História A tale of shadows - Capítulo 9


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Categorias Amor Doce, Eldarya
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Dimitry, Ezarel, Jade, Kentin, Leiftan, Lysandre, Nathaniel, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Amor Doce, Eldarya, Sobrenatural
Visualizações 121
Palavras 1.654
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Rumo as montanhas part II A cabana


Fanfic / Fanfiction A tale of shadows - Capítulo 9 - Rumo as montanhas part II A cabana

Ikki – Pessoal? Pessoal! – os chamei entrando na caverna – Eu achei algumas frutas! –

 

Castiel – Há cala à boca! –

 

Rosalya – Se não o quê? –

 

Eles estavam discutindo enquanto os rapazes seguravam ambos.

 

Rosalya – Vai me matar? Como fez com Leigh? –

 

Castiel – Tsc… –

 

Ikki – A-Ah… – fiquei sem saber o que fazes como uma estatua – P-Pessoal… –

 

Armin – Rosalya! Fique calma! –

 

Rosalya – Impossível enquanto ele estiver aqui! Esse maldito… –

 

Castiel – Ora, sua! –

 

Lysandre – Castiel! –

 

Rosalya – Por que você não morre e faz um bem a humanidade? –

 

Castiel – Por que você não vai primeiro? Aproveita e mata a saudade do teu noivinho. –

 

Rosalya – SEU MALDITO! –

 

A mesma foi em cima dele com uma faca que só Deus sabe onde ela achou.

 

Ikki – Rosalya! –

 

Castiel – A-Ah! – a mesma fez um corte em seu braço – Piranha! –

 

Sem pensar duas vezes, Castiel a acertou com um soco no rosto e a mesma caiu pra trás e ele tomou a sua faca indo pra cima.

 

Ikki – (Por que… por quê? Por que isso está acontecendo?) – acabei deixando as frutas cair de cabeça abaixada – POR QUÊ!? –

 

Todos me olharam assustado quando eu praticamente berrei em lágrimas.

 

Ikki – Por que… por que passam todo o tempo brigando entre si? Vocês deveriam se unir… espalhar amor pelo mundo… fazê-lo um lugar melhor… mas não… VOCÊS SÓ SABEM BRIGAR! –

 

Gritei olhando para todos com o rosto totalmente vermelho de raiva e então deixei a caverna e entrei na floresta chovendo.

 

“Ikki! Me espera! Ikki!”

 

Ouvi os gritar mas não olhei para trás, estava muito irritada e constrangida por ter feito aquilo, afinal nem os conheço direito.

 

Ikki – Baka! Baka! Baka! – passei a mão no rosto parando – Baka… –

 

Me abaixei ficando de agachada e comecei a mexer em alguns matinhos como se fosse realmente algo muito interessante.

 

“Ei!”

 

Me virei para trás para ver quem era que me chamava.

 

Ikki – O que quer? – falei novamente encarando o matinho –

 

Castiel – Eu sinto muito. – falou se aproximando –

 

Ikki – Banquei a criança de novo, tô certa? –

 

Castiel – É melhor que bancar o lunático. –

 

Ficamos alguns minutos encarando o matinho até que eu resolvi quebrar o silêncio.

 

Ikki – Quem era… Leigh? –

 

Castiel – O noivo da Rosalya. – falou mexendo na terra com um graveto –

 

Ikki – Você… fez algo com ele? –

 

Castiel – A um tempo atrás houve uma rebelião no nosso setor. Ele era o meu colega de quarto e foi vítima de um maluco que invadiu nosso dormitório. –

 

Ele fez uma pausa e me olhou para saber se eu estava acompanhado tudo.

 

Ikki – Então? –

 

Castiel – O golpe foi fatal. Eu o vi morrer na minha frente e não fiz nada. – o mesmo serrou os punhos – Desde então a Rosalya me culpa pela morte do seu querido. –

 

Ikki – Eu… eu… –

 

Castiel – Uh… – o mesmo segurou o braço forte –

 

Ikki – Tá ferido! Temos que achar algo para coloca. Isso pode ficar feio. – falei levantando –

 

Castiel – Eu estou.. Ugh… – ele parecia se contorcer de dor por dentro –

 

O ajudei a levantar, a chuva já havia parado. Começo a seguir o mesmo que andava 10 passos a minha frente, acho que ele queria exibir suas longas pernas.

