História A Thousand Hands - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 68
Palavras 2.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Halloooo friends!
Vocês podem ficar um pouco confusos com esse capítulo ou não, se ficarem, me perguntem algo ou sei lá ahbdahjb
Eu acho que vocês vão gostar desse cap hein!
Boa leitura!

Capítulo 23 - Movie Night


Fanfic / Fanfiction A Thousand Hands - Capítulo 23 - Movie Night

Ela parou o beijo e me manteve perto, eu ainda estava de olhos fechados mas podia sentir as mãos dela na minha cintura me prendendo ao corpo dela, quando abri os olhos me deparei com os dela em mim e meu rosto queimou, ela nunca me olhou daquele jeito, meu Deus, o que estava acontecendo? Quando ela me viu corada, ela me deu um meio sorriso, chegou perto de novo e me deu um selinho na boca, depois outro na testa, tirou uma das mãos da minha cintura e a levantou, colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha... Alguém pigarreou, nos tirando da melhor bolha que já tivemos desde quando nos conhecemos. Lauren não soltou minha cintura e olhou pro lado, era meu pai.

– Espero não estar atrapalhando.

– Não está, senhor. — ela disse.

– Ótimo. — ele riu.

– Precisa de algo?

– Não... É, não.

– O que foi então, papa? — eu perguntei.

– Nada, só queria saber se você sabe onde a sua mãe está...? — ele perguntou, arrumando desculpa.

– Ela está lá em cima. — Lauren disse.

– Ah, obrigada, eu vou subir então.

Lauren me soltou pra que meu pai passasse, ele passou por nós assentindo com a cabeça, Lauren o acompanhou com os olhos depois olhou pra mim, sorrindo, com vergonha? Eu acho que ela estava com vergonha sim. Eu sorri pra ela de volta, ela respirou bem fundo e andou na minha direção, passando por mim e indo pra cozinha, eu a segui, ela abriu o armário, pegou um copo, depois foi na geladeira e pegou um suco de caixinha.

– Você quer? — me perguntou colocando o suco do lado do copo.

– Laranja?

– Sim, amor.

Meu Deus, não, não!!!! Eu não ouvi isso, Lauren Jauregui me chamou de amor depois de me dar um beijo daqueles ali, eu não estava acreditando no que estava acontecendo, eu fiquei parada incrédula olhando pra ela.

– O que?

– Nã-nada, não...

– Fala, baby. — ela disse pegando outro copo no armário e colocando suco.

– Você...

– O que tem eu?

– Me deixa tão confusa.

– E por quê?

– Porque Lauren... Você sabe porque.

– É, eu sei.

– Então, eu não sei mais o que fazer.

– Só não pensa muito, okay baby? Se você não pensar muito, vai tudo melhorar.

Disse isso e empurrou um copo cheio de suco pra mim, ela deu um meio sorriso pra mim e tomou o suco dela todo me olhando. Quando terminou, colocou os nossos copos na pia e me chamou, fazendo eu ir atrás dela. Ela subiu as escadas, fiquei olhando pra bunda dela durante todo o trajeto. Ela foi pra última porta do corredor e a abriu, me revelando um médio quarto com um sofá, que parecia totalmente confortável, em frente a ele, uma TV gigante, na janela tinha a cortina mais espessa que já vi, fazendo o quarto ficar totalmente escuro, a única luz naquele quarto eram algumas luminárias na parede, em cor vermelha, mas bem fraca.

– O que é isso?

– Um pequeno cinema.

– Nossa, porque você nunca me mostrou?

– Eu nunca mostrei pra ninguém, nem eu entro muito aqui. — ela disse me olhando nos olhos, com um meio sorriso nos lábios.

– Então porque tá me mostrando agora?

– Porque eu quero ver algo contigo.

– Algo tipo...?

– Algum filme, ou série, você escolhe.

– Eu adoro série.

– Eu também, é um dos meus passatempos favoritos.

– Pelo menos algo em comum. — eu disse sorrindo pra ela.

– Então, vamos entrar? — ela perguntou.

– Agora?

– Por que não? — perguntou abrindo os braços.

– Vamos então.

– Entra, eu vou lá embaixo fazer pipocas.

– Tudo bem então, amor. — ela deu o maior sorriso pra mim.

