História A tale of shadows - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Eldarya
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Dimitry, Ezarel, Jade, Kentin, Leiftan, Lysandre, Nathaniel, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Amor Doce, Eldarya, Sobrenatural
Exibições 51
Palavras 3.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Rumo as montanhas o final


Fanfic / Fanfiction A tale of shadows - Capítulo 12 - Rumo as montanhas o final

Yukio – E-Eu já disse que estou bem! – falou se encostando na árvore –

 

Ikki – Não está! Sua ferida não para de jorrar sangue! –

 

Yukio – Tsc. Não precisa me dizer isso. –

 

Ikki – Por que é tão orgulhoso? – falei o olhando –

 

Yukio – E-Eu… a-ah! – sua ferida parecia abri mais e mais – M-Mald… parasita… –

 

Ikki – Yu! – o segurei em meus braços –

 

Yukio – A-Ah! I-Inferno… d-dói… – falou com a mão no peito – AAH! –

 

Ikki – Yu! –

 

Yukio – Ah… – o mesmo desmaiou nos meus braços –

 

Ikki – Yukio? N-Não durma! Yu…? – falei preocupada –

 

Levantei o arrastando com dificuldade, pois ele é bem pesado, até que, finamente, consegui chegar perto do acampamento e gritei os outros.

 

Ikki – Gente… – falei saindo da floresta – E-Eu preciso… de ajudar… –

 

O Yukio estava inconsciente e pode ser que eu tenha me perdido umas duas vezes.

 

Dajan – O-O que aconteceu? Quem é ele? –

 

Armin – K-Kentin… – o mesmo olhou para o Ken que olhou pra Alexy –

 

Alexy – Coloca ele aqui, Ikki! – falou colocando a cadeira –

 

Ambre – Meu Deus! Ele tá bem? –

 

Ikki – TÁ SUPER BEM! – falei irritada –

 

Jade – O que aconteceu!? –

 

Dake – O que ele está fazendo nessa floresta? –

 

Ikki – Yu, acorda! – falei mexendo em seu rosto – Yu! –

 

Seu rosto estava gelado, tá, mas ele tava bem gelado mesmo.

 

Ikki – Yukio! – gritei desesperada – Yu… –

 

Coloquei o ouvido em seu peito e seu coração estava parado. Tá, ele é um vampiro, mas agora era diferente. Ele parecia realmente está morto.

 

Ikki – Rosa… Rosalya! Rosalya! – a gritei olhando pra todos os lados –

 

Rosalya – Ikki! – a mesma veio correndo – O-O que houve? –

 

Ikki – Rosa me ajuda pelo amor de Deus! – falei em desespero –

 

Rosalya – K-Kentin! Pega minha maleta na barraca! –

 

Kentin – O-Ok. – saiu correndo –

 

Rosalya – Coloque ele deitado. – falou se ajoelhando – Como ele se feriu assim? –

 

Ikki – F-Fomos atacados… –

 

Armin – Viu! –

 

Rosalya – Agora não Armin! – falou estressada – Você está ferida? –

 

Ikki – Vou sobreviver. –

 

Castiel – Seu pescoço está roxo. Foi estrangulada!? – falou tirando meu cabelo da frente –

 

Ikki – A-Ah… – (C-Como ele percebeu isso?) – Eu… nem havia visto… –

 

Rosalya – Vocês vão me explicar isso direto mais tarde. KENTIN! –

 

Kentin – Aqui! – falou com uma grande maleta – O que é isso? Pesa muito… –

 

Rosalya – Senhor… não me diga que eu esqueci… –

 

A mesma abriu a maleta, havia vários vidrinhos com líquidos estranhos.

 

Rosalya – Droga… droga Yu! – falou batendo no chão –

 

Ikki – Q-Qual o problema? Vai ajudar ele… não é? – falei olhando a mesma – Não é? –

 

Rosalya – Eu… eu preciso… de sangue… mas eu o esqueci. –

 

Ikki – M-Mas isso não é problema, é? P-Podemos doar um pouco do nosso sangue pra… –

 

Rosalya – É um sangue especifico! – seus cabelos cobriam seu rosto –

 

Ikki – C-Como… isso… – eu estava totalmente atordoada – Não… podemos fazer… nada? Ele… vai morrer…? –

 

Levei minhas mãos dentre meus cabelos inspirando e depois soltei um suspiro pesado.

