História A Transformada - Imagine BTS. - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine, Imagine Bts, Imagine Hoseok, Imagine Jhope, Imagine Jimin, Imagine Jin, Imagine Jungkook, Imagine Min Yoongi, Imagine Namjoon, Imagine Rap Monster, Imagine Suga, Imagine Taehyung, Imagine V
Exibições 46
Palavras 2.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chegueeiii porvão \0/\0/\0/\0/\0/

Me desculpem pela demora.

Curiosa para saber o que vai acontece agora?

Te desejo uma ótima leitura.

Leggoo!!

Capítulo 7 - Capitulo 7


Fanfic / Fanfiction A Transformada - Imagine BTS. - Capítulo 7 - Capitulo 7

Eu acordo com uma dor ardente. Minha pele parece está queimando e, eu abro os olhos, uma pontada forte me fez fechá-los. A dor explodi em meu crânio.

Eu mantenho os olhos fechados, e uso minha mãos para tampa. Eu estou deitada deitada sobre alguma coisa. Pareci macio, mas firme. Irregular. Não pode ser um colchão. Passo os meus dedos pela superfície. Parece plástico.

Abro os meus olhos, mais lentamente desta vez, e vejo por entre minhas mãos. Plástico. Plástico preto. E um cheiro. O que é? 

Me viro um a pouco a cabeça, abro os olhos e um pouco a mais eu começo a entende. Eu estou deitada em uma pilha de sacos de lixo. Estico o pescoço. Eu estou dentro da lixeira.

Me sento rapidamente. A dos explodi, meu pescoço e cabeça estão sendo tomados pela dor. O fedor aqui é insuportável. Eu olho ao meu redor, com os olhos bem abertos agora, e estou horrorizada. Como que diabos eu vim parar aqui?

Esfrego a testa, tento juntar os ocorridos que me fez parar aqui. Está tudo em branco. Estou tentando lembrar da noite passada. Uso toda a minha força de vontade para que as lembranças voltem. Lentamente, elas chegam...

A briga com à minha mãe. O metrô. Encontro com TaeHyung. O Carnegie Hall. O concerto. E... e...

A fome. O desejo. Sim, o desejo. Deixei TaeHyung. Sair correndo. Percorrer os corredores. E... branco. Nada.

Para onde eu fui?
O que eu tinha feito?
E como fui parar aqui?
Será que TaeHyung tinha me drogado?
Feito o que queria comigo e me colocado aqui?

É difícil acreditar nisso. Não posso imaginar que ele pode ser desse tipo. Em minha última memória, caminhando pelos corredores, eu estava sozinha. Eu tinha deixado ele para trás. Não. Não poderia ter sido ele.

Então, o quê?

Me ajoelho lentamente sobre o lixo, um de meus pés está escorregando entre dois sacos, enquanto me afundo mais para dentro do poço. Eu puxo o meu pé para fora rapidamente e encontro algo sólido para pisar, garrafas de plástico barulhentas.

Olho para cima e vejo que a tampa de metal da lixeira está aberta. Eu tinha aberto a tampa na noite passada e entrado aqui?

Por que eu teria feito isso?

Estico minhas mãos e mal consigo segurar a barra de metal no topo. Eu não sei se teria força suficiente para sair daqui.

Mas tentei, e fico surpresa em descobrir que consigo sair facilmente: um movimento gracioso, e eu jogo as pernas para o outro lado, caiu alguns metros e pouso no chão. Para a minha surpresa, eu pouso com muita agilidade, o baque quase não me machucou. 

O que está acontecendo comigo?

Justamente quando eu pouso na calçada, um casal bem vestido está passando. Eu os assusto. Eles se viram e me encaram, mortificados, tentando entender o por que uma garota adolescente como eu, pularia de repente de dentro de uma enorme lixeira. 

Eles me olham estranho e dobram o passo, se passando para ficar longe de mim quanto o possível.

Eu não os culpo. Eu provavelmente iria fazer o mesmo. Olho para mim mesma, ainda estou vestida com as roupas da noite anterior, minhas roupas estão totalmente sujas e cobertas de lixo. Estou fedendo. Estou tentando me limpar o máximo que posso.

Enquanto faço isso, passo minhas mãos rapidamente sobre meu corpo e bolsos. Sem celular. Minha mente voa, enquanto tento lembrar se eu tinha pegado ele no apartamento.

Não. Eu a o deixei no apartamento, em meu quarto, no canto da mesinha. Eu pretendia pegá-lo, mas estava tão perturbada por minha mão que deixei lá. merda. Eu também deixei o meu diário. Eu preciso dos dois. E também de um banho e uma troca de roupas.

Olho para o meu pulso, mas meu relógio não esta aqui. Eu devo ter perdido em algum lugar durante a noite. Eu saio pelo beco e caminho pela calçada cheia, com a luz do sol diretamente no meu rosto. A dor irradia pela minha testa.

