História A tale of shadows - Capítulo 8


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Categorias Amor Doce, Eldarya
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Dimitry, Ezarel, Jade, Kentin, Leiftan, Lysandre, Nathaniel, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Amor Doce, Eldarya, Sobrenatural
Exibições 45
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Rumo as montanhas


Fanfic / Fanfiction A tale of shadows - Capítulo 8 - Rumo as montanhas

Delanay – Atenção, eu vou dizer as equipes que vão para as montanhas atrás da prisão treinar. –

 

Ouvir dizer que todo ano tem uma expedição para montanhas que ficam atrás da prisão, era uma enorme área concentrada na natureza, porém, era rodeada por uma cerca de 600 mil volts.

 

Como essa prisão é, pode se dizer “base”, ela treina alguns membros para servi no exército, ou seja, você não tem escolha.

 

Delanay – Grupo A: Melody, Kim, Violette, Ambre, Li e Charlotte. –

 

Dimitry – Grupo B: Lysandre, Nathaniel, Armin, Castiel, Kentin, Ikki e Rosalya. –

 

Delanay – Grupo C: Alexy, Iris, Peggy, Bia, Dake, Dajan e Jade. –

 

Dimitry – Vocês entenderam tudo? Ótimo. Saimos as 08:00, estão liberados. –

 

Todos levantaram e saíram da sala sem dizer uma única palavra, levantei minha cabeça e me deparei com a sala vazia então fui até o refeitório onde todos estavam, e pareciam bem contentes.

 

Olhei ao redor para tentar achar a minha equipe, bom eu procurei a Rosalya, já que só conheço ela. Logo um garoto de cabelos negros olhou para mim e acenou para que eu me aproximasse.

 

Ikki – (Isso não é tão difícil… são só… pessoas… que tem sangue.) – suspirei tremendo e fui até o mesmo – O-Olá… –

 

??? – Você é a Ikki Yori? – falou com um sorriso –

 

Ikki – S-Sou eu sim… –

 

??? – Eu sou o Armin. – o menino de cabelos negros e olhos azuis pegou minha mão a beijando – Esse é o Kentin. –

 

Kentin – Olá. – era um garoto de cabelos castanhos e lindos olhos verdes que vestia uma calça militar –

 

Armin – Aquele é Lysandre. –

 

Lysandre – É um prazer conhecê-la, senhorita. – um garoto de estilo antigo se inclinou para mim, ele era bem, mais bem alto mesmo, e tinha olhos diferentes e cabelos platinados. –

 

Ikki – T-Todo meu… –

 

Armin – Bom, aquele é o Nathaniel. –

 

Nathaniel – Oi. – um garoto loiro de olhos caramelados falou com um sorriso –

 

Armin – Aquele é o Castiel, mas ele é um pouco… sinistro… – falou fazendo um barulho engraçado –

 

Castiel – Pra merda. – o mesmo me olhou de lado – Vejo que não se perdeu para chegar aqui. Baixinha. –

 

Ikki – S-Seu… – virei o rosto e logo após corei drasticamente quando percebi que o moreno ainda segurava minha mão – É-É-É… –

 

Armin – Opa! – falou sorrindo –

 

Rosalya – Temos que fazer a mala, Ikki. Levar comida, aquela megera não avisou mas tem que levar. –

 

Kentin – Eu sonho que eles querem nos largar na floresta sozinhos? –

 

Lysandre – Isso não seria um tanto perigoso? –

 

Armin – Perigoso é o Castiel com a gente. –

 

Castiel – Morra. – falou olhando pro teto –

 

Armin – Não fala assim cast! –

 

Castiel – … – o mesmo deu um olhar que até me arrepiou –

 

Rosalya – Vamos Ikki? Precisa pegar suas coisas. Os rapazes se entendem sozinhos. – falou levantando –

 

Ikki – A-Ah t-tá bom. – me levantei e fui atrás da mesma –

 

~~ Quebra de Tempo ~~

 

Ikki – Você e eles não se dão bem? – paramos em frente ao meu dormitório –

 

Rosalya – … – ela parecia estar perdida em seus pensamentos –

 

Ikki – Rosa…? –

 

Rosalya – Ahn? Ora, não se preocupe! Está tudo bem. – falou entrando –

 

Ikki – N-Não foi isso que eu perguntei… – murmurei encarando o chão e logo após entrei –

 

Rosalya – Pegue agasalhos, na floresta faz frio essa época do ano. – falou olhando a geladeira –

 

Ikki – Ok. – falei pulando na cama – Hum… agasalho… agasalho… –

 

Fiquei um tempo procurando as roupas quando decidi enfiar tudo em uma mochila e fui ver se a Rosalya queria ajuda.

 

Ikki – Já acabou? – falei colando a cabeça na porta –

 

Rosalya – Tô… vamos! –

 

Ikki – Vamos! – falei sorrindo e corri –

 

Rosalya – Não corra no corredor! – falou trancando a porta –

 

Descemos pela escada, pois ainda não arrumaram o elevador e eu acho que o outro não gosta de mim, pois toda vez que tento usar ele não funciona.

 

Andamos muito, até chegar no limite que dava de cara com a floresta onde todos os grupos estavam reunidos.

