História A Tale Of A True Genocide And A False Pacifist - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~SkolTemmie

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Charisk, Drama, Frisk Overpower, Male Frisk, Revelaçoes, Romance
Exibições 67
Palavras 2.626
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey Guys *agulhada* and Ladies *agulhada*, aqui é o Rito *mega agulhada*

Bem, desde ontem que eu estou com uma dor horrivel, pensem em uma furadeira furando seu cérebro, depois multipliquem por 10, isso é 1% do que eu estou sentindo.

Enfim, para quem gosta da Liz, aqui vai uma breve história onde ela é o foco, de varias formas.

E mayacout, não me encha de notificações por isso ou você vai levar um BAN gosto no meio do cú.

Well, Good Reading.

Capítulo 9 - Papai...


Fanfic / Fanfiction A Tale Of A True Genocide And A False Pacifist - Capítulo 9 - Papai...

Pov. Liz

 

 

Havia uma semana desde aquele dia, eu estava brincando com o Nii-san e mamãe Kiara no quintal. O Nii-san havia dito que as duas se chamarem Chara seria confuso e deu essa sugestão. A mamãe Chara estava tentando cozinhar junto da vovó e do papai. Eu me sentia feliz depois de tanto tempo de desespero.

 

 

FlashBack - ON

 

 

Eu sou filha de demônios, nasci com pais que me tratavam mal, em uma casa na qual eu nunca conheci um cômodo além do porão, onde estava a minha jaula. Meus pais de vez em quando me alimentavam, colocavam pessoas em minha jaula e diziam com uma voz fria, “coma”, como se eu não fosse uma filha, e sim um animal.

 

Enquanto em minha jaula, do outro lado da porta, eu podia ouvir os dois conversando, algo sobre uma rebelião contra um deus caído, na época eu não sabia que esse deus seria o papai. Minha vida foi praticamente assim, comer, dormir, ser um meio deles descarregarem a raiva diária em forma de espancamento, eu me lembro de cada chicotada, de cada queimadura, de cada corte.

 

Após ouvir um estrondo, uma explosão ocorreu, criando uma abertura na jaula. Após eles vierem ver o que aconteceu, eu agarrei de dilacerei seus corpos. Achei no bolço do homem que era para ser o meu pai e encontrei um aparelho, após aperta-lo, me vi em uma cidade em chamas, vinham homens em minha direção com intenções assassinas. Vendo aquilo, um sorriso faminto se formou em meu rosto.

 

Eu devorei um por um até chegar em uma porta, onde antes de abri-la, senti uma presença atrás de mim, era um homem vestido de preto, usando um sobretudo. Ao velo, eu senti como se eu não devesse ataca-lo, como se de todos os poucos que eu já conheci, ele foi o único que não era mal. Mesmo assim eu o ataquei, mas ele não me bateu, ele fez um cafuné em minha cabeça, ignorando a dor em seu braço. Foi o primeiro carinho que eu já recebi, eu não consegui me segurar e me pus a chorar. Desde aquele dia, ele se tornou o meu amado papai...

 

Eu me lembro, um dia, quando eu o perguntei...

 

Liz – Papai, como eu posso viver entre as pessoas sendo um demônio? –

 

Papai – Ora – Ele colocou a mão em minha cabeça enquanto fazia um cafuné – É só não machucar os outros – Ele tinha um sorriso calmo em seu rosto enquanto olhava para mim, um que meu antigo “pai” nunca me mostrou.

 

 

FlashBack – OFF

 

 

Enquanto brincava com o Nii-san, enquanto ele me mostrava os cubos que ele sempre carregava, que funcionavam como um tipo de televisão, o Papai nos chamou para um almoço. Nós havíamos nos mudado para uma casa no mesmo bairro da dos nossos avós. A vovó tinha protestado sobre nós nos mudarmos e no final chegamos ao acordo de que nós nos mudaríamos para uma casa no mesmo bairro.

 

Eu e o Nii-san apostamos que chegaria a mesa de jantar primeiro, mas quando o Papai disse que ia ter chocolate de sobremesa, a mamãe Kiara chegou antes de nós dois. Enquanto estávamos na mesa, eu decidi fazer a pergunta.

 

Liz – Papai. Por que as mamães são tão parecidas? – O Papai pareceu pensativo sobre como ia explicar.