 

Todos estavam assustados sem intender o que estava acontecendo, a Rosalya parecia está se culpando mentalmente já que suas unhas estavam todas enfiadas dentre a terra cada vez mais fundo.

 

Ikki – (Não pode ser… ele… ele me salvou…) – coloquei a mão onde meu coração deveria ficar –

 

Rosalya – Espera… –

 

Ikki – Ahn… –

 

Rosalya – Você! – falou me olhando – Seu sangue. Eu preciso dele. –

 

Ikki – P-Pra quê? – falei me afastando –

 

Rosalya – Só ele poderá o salvar. – ambas olhamos para o Yu –

 

Ikki – T-Tudo bem… –

 

Me abaixei sentando ao seu lado. A mesma tirou uma agulha de prata da sua maleta e passou um líquido azul na mesma.

 

Ikki – … –

 

Engraçado… logo eu que sempre detestei ter meu sangue retirado estou aqui, dando-o de graça para salvar uma vida.

 

Isso me lembra daquele lugar, aquelas pessoas, aquelas máquinas. Isso me dá raiva.

 

Apertei meu punho ao ponto de feri-lo ao sentir a agulha entrar no meu pulso. Uma dor se espalhou por todo meu corpo. Tão agonizante, eu sinto meu sangue quente sair de dentro de mim.

 

Ikki – Ah… – ela tirou a agulha e a colocou em um vidrinho –

 

Rosalya – Me dá seu braço. – falou colocando um curativo –

 

Ikki – (Ela… se preocupa comigo assim?) –

 

Depois de colocar o curativo a mesma se virou pro Yukio e então pegou o meu sangue e injetou em seu pescoço.

 

Ikki – Ele vai melhorar? – falei com a voz um pouco rouca –

 

Rosalya – Sim… você não está bem! Está pálida. – falou tocando em meu rosto – Tirei muito sangue? Droga… –

 

Ikki – E-Eu estou bem… – falei levantando – Eu vou respirar… cuidem dele para mim… por favor. –

 

Falei dando as costas a mesma.

 

Ikki – Hum… – andei até uma árvore logo a frente e me sentei –

 

??? – Não tente ser tão durona, Ikki Yori. – ouvi passos se aproximarem mas não levantei a cabeça –

 

Ikki – O quer? –

 

Castiel – Você está fraca. É como se estivesse entrando em um coma. –

 

Ikki – Só estou com sono… depois de uma noite calma… vou melhorar. – apertei minha barriga que me matava –

 

Desde que eu sai da prisão, ainda não me alimentei e ficar tão perto de pessoas não me ajuda muito, além disse, meu sangue foi retirado o que me deixou mais fraca.

 

Castiel – O que está acontecendo? –

 

Ikki – … –

 

Castiel – Não quer falar? –

 

Ikki – … –

 

Castiel – Responda alguma coisa! –

 

Ikki – É lindo, não é? –

 

Castiel – Hã… o quê? –

 

Ikki – O céu. – falei apontando – É a primeira vez que o vejo. –

 

Castiel – Sua primeira vez? –

 

Ikki – É… bem lindo…. – falei –

 

Castiel – Sim… é mesmo. –

 

Ikki – Ei você… – o olhei rapidamente e nossos rostos acabou ficando próximo de mais – Você… –

 

Castiel – A-Ah… – o mesmo se afastou – S-Sinto muito! –

 

Ikki – N-Nada… – ficamos ambos vermelho –

 

Um tempo se passou e eu não consegui falar nem mesmo olhar de tanta vergonha. Quando pensei que ele iria falar algo a Rosa me chamou.

 

Rosalya – Ikki! Venha aqui. –

 

Ikki – Oi. – falei me aproximando – Yu! –

 

Yukio – A-Ah… – sem pensar duas vezes, pulei em seu pescoço – E-Ei! –

 

Ikki – Eu fiquei tão preocupada! –

 

Yukio – Y-Yori… –

 

Ikki – Não faça mais isso! Nunca. – falei séria –

 

Yukio – Uh… eu estava bem. –

 

Ikki – Você desmaiou! –

 

Yukio – Foi só um cochilo. –

 

Ikki – Ora seu… – apertei seu peito onde estava o curativo –

 

Yukio – A-Ah! –

 

Ikki – Opa… –

 

