História A Teia da Aranha - Capítulo 11


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Categorias Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), S.H.I.E.L.D., X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Dra. Helen Cho, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Hope Summers, James "Logan" Howlett (Wolverine), Jean Grey (Garota Marvel / Fênix), Katherine "Kitty" Pride (Lince Negra), Kurt Wagner (Noturno), Laura Barton, Maria Hill, Mary Jane Watson, Natasha Romanoff, Nick Fury, Ororo Monroe (Tempestade), Pepper Potts, Personagens Originais, Peter Parker, Pietro Maximoff (Mercúrio), Professor Charles Xavier, Raven Darkhölme (Mística), Scott Summers (Ciclope), Steve Rogers, Thor, Tia May, Visão
Tags Homem Aranha, Romanogers, Shield, Vingadores, X-men
Exibições 31
Palavras 1.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello!!! No capítulo passado quase que nós chegamos na meta, por UM comentário não teve maratona. A meta continua pra esse capítulo, cinco comentários mais um favorito e tem maratona. MAS como tivemos um favorito provavelmente vou postar ou hoje ou amanhã de novo.

Fiquem com o cap bjss.

Capítulo 11 - Cap 11- Sr Murdock


Fanfic / Fanfiction A Teia da Aranha - Capítulo 11 - Cap 11- Sr Murdock

Realmente não estava nem um pouco afim de lembrar do meu pai, do que dirá olhar pra cara dele. Mas aparentemente a justiça não funciona assim, ele ainda precisava ser julgado e ter a sentença, e eu precisava de um advogado, não tinha mais falado com o Pedro dês do que aconteceu umas três semanas atrás, mas ele provavelmente sabia do julgamento, Anastásia tinha ligado querendo saber como eu estava e eu lerda do jeito que sou acabei abrindo a boca, mas pelo menos ele não me procurou, não sou o tipo interesseira mas devo admitir que a ajuda financeira que ele me dava me faz muita falta, estou pensando em me mudar já que as contas do apartamento são muito caras, e as despesas com um advogado vão me tirar muito dinheiro.

Estava sentada no sofá vendo minhas redes sociais nada movimentadas e comendo pipoca (aquilo só não era mais entediante que aula de biologia, por que biologia é um saco) quando ouvi a campainha, calcei meu chinelo e amarrei o cabelo pra não parecer uma moita e fui atender a porta.

— Já vai!

Peguei as chaves de uma mesinha que tinha perto da porta e a destranquei, milhões de possibilidade passaram pela minha cabeça, Pedro, Peter, até mesmo Samantha, falando nela, aquela vagabunda não dá as caras faz tempo!!
Mas voltando...não era nem um deles, era o James, quando abri a porta e o vi me senti nua no meu short jeans curto e minha blusa grande e velha do Bob esponja.
Ele estava impecável como sempre, o cabelo meticulosamente penteado pra trás, sua blusa não conhecia a palavra "amassada" e eu nem preciso falar no cheiro. Percebi que estava com cara de idiota ali fazia um tempo quando ele sorriu meio desconfortável e pigarreou tentando chamar minha atenção. 

— James, eu...não espe-perava por você.

Droga Juliana! Gaguejar agora não!!!

— Eu trouxe isso pra você- diz e me entrega um boquê de flores

Era um arranjo muito bonito, alguma tulipas amarelas e laranjas ocupavam a maior parte do buquê, mas uma rosa solitária chamava toda a atenção.

— James...são lindas- digo e pego o buquê nos braços e com um asseno o convido pra entrar

— Como sabe que gosto de tulipas?- sorrio
— Melody me disse...o seu namorado não está?

Deixei as flores na cozinha e sentei no sofá incrédula.

— Meu namorado?

— É, o milionário, Pedro certo?

— Nós...nunca oficializamos mas...acho que terminamos.

— Oh, me desculpe por isso.

Ele parecia extremamente desconfortável mexia nos dedos toda hora e mordia as bochechas.

— Ei- o chamei e em um minutos nossas mãos se tocaram e nem um de nós se moveu para tira-las
— Você está bem?

— Estou!- sorriu
— Soube que você precisa de um advogado.

As conversas correm rápido assim nos dias de hoje?

— Sim eu...eu preciso de um.

— Minha mãe ela...- James colocou a mão dentro do bolso do seu casaco cortando nosso contato
— Ela conhece um cara, ele é bem barato, costuma cobrar o que os clientes podem pagar e nem um centavo a mais.

— Caramba isso é muito bom!

Peguei o cartão do advogado, tinha uma figura de uma mulher vendada e o cartão era vermelho, em um canto em letras brancas estava escrito Nelson & Murdock- a justiça é cega

— Se não se importar eu marquei uma hora pra gente- diz meio envergonhado

Deus esse homem é perfeito, mas...poderia no mínimo ter avisado com antecedência

— Que horas exatamente?- pergunto já pensando como vou conseguir me arrumar em um espaço curto de tempo

— Daqui uma hora, mas eu posso remarcar se você quiser...

— Não!- praticamente grito e ele se assusta
— Quer dizer...eu posso me arrumar rápido.

— Não saia daí, não mecha um músculo, eu já volto- digo enquanto ando em direção ao quarto
— Não se mova!!!

— Não vou- sorri

Jesus que sorriso!!!

Juliana pare de tanto cu doce é uma ordem!

Eu estou mesmo discutindo comigo mesma nos meus pensamentos?

Está!!!!

Depois desse pequeno momento esquizofrenia fui pro quarto me arrumar

                             ○●□■

Estávamos na frente de um prédio meio velho caindo aos pedaços, eram um lugar meio barra pesada do brooks, mas fazer o que? Preciso do advogado!
Desci da moto e devolvi o capacete pro James

— A gente ainda não tomou aquele café.