 

Durante todo esse tempo, ambos ficamos em silêncio, ele parecia não querer conversa, então eu respeitei. Enquanto caminhávamos, acabo notando que estava anoitecendo muito rápido, aquilo não era nem um pouco normal.

 

Rosalya – Onde você se enfiou!? Ele tocou em você!? –

 

Ikki – N-Não… ele está muito ferido… precisamos achar um lugar para pegarmos alguns remédios. –

 

Kentin – Vamos aproveitar que a chuva parou e ir embora logo. –

 

Lysandre – Concordo. – falou apoiando o Castiel em seu ombro –

 

Armin – Você está bem? Parecia muito nervosa antes. –

 

Ikki – S-Sinto muito. Não era a intenção. –

 

Armin – Tudo bem! Graças a você aqueles dois não se mataram. –

 

Ikki – Uh, você está ferida Rosa!? –

 

Rosalya – Está tudo bem! Vamos continuar andando. – falou saindo na frente –

 

Observei a andar até que a vegetação faze-se eu a perde de vista. Um tempo depois, todos já estávamos em uma nova trilha. Castiel de vez em quando deixava um murmuro de dor sair e a Rosa também, mas ninguém percebia.

 

Ikki – Gente… – olhei para cabana coberta pela vegetação morta – Será que alguém mora ai? –

 

Armin – Podemos checar. – falou entrando pelo portão que rangia de forma agressiva –

 

Lysandre – Vamos. – falou entrando –

 

Kentin – Olá? – falou dando três toques na porta e ela abriu –

 

Rosalya – Não tá trancada… –

 

Castiel – Deve ser abandonada. –

 

Armin – Sim, com certeza, os móveis estão muito empoeirados e a uma enorme bagunça. –

 

Ikki – E fede… – falei tapando o nariz –

 

Lysandre – Precisamos achar remédios, vamos olhar pela casa. –

 

Kentin – Espera! E melhor nos dividir, certo? –

 

Armin – Tá com medo? –

 

Kentin – Rosalya e o Castiel estão feridos. –

 

Armin – Isso não respondeu minha pergunta. – falou com um sorriso –

 

Rosalya – Eu estou bem. – falou indo em direção a escadas, vou olhar lá em cima. –

 

Ikki – Eu vou dar uma olhada na cozinha. – falei saindo –

 

As paredes estavam sujas, o chão era feito de uma madeira já velha que rangia quando pisávamos, além disso havia um cheiro de animal morto por todo canto.

 

Ikki – Hum… Olha! – abri o armário onde havia inúmeras garrafas de vinho – Hermitage La Chapelle 1961… Château Mouton-Rothschild 1982… Cheval Blanc 1947. –

 

Passei o dedo lendo os nomes e peguei duas garrafas colocando em cima da mesa. Não que eu entenda sobre vinho, mas minha mão era alcoólatra e eu a via com alguns homens sempre bebendo bebidas caras.

 

Castiel – Que cê tá fazendo? – falou entrando – Isso é roubar, sabia? –

 

Ikki – Sendo que não há ninguém aqui, acho que não vão se importa. – falei com um sorriso – E é para um bem maior. –

 

Castiel – Mesmo? Posso saber qual? –

 

Ikki – Aquele de que eu preciso afunda minhas frustrações no álcool? –

 

Castiel – Você só tem 14 anos. É uma pirralha ainda. –

 

Ikki – Não acredite nas aparências. O diabo um dia já foi um anjo. – falei com um sorriso e sai da cozinha –

 

Castiel – Nossa. –

 

Ikki – Vamos olhar lá em cima? Ou você prefere ficar aqui sozinho? –

 

Castiel – Não vou deixar uma pirralha sozinha em uma casa caindo aos pedaços. –

 

Ikki – Conta outra. –

 

Castiel – Cala à boca. –

 

Ikki – Haha! – me virei e quase cai para trás – Kyah! –

 

??? – Posso ajudá-los? – uma senhora estava em pé na escada –

 

Castiel – Ikki vem pra trás de mim. –

 

??? – Oh! São apenas jovens querida! – um senhor estava sentando no sofá – Estão perdidos? –

 

Ikki – S-Sim… –

 

??? – Esses jovens! Hihi! – a velhinha desceu com dificuldade – Mas… o que fazem na minha casa? –

 

Castiel – P-Precisamos de alguns remédios… para alguns ferimentos. –

 

Ikki – Achamos que essa cabana era abandonada! Perdoe-nos! –

 

??? – Ah sim! Já pedi pro meu marido arrumar, ela está um pouco fora de moda. Mas ele não me escuta! –

 

??? – Eu já estou velho pra isso! –

 

Castiel – E-Então… já vamos, né Ikki? –

 

??? – Esperem, esperem! Eu tenho remédios sim. No banheiro. Eu vou pegar! –

 

A moça tentou subir mas não conseguia, já era de uma idade avançada então o Castiel disse que pegaria para nós.