Volto rapidamente pela sombra. Eu não consigo entender o que está acontecendo. Felizmente, já é quase noite. Eu espero que essa ressaca, ou sei lá o quê, passe logo.

Tento pensar. Para onde eu poderei ir?
Eu quero ligar para TaeHyung. É loucura, por que eu mal o conheço. E depois da noite passada, seja lá o que eu tenha feito, eu tenho a certeza de que ele não irá querer me vê nunca mais. Mas, mesmo assim, ele é a primeiro pessoa que me veio a mente. 

Eu quero ouvi sua voz novamente, estar com ele. Pelo menos, eu preciso dele para entender o que havia acontecido. Quero desesperadamente falar com ele. Eu preciso do meu celular.

Eu vou para casa pela à última vez, pegar o meu celular e o meu diário e depois saio. Rezo apar que minha mãe não esteja em casa. Talvez, pelo menos desta vez, a sorte estará no meu lado.

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Paro do lado de fora do prédio e olho para cima, apreensiva. O sol está se pondo e a luz não está mais me incomodando tanto. 

Na verdade, conforme a noite se aproxima, me sinto mais forte cada hora que passa.

Subo os cindo andares de escadas com a velocidade de um raio, ainda me surpreendo. Subo três degraus por vez e minhas pernas não estão nem um pouco cansadas. Eu não consigo imaginar o que está acontecendo com o meu corpo. Seja lá o que for, eu estou adorando.

Meu bom humor diminuir quando chego próximo a porta do apartamento. Meu coração começa a bater forte me pergunto se minha mãe estaria em casa. Como ela reagirá?

Mas quando toco na maçaneta, fico surpresa de ver que a porta já está destrancada, entre aberta. Minha preocupação só aumenta. Por que a porta está aberta?

Caminho hesitante para dentro do apartamento, a madeira franjeia sob os meus pés. Caminho lentamente até a sala de estar.

Quando entro, viro minha cabeça e de repente, levo minhas mãos até a boca, em choque. Uma terrível onda de náusea me atingi. 

Me viro e vomito.

É minha mãe. Deitada, caída no chão, com os olhos abertos. Morta. Minha mãe. Morta. Mas como?

Sangue escorre em seu pescoço e caída em um pequena poça no chão. Eu não teria feito aquilo. Ela foi morta. Assassinada. Mas como? Por quem?

Mesmo que eu à odeio, eu nunca teria desejado que ela terminasse assim.

O sangue ainda está fresco, e eu percebo de repente que isso deveria ter acabado de acontecer. A porta entre aberta. Alguém havia arrombado o apartamento?

De repente, me viro, olho ao redor, sinto os pelos em minha nuca ficarem em pé. Tem alguém aqui no apartamento?

Como se para responder minha pergunta silenciosa, três pessoas vestidas de preto da cabeça aos pés surgem vindo do outro lado. Eles entraram calmamente na sala de estar, indo em minha direção. Três homens. É difícil sabe suas idades, parecem ter 30 anos. Todos tem corpos definidos. Musculosos. Nem uma grama de gordura neles. Bem arrumados. E muito, muito pálidos.

Um deles dá um passo à frente. Eu dou uma passo para trás, com medo. Uma nova sensação está me dominando, uma sensação de pavor. Não entendo como, mas eu posso sentir as energia dessas pessoas. E é muito, muito ruim.

- Então. - o líder disse em uma voz sombria e sinistra. - A galinha volta ao poleiro.

- Quem é você? -eu pergunto, recuando.

Examino a sala, procurando por uma arma de algum tipo. Talvez um cano, ou um bastão. Começo a pensar em pontos de saída. A janela atrás. Ela leva à uma saída de incêndio?

- Exatamente a pergunta que queríamos fazer a você. -o líder disse. - A sua amiga humana não tinha respostas. -ele disse, apontando para o corpo da minha mãe. - Eu espero que você tenha.

Humana? Do que essa pessoa está falando?

Me recuou vários passos. Não tenho mais muito espaço. Estou quase rente à parede. Me lembro agora: a janela atrás leva à uma saída de incêndio. Eu me lembro de ter ficado nela sentada, em meu primeiro dia no apartamento. Eu está enferrujada. E é instável. Mas parece funcionar.

- Aquele foi um banquete e tanto no Carnegie Hall. -ele disse.

Os três se aproximam lentamente, cada um dá um passo para à frente.

Examino minha memória desesperadamente.

Banquete? Por mais que eu tente, não consigo ter absolutamente nenhuma ideia do que ele está falando.

Por que o intervalo? -ele pergunta. - Que mensagem você está tentando mandar?

Estou contra a parede e não tenho mais por onde sair. Eles dão mais um passo para frente. Tenho a certeza que eles vão me matar ser eu não dissesse o que eles tanto querem.

