História A técnica - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Personagens Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Tags Futebol!, Técnica
Visualizações 71
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction A técnica - Capítulo 2 - Capítulo 1

Helena Jamie Löw


Nervosa, era assim que eu me encontrava.


Era como se hoje fosse um jogo do Real Madrid X Barcelona, e eu estivesse a beira de um colapso nervoso por ver um dos meus garotos errar um passe que, depois de alguns minutos (talvez segundos) daria o gol para o time rival.


Fiz minhas orações, contei carneirinhos, cantei músicas, li notícias nos portais de fofocas, comi uns biscoitos que estavam na mesa e a porra do tempo não passava.


Nada disso diminuiu minha ansiedade, só me faziam ficar mais nervosa do que eu já estava.


O tempo parecia não passar, eu só queria estar deitada na minha cama enquanto revia o último episódio de The Vampire Diaries comendo sorvete e chorando pela morte do meu amado e adorado Stefan (vulgo coelhinho da páscoa, dono do meu pobre coraçãozinho).


Ouvi meu nome ser chamado e tremi. Puta merda. 

Tremi como se eu estivesse na Rússia a -11°C de biquíni.


Levantei e passei a mão pela linda camisa Rubro-Negra que eu usava, caminhei calmamente ao lado do vice -presidente do clube, que parecia se divertir com a minha ansiedade.


- Nervosa? - Perguntou e eu assenti. - É normal, se não estiver se sentindo confortável ou algo parecido pode nos falar e a tiraremos de lá. - Assinto mais uma vez.


Via, mesmo que de longe, o senhor simpático e sorridente (presidente do clube) fazer um breve discurso em meio a tantas pessoas.


Muitas câmeras, muitos ângulos.

Meu santo Giroud, acho que vou desmaiar.


Assim que ele me anuncia, entro devagar pela sala, fazendo o barulho dos meus saltos ecoarem pelo lugar.


Logo, me vi em frente ao "mar" de fotógrafos, e senti o ar faltar por breves segundos, não estava completamente acostumada com tanta gente me observando.


Me recompus e dei meu melhor sorriso, sendo cumprimentada pelo meu mais novo chefe.


Teve toda aquela coisa pomposa de apresentação, fotos e mais fotos, sorrisos e um cartãozinho.


Peguei a Carabao que estava na minha frente e bebi, sentindo o gosto maravilhoso, sabendo que, depois de tomá-la, demoraria uma eternidade para dormir.


Depois de toda a "cerimônia de apresentação" dei um breve discurso e concluí com convicção e segurança.


- Independente dos comentários que eu receber, tamanha pressão vinda da mídia e dos torcedores, eu vim pra ficar, e nada vai me tirar daqui. - Respiro fundo. - Continuarei fazendo o meu trabalho da forma que eu vinha fazendo antes, agora com um clube diferente, jogadores diferentes. - Olhei para as pessoas que me olhavam atenciosamente. - Darei o melhor de mim, e farei o possível e impossível para levar o Flamengo a um patamar mais alto do que já está. - Terminei, sendo aplaudida pelas pessoas ali presente.


Consegui perceber a descrença de algumas pessoas, e a cara de incredulidade de alguns, sorry amiguinhos, serei paga para treinar jogadores, não para me importar com comentários alheios.


Eu já sabia o que viria a seguir, milhões de perguntas, que eu responderia da melhor forma possível.


Muitos questionavam o fato de eu ser uma mulher comandando um time composto apenas por homens. Outros falavam sobre a minha idade, e até mesmo sobre o Löw presente no meu nome.


- Helena, aqui! - Virei para o jornalista que me chamou. - Acho que tanto eu, quanto as pessoas que estão aqui, queremos saber: Você tem algum parentesco com Joachim Löw, técnico da seleção Alemã? - Perguntou e eu sorri.


Sim, eu tenho parentesco com Jogi Löw, somos bem próximos até.


- Para os que não sabem, Jogi é meu pai. - Me olharam surpresos.


- Como se sente, sendo filha do homem que comandou a Seleção que deu um chocolate na seleção brasileira? - Fui questionada.


- Bom, como eu deveria me sentir? - Ri. - Fico orgulhosa pelo meu pai ter conseguido conquistar o seu sonho, e ao mesmo tempo triste, pois como boa brasileira que sou, também chorei com a derrota histórica do meu Brasil. - Falei.


Depois disso, tive de responder mais algumas pessoas e a "cerimônia" acabou. Bandeira aproveitou para me apresentar a comissão técnica com quem eu trabalharia, e após o jogo da Sul-Americana eu conheceria os jogadores.


Analisei as fichas de alguns jogadores, pois precisaria saber como trabalhar o melhor deles, dentro e fora de campo, já que a parte psicológica também afeta a física.


Tive um tempo para ir ao meu apartamento tirar uma soneca e ficar apresentável para o jogo de hoje a noite.


No caminho para a Ilha, entrei nas minhas redes sociais e me choquei com a quantidade de notificações que tinha. Meus seguidores mais que triplicaram, já tinham criado até mesmo um fanclube.



9 de Agosto de 2017, 21:45 hrs, Ilha do Urubu, Flamengo X Palestino.



Nossa situação era evidentemente melhor, havíamos ganhado de 5X2 no jogo de ida, então prevaleciamos na frente, tendo uma boa vantagem.


Me acomodei no banco do camarote e vi o árbitro apitar, dando início ao 1° tempo.


O jogo mal começou, e o Felipe Vizeu já tinha marcado o primeiro.


Depois desse gol vieram mais 3.


No 2° tempo, Vinícius Jr marcou o seu primeiro gol com a camisa do Flamengo, e a torcida explodiu em festa.


5X0 para o Flamengo, estávamos classificados.



Senti alguém me cutucar e me virei dando de cara com o presidente.


- Vamos? Preciso te apresentar aos garotos, Tenho certeza que se darão bem. - Me levantei e segui o chefe.


Ao chegarmos no vestiário, dei de cara com uma cena que eu com toda a certeza do mundo, nunca esqueceria na minha vida. O número 35 do Flamengo sem camisa.


Detalhe: Gotas escorriam pelo seu abdômen.

Puta que me pariu de quatro numa banheira.

Me recompus (mais uma vez) e prestei atenção no que Bandeira falava.



- Meninos, queria primeiramente parabenizá-los pelo jogo de hoje, a vitória foi merecida. - Os homens gritaram e assoviaram. - E, apresentar para vocês a nova técnica do time, ela que vai comandar vocês agora, espero que a tratem com respeito e que se dêem bem. - Terminou.



Fui cumprimentando um por um, enquanto recebia as boas vindas, focava em não babar ou desmaiar com tanto homem maravilhoso ao meu redor, mas estava meio difícil.



Passaram-se alguns minutos e eu me retirei do recinto, para dar mais privacidade para os rapazes e logo fui para casa.


Amanhã seria um novo dia, o dia em que tudo começaria.


Eu me sentia preparada, revigorada, pronta para resolver qualquer situação que ocorresse.

Só espero saber controlar meus hormônios acima de tudo.

Seja o que Deuszico quiser, amém!


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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