 

Ikki – E-Estamos atrasadas… –

 

Rosalya – Abaixa. – me puxou para o chão para que a megera não nos visse –

 

Ikki – A-Ai meu pé… – me levantei em uma posição… bem indecente –

 

Armin – O que tá fazendo no chão? –

 

Ikki – A-A-Ah… – levantei rapidamente com o rosto vermelho – T-Tava… é-é… –

 

Lysandre – Tá tudo bem com você? –

 

Ikki – T-Tô! – me virei de costas apertando meu pescoço –

 

Kentin – É… –

 

Rosalya – Ela só é tímida. – falou sorrindo –

 

Armin – É isso? Tá tudo bem. Não precisa ter medo de nós, não mordemos. Não eu. – falou com um grande sorriso –

 

Ikki – Me deixou bem tranquila… –

 

Delanay – Atenção. – gritou da frente – Todos para sua rota. –

 

Cada grupo se dirigiu para uma trilha, séria como uma aposta, o grupo que chegasse primeiro ganhava algo e o último era punido.

 

Entramos na floresta que estava realmente fria, como a Rosalya disse que estaria. E em frações de tempo tudo que podíamos ouvir era o som dos corvos.

 

Kentin – Assustador. –

 

Armin – Parece com um jogo que eu joguei. –

 

Castiel – … – ele estava com a mesma cara de sempre, era difícil saber se estava assustado ou se realmente não dava a mínima para a situação –

 

Ikki – Rosa… – segurei em seu braço com um pouco de medo –

 

Castiel – Pff… –

 

Rosalya – Está tudo bem. Vamos chegar bem. –

 

Continuamos a andar por algumas horas até que ninguém mais aguentava de tanto andar, já havia contado todo tipo de piada que existia para descontrair aquele sentimento de suspense.

 

Ikki – “Tem certeza que esse é o caminho certo?” Disse ele “Se a Rosa disse que é, então é” disse eu. –

 

Rosalya – Que grosseira. – me bateu de leve –

 

Lysandre – Afinal, para onde vamos? –

 

Kentin – É a terceira vez que você pede para explica! – bradou –

 

Lysandre – Explicar o quê? –

 

Kentin – AAAH! –

 

Lysandre – Mas o que deu nele? – perguntou confuso –

 

Ikki – Afinal de contas, onde estamos? –

 

Armin – Pergunta a Rosa, ela que sabe onde estamos. –

 

Rosa – Eu sei! Eu sei! – resmungou –

 

Lysandre – Então, onde estamos? –

 

Rosa – Eu não sei… – falou choramingando –

 

Ikki – Calma, respira, não pira… – falei contando mentalmente até 1000 –

 

Castiel – Se tivesse deixado eu guiar, isso não aconteceria. –

 

Rosalya – Cala boca. –

 

Kentin – Eu tô vendo uma luz! – falou apontando –

 

Castiel – Será a morte? –

 

Kentin – Não fala isso caralho! –

 

Armin – Podia ser pior… –

 

Rosalya – Você vai descobrir que nunca se deve desafiar o universo. –

 

Um barulho de trovão assustou todos nós e de repente uma chuva começou a cair do nada deixando todos ensopados.

 

Castiel – Maldito Armin… –

 

Precisamos correr até que o Lysandre fez algo útil da vida dele e achou uma caverna e ficamos lá dentro até que a chuva passasse.

 

Ikki – Tô com fome. – falei apertando a barriga –

 

Kentin – Beleza, deixa eu ver se acho uma lanchonete por aqui. –

 

Ikki – Kentin mau. – falei com um bico – Hmm… –

 

Rosalya – Deve ter alguma cabana por essa floresta, impossível que não. –

 

Castiel – e vamos falar o quê? “Olá, somos condenados em um treino prático e estamos com muita fome, tem comida pra nós?”

 

Ikki – Pro inferno. –

 

Castiel – Seja mais fofa. –

 

Ikki – Por favor, dirija-se para os aposentos de satanás. – olhei para o mesmo e sorri – Melhorou? –

 

Castiel – Tsc. –

 

Ikki – Eu vou procurar alguma fruta… – falei levantando –

 

Lysandre – Tá chovendo muito lá fora. –

 

Ikki – Não tem problema, gosto da chuva. –

 

Falei correndo para fora. Quando sair da caverna suspirei pesado. Nem acredito que consegui me controlar com toda essa sede.

 

Andei até algumas árvores, entrei em matos, enfim, banquei a botânica mesmo, embora eu não saiba nada de plantas o qualquer coisa fora do laboratório.

 

Ikki – Preciso comer… – resmunguei me abaixando – Será que é venenosa? –

 

Toquei em umas frutinhas bem bonitas em um arbusto.

 

Ikki – É tão bonitinha! Impossível fazer mal a alguém. – falei mordendo – A-Ah… q-q-que isso? Kyaaah! Arde! Arde! –

 

Comecei a correr de um lado para o outro, minha boca parecia ter criados inúmeras bolhas, graças a Deus o Castiel não tá vendo isso, não quero o dá mais um motivo para me perturbar.

 

Corri para uma pedra grudada na parede e a soquei para rachá-la. E não é que deu certo? Saiu água de lá.

 

Ikki – Bendita seja a mão natureza! – gritei bebendo a água – Hã… –

 

Olhei para trás e vi algumas frutas deixadas em cima de uma folha, olhei para os lados procurando quem foi mas não havia ninguém.

 

Ikki – Olá… – falei um pouco assustada – O-Obrigada! Você… –

 

Peguei as frutas e corri para caverna já que aquilo foi muito estranho, mas comida é comida né.

 

Yukio – Tsc. – o garoto estava sentando em uma árvore alta olhando a mesma correr pela trilha – 



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