História A Tale Of A True Genocide And A False Pacifist - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~SkolTemmie

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Charisk, Drama, Frisk Overpower, Male Frisk, Revelaçoes, Romance
Exibições 47
Palavras 2.765
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey Guys, aqui é o Rito

Além de eu estar preocupado com o estado atual do Skol, eu estou com uma falta de vontade de escrever qualquer coisa

É aquela sensação de "quando será que isso vai acabar, eu quero que acabe logo", mas a pior parte é que eu me frustro comigo mesmo por eu ser quem está escrevendo a história

Mas não importa, a história vai acabar daqui a alguns capitulos e eu vou poder dar um fim nela...

Capítulo 11 - Cidade de Vespéria


Fanfic / Fanfiction A Tale Of A True Genocide And A False Pacifist - Capítulo 11 - Cidade de Vespéria

Pov. Frisk

 

 

Haviam se passado alguns dias após aquele ocorrido na praia, Kiara estava com gripe e mal conseguia sair da cama, sem falar de que ela não parecia que ia melhorar tão cedo. Eu estava fazendo uma canja quando o celular tocou.

 

Frisk – ALOOOOOO! –

 

Escritório – Alo, aqui quem fala é o escritório do reino de vespéria, nós estamos ligando para convidar você e mais um acompanhante para um baile que estaremos organizando para a decisão de casamento dos filhos do rei –

 

Frisk – Baile? Vocês não tinham me convidado a um mês atrás, mas ele tinha sido cancelado? –

 

Escritório – Sim, a festa foi cancelada devido aos problemas que a cidade de Vanish, um dos nossos parceiros comerciais, estava tendo, mas agora que os problemas já foram resolvidos, pensamos em finalmente fazer a festa? –

 

Frisk – Certo, parece interessante, eu vou –

 

Escritório – Agradecemos a sua presença e compreensão, a festa será daqui a 2 dias –

 

Frisk – Certo, até mais – Eu desliguei.

 

Chara – Quem era? – A Chara brotou do meu lado com uma expressão de curiosa.

 

Frisk – Era do reino que tinha organizado aquele baile que foi cancelado –

 

Chara – Qual o assunto? –

 

Frisk – Eles estavam nos convidando para ir ao baile daqui a dois dias –

 

Chara – Isso é ótimo! Faz muito tempo que eu queria ir nessa festa! –

 

Frisk – Certo, então depois vamos comprar o vestido –

 

Chara ficou sorridente o resto do dia. Enquanto eu alimentava a Kiara, eu falei sobre o baile e ela disse para eu levar a Chara já que ela não estava em condições para ir e que as crianças poderiam cuidar dela sem destruir a casa, sinceramente, eu duvido.

 

Após nos arrumarmos e eu dizer para as crianças tudo que deveriam fazer para a mãe deles até ela melhorar ou nós voltarmos, nós entramos em uma carruagem que veio para nos buscar... acho que uma carruagem é um jeito meio antigo de viagem, então acredito que vai demorar.

 

 

~Quebra do tempo~

 

 

Após uma longa viajem até o reino de Vespéria, conhecida também como a cidade do outono, pois sua vegetação aparenta o ano inteiro, estar na época de outono, só dá um trabalho para recolher as folhas que caem constantemente e o vento que é bem frio, digno do seu título.

 

Nós chegamos de carruagem ao castelo, onde fomos recebidos por uma multidão, todos os outros nobres que tinham vindo estavam agindo como se tudo aquilo fosse normal, mas quanto a mim, eu estava sentindo um tremendo desconforto com tanta atenção.

 

Parecia que ia ter um discurso no pátio do centro da cidade, onde havia um palco enorme. O rei estava no palco e nós, junto dos outros nobres, estávamos nas cadeiras atrás dele. O rei começou o discurso...

 

O rei parecia ser um homem grande e musculoso, talvez era mais forte do que os soldados que o protegiam, mas algo que não combinava com ele era o fato de que ele tinha ORELHAS DE COELHO. Algumas pessoas da realeza, após esse pouco tempo desde que os monstros foram libertados, já tinham se relacionado com os monstros a esse ponto... eu não sei se fico orgulhoso por não viver em uma sociedade que descrimina os outros, ou envergonhado pelo fato de que foi só os monstros terem os mesmos direitos que os humanos, para a putaria humano x monstro acontecer... eu realmente não sei.