Eu penso o máximo que eu posso.

Mensagem? Intervalo?

Eu me lembro de caminhar pelos os corredores, os salões acarpetados, indo de sala à sala. Procurando. Sim, as memórias estão voltando. Havia uma porta aberta. Um camarim. Um homem dentro dele. Ele havia olhado para mim. Havia medo nos olhos dele. E então...

- Você estava no nosso território. -ele disse. - E você conhece as regras. Você vai ter que responder por isso. -eles deram mais um passo.

(Barulho)

De repente, a porta do apartamento é quebrada e vários policiais uniformizados correm para dentro, com armas em punho.

- Pare, desgraçado! -um policial gritou.

Os três se viram e encaram os policias.

Então, eles caminham lentamente na direção dos policiais, sem nenhum medo.

- Eu disse para PARAR!

O líder continua caminhando e o policial atira. O barulho é ensurdecedor.

Mas, incrivelmente, o líder nem sequer parou. Ele dá um sorriso ainda mais largo, simplesmente esticou a sua mão e pegou a bala no ar. Eu estou chocada em ver que ele parou uma bala com sua mão. Ele levanta a mão, fecha o pulso lentamente e a destrói. Ele abri a mão e o pó cair lentamente no chão.

Os policiais também observam, chocados, com as bocas abertas.

O líder sorriu ainda mais, esticou a mão e pegou a espingarda do policial. Ele a puxa, tensionou o corpo e atingiu o policial no rosto. Ele voa para trás, derrubando vários de seus homens.

Eu já vir o suficiente.

Sem hesitar, me viro, abro a janela e saio por ela. Eu pulo na saída de incêndio e corro pelos degraus instáveis e enferrujados.

Corro o máximo que posso, por toas as curvas. A velha saída de incêndio provavelmente não tinha sido usado à anos, e quando eu faço a curva, um dos degraus cede. Eu escorrego e grito, mas consegui manter o equilíbrio. A escada inteira balança, mas não cede completamente.

Desço três andares quando ouço um barulho. Olho para cima e vejo os três pulando na saída de incêndio. Ele começam a descer, incrivelmente rápido. Muito mais rápido do que eu. Eu acelero os passos.

Chego no primeiro andar e vejo que não tenho para onde ir: é um pulo de cinco metros até a calçada. Eu levanto o pescoço e vejo que eles estão ser aproximando. Olho para baixo novamente. Não tenho escolha. Eu pulo.

Me preparo pro impacto e achei que serei forte. Mas, para a minha surpresa, caio graciosamente com os dois pés no chão, com um gato, sem praticamente nenhuma dor. Fujo correndo, me sinto confiante que consigo deixar meus perseguidores, seja lá quem eles são, para trás.

Quando chego ao fim da quadra, surpresa pela minha incrível velocidade, olho para trás, esperando vê-los distantes no horizonte.

Mas fico chocada que eles estão apenas alguns metros de distancia de mim. Como isso é possível?

Antes que eu possa concluir meus pensamentos, sinto corpos em cima de mim. Eles me jogam no chão.

Uso minhas forças para lutar contra os agressores. Empurro um deles e fico feliz em ver ele voando por vários metros. 

Encorajada, me viro e empurro o outro, e novamente fico feliz e surpresa por o outro voar em outra direção.

O líder pula em cima de mim e começa a me estrangulá. Ele é mais forte forte do que os outros. Olho em seus olhos negros como carvão, e é como olhar nos olhos de um tubarão. Sem alma. É o olhar da morte.

Uso todas as minhas forças, cada gota dela, e consigo rolar e tirá-lo de cima de mim. me levanto com um pulo, e volto a correr.

Mas não fui muito longe e já sou jogada no chão novamente, pelo líder. Como ele pode ser tão rápido?

Eu tinha acabado de jogá-lo longe.

Desta vez, antes que eu pudesse  lutar, sinto nós de dedos em minhas bochechas e percebo que recebi um tapa. Com força. 

O mundo parece girar. Recupero minha consciência rapidamente e me preparo para lutar, quando de repente, vejo os outros dois ajoelhados ao meu lado, me segurando no chão. O líder entrai um pedaço de pano de seu bolso. Antes que eu pudesse reagir, o pano é colocado em meu nariz e boca.

Quando eu respiro profundamente pela a última vez, o mundo girar e ser torna nebuloso.

Antes que o mundo se torna uma escuridão total, posso ter jurado ouvi uma voz sombria sussurrar em meu ouvido: - Você é nossa agora.


Notas Finais


Eitaa!! E agora!!?
O que vai acontece?
Quem será essas pessoas e estavam atrás dela?

Curiosa....espere o próximo capítulo kkkkkk.

Comente aqui nos cometários.

Até o próximo.

Chu~~


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