Fiquei parada na porta do "cinema" enquanto via ela correr, ela era linda até correndo e de costas, e desaparecer quando saiu do corredor pra descer as escadas. Escutei meus pais conversando e rindo com Sofi e sorri com isso. Entrei no "cinema" e olhei em volta, na parede atrás do sofá tinha um quadro médio de uma cantora, eu gostava dela, a Lana Del Rey. Sai de trás do sofá e fui me sentar nele, como imaginei, era extremamente confortável, me estirei nele e vi uma sobra vindo do corredor, olhei pra lá e Lauren estava vindo com dois potes grandes de pipoca preso nos braços e na mão um suporte para copos com dois copos gigantes. Reparei que os potes eram do Batman e os copos dos Vingadores e ri disso.

– Opa, quer ajuda?

– Seria ótimo.

– Já estou indo! — corri pra ajudar ela.

– Decidiu qual filme ou série quer assistir?

– Hmm, não sei, se for série não vamos terminar hoje, mas não vem nenhum filme na minha cabeça.

– E série?

– Eu pensei em uma.

– Qual? — ela perguntou fechando a porta.

– Hannibal.

– Ah, já ouvi falar.

– Parece ser ótima.

– Sim... Mas olha, tem o filme, você sabe, certo? — ela perguntou.

– É, verdade, esqueci.

– Então, a gente pode ver o filme.

– Ótimo, então vai ser isso.

Ela empurrou o sofá delicadamente até o fundo do quarto, quase o encostando no quadro da Lana, se sentou e colocou os potes de pipoca nos braços do sofá, um ao meu lado e outro ao dela, fez o mesmo com os copos. Me sentei ao lado dela, ela fez algo que inclinou levemente as costas do sofá, levantou a parte de baixo pros nossos pés, nos fazendo ficar quase deitadas. Pegou um controle ao lado dela, ligou a TV, indo direto ao Netflix e procurando o filme, pegou outro controle, clicou no botão grande e fez as luzes vermelhas das luminárias desligarem. Ela deu play no filme e colocou a mão sobre a minha, fazendo nossos dedos se entrelaçarem...

O filme estava nos últimos minutos, eu já tinha dado uns gritos de agonia e apertado tanto a mão da Lauren que ela me puxou pra perto dela e me abraçou. Estávamos abraçadas, eu estava com a cabeça no ombro dela, tentando me esconder atrás da cortina dos cabelos dela, ela percebeu isso e começou a rir.

– Sério que você está com medo disso, meu amor? — ela disse passando as pontas dos dedos no meu braço.

– Estou, um pouco.

– Ah, mas nem dá...

– Claro que dá! — eu atrapalhei ela.

– Oh, parece um bebê...

– Eu não sou um bebê, pode parando Lauren! — eu disse empurrando ela.

– Para você.

– Mas parar com o que?

– Com isso.

– Não estou entendendo, Laur.

– Você é um bebê.

– Eu não sou! — disse irritada.

– Mas é claro que você é, Camila! Você é meu bebê, oras.

– Seu bebê?

– Sim, meu.

– Então por que...?

– Não sei também.

Ela me olhou de lado e com um meio sorriso, balançou a cabeça levemente rindo e colocou uma mão na minha nuca, me puxando pra perto, mais perto, então me beijou. O beijo foi como o de mais cedo, mas eu diria que um pouco mais intenso. Ela calmamente foi me inclinando pro lado oposto ao dela, me fazendo deitar e deitando em cima de mim, abriu as pernas, ficando de joelhos no sofá, sem parar de me beijar ela começou a levantar a minha blusa, acariciando minha barriga... Parou de me beijar, afastando um pouco a boca da minha, me olhando nos olhos.

– Hmm, você quer uma champanhe?

– Ahnn..

– Desculpa.

– Não, não, tudo bem.

– Vai querer ou não?

– Você que sabe.

– Não, pink princess, você que sabe.

– Certo, então sim.

– Ótimo. — ela se levantou.

– Não demora, amor. — eu disse puxando minha blusa pra baixo.

– Você não acha melhor a gente descer?

– Ahnn..

– Senhorita Cabello...

– Uh! — abri e agitei as mãos.

– Amor... — ela se corrigiu.

– Eu vou te beijar... Agora. — eu disse me levantando.

– Então vem. — ela fechou a porta de novo.

Caminhei até ela a olhando nos olhos e ela não desviou o olhar. Cheguei perto e a puxei pela cintura, ela rapidamente me segurou pela nuca, como sempre, nos girou nos calcanhares, me pressionando contra a porta, desceu a mão e pegou na minha bunda, apertando levemente, deu uma mordida no meu lábio inferior, colocou as mãos na minha barriga por dentro na camisa, deixou alguns segundos ali e então subiu a mão, pegando nos meus peitos, eu soltei um gemido abafado quando os dedos longos e gelados dela tocaram meus mamilos, ela deu mais uma mordida longa no meu lábio inferior e depois jogou sua boca pro meu pescoço, dando leves puxões com os dedos nos meus mamilos...