 

Rei – Eu vos saúdo, foram incríveis as possibilidades que um rei como eu tive para melhorar nosso reino por causa de um povo como vocês. Um rei deve sempre ficar ao lado de seu povo, e um povo sempre deve ficar ao lado de seu rei. E daqui a 2 dias iremos todos comemorar a escolha de meus dois filhos para o casamento. Contudo! Vocês devem saber do que houve na nossa cidade vizinha e parceira, custou bastante tempo e recurso para estabilizar novamente. Mas mesmo assim, nós não teríamos o que reconstruir se não fosse por um homem, um homem que derrotou toda a armada invasora sozinho, por isso, eu gostaria que viesse e se declarasse para o palco! – Ele olhou para mim como se pedisse para eu me aproximar.

 

Eu fui até a frente do palco, todos olhavam para mim após terem aplaudido, achando que seria alguém super bombado e que sempre carregava um arsenal nas costas, mas que agora se entreolhavam cochichando coisas como “esse é mesmo o cara que derrotou um exército inteiro? ”.

 

Frisk – Para quem tem dúvidas, sim, eu fui o homem que derrotou a armada – Os entrevistadores que estavam gravando tudo se levantaram todos ao mesmo tempo e aquilo se tornou uma confusão.

 

Eu não estava conseguindo entender o que falavam, pois, o barulho era muito, então decidi para-los de uma vez.

 

Frisk – Quietos! – Todos ficaram calados, eu apontei para um deles – você, faça a sua pergunta – Ele se levantou.

 

Entrevistador A – Como você, sozinho, conseguiu derrotar toda a armada que nem os guardas conseguiram derrotar? –

 

Frisk – Certo, escute atentamente, por que eu só vou falar uma vez. Prestem muita atenção pois é algo bem complicado. Eu venci todos eles por que eu era mais forte que eles – Falei como se estivesse explicando o sentido da vida e todos fizeram uma cara de “esse garoto é doente? “

 

Frisk – Você – Apontei para outro – Pode perguntar –

 

Entrevistador B – Era sabido que o líder da invasão era um homem que era conhecido por sua velocidade incomparável, como você venceu ele? –

 

Frisk – Ele até era rapidinho, mas eu era mais, então... – Eu dei de ombros e todos pareciam surpresos.

 

Frisk – Ultimo – Apontei para outro – Pergunte –

 

Entrevistador C – Foi gravado pelas câmeras de segurança antes de quebrarem que havia uma garotinha andando pela cidade durante a invasão, ela pelo que foi gravado, era um tipo de demônio que matou várias pessoas no caminho, o que houve com ela após vocês se encontrarem? – O clima estava mais pesado.

 

Frisk – Eu adotei ela, ela era uma garotinha fofa demais para eu deixar naquele lugar – Todo o clima pesado que havia no momento foi dissipado pelo meu comentário e expressão – Bem, isso encerra a entrevista, eu só queria dizer que foi uma honra ser convidado para esse evento mesmo que eu não fosse da realeza – Eu podia ver o sorriso altruísta estampado no rosto do rei... parece que ele é um rei estadista.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

Nós estávamos no hotel, eu estava deitado na cama macia enquanto mexia no celular procurando algo para fazer, Chara tinha ido tomar banho, mas a parede entre o quarto e o banheiro era fina o suficiente para conseguirmos conversar durante o banho.

 

Chara – Acho que eles esperavam mais da pessoa que venceu um exército inteiro... –

 

Frisk – Bem, a expectativa leva a decepção, então eles que tem a culpa, não eu –

 

Chara – Eu nunca disse que a culpa era sua. De todas as pessoas, eu me sinto importante por ser uma das poucas que sabe a sua verdadeira natureza – Eu deixei um sorriso pintar no meu rosto.

 

Eu ouvi o celular ligar, era a Death... faz tempo que eu não recebo uma ligação que não fosse dela, tirando a do escritório do reino.

 

Death – ALOOOOOOO, tenho uma missão de infiltração para você – Após segurar o riso eu perguntei.

 

Frisk – Infiltração de que reino? Se estiver perto, eu penso no caso –

 

Death – Está bem perto, pode-se dizer que você está nele –

 

Frisk – Tá, o que eu tenho que procurar? –

 

Death – Há demônios infiltrados nesse reino e pretendem criar uma armadilha no baile que vai ocorrer daqui a alguns dias, a coisa é grande, provavelmente do tamanho de um dragão –

 

Frisk – Um dragão?! –

 

Death – Sim, pelo tempo que eles estão aí, provavelmente vão invocar um dragão ou um monstro tão forte quanto –

 

Frisk – Certo, e eu pensando que eu ia poder ter um tempo comum... –

 

Death – Se eu pudesse, você já estaria de férias no Hawaii, de preferência abraçado junto comigo, mas eu não posso controlar aonde essas pestes aparecem –

 

Frisk – Não se preocupe com isso... até mais... – Eu desliguei e voltei a deitar.