Yukio – Argh… – o mesmo olhou e viu o Castiel atrás de mim –

 

Ikki – Hum… ah, aquele é o Castiel. É tipo um “você” da vida. –

 

Yukio – Um eu? –

 

Ikki – Ignorante, arrogante, mandão, chato, briguento, estressadinho, esqueci algo? Ah! Diferente de você, ele pinta o cabelo. – murmurei – “Você deveria pintar também, que cozinha brega” –

 

Yukio – Você também é albina! – bradou –

 

Ikki – Eu sei, eu sei! – falei sorrindo –

 

Armin – O que atacou vocês? –

 

Ikki – Um urso. –

 

Yukio – An? –

 

Kim – Não existe lobisomens Armin! –

 

Armin – Você já viu um por acaso? –

 

Kim – Não, graças a Deus. –

 

Armin – Tão proto. –

 

Ambre – V-Você é da nossa sala? Eu nunca reparei em você… –

 

Yukio – Eu não costumo ir. –

 

Li – Então tá explicado… –

 

Ambre – Onde você vai dormi? –

 

Yukio – A-Ah… eu posso dormi aqui fora… –

 

Rosalya – Claro que não. Vai dormi com a Ikki na barraca. –

 

Ikki – O-Oi? –

 

Castiel – Como assim!? –

 

Yukio – N-Não precisa! –

 

Rosalya – Claro que precisa. Eu não vou deixá-lo aqui fora com esse ferimento. –

 

Ikki – M-Mas na minha barraca? –

 

Rosalya – Ué, algum problema? –

 

Ikki – (CLARO QUE SIM!) – senti meu rosto queimar – É-É que e-eu… e-ele… n-nós… é… –

 

Rosalya – É? –

 

Ikki – Hum… – abaixei minha cabeça aceitando a derrota –

 

Rosalya – Vamos fazer desse jeito, decidiremos quem vai dormi aonde, certo? –

 

Todos começaram a montar seus pares e no final ficou decidido:

 

Kentin e Armin

Castiel e Lysandre

Kim e Charlotte

Ambre e Li

Melody e Nathaniel

Iris e Violette

Rosalya e Jade

Dake e Dajan

Eu e o Yukio (super desaprovo)

 

E assim cada um seguiu pras suas barracas, pois já estava muito tarde e amanhã teríamos que acorda cedo para o tal treinamento militar que tem todo ano e claro, Kentin era o único animado com isso.

 

Yukio – É-É então… é… –

 

Ikki – É…. – estávamos corados – (Maldita Rosa!) –

 

Yukio – Haha! Isso é muito constrangedor… –

 

Ikki – Eu que o diga! – sorri –

 

Yukio – Haha! –

 

Ikki – Hum… o que são humanoides? –

 

Yukio – Aquilo que nos atacou. –

 

Ikki – Mas… como surgiram? –

 

Yukio – Bom, a um tempo atrás, começaram a fazer experimentos, misturando seu sangue com de um humano. – ele falou sério – O experimento não deu certo, o que causou aquele incêndio. –

 

Ikki – Meu sangue? –

 

Yukio – Seu sangue contém um vírus raríssimo, você não sabe? –

 

Ikki – Nhum, nhum. – fiz que não com a cabeça –

 

Yukio – Bom, eu também não sei sobre isso. –

 

Ikki – Ah! – soquei seu joelho –

 

Yukio – O quê? Eu não sei mesmo! – suspirou – Eu sei que coisas como essa estão por ai, aquelas barreiras são o que nos separam delas. Mas nunca achei que iríamos encontrar… aqui. –

 

Ikki – Sim… é muito estranho. –

 

Yukio – A não ser que… – o olhei curiosa – Não, é bobagem. –

 

Ikki – Tudo bem! – falei bocejando e cocei os olhos – Ain… –

 

Yukio – Está cansada? Deite, venha dormi. – falou –

 

Ikki – Não… eu não quero ter aqueles sonhos de novo… –

 

Yukio – Está tendo pesadelos? – falou rindo – Eu posso te ajudar. –

 

Ikki – Como? –

 

Yukio – Apenas deite, eu vou ficar com você até dormi. –

 

Ikki – Vai? –

 

Yukio – … – fez que sim com a cabeça e sorriu –

 

Ikki – Obrigada Yu… – falei deitando com a cabeça em seu peito –

 

Yukio – Não é como se tivesse dormi fosse alguma tortura. –

 

Ikki – Hum… – o olhei que corou mais que o cabelo do tomate ambulante –

 

Yukio – N-Não é como se e-eu fosse ficar te encarando… E-Eu não planejei isso! E-Eu… –

 

Ikki – Certo, certo. – falei o abraçando e fechei meus olhos – Boa noite… Yu. –

 

Yukio – … –

 

~~ PV Yukio On ~~

 

Yukio – … –

 

A mesma se ajeitou e me abraçou enterrando seu rosto no meu peitoral, pois a mesma não chega no meu pescoço, hihi.

