História A Touch of Red - Capítulo 5


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton, Norminah
Visualizações 57
Palavras 819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction A Touch of Red - Capítulo 5 - Capítulo 5

"Deslize seus lábios sobre minha pele. Como uma pena desliza sobre a brisa numa tarde fria..."

[...]

Dinah tinha vantagem de se lembrar de suas relações anteriores, enquanto Normani contava apenas com seus instintos, que claramente estavam mandando mensagens que ela não sabia muito bem como interpretar. A respiração da negra parecia acelerada, as pupilas estavam dilatadas, e a linguagem corporal confirmava a reciprocidade de atração. Normani Kordei a observava com atenção, avaliando-a. De tímida não tinha nada. Era confiante e corajosa. Bastante segura de si. Dinah gostou dela logo de cara, e sabia que sentiria o mesmo independentemente de seu histórico com Shadoe.

-Para que lugar do Orange County você está indo? - Dinah quis saber:

-E por que essa mudança? - apesar de saber tudo a respeito de sua mulher, em certo sentido Dinah estava sempre começando do zero quando a reencontrava. Do que Normani gostava ou não gostava, sua personalidade e seu temperamento, suas lembranças, tudo isso era desconhecido para a loira. Cada reencontro era uma redescoberta.

Normani tirou a tampinha plástica do refrigerante e deu um gole antes de responder:

-Anaheim. Trabalho no ramo de hotelaria, e a indústria do turismo da Califórnia é minha cara. - Dinah pareceu estar mexendo em algo, quando retira da pequena bolsa de mão um canudo e entregou para Normani:

-Você trabalha em restaurante ou hotel? - a mente da loira viaja em querer saber mais sobre a mulher que estava ao seu lado. Como ela preferia o café? Será que ela gostava de café? Dormia de bruços ou de barriga para cima? Onde gostava de ser tocada? Acordava cedo ou era uma criatura noturna?

Normani olhou para o canudo e ergueu uma sobrancelha. Ela o pegou e rasgou o invólucro de papel, mas claramente estava se perguntando de onde a loira havia tirado.

-Obrigada.

-Disponha. - havia tanta coisa a assimilar, e o tempo durante o qual ficariam juntos era sempre incerto. Uma vez, a loira a teve de volta por vinte minutos. Em outra, por vinte anos. Mas o pai dela sempre a encontrava. O líder dos vampiros era obcecado por ela assim como Dinah, e Cirious estava determinado a concluir o que havia começado. Ele queria que sua filha se tornasse imortal através do vampirismo, o que mataria a alma que a ligava a Dinah.

Isso jamais iria acontecer enquanto Dinah fosse viva.

-Hotel. - a negra respondeu retomando a conversa:

-Adoro a energia desses lugares. Eles nunca dorme, nunca fecham. O fluxo contínuo de viajantes garante que sempre vai haver um desafio a superar.

-E qual hotel?

-O Belladonna. É um resort novo, perto da Disney.

-Propriedade da Coleman's Empreendimentos. - não foi uma pergunta, foi uma afirmação. Zendaya Coleman era uma magnata da construção civil que rivalizava com Steve Wynn e Donald Trump. Todos os seus empreendimentos eram amplamente da publicidade, Dinah conhecia Zendaya muito bem. E não apenas sua vida corporal, mas também a celestial. Zendaya era um dos sete arcanjos terrestres, e estava a muito degraus abaixo de Dinah na hierarquia angelical. Os olhos escuros de Normani se acenderam.

-Pelo jeito você já ouviu falar.

-Conheço Zendaya há um bom tempo. - a loira começou a pensar na pesquisa que faria sobre ela, desde o dia de seu nascimento até o reencontro das duas. Coincidências eram algo que não existiam no mundo. Dinah encontrou Shadoe em todas as suas reencarnações não por acaso, mas porque o destino determinara. Ela estava se mudando para a cidade, e iria trabalhar para um anjo...? Zendaya tinha propriedades no mundo inteiro, incluindo resorts na Costa Leste, bem mais próximos da cidade natal dela. As circunstâncias que conduziram ao Orange County não pareciam ser meramente acidentais.

Dinah precisava descobrir as intenções e as decisões que a levaram até lá. O processo de investigação era a primeira coisa que a loira fazia quando ela voltava. Procurava por hábitos ou padrões aplicáveis às existências anteriores de Shadoe. Obtinha os conhecimentos necessários para ganhar a confiança e afeição dela. E pesquisava possíveis sinais de manipulação, porque não iria demorar muito para seus excessos cobrarem um preço. A loira havia cometido o mesmo deslize pelo qual fazia os outros pagarem: tinha se apaixonado por Shadoe - uma nefil, filha de uma imortal com o anjo que o pai dela um dia fora - e sucumbido, inúmeras vezes, o pecado decadente da carne.

Dinah havia punido pessoalmente o pai de sua amada pela mesma transgressão. Amputou as asas do anjo caído, um ato que aniquilou a alma de Cirious e o transformou no primeiro dos vampiros.

As consequências de sua hipocrisia um dia se voltariam contra a loira - era algo inevitável, com o qual Dinah já havia se conformado fazia tempo. Se o criador queria que Zendaya fosse a responsável por sua punição, a loira precisava saber, e se preparar. Precisava garantir que Shadoe ficaria em segurança quando sua hora chegasse.


Notas Finais


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