 

Papai – Bem, é por que a Kiara veio do futuro, mas ela decidiu ficar aqui – Eu não tinha entendido muito bem o por que dela querer ficar, já que assim ela só teria que dividir o Papai, mas parece que ela não gosta quando eu toco nesse assunto, então vamos deixar assim mesmo.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

Eu e o Nii-san fomos até a escola junto com os nossos pais e nós chegamos a nossa sala, que era a sala do 3° ano. Nos despedimos de nossos pais e todos olhavam para nós de modo estranho. Eu me apresentei primeiro.

 

Liz – Eu sou a Liz, prazer em conhece-los! –

 

Nii-san – – E eu sou o irmão dela, o Chisk, vocês não têm permissão para falar com ela, respirar o mesmo ar que ela e muito menos pensar nela, qualquer ato malicioso será considerado pecado capital, alias... ela não é fofinha com esses olhinhos vermelhos de anjo? – Disse me abraçando de forma protetora, me deixando um pouco desconfortável.

 

Várias pessoas apareceram até nós perguntando...

 

Aluno A – Quem eram aqueles que estavam na porta com vocês? –

 

Aluna A – Aquele garoto era o Frisk, não era? –

 

Aluno B – E por que haviam duas garotas iguais? Aquelas eram a Chara, certo? –

 

Nii-san – Chega! Respirem, se acalmem, entrem em fila, peguem um número e espere a vez de vocês! Um de cada vez tudo bem? – Todos se calaram. Ele olhou para mim como se dissesse para eu falar.

 

Liz – Sim, eles eram sim Frisk e Chara, mas uma delas é do futuro e se chama Kiara, e eles são nossos pais – Após ouvirem a última resposta, todos gritaram surpresos.

 

Aluna B – Como assim filhos?! -

 

Nii-san – Nós fomos adotados por eles, um dia eu estava com fome e bati na porta da casa dele pedindo comida, ele me deu uma tigela com leite e depois de me acariciar me adotou... vocês sabem que o que eu acabei de dizer não tem malícia nenhuma né? Nem pensem em chegar perto da minha irmã se pensarem algo errado, somente eu posso ter segundas intenções perto dela, entendidos?! – Enquanto todos ficaram calados, nós fomos em direção as nossas cadeiras, que eram uma do lado da outra. Em seguida, um mar de gente veio em nossa direção e foi praticamente assim até a hora do intervalo.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

O intervalo foi praticamente o Papai falando o quanto foi irritante ter que explicar por que havia duas Charas na sala. Eu ficava rindo das expressões dele até que ele me veio com a seguinte pergunta.

 

Papai – E como foram o seu primeiro dia, crianças? –

 

Nii-san – Foi até que legal, só foi um saco quando tivemos que explicar quem eram as pessoas que nos acompanharam e por que haviam duas Charas – Falou enquanto comia e bebia uma xicara de café... dá onde ele tirou aquela xicara?!

 

Papai – Foi mal aí... – Ele disse enquanto rindo e bebendo uma xicara de café... será que é um truque de família? Enquanto eles falavam sobre alguma coisa, eu fiquei o intervalo inteiro tentando conjurar uma xicara de café.

 

 

~Quebra do tempo~

 

 

Nós fomos para casa, o Nii-san se jogou no sofá junto do Papai... eles parecem ser muito parecidos por algum motivo. A mamãe Kiara e a mamãe Chara disseram que iam fazer o jantar. Ao ouvir isso, o Papai levantou e foi correndo em direção a cozinha e se trancando na mesma. Da última vez que as duas resolveram fazer o jantar, elas acidentalmente colocaram botões de ouro na comida. Se não fosse pela resistência do Papai, ele estaria no hospital agora.

 

Mamãe Kiara – Sinceramente, o Frisk não tem graça, por que não podemos cozinhar? –

 

Mamãe Chara – Não sei, ele acha que nós vamos botar veneno na comida? –

 

As duas vieram indignadas em direção ao sofá enquanto eu estava tendo uma batalha épica contra o Nii-san. Uma batalha que ficaria marcado nos livros como a maior batalha da história. Nós estávamos batalhando pelo objeto lendário que submetia os outros a sua vontade, o lendário controle remoto!

 

A Mamãe Chara pegou o controle de nós dois que ficamos revoltados.