– Lau-lauren... — minha voz falhou.

– Hmm? — fez com a boca no meu pescoço.

– Se você continuar...

– O que tem? — disse rápido.

– Eu não vou me aguentar... E meus pais...

– Eu disse pra gente descer...

– Então vamos...

– Agora, por favor.

– Vem. — eu disse pegando na mão dela e abrindo a porta.

– Eu quero te foder. — ela disse me agarrando por trás.

– Para ou eu dou pra você aqui nesse corredor! — eu disse baixinho.

– Eu não me importaria...

– Vem!

Ela parou no alto da escada, ficando de frente pra mim, me puxou pela gola da camisa, tocando meus lábios e sendo atrapalhada por Sofi subindo as escadas, ela me empurrou tão forte que eu quase cai pra trás, ela se segurou na grade do topo da escada e olhou pro outro lado, enquanto eu recuperava meu equilíbrio, rindo tanto que me engasguei. Sofi parou no meio de nós duas, olhou pra mim tendo uma crise de risos, virou pra Lauren que ainda segurava a grade da escada e olhava pra todos os lados, riu e cochichou pra mim:

– Eu não sou idiota.

– Ela sabe que não. — eu falei alto.

– Que?! — Lauren exclamou.

– Eu quero que você namore a minha irmã.

– Que?! — Lauren se engasgou com a saliva.

– Meu Deus! - eu ria tanto.

– Eh sei que Kaki namora meninas, Lolo. Eu quero que vocês namorem.

– Ela sabe, Camz?

– Sabe, Lo. Ela conhecia a Perrie...

– E eu não gostava muito dela... Mas de você eu gosto.

– Aw, pequena, eu também gosto de você.

– E da minha irmã? Você gosta da Kaki? — porra Sofi! Não faz isso!

– Ahn... Eu... É, sim... Cl-claro.

– Meu Deus, Lauren. — eu disse batendo a mão na perna.

– O que? Eu disse que sim, o que eu fiz agora? — ela perguntou caminhando na minha direção.

– Você...

– Okay! — ela pegou no meu rosto, me forçado a olhar pra ela - Você sabe que eu gosto de você, não precisa desse showzinho.

– Não é showzinho...

Ela me atrapalhou, me dando um selinho rápido, virou pra Sofi e pegou na minha mão, olhou lá pra baixo e fez sinal que íamos descer, Sofi nos desejou boa noite e fizemos o mesmo. Ela me levou pro quarto dela, e abriu o closet, acho que pra procurar um pijama, o que me fez lembrar que eu não tinha roupa nenhuma aqui, que merda! Se eu quiser ficar mais tempo com meus pais, vou ter que ficar aqui também, então eu preciso de roupas, aí que merda Camila! Vou ter que conversar isso com Lauren... Falando nela, ela estava tirando toda a roupa, pegou uma camisa cinza de manga com uma imagem de Star Wars na frente e ficou de cueca box, a boa e branca cueca box...

– Ahn... Você quer algo pra dormir?

– Nossa, isso seria...

– Então espera rápidinho. — ela foi pra dentro do closet.

– Você vai dormir de cueca? Eu quero dizer... Sem calça ou shorts?

— Vou, vou sim, algum problema com isso?

– Não, claro que não...

– Então... — a voz dela tava ficando mais próxima.

– É porque está muito frio...

– Existem esses cobertores aí na cama pra isso... — deu uma pausa – E eu tenho você pra me esquentar também.

Ela saiu do closet com uma coisa na mão, acho que era uma blusa de alcinha branca, ela andou até mim, se sentou ao meu lado na cama e me entregou a peça de roupa, eu abri e olhei, era uma camisola, aparentemente bem curta, branca e rendada nas partes dos seios e nas pontas de baixo. Eu abaixei a camisola e olhei pra ela, estava me olhando com um sorriso, mas um sorriso... Eu respirei fundo e me levantei, tirando cada peça das minhas roupas olhando bem nos olhos dela, ela se endireitou na cama quando fiquei só de calcinha e sutiã, deu uma mordida leve no lábio inferior balançando a cabeça, fazendo que sim. Eu joguei a camisola pela minha cabeça, deixando ela cair no meu corpo, ela me olhou da cabeça aos pés enquanto eu ajeitava meu cabelo, abriu a boca devagar e disse:

– Uau, ficou per-perfeita...!


Notas Finais


Espero que tenham gostado. <3


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