 

Após desligar, a Chara saiu do banheiro de toalha e se deitou junto comigo.

 

Chara – Amanhã vai ser um dia cheio para nós dois – Acho que ela não me ouviu, melhor assim, quero que ela se divirta no baile e não é um trabalhinho que vai me impedir de proporcionar isso a ela.

 

Frisk – sim... – O aconchego da Chara encima de mim me acalmava, até que eu finalmente adormeci.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

Após acordar as 2:00 da madrugada, eu vesti meu sobretudo preto e fui silenciosamente até a saída do apartamento. Enquanto andava pelas ruas com um vento frio batendo na capa do meu sobretudo, a fumaça se formava a partir da minha respiração e eu ria fraco de vez em quando por causa disso.

 

Enquanto procurava algum sinal de vida na cidade, eu percebi que estava sendo seguido por uma pessoa não muito baixa. Eu comecei a testar, cruzava esquinas, passava por bacos. Depois de ver que a figura ainda me seguia, eu comecei a correr, a figura fez o mesmo e nós estávamos em uma “perseguição”. Digo entre aspas pois eu estava mesmo era atraindo a figura até um beco.

 

Após chegarmos em um beco, eu subi pela parede e chutei me fazendo tomar impulso para ir para trás da figura que no susto, caiu no chão. Eu pude ver que a figura era uma garota, mais ou menos do tamanho da Chara. Eu tirei seu capuz e seu rosto me era familiar. Ela possuía cabelos longos e loiros que se juntavam em uma trança única. Seus olhos eram vermelhos, seu rosto era pálido e ela possuía... orelhas de coelho?!

 

Frisk – Quem é você? – Disse tentando desviar a minha atenção das orelhas que ficavam se mexendo, mas era impossível.

 

Nashetania – Eu sou Nashetania, a filha do rei, e quanto a você, estranho? – A filha do rei possui orelha de coelho? Essa viagem está ficando cada vez mais brisada.

 

Frisk – E se eu não quiser dizer? – Disse com uma expressão sacana no rosto.

 

Nashetania – Eu dei o meu nome, nada mais justo que você dar o seu? –

 

Frisk – Mas por que você estaria me perseguindo? –

 

Nashetania – Por que quem mais ficaria vagando pelas ruas no meio da madrugada se não um dos capangas da máfia que há nessa cidade? – Agora há uma máfia! Está ficando cada vez melhor!

 

Frisk – Mas se eu sou um criminoso, por que eu seria justo e daria meu nome? – Ela se calou por um momento.

 

Frisk – Exatamente, meu nome é Frisk e eu estou fazendo um trabalho de varredura de demônios nessa cidade antes que eles invoquem um dragão – Ela parecia ter bugado com o que eu disse.

 

Nashetania – Dragão? Demônios? Varredura? Do que você está falando? –

 

Frisk – Eu vou te explicar, mas vamos fazer isso enquanto andamos, não quero perder mais tempo do que perdi com você – Ela parecia emburrada. Nós andamos enquanto eu falava de tudo para que ela entendesse.

 

Nós paramos assim que eu senti uma presença estranha. Diferente de humanos, demônios tem uma presença mais sombria e que dá calafrios, mas eles não chegam perto de pesadelos que fazem muito pior.

 

Nós nos escondemos atrás de um carro que estava estacionado e ficamos observando. Havia demônios entrando... no esgoto? Nós seguimos eles, com uma camuflagem que faz parte do grupo tático do meu arsenal, até que chegamos em uma parte onde as coisas ficavam mais bizarras, havia um núcleo gigantesco em uma parte do esgoto onde estavam vários demônios com alguns containers que ligavam ao núcleo, parecia que estavam carregando o núcleo com alguma coisa...

 

Nashetania – Nós descobrimos o esconderijo, agora nós podemos trazer as forças do reino para ataca-lo – Eu gesticulei com a cabeça negativamente, fazendo-a ficar confusa.

 

Frisk – As forças do reino não teriam a menor chance, demônios são muito mais fortes que humanos normais, sem falar que seria um saco ter que voltar pra depois atacar eles, prefiro atacar agora – Ela estava com uma cara de “você não vai fazer isso...” e eu estava com uma de “sim, eu vou”.