 

Logo após isso, ela caiu quase que automaticamente no sono.

 

Yukio – Ei, você já dormiu? – murmurei – Pirralha mimada. –

 

Peguei o coberto e a cobri sem me mexer muito e então desliguei a lanterna. A noite estava fria, eu entendo porquê ela estava tão apegada a mim.

 

Yukio – Boa noite… – falei dando lhe um beijo na testa –

 

Demorei para pegar no sono, o aconteceu antes não saia da minha cabeça, e muito menos essa ideia de que ele tenha mandando aquele humanoide para cá de propósito. Preferi não dizer nada para Yori pra não deixá-la exaltada, prefiro que ela durma e fique segura.

 

Além do mais, para uma pessoa que sofre de dupla personalidade, ele é bem tranquila. Mas eu já reparei que quando sua personalidade “ruim” aparece ela agi friamente e logo quando volta a si, sente fortes dores de cabeças e sofre uma queda na sua pressão o que a faz desmaiar.

 

Ela também não comeu nada, eu posso escutar sua barriga grunhido, é bem difícil de acreditar que logo ela, esteja conseguindo segurar sua fome tanto tempo.

 

O dia amanheceu lentamente, os raios fracos do sol ficaram fortes, os pássaras começaram a cantar, é uma ótima manhã.

 

Yukio – Yori… acorda… – falei em seu ouvido –

 

Ikki – A-Ahn… não mamãe… eu não quero… – ela estava sonhado? –

 

Yukio – Eu não sou sua mãe! –

 

Ikki – Ahn… – a mesma abriu um de seus olhos – B-Bom dia… –

 

Yukio – Hã… hahaha! Olha só seu cabelo. – falei bagunçando ainda mais –

 

Ikki – P-Pare com isso! – falou vermelha –

 

Yukio – Certo. –

 

Ikki – Tire a blusa. –

 

Yukio – H-Hã? – olhei para mesma sem saber o que dizer –

 

Ikki – Vamos, eu quero ver o ferimento. –

 

Yukio – A-Ah… ok… – falei tirando a blusa e a mesma se aproximou –

 

Ikki – Tá ficando melhor… – falou com uma pomada na mão –

 

Yukio – O que é isso? Pra que você tá com isso? Você quer colocar em mim? –

 

Ikki – Fique quietinho… – falou com aquele líquido azul na mão –

 

Yukio – N-Não! Eu tô ótimo! Não vem com isso. – falei me afastando –

 

Ikki – Deixa de ser medroso. – falou ainda caindo de sono –

 

Yukio – E-Eu coloco! –

 

Ikki – Qual a diferença? – arqueou a sobrancelha –

 

Yukio – EU COLOCO! –

 

Ikki – Ok, ok! – me jogou a a agulha e a pomada –

 

Yukio – Hum… – coloquei o líquido azul na siringa e a injetei no pulso – A-Ah… –

 

Era uma dor terrivelmente dolorosa, era como se aquele líquido fosse vivo e se movimenta-se por vontade própria pelo meu corpo.

 

Yukio – Yori me dá um algo… – a olhei –

 

Ikki – Oh, oh! Como eu estou? –

 

Ela estava vestida com minha blusa que mais parecia um vestido enorme na mesma.