 

??? – Obrigada meu jovem! Que Deus te abençoe. –

 

Castiel – Eu já volto Ikki. –

 

Ikki – T-Tudo bem. – falei sentando no sofá – (Onde estão os outros?) –

 

??? – Aceita um chá? –

 

Ikki – N-Não precisa! – sorri timidamente – Moram aqui a muito tempo? –

 

??? – Sim, desde que nos casamos. –

 

??? – A vida na floresta é boa! –

 

Ikki – Parece tão isolado… – falei olhando o local –

 

??? – De vez em quando aparece jovens perdidos por aqui! –

 

??? – Sim, nunca vi tantos jovens nessas florestas! Hihi! –

 

Ikki – Mesmo? – apertei a borda da minha saia com um pouco de medo – (Se acalma, tá? São só idosos.) –

 

~~ PV Castiel On ~~

 

Castiel – Hum… acho que deve ser isso. – falei jogando tudo que era remédio na mochila e sai do banheiro – Que casa assustadora! –

 

Coloquei a mão na barra da escada para descer quando ouvi um barulho de um dos quartos. Pensei duas vezes mas a curiosidade foi maior e então eu fui até a mesma.

 

Castiel – O-Olá? – falei empurrando – Oh merda! –

 

Havia corpos destroçados no quarto, pregados a parede, chão e até mesmo teto e havia um símbolo de sangue no chão. O cheiro de animal morto era muito forte que faziam meus olhos queimarem.

 

Ouvi um rugido fraco vindo da parte escura do quarto e logo som de passos pesados se aproximavam então fechei a porta rapidamente e desci as escadas correndo.

 

~~ PV Ikki On ~~

 

Ikki – E-Eu não bebo chá! – falei sorrindo – Castiel! –

 

Castiel – Vamos embora. – falou me puxando pelo braço –

 

??? – Esperem mais um pouco! –

 

Castiel – Nem vem! –

 

Ikki – Castiel! –

 

??? – Mas já esta quase na hora do jantar! –

 

Castiel – Eu dispenso. – falou abrindo a porta –

 

Ikki – Qual o seu problema!? – o mesmo me arrastou para fora do portão e ficamos em frente a casa – EM!? –

 

Castiel – Eles são loucos! Tinha… tinha algo lá em cima! Corpos mortos… uma criatura… um símbolo. –

 

Ikki – Escuta! Respira. Se acalme. O que houve? O que você viu? –

 

Castiel – Eu não sei… – falou olhando para janela –

 

“Ei vocês!”

 

A Rosa saiu do meio da floresta correndo junto com os outros.

 

Rosalya – Que susto nos deram! –

 

Kentin – Não saiam sem nos falar! –

 

Ikki – Como assim? –

 

Lysandre – Um casal de idosos, disseram que vocês tinha ido pra dentro da floresta. –

 

Rosalya – Não saia com ele quando eu não estiver perto! – bradou –

 

Castiel – Estávamos lá dentro todo esse tempo! –

 

Ikki – Sim, um casal de idosos que moram aqui. Eles são bem assustadores confesso. –

 

Rosalya – Como assim? Não saíram? –

 

Nos entre olhamos sem entender o que estava quando um barulho na mata quase nos matou do coração. Era apenas um índio indo caçar.

 

Índio – O que estão fazendo aqui? –

 

Ikki – Nos perdemos e uns senhores que moram nessa casa nos ajudaram com alguns remédios. –

 

Índio – Como assim? Faz 7 anos que os Williams morreram. –

 

Rosalya – Q-Quê…? –

 

Índio – Vocês não deviam ficar aqui. Dizem que nessa casa circula uma maldição. – falou saindo –

 

Kentin – S-Sete anos…? –

 

Armin – Vamos embora! –

 

Lysandre – Já está de noite, é melhor andarmos rápido. –

 

Todos nós olhamos pela última vez a casa e andamos para dentro da floresta. 



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