— É desculpe, eu...não estava muito com cabeça pra isso- digo meio sem graça

— Aconteceu alguma coisa?

James deixa a moto no suporte e me abraça meio de lado me conduzindo até o prédio

— Sim mas...você não vai querer saber.

— Somo amigos certo?

O olhei intrigada e meio confusa, oh não friendzone não!!!

— Somos... eu acho

— Amigos se importam com os outros, o que aconteceu?

Ainda tínhamos cerca de uns vinte minutos antes do nosso horário (disse que me arrumo rápido!) Então nos sentamos nas escadas que davam pra parte principal do prédio pra conversar.

— Vai, me fala o que ouve- disse e passou uma das mãos pelas minhas costas, fazendo carinho

— Eu e Pedro nós estavamos...brigados, aí uma noite eu estava trabalhando como babá, cuidando da filha do meu professor.

Parei um minuto e engoli em seco, tentando desenrolar o nó que se formava em minha garganta

— E então depois que eu coloquei a menina pra dormir ele apareceu. Eu não sei como. E ele...ele

As palavras se perderam na minha garganta e sumiram nas lágrimas que escorriam pelo meu rosto, Pedro é imprevisível, mas eu nunca esperaria isso dele, e isso me doeu MUITO, antes não parecia ter sido tão ruim, mas agora falando pra alguém fica muito pior.

James me abraçou e me apertou contra ele, não disse nada, simplesmente me abraçou e ficou lá até eu conseguir parar de chorar, ele segurou meu rosto entre as mãos e afastou as lágrimas com o polegar.

— Se ele te machucou saiba que se eu encontra-lo vou machuca-lo ainda mais.
Uma garota tão linda e incrível como você não merece ser tratada assim.

Não sei exatamente o que foi, mas aquelas palavras me acertaram em cheio, assenti e o abracei de novo, nos levantamos ainda abraçados, James era meio alto, mas eu não sou do tipo anã, e minha cabeça batia exatamente em sei queixo, ele abaixou os olhos e sorriu.

— Agora vamos, precisamos falar com o cara que vai acabar com o outro homem que te machucou.

— Tá bom.

Subimos uns três lances de escada antes de entrarmos no escritório, um homem baixinho e gorducho nos atendeu.

— Bom dia! Bem vindos ao escritório de advocacia Nelson e Murdock- disse e estendeu a mão a mim

O cumprimentei e entramos numa espécie de sala de espera

— Bom dia sr Murdock- disse ao o cumprimentar

— Oh eu não sou o sr Murdock...

Ele foi interrompido

por um homem alto e bem vestido que usava óculos escuros, o homem pareceu brotar na sala de espera.

— Eu sou o sr Murdock. Matt Murdock.

— Muito bem, vamos entrando- disse o homem gorducho que deduso ser Nelson

Nelson nos guiou até uma outra sala onde tinham duas mesas, cada uma com três cadeiras. Matt entra logo atrás de nós ele estava segurando uma guia então deduso que é cego, mas parecia ver tudo, se sentou na cadeira que ficava atrás da mesa da direita e eu e James nos sentamos nas cadeiras a frente dele.
Nelson ficou lendo um jornal sentado na mesa ao lado

— Então senhores, por que nos procuram?- perguntou Murdock

— Sr Murdock, minha mãe...Natasha lhe indicou, precisamos dos seus serviços pro julgamento do pai da minha amiga- disse James

— Aquele cara que foi detido por um professor? Com todo o respeito ele é um canalha.

— Sim. Ele não merece seu respeito- digo

— Entendo, deve ter sido traumático pra você- diz e analisa alguns papéis com as mãos, pude ver que estavam em braile.

— Você já é maior de idade? Se ele for seu único representante legal, você vai ter que ficar em um abrigo até inteirar a maior idade.

— Eu vou fazer dezoito daqui a duas semanas.

— Juh se precisar eu falo com os meus pais, eles vão dar um jeito de você não ir pra um abrigo- diz e me abraça de lado

Dava pra sentir a preocupação do James a quilômetros.

— Não se preocupe, no caso ela não vai ir pra um abrigo. E também não precisamos nos preocupar no quesito "briga judicial" geralmente a vítima sempre ganha a causa nesses casos, seu pai vai ganhar no mínimo dez anos de cadeia.
— Você já fez um exame de delito?

— Já sim- disse meio baixo

— Tudo bem, vocês podem marcar um outro horário e me dar toda a documentação do caso, se quiserem meus serviços é claro.

— Vamos querer sim, sobre o pagamento...

— Em outra ocasião falaremos sobre ele.

Nelson se engasga violentamente com seu café quando Murdock termina de falar.

— Outra ocasião?- pergunta ofegante

— Ora Nelson, a menina é estudante, tem mais coisas com que se preocupar do que pagamento de advogado.

Murdock se virou pra mim e James, que nos encontrávamos de pé perto da porta e sorri.

— É um prazer assumir sua causa senhorita- diz e estende a mão

— Muito obrigada por aceitar- digo e aperto sua mão estendida

Eu e James saímos do escritório, e ele segura minha mão, na hora não entendo por que mas prefiro não dizer nada.

— Obrigada James, não sei o que faria sem você.

— Que nada, só estou fazendo minha obrigação de amigo...certo?

Por que é tão legal e triste ao mesmo tempo quando ele fala a palavra amigo? PARA DE FALAR AMIGO!!!! 

— Sim...

— Ei o que acha de...tomar um café no parque?

Sorri e subi na moto e coloquei meu capacete

— Só se você pagar- sorri












Notas Finais


E aí? Gostaram?


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