 

Yukio – Você é uma anã. – falei com cara de deboche –

 

Ikki – Ora seu… – a mesma jogou o pacote de algodão no meu rosto – Morra. –

 

Yukio – Hahaha! Tô morrido. – falei caçoando –

 

~~ PV Acampamento On ~~

 

Armin – Pior noite de todas. –

 

Rosalya – O que houve? –

 

Kentin – Armin tem um mal dormi filho da… –

 

Armin – Você passou a noite toda roncando! –

 

Kentin – Você meteu o pé na minha cara! Tipo… o que diabos você é? Homem elástico!? –

 

Armin – Olha quem fala! Eu quase gritei “Faz o urro Sherk” pra você ontem a noite. – bradou – O que diabos você tem na garganta? Uma locomotiva? –

 

Kentin – Ora seu! –

 

Lysandre – Parem com isso! –

 

Castiel – O quão bêbado eu estava quando aceitei fazer essa maldita expedição? –

 

Kim – Fomos todos obrigados. –

 

Iris – Não é tão ruim assim! –

 

Peggy/Kim/Rosalya – “Não é tão ruim assim”!? –

 

Rosalya – Ela está achando divertido tudo isso, acho que precisamos mostra a ela o real valor desse acampamento! –

 

Kim – Concordo. –

 

Peggy – Haha. –

 

Iris – M-Meninas? – falou dando passos para trás –

 

Kim – Pega ela! –

 

Iris – Socorro! – falou correndo –

 

Ikki – Bom dia! –

 

A garota falou coçando seus olhos enquanto saia da sua barraca. Seus cabelos estavam todos despenteados e seu olhar era de criança ao acabar de chorar, além do mais, ela vestia a blusa daquele cara.

 

Yukio – Rumf. – o mesmo saiu de olho roxo, ele estava sem camisa assim como todos os outros –

 

Rosalya – O que houve? – falou vendo o olho roxo –

 

Yukio – Nunca zoem a altura dessa garota. – falou indo na direção oposta –

 

Ikki – Ain que preguiça! – falei me esticando – Que fome… –

 

Rosalya – Vai lavar esse rosto garota! –

 

Ikki – Ih, ih. –

 

Armin – Se vocês virem uma treta por ai, fui eu que comecei! –

 

“CADÊ MINHA MOCHILA!?”

 

O Kentin veio como se fosse bala passando por todos até chegar no Armin.

 

Armin – Quê? –

 

Kentin – “Quê”!? – falou pegando a mochila de volta – Seu maldito… –

 

Armin – Pfff… –

 

Kentin – Você não pegou nada aqui, pegou? –

 

Armin – Como você pode pensar isso de mim? –

 

Kentin – … –

 

O mesmo começou a vasculhar sua mochila.

 

Armin – É o quê? –

 

Kentin – Onde ela tá? ME DEVOLVE! –

 

Armin – Haha! Eu não peguei nada. – falou com um sorriso cara de pau –

 

Kentin – Armin! –

 

Armin – Kentin! –

 

Lysandre – Já parou com isso em nome de Jesus!? –

 

Ambre – Eu tô toda mordida! – bradou – Malditos insetos! –

 

Nathaniel – Não é tão ruim assim, Ambre. –

 

Ambre – Não é tão ruim assim? NÃO? –

 

Li – Buá! Buá! Meu rosto tá horrível! –

 

Armin – Mas tá do mesmo jeito… –

 

Castiel – Minha cabeça dói… –

 

Dajan – Ressaca? –

 

Castiel – Não. É de ter que ouvi vocês mesmo. –

 

Dake – Bom dia pra vocês. –

~~ PV Ikki On ~~

 

Andei em direção a uma cachoeira que havia aqui, se eu sabia da sua existência? Não. É que eu ouvi o barulho.

 

Ikki – Uau! É tão linda… – falei com os olhos brilhando – É de verdade! –

 

Me abaixei tocando na água, meio gelada e meio quente. Ouvi passos de alguém se aproximar mas preferi continuar a encarar a água que era tão clara como cristal.

 

Yukio – Aqui está você. –

 

Ikki – Tava me procu… – o mesmo me colocou no ombro como um saco de batatas – E-Ei! –

 

Comecei a me debater corada enquanto ele pulava de galho para galho subindo na árvore.