 

Mamãe Chara – Não fiquem assim, está na hora do programa favorito da mamãe – As duas sentaram, ligaram no canal de culinária onde usavam sempre uma tonelada de chocolate e num instante, elas estavam hipnotizadas pelo programa. Nós fomos reclamar com o Papai que tinha destrancado a porta.

 

Liz – Papai! As Mamães não querem nos dar o controle! –

 

Papai – Nem eu ouso mexer com elas quando o chocolate está envolvido, e acho que deveriam fazer o mesmo, a não ser que queiram virar ingrediente para chocolate –

 

Liz – Elas tentaram fazer isso com você?! – Falei descrente. Ele virou o rosto.

 

Frisk – Elas tentaram, mas eu escapei enquanto tentavam tirar a minha roupa – Eu fiquei branca após ouvir esse fato, nem a história sobre pássaros e abelhas chegava aos pés desse fato.

 

Nii-san – Acho que não é bom para uma criança da idade dela ouvir isso – Disse tampando meus ouvidos.

 

Frisk – Foi mal – O Papai se virou devolta para o fogão rindo de leve.

 

Liz – Mas você não vai fazer nada quanto a isso? –

 

Frisk – Acredite, elas amam chocolate talvez até mais do que me amam, então não vou me intrometer pois elas podem acabar comigo já que eu não machucaria elas – Ela olhava fixamente para o fogão, mas com uma cara meio depressiva.

 

Liz – Não se preocupe, eu te amo muito, Papai! – Disse o abraçando. Ele me fez um cafuné e o Nii-san veio e entrou na minha frente.

 

Nii-san – Eu também quero um cafuné! – Nós começamos a brigar pela atenção dele até que ele se irritou e agarrou nossas blusas, nos levantando no ar e nos levando para a sala onde as Mamães estavam babando pelo programa.

 

Frisk – Nós não concordamos que enquanto um cuidava dos afazeres, os outros cuidavam das crianças? – Elas não deram atenção a ele, ele parecia cada vez mais irritado.

 

Frisk – Vocês vão me ouvir ou vão ficar olhando para esse programa a noite inteira? - Elas continuavam sem dar atenção para ele.

 

Ele se irritou tanto que desligou a tv. Elas pegaram o controle e ligaram denovo. Mais irritado, ele fecha o punho e a tv se despedaça. Elas olharam com raiva para o Frisk, mas assim que viram o olhar assustador que ele possuía, elas começaram a tremer.

 

Frisk – Vocês sabem por que estou aqui? – Ele disse em um tom frio. As duas fizeram com a cabeça de forma negativa enquanto tremiam.

 

Frisk – Vocês lembram do nosso acordo? Enquanto um cuida dos afazeres, os outros cuidam das crianças. E eu venho aqui e vejo vocês, vendo tv enquanto as crianças não largam do meu pé – Ele esfregou os olhos – Vocês têm alguma ideia de que eu não durmo? Eu passo a noite cumprindo trabalhos que botam em risco a minha vida, seria pedir muito que um trato fosse cumprido para que as coisas não piorassem – Eu podia ver que elas estavam começando a lacrimejar.

 

Mamães – Desculpe, não vamos fazer denovo – Elas disseram com uma voz tremula enquanto olhavam para baixo.

 

Frisk – Bom mesmo – Ele consertou a tv que ficou como nova, fez um cafuné na cabeça das duas e foi em direção a cozinha. Elas olhavam para ele com um sorriso enquanto lagrimas escorriam de seus olhos. Era porque elas eram a mesma pessoa que elas agiam igual, ou era por que o amor delas por ele tinha chegado ao limite? Eu não sei.

 

 

~Rachadura no tempo~

 

 

Eu acordei no meio da noite por causa de um barulho que eu ouvi no andar de baixo. Eu me levantei e fui em direção as escadas. Após descer, eu vi uma sombra indo em direção a cozinha, eu o segui. Quando cheguei na cozinha, não havia nada, até que senti algo me agarrando por trás e tapando minha boca com um pano, tudo começou a ficar turvo e eu desmaiei.

 

Quando eu despertei, eu estava em um palco em um tipo de armazém, várias pessoas olhavam para mim que estava amarrada e tinha um homem de capuz que se aproximava de mim. Ele pegou um tipo de microfone e falou.

 

Homem de capuz – Eis aqui a prole do diabo! Um demônio! – Como eles descobriram?

 

 

Pov. Frisk

 

 

Eu tinha acordado com o barulho do meu celular, era a Death.

