História A Traição(NamJin) - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~DimpIle

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Rap Monster
Tags Namjin, Traição
Visualizações 286
Palavras 641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - ¤ Come back to me ¤


《 J I N 》


Acordo com o maldito toque do meu celular, abro meus olhos devagarinho e pego o mesmo.


– Yoboseyo?

Jin Hyung vou me atrasar um pouquinho para chegar, uma meia hora e eu chego aí.

– Hã? Ah, sim. Tudo bem.

Ok, te encontro mais tarde, hyungnim.


Levanto da cama em um pulo, abro as portas do guarda-roupa e de lá pego um moletom rosa e uma calça branca. Pego minha carteira e meu celular e vou andando barra correndo até a cafeteria que é perto da minha casa.

Quando chego lá, olho para toda a extensão do café, verificando se Taehyung já tinha chegado. Como não o vi lá, sentei em uma das mesas vagas e esperei jogando Ludo King.

N.A: Um jogo com selo Jin de aprovação 👍



17:00


Deixei meu celular em cima da mesa, cansado de jogar aquele jogo, que depois de tanto jogar, fica enjoativo.

— Jin Hyung!

Escutei a voz de Taehyung e suspirei alto, quase que eu grito “graças à alguma coisa, garoto!”

— Porque demorou tanto, Tae?

— É por causa de Jimin, o meu companheiro de apartamento, está sofrendo muito por um menino da escola  queria minha ajuda.

— Ah...E sua costela?

— Ela tá legal.

Um homem usando um uniforme veio até nos, com um sorriso amigável no rosto.

— Vão pedir algo?

— Sim, eu quero um cappuccino. E você Taehyung?

— Um café preto e um pedaço de bolo.

Taehyung sorriu e o garçom fez uma reverência, saindo logo em seguida.

— Como está sendo a terapia com o Namjoon?

Meu sangue ferveu ao ouvir a frase dita por Taehyung. Namjoon não tem o poder de sair contando a deus e o mundo sobre a nossas discussões e vida pessoal.

Ninguém por saber que Namjoon se relacionou com outra pessoa.

Ninguém pode saber que estamos fazendo terapia.

Ninguém pode saber de nada!

— Hyung? — chamou, pegando minha mão.

— Como você sabe disso?

— Namjoon estava triste, com o rosto inchado, parecia que tinha chorado bastante, eu perguntei o porque e ele me contou. Prometo que não conto a ninguém.

— Chorou? Ele está tão mal assim?

— Sim, ele nem está indo para os ensaios da banda.

— Ele ainda está na casa da SunGi?

— Sim, ela está preocupada com ele. Ela vai viajar e ele vai ficar sozinho. Ela está pensando em mandá-lo de volta para os Estados Unidos.

— O QUÊ? NÃO!

Gritei. Depois percebi que o café inteiro me olhava, levantei e fiz uma reverência.

— Estou implorando para SunGi deixar Namjoon ficar no meu apartamento com Jimin, mas ela diz que somos imaturos para cuidar dele.

Meu coração doeu. Namjoon não pode voltar pros EUA. Mesmo estando longe dele e muito chateado, Namjoon me fez um bem enorme. Ele mudou a minha vida, não desabei ainda por saber que a qualquer momento eu posso ir bater em sua porta e pedir um abraço carinhoso.

— Você veio de carro?

— Não, vim de táxi. Porquê?

— Meu plantão começa às 18.

— Bem, aqui não é perto da sua casa?

— Sim, mas queria passar em um lugar.

— Eu peço para Namjoon vir te buscar.

— Ok. — falei, pedindo a conta. — Tae,  conhece alguma pessoa chamada “RM”?

— B-bem c-conheço.

— Qual o nome dele? Quem é ele?

— N-não posso d-dizer…

— Aigo, Taehyung!

— Namjoon chegou, vai lá.

— Tão rápido?

— É, vai.

Deixei o dinheiro em cima da mesa e andei até a porta amarela, vendo a range rover Preta de Namjoon na frente do café.

— Oi.

— Oi.

Entrei dentro do carro e coloquei o cinto e senti o vento em meus cabelos.

— Tae me contou sobre você voltar pros EUA.

— Contou, é?

— Sim... — olhei para ele, que olhava para estrada, dirigindo. — Namjoon, volta para casa. Não quero você longe de mim.

— Sério?

Ele parou no semáforo vermelho e olhou para mim, com os olhos marejados.

— Sim. Pode voltar quando quiser. Toma.

Estendi a cópia da chave de casa e dei a ele.

Volta pra mim.




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