 

Yukio – Pare de se mexer tanto. – falou me largando –

 

Ikki – P-Por que me trouxe aqui!? –

 

Yukio – … – o mesmo tirou sua camisa – Vamos. –

 

Ikki – V-Vamos!? – falei dando passos para trás –

 

Yukio – Você está com fome. Beba. –

 

Ikki – E-Eu não… – engoli a saliva – Posso… –

 

Yukio – Você vai acabar atacando outro, é melhor que você beba o meu. –

 

Ikki – … – me aproximei do mesmo olhando seu pescoço – E-Eu… –

 

Yukio – Tsc. – o mesmo me puxou com força contra si fazendo eu ficar muito perto da sua pele – Beba. –

 

Ikki – A-Ah… – fechei os olhos e o mordi tentando ser o mais carinhosa possível (Né todo dia que te oferecem seu pescoço.) –

 

Yukio – Você realmente está faminta, em? – falou com a mão na minha cabeça –

 

Ikki – A-Ah… porquê fez isso… – falei me afastando – Não devia… hã…!! –

 

O mesmo se aproximou de mim, estávamos com os rostos muito perto um do outro.

 

Yukio – Eu… –

 

Ikki – Yu? –

 

Yukio – Yori… –

 

Ikki – Hum… haha! – acabei sorrindo reparando algo –

 

Yukio – O-O que foi? – falou se afastando –

 

Ikki – Você é o único que me chama de Yori. –

 

Yukio – É gosto do seu segundo nome. S-Se te incomoda eu paro… –

 

Ikki – Eu gosto. N-Não tem problema… você me chamar assim… – falei desviando o olhar – M-Mas só eu posso o chamar de Yui! –

 

Yukio – Tá bom, Yori. – falou rindo – Seu rosto tá todo sujo! Comilona. –

 

Ikki – D-Desculpe-me. –

 

Yukio – Não tem problema. –

 

Novamente estávamos tão próximos que eu escutava sua respiração e pulsação.

 

Um silêncio circulou pela floresta, o que me deixou constrangida.

 

“Ikki! Yukio!”

 

Uma voz nos gritava, era de um dos rapazes então o Yui me pegou e pulou para o chão indo em direção a mesma.

 

Alexy – Yukio! Ikki! Ah! – o mesmo deu um pulo para trás – Que susto! –

 

Yui – E ai. –

 

Ikki – O que houve, Alexy? –

 

Alexy – Aconteceu algo na prisão. Cancelaram as coisas aqui, disseram pra voltarmos sozinhos. –

 

Yui – Que legal… megera… – falou coçando o nariz –

 

Ikki – Vamos que hora? –

 

Alexy – Agora, ela disse que temos que chegar antes do sol se por ou seremos punidos. –

 

Ikki – Ain… –

 

Yui – Então se é assim… – o mesmo me pegou no colo – Vamos! –

 

Ikki – Me põe no chão! Kyah! – nem deu tempo de respira, ele saiu correndo pela floresta –

 

Chegamos onde a Rosalya estava nos esperando e havia um carro preto lá também. Todos já estavam dentro.

 

Parece que a mãe da mesma mandou nos busca e quem estivesse conosco, acabando com os planos da Delanay.

 

Nós três entramos e eu fiquei na janela e o Yui ficou do meu lado e do lado dele estava o Castiel e ambos estavam se matando com o olhar.

 

Rosalya – Eu queria dirigir… – falou com bico –

 

Ikki – Pra você nos perde de novo? –

 

Rosalya – Foi por que eu não me lembrava o caminho! – resmungou – Mas agora não tem erro! –

 

Armin – Você disse isso quando nos perdemos pela TERCEIRA VEZ. – o carro começou a andar –

 

Kentin – Esse é meu biscoito? –

 

Armin – Claro que não… –

 

Kentin – Me devolva! Agora! – ambos começaram a brigar até que o Ken pegou de volta –

 

Ikki – Me dá um? – falei com cara de cachorro pidão –

 

Kentin – Toma. – ele me deu o biscoito todo –

 

Ikki – Obrigada! – falou pulando no banco –

 

Armin – Como assim você deu pra ela mas não deu pra mim? –

 

Alexy – Ela não me roubou. –

 

Armin – Adeus amizades! Adeus amigos! – falou com drama –

 

Encostei minha cabeça na janela olhando para floresta até que passamos por um matagal todo queimado.

 

Ikki – Ahn… – levantei assustada –

 

Castiel – O que foi? –

 

Ikki – A-Ah… – olhei para o mesmo – N-Nada… (Ali era a cabana… pegou fogo?) –

 

O carro seguiu adiante e eu olhei para trás vendo aquele terreno queimado quando o Índio passou por lá, se virou e acenou para mim, logo em seguida sumiu no meio da estrada como se tivesse ficado invisível.



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