fascinavam.

''Vai.'' ele bate levemente em minha bunda com um sorriso lindo de lado.

 

Pov Marco

Tomo uma dose de uísque tentando não exagerar, quero estar bem, preciso estar bem.

Chequei uns emails e recebi uma ligação do meu pai, ele pediu que Maribel acompanhe Ana para escolher o vestido. Recusei.

- Quero essa vadia longe da minha mulher!

- Filho, ela só quer ajudar

- Vc é um idiota pai, um idiota.

Desligo me sentindo novamente irritado. Como meu pai pode ser tão burro de voltar para uma mulher como ela? Tomo mais um gole do uísque e tiro minha roupa entrando no banheiro. Ana estava no chuveiro. Paralisei olhando seu corpo e seu jeito de lavar os cabelos mantendo os olhos fechados e uma expressão tão sexy.

Entrei no box segurando-a pela cintura juntando suas costas contra meu peito. Ela ofegou surpresa.

''Relaxa...'' sussurrei pegando a esponja ensaboada de suas mãos.

Passei por seus ombros e costas descendo suavemente por sua bunda gostosa e suas coxas maravilhosas. Me ajoelhei passando entre suas pernas, Ana encostou-se com as mãos na parede empinando a bunda.

''Safada'' dei um apertinho com a bucha em sua intimidade arrancando um gemido dela.

Esperei a água enxágua-la  e meti minha língua em sua abertura quente e molhada. Ela se inclinou mais e gemeu.

''Tá excitadinha...''

''Marco...''

Sorri e continuei a massageá-la com o dedo em seu clitóris enquanto minha língua penetrava-a em movimentos intensos, mas suaves levando-a a um orgasmo. Dei um tapa em sua bunda e agarrei seu corpo ainda tremulo contra o meu mantendo-a de costas.

''Queria usar uma coisa em vc, mas vou deixar para depois.''

''Por que senhor?''

''Vc quer?''

''Tudo o que o senhor quiser.'' sua voz falha me deixou ainda mais louco.

Fechei o chuveiro e levei-a para o quarto. Fechei as cortinas e peguei o brinquedinho na gaveta da cama, tirei-o do plastico.

Ana sorriu safada e mordeu os lábios.

Me aproximei dela segurando em sua boca enfiando dois dedos, ela chupou e repetiu o ato no vibrador. Meu penes latejou.

''Tão sexy.''

''Sou sua.''

'' Deita.''

Ela me obedeceu, deitou-se e apertou seus seios com as mãos me olhando intensamente com seus olhos brilhando, cheios de luxuria.

Abro suas pernas passando o brinquedinho em sua entrada, ela gemeu quando o enfiei nela. Firmei por segundos e tirei. Liguei o aparelhinho e a penetrei por trás fazendo-a agarrar meus ombros e gemer dolorosamente.

''Calma morena, não quero te machucar. Ta doendo?''

''Não.''

Deixei o vibrador lá e penetrei meu penes lentamente em sua entrada molhada e apertada, Ana se contorceu em prazer cerrando os olhos fascinada por ser preenchida totalmente.

Beijei seu pescoço mordendo levemente enquanto enfiava meu penes nela em movimentos constantes, mas calmos.

''Abre os olhos.''

Ela abriu.

''Ta gostoso?"

''Uhum...'' gemeu e sorriu ficando ainda mais corada.

Tomei sua boca em mais um beijo intenso, misturando nossas línguas e ansiedades. Aumentei o ritmo das estocadas sem afastar nossos lábios, Ana gemia abafado e isso estava me deixando ainda mais excitado. Me liberei dentro dela ao senti-la me apertar. Suas unhas arranharam minhas costas intensificando o prazer que me tomou o corpo todo. Devagar tirei o brinquedinho de dentro dela e desliguei-o. Ana sorriu se escondendo em meu peito.

''Ta com vergonha meu amor?''

Seus olhos voltaram a me fitar e ela mantinha um sorriso lindo nos lábios.

''Me chamou de que?''

Beijo sua testa e me levanto.

''Marco''

Olho-a enquanto me enrolo na toalha.

''O que foi?''

''Obrigada''

''Pelo que?'' me aproximo tentando entender sua reação.

''Por me tratar assim.''

Correspondi ao sorriso e voltei para o banheiro.

O que essa mulher ta fazendo comigo?

 

Pov Ana

Esperei meu corpo voltar ao estado normal e me levantei. Minhas pernas ainda estavam bambas, mas eu me sentia tão feliz  e realizada que isso até me assustava.

(...)

Marco desceu e me mandou encontra-lo no carro. Me arrumei no vestido cor creme que ele me deu e quase maia hora depois consegui sair do quarto. Fiquei perdida de inicio, mas Marco me viu e se aproximou me segurando pela cintura. Caminhamos até um carro diferente, dessa vez Pedro estava dentro.

''Vamos jantar juntos meu amor.'' Marco mais uma vez me chamando assim. O que será que deu nele? Tudo bem que dessa vez estávamos diante de alguém, mas lá no quarto era somente nós dois.

Segurei em sua mão sobre a minha perna e tentei retribuir seu sorriso lindo.

(...)

Durante o jantar tudo estava perfeito, até Marco tocar em um assunto que me machuca até hoje.

''Ana, vc tinha que ter colocado isso na fixa.''

''Me desculpe.''

Eu realmente não gostava de falar sobre isso. Marco me segurou o rosto carinhosamente me fazendo olha-lo nos olhos. Ele agora estava com os cabelos bem penteados e sem o boné.

''Não quero te machucar mais, porem preciso da sua ajuda.''

Segurei em sua mão ainda sobre meu rosto sentindo meu peito aquecer e uma vontade imensa de chorar, mas me controlei.

''Não pensei que se interessaria por meu passado.''

''Não importa mais ok? eu prometo ser um homem melhor pra vc. Mas, isso não muda nada, somos um negocio, apenas um negocio.''

Assenti me sentindo ainda mais triste e angustiada.

Se ele soubesse que quando assinei aquele contrato eu já estava apaixonada por ele, mudaria alguma coisa? acho que não.

''No que pensa?''

''Nada demais...''

''Verdade? pode me falar o que quiser Ana.''

Me afastei dele tomando um gole do vinho. Encostei-me na cadeira tentando não estragar a nossa noite até aqui perfeita.

''Ana?''

Fitei-o, adorava quando ele chamava meu nome dessa forma tão doce.

''Confia em mim.''

''Não é nada.''

Não podia falar sobre o contrato de novo. Somos um negocio, ele deixou bem claro.

 

***

Na manhã seguinte minha prima apareceu no hotel para tomar café conosco, fiquei bastante surpresa quando meu dono disse que eu e ela íamos escolher o meu vestido. Por mais que eu já tivesse pensando nisso, não imaginei que ele também preferisse assim. Marco me deu um beijo nos lábios e se despediu.

Olhei seria para minha prima que sorriu receosa.

''Me desculpe, ele disse que era importante saber tudo sobre vc.''

''E vc vai e me trai? contou tudo?!''

''Não tudo, tudo. Somente o mais importante.''

Marco saber que meu ex me batia e que meus pais morreram praticamente por causa desse assunto, não me deixou muito bem. Não queria que ele sentisse pena de mim, e foi exatamente por isso que eu vim para a Alemanha, para começar tudo do zero e esquecer o meu passado. Talvez pelo menos agora sabendo disso, Marco entenda porque eu choro feito uma tonta quando ele me toca de forma tão agressiva.



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