 

Eu desfiz a camuflagem, mas deixei um escudo em forma de cúpula rodeando a Nashetania. Após isso, eu conjurei vários canhões, espadas juntos dos Gaster blasters, lanças e boas de fogo. Eu conjurei duas pistolas negras que possuíam marcas brilhantes em vermelho. Com tudo aquilo, apenas uma frase saiu da minha boca.

 

Frisk – É HORA DO SHOW, PORRA! –

 

 

Pov. Chara

 

 

Eu acordei no meio da madrugada e percebi que o Frisk não estava deitado ao meu lado, eu olhei ao redor e percebi que o sobretudo dele que estava pendurado no cabideiro não estava mais lá. Eu me arrumei, vesti um casaco e sai para procura-lo. Ligar para ele estava fora de cogitação, já que ele deixou ele no quarto.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

Eu já estava a um bom tempo procurando ele, também estava começando a duvidar se esse realmente foi um bom plano, já que a cidade é enorme e ele pode estar em qualquer lugar. Eu já tinha desistido de procurar ele, ele vai voltar para o hotel mesmo, para que ficar procurando ele?

 

Eu me virei para dar meia volta, mas não sabia aonde estava, tinha me perdido completamente e não havia sequer uma referência para que eu pudesse chegar ao hotel, assim eu fiquei vagando durante um tempo até que encontrei um homem. Ele tinha pele pálida, cabelos loiros e olhos vermelhos. Ele parecia estar procurando algo... ou alguém.

 

Quando ele me percebeu, ele veio na minha direção e disse.

 

??? – Não é muito tarde para uma garota ficar andando por aí? – Eu não entendi o que eu estava sentindo, era como um aviso, de que ele ia causar problemas futuramente. Eu ignorei e disse.

 

Chara – Eu acabei me perdendo quando estava voltando para o hotel –

 

Azeari – Isso é terrível, essas ruas ficam muito perigosas a noite, você deve voltar logo para aquele hotel, qual o nome? Talvez eu possa te guiar até lá. Ah, e meu nome é Azeari, eu sou filho do rei de vespéria – Uou, que conveniente, a primeira pessoa que eu conheço dessa cidade foi logo um príncipe.

 

Chara – Meu nome é Chara. Se me lembro bem, o nome do hotel era Six Flowers, sabe onde fica? – Falei tentando me lembrar.

 

Azeari – É claro que eu sei, esse é o melhor hotel do reino, ele até conta uma história sobre 6 guerreiros que lutaram contra um arqui-demônio a pedido de uma deusa, vamos que eu te conto a história no caminho – Eu o segui até o hotel enquanto ouvia alguns tremores debaixo de mim e boiei na maior parte da história, só me lembro que envolvia um demônio fodão, uma deusa e 6 guerreiros que eram escolhidos por ela.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

Após chegar no hotel, eu me despedi do tal príncipe e fui até meu apartamento, mas sinceramente, ele me incomodava com aquele lance de ficar me olhando intensamente quase o tempo todo. Quando olhei no relógio, já eram 4 da manhã, eu estava quebrada antes mesmo do sol nascer!

 

 

Pov. Frisk

 

 

Eu estava causando um genocídio naquele esgoto. Eram tantas as explosões que eu nem estava mais enxergando direito, estada simplesmente atirando para as direções que a alma da Ganancia me apontava. Após recuperar a minha visão, eu conjurei as minhas espadas e parti para cima de todos cortando-os em pedaços.

 

Estava uma completa guerra de um homem só contra um exército, e eu estava ganhando. Eu percebi que, depois que tinham completado o núcleo, havia um tipo de compartimento conectando ao núcleo e retirando a energia de dentro dele, eu peguei impulso com uma plataforma em direção ao compartimento, mas fui atacado por um dos demônios e lançado em direção a parede... agora que percebi, deve estar achando que havia uma festa embaixo da terra, pois estávamos causando muito tremor.

 

Após o compartimento ir embora por um portal que se fechou, eu consegui me soltar e destruí o que tinha sobrado dos demônios. Eu fui em direção a Nashetania e desativei o escudo que protegia ela.

 

Nashetania – Incrível! Você acabou de destruir todos! – Ela falou como se estivesse vendo um super-herói –

 

Frisk – Sim, eu terminei meu trabalho e agora posso dormir em paz –

 

Eu a levei devolta ao castelo, deixei ela na varanda que ela dizia ser do quarto dela, e fui para o quarto de hotel. Após ver o rosto calmo que a Chara fazia durante o sono, uma única frase junta de um sorriso calmo veio a mim antes que eu me deitasse ao seu lado.

 

Frisk – Realmente, se você estiver feliz, eu estou feliz -


Notas Finais


entendedores entenderão o nome do hotel


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