 

Death – Frisk! É urgente! A sua filha foi raptada! –

 

Frisk – Como assim?! – A Chara e a Kiara haviam acordado com o barulho que eu fiz.

 

Chara – O que houve? –

 

Frisk – Onde ela está?! – Eu gritei para o celular.

 

Death – Eu vou te mandar as coordenadas. Vá rápido! –

 

Após me enviar as coordenadas, eu fui correndo a uma velocidade tão alta da qual eu nunca tinha chegado a correr antes. Eu cheguei a um armazém, era possível ouvir uma plateia doentia do outro lado. Com muita raiva, eu soquei a porta que se despedaçou na hora. A visão que eu tive era horrível. A Liz estava presa em uma cruz gigante com espadas prendendo seus pulsos e pernas. Ao me ver ela me chamou desesperadamente.

 

Liz – Papai... – Ela estava chorando.

 

Um homem de capuz veio até mim, ele tinha uma cara repugnante por baixo daquele capuz, mas que nem se comparava ao ódio que eu estava sentindo naquele momento.

 

Homem de capuz – Você é o responsável por ela? Meu amigo, eu sinto pena de você que teve que cuidar desse demônio, mas nós vamos livra-lo desse sofrimento, em nome de deus, vamos matá-la e livrar esse mundo de mais uma fonte do mau – Eu não disse uma palavra, apenas fui em direção a cruz e tirei as laminas com cuidado para que a Liz não sentisse dor.

 

Homem de capuz – O que está fazendo?! Ela é um demônio, o que você preten- Eu o calei agarrando em seu pescoço e erguendo-o no ar.

 

Frisk – Alguém que repta crianças inocentes e com o pré-texto de estar fazendo um serviço divino, alguém assim é o verdadeiro demônio – Eu o olhava com os olhos queimando de raiva enquanto mantinha uma expressão séria.

 

 Ele olhou para uma pessoa e essa pessoa correu em direção a Liz com uma espada. Antes que eu pudesse chegar até ela, ela foi perfurada pela espada. Eu senti toda a minha raiva transbordar naquele momento. Eu me lembrei do quanto odiava a humanidade, eles dizendo estar fazendo o serviço de deus, mataram os meus pais, mataram a mulher que cuidava de mim no orfanato, e agora, mataram a minha filha. Eu não vou deixar isso sair barato.

 

Toda as sombras estavam emanando do meu corpo. Eu podia ouvir o Soul dizendo para que eu parasse pois isso acabaria em uma sobrecarga, mas eu ignorei ele, tudo que eu queria agora era destruir todos que estavam ali, todos que tinham feito isso a ela. Eu levantei o meu braço para o alto e um mini sol se formou acima de mim. Eu fechei o meu braço e o armazém foi completamente incendiado, ninguém saiu vivo.

 

Em meio as chamas, eu pude ver o corpo de Liz, eu o segurei com força e tentei ao máximo usar a alma da inveja para cura-la, mas foi inútil, eu podia ouvir o Soul falando comigo.

 

Soul – Não adianta, ela é um demônio, só há uma forma de trazer ela devolta a vida e é com o poder que você não possui, o poder de criar vida –

 

Frisk – Mas você possui esse poder, não é – Eu estava desesperado enquanto segurava o corpo da Liz.

 

Soul – Sim, mas a sua alma é como um lacre para a minha, a única forma de eu conseguir traze-la devolta no mínimo, seria tirando um pouco desse lacre, isso significa destruir um pouco da sua alma –

 

Frisk – Faça isso, eu não me importo, destrua o quanto for necessário, mas traga a Liz devolta! –

 

Soul – Mas, Frisk- Eu o interrompi.

 

Frisk – Agora! –

 

Soul – Está bem, mas esse poder vai ser temporário, se você quiser trazer alguém devolta a vida novamente, você terá que dar mais da sua alma, então cuide bem de quem é importante para você –

 

Eu senti um tremor e em seguida, senti minha alma queimar, parecia que eu estava pegando fogo. Uma bola de luz verde apareceu na minha mão. Eu a aproximei da Liz. A bola entrou em seu peito e seus ferimentos pareciam ser regenerar e eu pude ouvir seu coração batendo novamente. Eu estava lacrimejando por ver seus olhos abrindo.

 

Liz – Papai...? –

 

Frisk – Eu estou aqui – Eu a abracei.



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